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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 12/ago/2014

Oposição defende CPI para investigar pagamento propina a Roseana Sarney

A bancada da Oposição na Assembleia Legislativa estuda
emplacar um pedido de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar
denúncia, feita no Jornal Nacional da rede Globo, sobre um suposto esquema de
suborno, envolvendo pagamentos judiciais, o doleiro Alberto Youssef, a
construtora Constran e integrantes do governo do Maranhão, entre eles a
governadora Roseana Sarney e o ex-chefe da Casa Civil, João Abreu.

A reportagem veiculada pela rede Globo, no Jornal
Nacional, caiu como uma “bomba” no plenário da Assembleia Legislativa, na manhã
desta terça-feira (12), e provocou uma “guerra” de discursos inflamados. Para
os oposicionistas, a notícia evidencia um escândalo que precisaria ser
investigado por uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI).

O primeiro a abordar o assunto, na tribuna, foi o
deputado estadual Othelino Neto (PCdoB), que iniciou discurso lamentando que,
infelizmente, mais uma vez, o Maranhão seja destaque em notícia nacional com
abordagens negativas.

“Esse é um grande escândalo que agora o Brasil todo
conhece. Para nós, não é novidade. Nós inclusive assinamos e protocolamos uma
ação popular que tramita na Justiça Estadual. Através dessa ação popular, nós
pedimos, há três meses, que fosse concedida uma liminar suspendendo o pagamento
dos precatórios neste caso da Constran”, informou.

O deputado Bira do Pindaré (PSB) disse que a
reportagem levada ao ar no Jornal Nacional, na noite de segunda-feira (11),
aborda esquema de corrupção que envolve o governo do Maranhão e o pagamento de
precatórios. “A contadora Meire Poza, do doleiro Alberto Youssef, resolveu
contar todos os detalhes da operação, feita com malas, e havia nelas R$ 1,4
milhão”, observou.

De acordo com o deputado, a operação realizada em São
Luís, na calada da noite, no Hotel Luzeiros, foi feita com dinheiro público
para o pagamento de propina, segundo a denunciante Meire Poza, para integrantes
do governo do Maranhão. “Trata-se de um esquema de corrupção brutal, imenso,
que envolvia a liberação de R$ 20 milhões para a Constran, uma empresa que
tinha precatórios a receber do governo do Maranhão”, acrescentou.

Em seu discurso, o deputado Marcelo Tavares (PSB)
disse que, mais uma vez, o nome do Maranhão foi enxovalhado em nível nacional.
“Mais uma vez, o governo Roseana se torna sinônimo de corrupção, de uma forma
escandalosa veiculada ontem no Jornal Nacional e depois repetida no Jornal da
Globo e, novamente, hoje no Bom Dia Brasil”, frisou.

ENTENDA
O CASO –
O Jornal Nacional teve acesso ao conteúdo de um
depoimento de Meire Poza, contadora do doleiro Alberto Youssef, que foi um dos
presos na operação Lava Jato. Segundo a Polícia Federal, a contadora revelou um
suposto esquema de suborno, envolvendo pagamentos judiciais, o doleiro, uma
construtora e integrantes do governo do Maranhão.

O depoimento foi prestado na quinta-feira (7) à
Polícia Federal, em Curitiba. Meire Poza é contadora da GFD que, segundo a
Polícia Federal, é uma das empresas de Alberto Youssef. Ela decidiu contar aos
investigadores o que sabe sobre as operações financeiras do doleiro e de suas
empresas.

Segundo a contadora, a construtora Constran pediu que
Alberto Youssef subornasse o governo do Maranhão oferecendo R$ 6 milhões. Em
troca, a empresa furaria a fila desses pagamentos judiciais e receberia,
antecipadamente, R$ 120 milhões em precatórios, que são dívidas de governos
reconhecidas pela Justiça. Por ter negociado o acordo, Youssef receberia R$ 12
milhões.

Depois da suposta combinação, o governo estadual
começou a liberar as parcelas do precatório, no valor de R$ 4,7 milhões cada
uma. Até agora, foram pagos R$ 33 milhões. A última parcela, de acordo com o
portal da transparência do Maranhão, foi paga no dia seis.

