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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 15/set/2014

“Combate à corrupção trará dinheiro para obras e ações”, diz Flávio Dino

O combate à corrupção vai gerar mais dinheiro e
permitir fazer ações e obras para a população do Maranhão. Essa é uma das
soluções apontadas pelo candidato Flávio Dino para conseguir executar as
medidas de que o Estado precisa.

Em entrevista à Rádio Educadora do Maranhão, Flávio
afirmou que “na hora em que diminuir os escândalos, a corrupção endêmica e
desenfreada que toma conta dos negócios governamentais, vai  haver
recursos para fazer o que é preciso”.

Ele deu o exemplo dos pagamentos indevidos feito
pelo governo do Estado à Constran, referentes a precatórios (uma espécie de
dívida) de R$ 113 milhões. Outro exemplo foi a Refinaria Premium, em Bacabeira,
que já consumiu R$ 2 bilhões, embora o resultado até agora seja apenas um
grande buraco.

Flávio ressaltou não ser contra a refinaria, mas
sim contra o modo como ela foi feita, sem seriedade e idoneidade: “Não houve
planejamento, foi um factoide eleitoral. Esses R$ 2 bilhões seriam suficientes
para equipar toda a rede de saúde do Maranhão inteiro. E ainda sobrariam
recursos”.

Além do combate à corrupção, haverá outras fontes
para ampliar as receitas do Estado. Uma delas é a maior captação de verbas
junto ao governo federal. Flávio lembrou que o governo maranhense não usou, por
exemplo, os recursos do Ministério da Justiça para construir presídios no
Estado.

A boa e competente gestão também foi ressaltada
pelo candidato como mais uma forma para reforçar o caixa do Estado, além do fim
de gastos suntuosos por parte do governo.

                       

  • Jorge Vieira
  • 15/set/2014

STJ decide se abre inquérito contra Roseana Sarney por acusação de pagamento de propina

Revelações feitas por contadora à PF ligam
governadora do Maranhão ao doleiro Alberto Youssef

por Jailton de Carvalho

Roseana fazendo teatro durante a visita do ministro da Justiça e São Luís
CURITIBA — O Superior Tribunal de
Justiça (STJ) deve decidir nos próximos dias se abre inquérito contra a
governadora Roseana Sarney e um grupo de altos funcionários do governo do
Maranhão acusados de cobrar uma propina de R$ 6 milhões para a liberação de um
precatório de R$ 120 milhões para as empresas Constran e UTC. O STJ terá como
base para a decisão um relatório da Polícia Federal com detalhado depoimento da
contadora Meire Bonfim da Silva Poza sobre o suposto suborno e cópia de uma
comprometedora troca de e-mails entre o doleiro Alberto Youssef, que teria pago
parte da propina, e os dirigentes das duas empresas.
No relatório, já enviado ao STJ,
constam ainda fotos de Youssef com duas malas, uma delas com parte do dinheiro
da propina, segundo o documento sobre as circunstâncias da prisão dele.
Youssef, um dos alvos centrais da Operação Lava-Jato, foi preso em 17 de março,
no hotel Luzeiro, em São Luiz, pouco depois de, supostamente, pagar R$ 1,4
milhão a uma das parcelas da propina. A decisão sobre a abertura de inquérito
criminal deverá ficar a cargo da ministra Regina Helena, que tem sido a
relatora de pedidos de habeas corpus e outros pedidos relacionados a
investigados da Lava Jato.

Em depoimento à PF no dia 7 de agosto,
Meire Poza disse que Youssef negociou o pagamento de uma propina de R$ 6
milhões para o governo de Roseana liberar o pagamento de um precatório de R$
120 milhões da Constran. Segundo a contadora, dos R$ 6 milhões acertados,
Youssef chegou a pagar R$ 4,6 milhões. Meire cita os nomes de vários altos
funcionários do governo do estado que participaram das negociações para a
liberação irregular do precatório, e menciona explicitadamente Roseana Sarney
ao apontar os destinatários da propina.

