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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 10/maio/2015

ISTOÉ: Diretores indicados por Sarney e Lobão envolvidos em rombo de R$ 5,6 bilhões nos Correios

Escândalo expresso

Controlado pelo PMDB há 12 anos, fundo de pensão dos Correios apresenta rombo de R$ 5,6 bilhões e Previdência pede que Polícia Federal investigue diretores do Postalis por ações criminosas

Já faz tempo que os Correios deixaram de ser símbolo de confiança e eficiência no Brasil. Sucateada, a empresa mais antiga do País, com mais de 350 anos, hoje vive uma triste realidade, marcada por apadrinhamento político e uma série de acusações de desvio de recursos e pagamentos de propina. Acuados, os funcionários de carreira que têm acompanhado, perplexos, a derrocada da empresa foram surpreendidos agora por um novo escândalo bilionário, no qual os próprios trabalhadores dos Correios são as maiores vítimas.
De acordo com investigações da Superintendência Nacional de Previdência Complementar – Previc – a má administração e operações pouco usuais fizeram com o que o Postalis, o Fundo de Previdência dos funcionários dos Correios, registrasse um rombo de incríveis R$ 5,6 bilhões. No levantamento realizado nos últimos seis meses, o órgão ligado ao Ministério da Previdência encontrou tantas irregularidades na gestão dos recursos dos funcionários dos Correios que chegou a pedir ajuda à Polícia Federal e ao Ministério Público Federal para entender o que exatamente foi feito com o dinheiro desviado. “A Previc está preparada para pegar inaptidão, erros, mas não para lidar com atitudes criminosas”, afirmou o chefe da superintendência, Carlos de Paulo, em uma reunião com o sindicato dos trabalhadores dos Correios.
Até agora já se sabe que os gestores dos recursos do Fundo de Previdência fizeram tudo o que o bom senso recomenda não fazer. Investiram, basicamente, em aplicações de alto risco, de baixo histórico de retorno e pouca liquidez. Além disso, após registrarem diversos prejuízos não só mantiveram os recursos nesses investimentos como também aplicaram ainda mais dinheiro neles. Os diretores do Postalis, por exemplo, decidiram investir o dinheiro dos funcionários dos Correios em títulos da dívida de países como a Argentina e a Venezuela. Em outras ocasiões, fizeram apostas pesadas em papéis de empresas do empresário Eike Batista e até mesmo de bancos que acabaram indo à bancarrota, como o Cruzeiro do Sul e o BVA, liquidados pelo Banco Central.

O rombo causado por conta de operações como essas é o maior já registrado entre fundos de pensão no Brasil. Os Correios, em nota encaminhada à ISTOÉ, afirmaram que irão se responsabilizar por 50% das perdas, mas o restante do ônus ficará com os funcionários. Se o buraco não for fechado, estima-se que até 70 mil servidores podem ter suas aposentadorias comprometidas.
O relatório da Previc ainda indica que 23 autos de infração foram lavrados contra os gestores do Postalis. Ainda não está claro que tipo de punição eles devem sofrer. Apesar do escândalo, a maior parte dos diretores continuam à frente do Postalis. Quase todos eles foram indicados pelo ex-presidente José Sarney (PMDB – MA) e pelo ex-ministro das Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB –MA). O PMDB maranhense controla o Postalis há cerca de 12 anos.
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Por meio de nota, o Postalis afirmou que recebeu os relatórios da Previc apenas em 24 de abril e que ainda os está analisando. O Fundo de Pensão tem 30 dias para se posicionar sobre o relatório. Os Correios, por sua vez, afirmaram ainda não ter sido notificados pela Previc e que, mesmo assim, já trocou o diretor-financeiro do Postalis. A empresa ainda afirmou que não vê risco de os funcionários ativos e inativos terem suas aposentadorias comprometidas.