                                             

  • Jorge Vieira
  • 12/ago/2014

Medo de um novo caso Lunus levou Roseana renunciar ao Senado

Blog Marrapá

Apontada pela contadora Meire Poza
como a líder da quadrilha que recebeu milhões em propina do doleiro Alberto
Yousseff pelo pagamento de precatórios da Constran, a governadora Roseana Sarney
(PMDB) desistiu de concorrer ao Senado Federal temendo reviver um
novo “caso Lunus” no meio da campanha eleitoral deste ano.

A governadora abriu mão da disputa no
mês de abril, quando todos os levantamentos apontavam ela como a
favorita para suceder o senador Epitácio Cafeteira (PTB), preocupada com o
andamento das investigações que resultaram na prisão do doleiro e já batem
as porta do Palácio dos Leões.

Yousseff foi preso em março
no Hotel Louzeiros.

Segundo Meire Poza, sua contadora, ele estava na
capital para pagar R$ 1,4 milhão em propina a membros do alto escalão do
governo do Maranhão. O dinheiro estava em uma mala preta e foi entregue a uma
pessoa identificada como Marcão.

A contadora também deu detalhes da
negociação que resultou na liberação dos pagamentos de R$ 120 milhões em
precatórios da Constran. Pelo acordo, firmado pelo ex-secretário João Abreu
(Casa Civil), Yousseff receberia R$ 12 milhões e integrantes do governo do
Maranhão ficariam com outros R$ 6 milhões.

Meire Poza relacionou a própria Roseana Sarney ao
esquema de doleiro. No depoimento à Polícia Federal, ela diz que um assessor do
governo afirmou que teria que consultar a governadora antes de
receber R$ 300 mil como parte do acordo, por achar que esse valor era muito
pouco.

                                                                                                                       

  

  • Jorge Vieira
  • 12/ago/2014

Flávio Dino apresenta plano que une educação e trabalho para jovens

O candidato a governador do Estado Flávio Dino
defendeu a importância de associar o ensino médio à educação profissionalizante
durante encontro com professores e diretores do Instituto Federal do Maranhão
(IFMA).  

“Se queremos, de fato, um Maranhão com Justiça
Social, nós temos que superar a situação atual em que apenas poucos têm
oportunidades. E todo mundo concorda que a educação é o caminho fundamental
para superação de tais desigualdades”, disse Flávio. 

O Programa de Governo apresenta o compromisso de
promover a educação profissionalizante como prioridade. O objetivo que os
jovens tenham facilidade para arrumar bons trabalhos.

Para isso será criado o Instituto Estadual de
Educação, Ciência, Tecnologia do Maranhão (IEMA), que vai atuar em articulação
com as unidades do Instituto Federal do Maranhão (IFMA) e do Sistema S. Ele vai
funcionar como braço do Estado para o ensino profissionalizante.  

Compromisso – Durante o encontro, Flávio Dino, que é professor há
20 anos, falou de seu empenho com a qualidade da educação e de sua atuação em
benefício de estudantes e professores.

Ele lembrou o trabalho quando ainda era deputado
federal com a aprovação, por exemplo, da Lei do Piso Salarial dos Professores e
também da reserva de um terço de hora-aula para ações como planejamento e
demais atividades extraclasse. 

Estado rico e com desenvolvimento – Diversos professores aprovaram as propostas de
Flávio Dino para a educação do Estado. Ressaltando a importância do papel do
Instituto Federal, o reitor Roberto Brandão acrescentou que a instituição tem o
olhar voltado para a melhoria da qualidade de vida da população. Hoje com 26
campi, o IFMA conta com mais de 32 mil alunos e dois mil e 500 funcionários,
entre professores e profissionais da área administrativa. “Temos a visão que o
Maranhão pode dar certo. Não podemos continuar sendo esse Estado rico, mas sem
desenvolvimento”, disse.

Para o professor Batista Botelho, o governo deve
assegurar condições para os maranhenses viverem melhor. O mesmo foi defendido
por Júnior Catatau, também professor e membro do Movimento Cultural Popular,
que espera um Maranhão melhor e de igualdade para a população. Como educador e
formador de opinião, ele disse que tem compromisso com os avanços sociais e
acredita no sonho de um Estado de todos.

