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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 3/ago/2014

Othelino faz campanha em cinco municípios e defende um Maranhão livre

O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB), candidato à reeleição na Assembleia Legislativa, fez campanha em cinco municípios maranhenses nesse final de semana. Ao lado dos candidatos ao Governo do Maranhão e ao Senado, Flávio Dino (PCdoB) e Roberto Rocha (PSB), ele marcou presença em Pinheiro, Bequimão, Viana e Cajari, na Baixada Maranhense. O parlamentar cumpriu agenda também em Zé Doca.
“Nas cidades por onde passamos, percebi, no semblante de cada pessoa, a esperança de que um Maranhão de prosperidade é possível. Estamos, a cada dia, mais próximos da conquista da liberdade de nosso povo, que clama por serviços públicos de qualidade, mais transparência e compromisso”, disse Othelino, neste domingo (03), após agenda de campanha movimentada, no final de semana, em Pinheiro, Bequimão, Viana, Cajari e Zé Doca.
Em Pinheiro, Othelino inaugurou comitê de campanha em parceria com o vereador Leonardo Sá (PDT), que é candidato a deputado federal. Durante a agenda de campanha, o deputado recebeu a adesão importante do vereador de Cururupu, Pinto (PSB).
No município, Othelino e Leonardo Sá participaram de uma imensa carreata com os candidatos majoritários da coligação “Todos pelo Maranhão”, Flávio Dino e Roberto Rocha. A mobilização percorreu ruas do Fomento, passando pelos bairros Kiola Sarney e João Castelo.
Em Bequimão, Viana e Cajari, a agenda de campanha foi extensa com caminhadas, carreatas e reuniões ao lado de Flávio Dino. “Estamos fazendo uma bela campanha contra o passado. Nesses 65 dias que faltam para a eleição, viemos para a Baixada Maranhense em busca de mais apoios para virarmos a página e mudarmos a história do nosso Estado”, disse o candidato a governador pela coligação “Todos pelo Maranhão”.
Comitê em São Luís
Na última quarta-feira (30), Othelino Neto lançou, oficialmente e em grande estilo, candidatura à reeleição com inauguração do comitê de campanha no bairro do Vinhais, em São Luís. Além dos candidatos a governador, Flávio Dino, e a senador, Roberto Rocha (PSB), o evento contou com a presença de caravanas de diversos municípios do Maranhão, que formam a base de apoio do parlamentar.
Entre os presentes, os prefeitos de Paulino Neves, Raimundo Lídio, de Dom Pedro, Hernando Macedo, os vereadores de São Luís, Barbosa Lages (PDT) e Roberto Jr (PSB), o presidente estadual do PCdoB, Márcio Jerry, representantes da Zona Rural da capital maranhense e diversos vereadores, lideranças políticas e apoiadores dos municípios de Monção, Barreirinhas, Paulino Neves, Tutoia, Bequimão, Cururupu, Paço do Lumiar, Cajari, Pinheiro, São João do Sóter, Altamira do Maranhão, Codó, Alcântara, Presidente Sarney, Turiaçu, etc.

  • Jorge Vieira
  • 3/ago/2014

Oposicionistas denunciam campanha suja na Justiça Eleitoral

Sósia de Roseana Sarney: oposição contesta na Justiça a utilização de videos difamatórios contra Flávio Dino.
Jornal Pequeno
A coligação “Todos pelo Maranhão” que defende a candidatura de Flávio Dino (PCdoB) ao Governo do Estado, deu entrada em ação contra vídeo difamatório publicado em redes sociais ligadas à campanha de Edinho Lobão Filho (PMDB). Os advogados da coligação oposicionista afirmam que o modelo do vídeo “não deixa dúvidas de autoria”, devido ao benefício trazido à campanha peemedebista.
Em representação protocolada na Justiça Eleitoral na manhã de ontem, a coligação “Todos pelo Maranhão” denuncia vídeo veiculado pelas redes sociais em que um ator não identificado faz ataques ao candidato da oposição ao grupo Sarney. A coligação afirma que os vídeos são produzidos “em estúdio e com ambientação sofisticada”, demonstrando que são feitos por profissionais contratados para agredir a honra de Flávio Dino.
“Trata-se de baixa e sorrateira campanha difamatória”, afirmam os advogados no documento enviado à Justiça Eleitoral. O pedido feito pela coligação “Todos pelo Maranhão” é de que seja declarada a ilegalidade de vídeos apócrifos utilizados para depreciar a imagem de Flávio Dino. O pedido tem por base a Resolução 23.404 do Tribunal Superior Eleitoral, que declara vedada a calúnia, a difamação e a injúria através de vídeos apócrifos.
No caso em questão, o vídeo que circula nas redes sociais da campanha de Edinho Lobão traz um ator contratado em outras campanhas Brasil afora para promover ataques que ferem a honra do candidato de oposição ao grupo Sarney. Além do ator, o ambiente sofisticado, com cenário, iluminação e texto injurioso demonstram que a candidatura de Edinho Lobão é a maior beneficiária da utilização do vídeo.
Além de vídeos apócrifos, recentemente a oposição denunciou a utilização de panfletos apócrifos espalhados por helicópteros em bairros da capital. Em discurso pelo interior, o próprio candidato Edinho Lobão é responsável por atacar Flávio Dino e sua família. Esta semana, jornal impresso ligado à campanha de Edinho Lobão afirmou que a campanha de redes sociais do candidato foi a autora de vídeo com insinuações contra a família do oposicionista.