A referência à governadora foi feita
inicialmente por Adarico Negromonte, irmão do ex-ministro Mário Negromonte e um
dos funcionários de Youssef. Segundo Meire, Adarico foi escalado para pagar uma
das parcelas da propina de R$ 300 mil, mas teve dificuldades de cumprir a
tarefa. O interlocutor de Adarico teria dito “que era pouco e que teria que
consultar a governadora para saber se aceitaria apenas esse valor” . A
contadora relatou ainda que, depois do acerto para a liberação do precatório,
Youssef não teve descanso.

“O governo do Maranhão mantinha Alberto
sempre pressionado quanto ao repasse da propina”, disse a contadora ao delegado
Eduardo Mauat. As suspeitas sobre a suposta fraude são reforçadas por uma troca
de e-mails entre Youssef e os dirigentes das empresas associadas Constran e
UTC. Num dos textos, apreendidos pela PF, Walmir Pinheiro, da Constran, festeja
com o doleiro e com colega Augusto Ribeiro Pinheiro o sucesso da operação com o
governo do Maranhão.

“Parabéns pela concretização do acordo
com o governo do Maranhão. Sei perfeitamente o quanto foi duro fechar essa
operação”, afirma Waldmir na mensagem endereçada a Youssef e Augusto, entre
outros colegas de empresa, em 10 de dezembro do ano passado. Logo depois Youssef
responde : “Walmir obrigado mais todos merecem parabéns”.

Pelo relato de Meire Poza, o negócio
teria sido fechado com o secretário de Planejamento, João Bringel, com o
ex-secretário da Casa Civil, João Guilherme, com a presidente do Instituto de
Previdência do Maranhão Maria das Graças Marques, entre outros.

A contadora disse que a liberação do
precatório envolveria uma transação triangular. Pelo acerto, o Instituto de
Previdência faria um aporte de R$ 120 milhões em um fundo indicado por Youssef.
O fundo participaria da simulação da compra de um terreno e construção de um
hotel no Rio de Janeiro ou no Maranhão pela Constran. O aporte teria como
lastro o precatório de R$ 120 milhões. No final da operação, o projeto de
construção do hotel seria dado como fracassado e ao Instituto de Previdência
restaria cobrar o precatório do governo maranhense.

Para Meire Poza, se o precatório seria
ou não honrado, não era mais problema de Youssef. A Constran já teria recebido
os R$ 120 milhões integralmente. A contadora prestava serviços a GFD, uma das
empresas do doleiro. Ela decidiu delatar parte dos negócios do ex-chefe para se
livrar de um eventuais acusações relacionadas a estrutura de lavagem de
dinheiro de Youssef.
O advogado Antônio Figueiredo Basto,
chefe de equipe responsável pela defesa de Youssef, negou que o cliente tenha
intermediado o pagamento de propina a integrantes do governo do Maranhão.
Segundo ele, Youssef viajou ao Maranhão para comprar um terreno onde
construiria um hotel e nada mais além disso. O advogado disse que Meire Poza
mentiu e que, agora, terá que provar todas as acusações que fez contra Youssef
e os dirigentes da Constran e UTC.
— Isso (pagamento de propina) é uma
mentira. Ele (Youssef) não pagou nada a ninguém. Ela vai ter que provar. Cadê
as provas? — afirma Figueiredo.
Por intermédio de sua assessoria de
imprensa, a governadora disse que são as acusações feitas contra ela por Meire
Poza são infames. “A respeito da declaração que teria sido feita em depoimento
à Polícia Federal pela senhora Meire Poza, sobre uma suposta afirmação do
senhor Adarico Negromonte, tenho a dizer que não conheço esta pessoa e tais
referências desrespeitosas e infames só podem receber de minha parte indignação
e repúdio”. (O Globo)





  • Jorge Vieira
  • 15/set/2014

Proposta de Edinho para a segurança vira chacota na imprensa

O candidato Edinho Lobão (PMDB), sempre que apresenta uma proposta para por em prática em seu improvável governo vira
motivo de chacota. Primeiro foi implodir Pedrinhas, depois veio o “Alô Doutor”,
que virou vírus na internet, e agora, no debate da Fiema, prometeu trocar viaturas com
quatro policiais por patrulhamento de motocicleta.