De São Raimundo das Mangabeiras, o professor
Eudóxio Gomes reforçou o desejo de um Estado com dignidade para “esse povo
sofrido. Nós sabemos que podemos ter um Maranhão melhor”, disse. 

Educação como solução – Em visita na última semana a Santa Rita, Flávio
Dino narrou a história de uma família da cidade. Orgulhosos por um poço que
estavam construindo no quintal de casa com auxílio de pá e balde, disseram que
o objetivo era a irrigação da lavoura que possuíam.

A história comoveu o professor Valdir Damasceno,
que conviveu com essa mesma situação no município onde nasceu, em São Benedito
do Rio Preto. “Essa é a realidade de milhares de maranhenses. Por isso, a
importância da educação para melhorar a qualidade de vida. Comecei a estudar
com 11 anos e foi através da educação que hoje sou professor”, afirmou

  • Jorge Vieira
  • 12/ago/2014

Ex-prefeita de Penalva é acionada pelo MP por improbidade administrativa

A
fraude no procedimento de licitação para execução de obras e serviços de
engenharia para implantação de sistema de abastecimento de água nos povoados
Jacaré e Ponta do Curral, em Penalva, motivou o Ministério Público do Maranhão
a ajuizar Ação Civil Pública por improbidade administrativa contra a
ex-prefeira, Maria José Gama Alhadef, e contra a ex-presidente da Comissão
Permanente de Licitação, Rosynilde Teixeira Gomes.

 
De
acordo com a promotora de justiça Cristiane dos Santos Donatini, a licitação na
modalidade tomada de preços deveria ser realizada no dia 2 de junho de 2011, às
9h, para a entrega e abertura dos envelopes contendo os documentos para
habilitação e a proposta de preços. No dia 1º de junho, a então prefeita
decretou feriado municipal no dia seguinte, em virtude de uma festa religiosa.

 
Em
seguida, a ex-presidente da Comissão Permanente de Licitação elaborou e enviou
aos concorrentes do certame, por correio eletrônico, um aviso de adiamento para
3 de junho. Na ação, a representante do MPMA destaca que tal medida desrespeita
o princípio da publicidade da licitação, frustrando o caráter competitivo do
procedimento licitatório.

 
Na
sessão de abertura, apenas duas empresas compareceram: Palmares Construções
Ltda e Hsonda Construções. Esta última foi inabilitada, sob a justificativa de
falta de comprovação da capacidade técnica e não comprovação do vínculo
empregatício do engenheiro civil.

 
Entretanto,
a empresa apresentou o atestado de capacidade e comprovou o cadastro do
engenheiro responsável, evidenciando a falta de necessidade da  vinculação
empregatícia exigida no edital. “As acusadas, dotadas de má-fé e
arbitrariedade, inabilitaram a empresa Hsonda, sendo impossível a apreciação da
proposta de preço desta, desrespeitando o princípio do interesse público, bem
como o critério da licitação pela escolha do menor preço”, afirma, na
Ação, a titular da Promotoria de Justiça de Penalva.

PEDIDOS – O
MPMA pediu à Justiça a declaração da nulidade do contrato nº 025/2011 firmado
entre o Município de Penalva e a empresa Palmares Construções Ltda, em virtude
das ilegalidades na licitação.

 
Também
foi solicitado ao Poder Judiciário que condene Maria José Gama Alhadef e
Rosynilde Teixeira Gomes à perda dos bens ou valores acrescidos ilicitamente ao
patrimônio, cujo montante é de R$ 377.411,38; à perda da função pública, se
houver; à suspensão dos direitos políticos por oito anos; ao pagamento de multa
civil de até dez vezes o valor do dano; à proibição de contratar com o poder
público ou receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios, direta ou
indiretamente.

 

Penalva
fica a 255km de São Luís.