  • Jorge Vieira
  • 3/ago/2014

Pesquisas mostram Dino com três vezes mais votos que Edinho 30

A mais recente pesquisa Data M/Atos e Fatos revela que o candidato oposicionista Flávio Dino tem três vezes mais intenções de votos que o candidato do grupo Sarney, Edinho Lobão Filho.

Quando perguntados em quem votar sem a apresentação da lista de candidatos, 36% dos entrevistados declaram espontaneamente a opção por Flávio Dino. E 12% mencionam o nome do candidato Lobão Filho. “É um dado que confirma a imensa vantagem que o candidato Flávio Dino tem”, aponta o relatório analítico do Instituto Data M.

A pesquisa foi registrada com protocolo TRE-MA 00031/2014.

Média

Em todas as pesquisas estimuladas (quando o pesquisador apresenta todos os candidatos) feitas e registradas, o candidato oposicionista Flávio Dino tem na média 54% das intenções de votos, contra 20% obtidos por Edinho Lobão Filho.

Na última pesquisa Exata (registro MA-00022/2014), por exemplo, de 17 de julho, Dino apareceu com 54% contra 25% do candidato do grupo Sarney. O Data M (registro MA-0015/2014) do final de junho apontou Dino com 58% e Lobão com 20,7%. Na última pesquisa Amostragem (registro MA-00012/2014), no final de maio, Flávio apareceu com 54%, contra 18,92% de Edinho Lobão.

  • Jorge Vieira
  • 2/ago/2014

Indignada com utilização eleitoreira de greve, professora deixa direção do Sindicato

Informações do Blog John Cutrim
A professora Luciane Moraes, 2ª diretora do Sindeducação e integrante do comando de greve decidiu, na última sexta-feira, abandonar a greve organizada pelo Sindicato dos Professores de São Luís e retornar à sala de aula. Ela anunciou a saída em um desabafo publicado em sua página pessoal no Facebook. “Pelo que estamos lutando? O meu pensamento de conquista é diferente”, alegou. Com o início do segundo semestre letivo mas escolas do município, a atmosfera tem sido de retorno. Mais de 80% das escolas já estão funcionando.
A professora Luciane não é a primeira integrante da diretoria do Sindeducação a se manifestar contrariamente aos rumos da paralisação. Desde que a greve começou, outros três diretores já renunciaram a suas funções – entre eles, dois integrantes do Conselho Fiscal. Para a presidente Elisabeth Castelo Branco, sobraram as cobranças de seus opositores, para que ela apresentasse a prestação de contas de sua gestão, devida desde abril.
Em seu desabafo nas redes sociais, a professora Luciane também manifesta preocupação quanto à apropriação, por parte de lideranças partidárias, de um movimento que deveria ser dos professores. Lideranças do PSTU e do Psol estiveram presentes nas últimas manifestações dos educadores e circula na blogosfera maranhense a informação de que o PMDB também estaria envolvido nos protestos feitos com a intenção de desestabilizar a Prefeitura.
O fato é que a greve já nasceu sem sentido e fora de tempo, alegando querer sanar problemas que seriam melhor resolvidos com empenho e diálogo. Tanto que nunca conseguiu, mesmo no seu auge, mobilizar verdadeiramente a categoria e agora vem perdendo mais adeptos a cada dia. No final das contas, fica a sensação de que este movimento tem servido a tudo – menos aos próprios professores, aos estudantes e suas famílias.

  • Jorge Vieira
  • 2/ago/2014

Doação online para candidatos já se tornou comum dentro e fora do Brasil

Marcelo Freixo, Dilma Rousseff, Marina Silva e até o presidente dos EUA, Barack Obama, já usaram modelo de arrecadação de campanha pela internet.
A doação online para candidatos é realidade no Brasil desde 2010. A iniciativa da campanha de Flávio Dino, que lançou o site Um Maranhão mais justo, um Maranhão sem Sarney, é inédita no Estado, mas está presente em outros lugares dentro e fora do Brasil.
Um dos exemplos é o de Marcelo Freixo, que disputou a prefeitura do Rio de Janeiro pelo Psol em 2012. Ele arrecadou pela internet 15% de todas as doações recebidas em sua campanha. Freixo usou o mesmo sistema que hoje é usado por Flávio Dino. O candidato do Rio arrecadou R$ 162 mil em doações online.
Antes disso, em 2010, as então candidatas Dilma Rousseff e Marina Silva também usaram o modelo de arrecadação online.
Esse modelo ajuda a aproximar o eleitor do processo político.
Fora do Brasil, as doações online já estão presentes há mais tempo. O maior exemplo é do presidente dos EUA, Barack Obama. Em 2008, ele arrecadou cerca de meio bilhão de dólares pela internet. Em 2012, o valor foi ainda maior: US$ 690 milhões, mostrando o uso crescente desse modelo.