A proposta do tresloucado candidato da
oligarquia Sarney não passou despercebida da chamada grande imprensa nacional.
A coluna Painel, da Folha de São Paulo, no Contra Ponto, fez o seguinte
registro:

Loucademia de polícia

Em debate realizado pela Federação das Indústrias do Maranhão, Flávio
Dino (PC do B) e Lobão Filho (PMDB), rivais na disputa pelo governo, trocaram
acusações e ironias. Ao falar de segurança pública, o peemedebista defendeu que
a polícia trocasse carros por motos:

-Em vez de quatro policiais numa viatura, poderiam ser quatro motos,
patrulhando uma área ainda maior.

Com a palavra, Dino fez chacota:           

-Fico em dúvida se o policial de moto vai puxar a arma com a mão direita
ou a mão esquerda. O risco é ele cair na hora de atirar!

                                        

  • Jorge Vieira
  • 14/set/2014

Edinho comete gafe na campanha e diz que tem apoio de prefeito aliado de Flávio Dino

Com a aproximação das eleições, Edinho
Lobão vem perdendo suas bases eleitorais. Muitos prefeitos, vereadores,
ex-prefeitos e lideranças regionais têm deixado a base de apoio ao PMDB para
participar da campanha de Flávio Dino.

Foi o caso do prefeito Flávio Furtado.
Usado no programa eleitoral de Edinho Lobão na semana passada como um de seus
apoiadores, porém o prefeito de Duque Bacelar foi responsável por uma grande
festa de apoio a Flávio Dino realizada recentemente em São Luís.

A ideia da campanha do PMDB é dizer que
possui forte apoio político. No entanto, essa “base” tem minguado ao longo dos
últimos dias de campanha. Flávio Furtado é uma das centenas de lideranças
políticas que decidiram apoiar Flávio Dino ao longo da campanha eleitoral.

“Para o Maranhão ter melhores dias,
estou contigo, Flávio. Tenho imensa alegria de poder dizer isso”, disse o
prefeito de Duque Bacelar. Ele afirmou que sempre esteve ao lado de Flávio Dino
e que sofreu represálias e perseguições para não anunciar o apoio, mas não
tinha como tomar outra decisão.




  • Jorge Vieira
  • 14/set/2014

Revista Carta Capital diz que Ibope “costuma cometer erros no Maranhão”

Em reportagem que foi às bancas neste final de
semana, a revista de circulação nacional Carta Capital apontou como um dos
problemas da pesquisa Ibope/TV Mirante o grande número de indecisos. Segundo a
revista, o instituto Ibope contratado pela TV Mirante (pertencente à família
Sarney) costuma cometer “erros” no Maranhão.

“Por duas vezes (1994 e 2006), o instituto cravou a
vitória de Roseana no primeiro turno e acabou desmentido pelas urnas”,
relembrou a matéria da revista. A diferença entre o resultado do Ibope e dos
demais institutos que apontam vitória de Flávio Dino no primeiro turno resulta,
segundo o impresso, da divergência do número de eleitores indecisos.

“Fora da órbita da TV Mirante, o instituto Exata,
em parceria com a Federação das Indústrias, afere 56% para Dino e 27% para
Lobão Filho. Segundo o DataM, o candidato do PC do B soma 58,2%. Impressiona a
diferença entre o total de eleitores indecisos entre os levantamentos. Seriam
18% do eleitorado, segundo o Ibope. E até três vezes menor, conforme os
demais.”

A reportagem levou ao conhecimento do Brasil o
panorama político da disputa eleitoral do Maranhão. Com título “Um ‘comuna’ no
Sarneystão – Líder nas pesquisas, Flávio Dino resiste aos impropérios do grupo
Sarney”, a reportagem traça um perfil das campnhas dos dois principais
candidatos ao Governo do Estado do Maranhão – Flávio Dino e Lobão Filho.