  • Jorge Vieira
  • 12/ago/2014

Corrupção no governo: oposição defende impeachment de Roseana

Deputados afirmam que Roseana não tem condições morais de permanecer
Em inflamado discurso nesta
manhã de terça-feira, o deputado Marcelo Tavares, disse que se a Assembleia
Legislativa tiver alguma responsabilidade pública tem que abrir imediatamente
uma Comissão Parlamentar de Inquérito para iniciar o processo de impeachment
contra a governadora Roseana Sarney, por 
conta do mais um escândalo de corrupção denunciado pelo Jornal Nacional,
da Rede Globo.     
A informação de que o governo
Roseana Sarney recebeu propina do doleiro Alberto Youssef, preso na Operação Lava Jato da Polícia Federal, para pagar um
precatório e que seus auxiliares consideraram pouca a propina de R$ 300 mil para
a governador Roseana, caiu como uma bomba no plenário da Assembleia e levou os
representantes da oposição a lastimarem mais esta vergonha exibida em rede
nacional do governo do Maranhão.
Othelino Neto e Bira do Pindaré
criticaram a governadora por está no centro de um escândalo envolvendo propina
e pediram, também, a instalação de uma CPI para investigar e pedir à Justiça
punição para os culpados. Para eles, o estado sofre com problemas de saúde,
educação e infraestrutura porque o dinheiro público é desviado para a
corrupção.

“A governadora
deveria renunciar, não há mais condições dela continuar administrando o Estado.
O governo acabou na noite de segunda-feira  quando a Rede Globo mostrou ao país o
envolvimento da alta cúpula do governo em esquema de propina. Esse governo acabou
vítima da corrupção”, enfatizou o deputado Marcelo Tavares

  • Jorge Vieira
  • 12/ago/2014

Um governo de larápios

A Rede Globo prestou um
grande serviço à população maranhense ao revelar, em reportagem no Jornal
Nacional, exibida na noite de segunda-feira (11), as entranhas do submundo da
corrupção no governo comandado por Roseana Sarney (PMDB).


É verdade que roubo de
recursos públicos virou rotina no Governo do Maranhão, mas só que desta vez
pegaram a governadora e seus auxiliares com a “boca na botija”, a exemplo do
escândalo da Lunus, quando a Polícia Federal estourou a fortaleza onde Roseana
e seu marido Jorge Murad escondiam uma fortuna de R$ 1,3 milhão.     

Desta vez, o Jornal Nacional
se encarregou de dar nome e sobrenome aos envolvidos no escândalo investigado pela
PF na “Operação Lava Jato”, disse quem trouxe e quem recebeu a mala com R$ 1,4
milhão entregue a um assessor da governadora, no Hotel Luzeiros, em São Luís, como
parte do pagamento da propina pelo pagamento do precatório da empreiteira
Constran.

E sabem
quem participou da reunião que definiu o valor da propina a ser paga ao Governo
do Maranhão? João Guilherme Abreu, Chefe da Casa Civil do governo Roseana; a
presidente do Instituto de Previdência do Estado, a intocável Maria da Graça
Marques Cutrim; e a procuradora Helena Maria Cavalcanti Haickel. Contou ainda
com a presença de um assessor da governadora chamado Bringel.

E a governadora propineira, que já despachou até as empregadas
para Miami, onde pretende morar após assaltar os cofres do Estado, na maior
cara de pau, disse que apenas cumpriu decisão judicial, como se todos nós fossemos
maranhenses fossemos um bando de idiotas.

Roseana
deveria era criar vergonha na cara e aplicar o dinheiro público em obras que a
população necessita, mas como dignidade passou longe da família Sarney,  ela preferiu fazer seu “pé de meia” com propina,
como último ato de um governo marcado por escândalos de corrupção.

  • Jorge Vieira
  • 12/ago/2014

Jornal Nacional: Contadora de doleiro revela à PF esquema de suborno no governo Roseana Sarney