  • Jorge Vieira
  • 2/ago/2014

Censura: Edinho 30 tenta, sem sucesso, tirar blog maranhense do ar

A Justiça Eleitoral reconheceu a importância da liberdade de imprensa e de expressão, previstas em nossa Constituição Federal, ao negar o pedido de liminar de Edinho Lobão (PMDB) para censurar mais uma vez o Blog Marrapá.

O candidato da oligarquia a governador pediu a imediata retirada da postagem que deu detalhes exclusivos de sua briga com a governadora, ocorrida no dia 25 de julho, por causa do discurso destrambelhado em que ele afirma ter enviado R$ 4 bilhões em emendas para o estado, dos quais a filha do senador José Sarney (PMDB) só teria utilizado R$ 700 milhões (relembre).

Alegando-se ofendido com as revelações do post, o déspota condenado duas vezes à prisão também exigiu a retirada de todo o conteúdo do blog do ar por 24 horas, além da aplicação de multa diária no valor de R$ 5 mil em caso de desobediência.

Na tarde desta quinta-feira (31), o juiz federal Ricardo Felipe Rodrigues Macieira, da Comissão dos Juízes Auxiliares do Tribunal Regional Eleitoral, negou a liminar pretendida pelos advogados da coligação de Edinho.

“O relato sobre as supostas ofensas que a postagem afirma terem sido proferidas no contexto da conversa entre o candidato e a governadora do estado não pode ser tratado como se fossem ofensas perpetradas pelo próprio representado. […] A divulgação de que a parte fora ofendida por terceiros somente poderá ser considerada em si como ofensiva se demonstrado que se trata de um artifício para ofender-lhe a honra”, ponderou o magistrado.

Edinho Lobão já conseguiu censurar o blog em outras duas oportunidades. Mas, desta vez, parece que ele deu com os burros n’água.

  • Jorge Vieira
  • 2/ago/2014

Deu na Veja: Os herdeiros

A nova oligarquia: Lobão tenta emplacar o filho Edinho como substituto de Roseana no comando do grupo Sarney.

A primeira tentativa de organização administrativa do Brasil foram as capitanias hereditárias, criadas por D. João III, rei de Portugal, em 1534.
O sistema foi extinto pelo Marquês de Pombal em 1759.
as, na prática, a capitania hereditária, em que o poder passa de pai para filho, ainda existe.
A candidata do PSOL à Presidência, Luciana Genro, é filha do governador petista Tarso Genro, candidato à reeleição no Rio Grande do Sul.
Aécio Neves, PSDB, é neto do governador mineiro Tancredo Neves, que morreu sem tomar posse na Presidência; Eduardo Campos, PSB, é neto do três vezes governador pernambucano Miguel Arraes, já falecido.
O candidato do PMDB no Maranhão, Edinho Lobão Filho é filho do ministro das Minas e Energia e ex-governador Edison Lobão.
No Pará, o candidato do PMDB é Hélder Barbalho, filho do ex-governador, ex-deputado e senador Jader Barbalho (político famoso, que até preso já esteve), e da ex-deputada federal Elcione Barbalho.
Renan Filho, PMDB, Alagoas, é filho do presidente do Senado, Renan Calheiros, sobrinho dos ex-deputados federais Olavo e Renildo, sobrinho do ex-prefeito de Murici, Remi Calheiros.
Lobãozinho e Renanzinho descendem de um tronco mais antigo: José Sarney, padrinho de seus pais.
Zé Filho, PMDB, candidato à reeleição no Piauí, é sobrinho do ex-governador Mão Santa. Nelsinho Trad, PMDB, Mato Grosso do Sul, é filho do deputado federal Nelson Trad. Marcelo Miranda, PMDB, Tocantins, é filho do deputado estadual Brito Miranda e foi governador por dois mandatos.
Henrique Alves, PMDB, Rio Grande do Norte, é filho dos governadores e ministros Aluísio Alves e Garibaldi Alves Filho. Vital do Rego, PMDB, Paraíba, é neto do ex-governador Pedro Gondim, irmão de Veneziano Segundo Neto, ex-prefeito de Campina Grande, e filho da deputada federal Nilda Gondim.
Filhos, filhos
Moraes Moreira canta que “todo menino é um rei”. E todo mundo é fidalgo – na versão original da palavra, “filho de algo”, filho de alguém.
E boa parte dos candidatos, admitamos, é mesmo filho de algo.

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