O repórter acentua a diferença entre as duas
candidaturas, principalmente no debate realizado pela Federação das Indústrias
do Estado do Maranhão. Enquanto Flávio Dino se sentia à vontade e “de fala
mansa, parece ser um candidato avesso aos truques de marketing”, o repórter
acentuou o nervosismo de Lobão Filho: “com um blazer e uma camisa social
desabotoada, faz pose de celebridade e arrisca piadas, apesar no nervosismo”.

 

  • Jorge Vieira
  • 14/set/2014

Pesquisa Exata/TV Guará/Fiema confirma vitória de Flávio Dino no primeiro turno

A três finais de semana da eleição, nova pesquisa
de intenção de voto apresenta vitória no primeiro turno de Flávio Dino,
candidato da Coligação Todos pelo Maranhão. A pesquisa Exata/TV Guará/Fiema
divulgada neste domingo (14) aponta Flávio Dino com o dobro das intenções de
voto de Edinho Lobão: 56% a 28%.

Os candidatos Saulo Arcâagelli, Zéluis Lago,
Antônio Pedrosa e Josivaldo Corrêa tiveram 1% cada um. Brancos e nulos tiveram
6%. E 6% dizem não saber ainda em quem votar.

Considerando apenas os votos válidos, o candidato
Flávio Dino tem 63% das intenções de voto contra 31% de Edinho. Os outros
candidatos somam 6%.

O questionário da pesquisa Exata/TV Guará/Fiema
está registrado sob protocolo MA-0045/2014 e ouviu 1.400 mil pessoas em 45
municípios maranhenses entre os dias 9 e 13 de setembro.

Ampla vantagem – Em todas as pesquisas realizadas até o momento,
Flávio Dino aparece na frente, mesmo na pesquisa Ibope, contratada pelo grupo
Sarney. Flávio Dino vem se destacando nacionalmente no cenário político por contra
da luta contra a oligarquia, e veículos nacionais já destacam a queda da
família Sarney.

Se a eleição fosse hoje, Flávio seria eleito no
primeiro turno – um cenário que vem sendo confirmado por todas as pesquisas
registradas e divulgadas até agora.

Edinho Lobão não tem conseguido mudar seu índice de
rejeição (39%), mesmo após a campanha na televisão. Suas propostas não têm sido
bem aceitas pela população e o recente escândalo da Petrobras envolvendo seu
pai, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, piorou ainda mais o cenário
para o candidato. 

  • Jorge Vieira
  • 13/set/2014

“Lobão fez lobby com operador do esquema de corrupção na Petrobras”, diz revista Época

Novas revelações complicam ministro Edison Lobão, pai de Edinho

A revista Época desta semana afirma que o ministro Edison Lobão (Minas e
Energia) se reuniu com o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa para
defender a entrada de uma empresa chinesa numa refinaria no Ceará. A reportagem
também relata que a governadora Roseana Sarney liberou precatórios de mais de
R$ 100 milhões para uma das maiores fornecedoras da companhia, a UTC.

Costa fez um acordo de delação premiada com a Justiça e está contando em
depoimentos o que sabe. Segundo ele, havia um grande esquema de corrupção na
Petrobras – do qual participava – envolvendo políticos.

Na semana passada, a Veja revelou que Roseana e Lobão estavam entre os
citados pelo ex-diretor. A Petrobras começou no Maranhão a Refinaria Premium,
de Bacabeira, que já consumiu R$ 1,6 bilhão e praticamente só existe no papel
até hoje.

Agora, a Época traz novas informações mostrando que a atuação de Roseana
e Lobão pode ter ido além dessa refinaria. A revista cita um empreendimento no
Ceará e a questão dos precatórios de Roseana.

Não é a primeira vez que o governo do Maranhão está envolto num
escândalo com precatórios. Recentemente veio à tona a informação de que o
governo Roseana pagou ilegalmente precatórios à Constran, após intermédio do
doleiro Alberto Youssef, que também está ligado ao escândalo da Petrobras.

À revista Época, o ministro confirmou apenas que teve uma audiência com
Costa. Roseana disse que nunca participou de nenhum esquema de corrupção nem
solicitou “ao ex-diretor da Petrobras recursos de qualquer natureza”.

(Do site Maranhão da Gente)

 

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