O Jornal Nacional teve acesso ao conteúdo de um depoimento de Meire Poza, contadora do doleiro Alberto Youssef, que foi um dos presos na operação Lava Jato. Segundo a Polícia Federal, a contadora revelou um esquema de suborno, envolvendo pagamentos judiciais, o doleiro, uma construtora e integrantes do governo do Maranhão.
O depoimento foi prestado na quinta-feira (7) à Polícia Federal, em Curitiba. Meire Poza é contadora da GFD que, segundo a Polícia Federal, é uma das empresas de Alberto Youssef. Ela decidiu contar aos investigadores o que sabe sobre as operações financeiras do doleiro e de suas empresas.
Segundo a contadora, a construtora Constran pediu que Alberto Youssef subornasse o governo do Maranhão oferecendo R$ 6 milhões. Em troca, a empresa furaria a fila desses pagamentos judiciais e receberia, antecipadamente, R$ 120 milhões em precatórios, que são dívidas de governos reconhecidas pela Justiça. Por ter negociado o acordo, Youssef receberia R$ 12 milhões.
Depois da suposta combinação, o governo estadual começou a liberar as parcelas do precatório, no valor de R$ 4,7 milhões cada uma. Até agora, foram pagos R$ 33 milhões. A última parcela, de acordo com o portal da transparência do Maranhão, foi paga no dia seis.
Segundo a contadora, para combinar os detalhes da operação, houve uma reunião no dia 10 de setembro do ano passado, da qual participaram João Guilherme, da Casa Civil do Maranhão; um assessor identificado por ela como Bringel; a presidente do Instituto de Previdência do Estado, que arcaria com os riscos da operação, Maria da Graça Marques Cutrim; e uma procuradora do estado chamada Helena Maria Cavalcanti Haickel.
No depoimento, a contadora afirmou que o governo do Maranhão mantinha Alberto Youssef sob pressão para receber a propina. E que, se o suborno não fosse pago integralmente, as parcelas do precatório seriam suspensas. Youssef foi preso, em São Luís, em março deste ano. Segundo Meire, ele esteve na cidade no dia 17 de março para pagar propina a pessoas da alta administração do governo estadual.
Fotos do relatório da Polícia Federal, do mesmo dia, mostram Youssef em um hotel com um homem identificado como Marco Antônio de Campos Ziegert. Youssef chegou com duas malas. Marco Ziegert, com uma. Os dois se hospedaram em andares diferentes. Às 3h29 da manhã, Youssef foi ao andar de Marco levando uma mala. E às 3h39, entrou no elevador sem a mala. Às 10h47 do dia seguinte, Marco deixou o hotel, segundo a Polícia Federal, com a mala entregue pelo doleiro.
A contadora disse que Youssef estava naquele dia com parte da propina, R$ 1,4 milhão em dinheiro vivo. E que, segundo a PF, foi entregue a uma pessoa identificada como Marcão.
Segundo o relatório da PF, Marcos Ziegert deixou uma caixa na recepção do hotel para ser entregue a Milton Braga Durans, assessor da Casa Civil do governo Roseana Sarney. Ainda segundo a PF, Milton esteve no hotel dias depois para pegar a caixa.
Além do doleiro, a contadora também cita Adarico Negromonte, irmão do ex-ministro das Cidades Mário Negromonte. Ela diz que Adarico contou que foi ao governo do Maranhão entregar R$ 300 mil, que seriam parte do acordo. Segundo Meire, um assessor teria dito a Adarico que o valor era pouco e que teria que consultar a governadora Roseana Sarney.
A Justiça Federal do Paraná vai encaminhar as informações ao Superior Tribunal de Justiça, a quem cabe fazer apurações de denúncias envolvendo governadores.
Em relação ao precatório pago à Constran, o governo do Maranhão afirmou que apenas cumpriu o que foi decidido pela Justiça do estado e por Tribunais Superiores Federais, de acordo com a lei e sem nenhum favorecimento. A governadora Roseana Sarney declarou que jamais teve conhecimento de pagamento de propina a funcionários do governo.
A secretária adjunta de Gestão e Previdência, na época, Maria da Graça Marques Cutrim, disse que foi a uma reunião como convidada – e que os participantes fizeram uma proposta de criação de um fundo de investimentos. Mas, segundo ela, o governo do Maranhão não poderia participar – porque só faz aplicações no Banco do Brasil.
Segundo o governo do Maranhão, João Guilherme Abreu não é mais da Casa Civil. Ele e a procuradora do estado Helena Maria Cavalcanti Haickel não foram encontrados para falar do assunto.
O Jornal Nacional não conseguiu contato com nenhum representante da empresa Constran. Os demais citados pela contadora também não foram encontrados.

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