  • Jorge Vieira
  • 9/maio/2015

Presos nas operações Maharaja e Morta-Viva têm prisões prorrogadas

Pacon e demais acusados de agiotagem vão continuar na cadeia

Todos os presos nas Operações “Maharaja” e “Morta-Viva”, desencadeadas
pela Polícia Civil no último dia 4 de maio, e que investiga crimes de agiotagem
no Maranhão, tiveram suas prisões temporárias prorrogadas pela Justiça. Com
isso, permanecem presos os prefeitos de Bacuri, Richard Nixon dos Santos; de
Marajá do Sena, Edvan Costa; o ex-prefeito de Zé Doca, Raimundo Nonato Sampaio,
o Natim; e o ex-prefeito de Marajá do Sena, Perachi Farias. Josival Cavalcanti,
o Pacovan, apontado nas investigações como agiota, teve prisão prorrogada e
ainda cerca de R$ 7 milhões apreendidos. O contador da prefeitura de Marajá do
Sena, José Epitácio Muniz, o Cafeteira, também vai continuar preso.

A prorrogação das prisões temporárias vale por mais dez dias. Conforme
explicou o delegado Augusto Barros, a renovação se deu a partir de nova
representação via Polícia Civil e Ministério Público. “Desta forma asseguramos
produção da prova sem interferência negativa dos investigados, permitindo novas
reinquirições à medida que os interrogatórios são confrontados com outras
provas apreendidas e com as informações obtidas a partir da quebra de sigilos”,
afirmou o delegado geral Augusto Barros.

Delegados que integram a Comissão de Combate à Agiotagem criada em
fevereiro passado por determinação do Governador Flávio Dino passaram a semana
analisando a documentação apreendida nos escritórios e residências dos
investigados, assim como os dados obtidos por conta da quebra dos sigilos
fiscais e bancários. “A movimentação financeira dessa organização é tão
intensa, que, somente na casa do Pacovan, foi aprendido um cheque no valor de
R$ 800 mil, sem contar o montante em torno de R$ 7 milhões depositados nas
contas de pessoa física e jurídica do agiota”, informou o delegado Roberto
Fortes.

As investigações sobre Josival Cavalcanti, o Pacovan, apontam que ele
utilizava empresas em nomes de terceiros para se favorecer com negócios em
diversas atividades nas prefeituras, como fornecimento de merenda escolar, de
medicamentos e material escolar e também em obras. Nas buscas no escritório de
Pacovan, na Ceasa, foram apreendidos cartões e declarações de imposto de renda
das pessoas utilizadas para abertura de empresas. Um detalhe é que o endereço
dessas pessoas informado à Receita Federal é o mesmo de Josival Cavalcanti.

O depoimento do contador José Epitácio Muniz reforça a atuação do
esquema criminoso por meio de “empresas laranjas” em contratos com as
prefeituras. Muniz confessou ter criado pelo menos quatro empresas para o
esquema. Dependendo da área de atuação, existiam “pastas” prontas para serem
utilizadas nos negócios, como merenda escolar na Educação, medicamentos na
Saúde e Obras.

Rui Clemêncio Barbosa e Francisco Jesus Silva Soares, que haviam sido
conduzidos coercitivamente no dia 4 de maio, foram liberados após prestarem
depoimentos. As investigações apontam que Rui Clemêncio e o irmão dele, Fábio
Muniz, atuavam juntamente com Francisco Soares. Este é dono de uma
distribuidora de medicamentos, a Disprofar, aberta em nome de pessoa já falecida.
Os irmãos, Rui e Fábio, são também donos das empresas Terra Maranhão e JS Silva
que, conforme as investigações, foram abertas em nome de Marly Nascimento,
falecida em 2009, vítima de um câncer.

As operações Maharaja e Morta-Viva são coordenadas pela Superintendência
Estadual de Investigações Criminais (Seic) que efetuou mandados de prisão
temporária e conduções coercitivas nas cidades de Zé Doca, Marajá do Sena e
também em São Luís no último dia 4 de maio. As operações fazem parte de uma
nova etapa de ações da Polícia Civil contra agiotagem.

Todos os presos nas Operações “Maharaja” e “Morta-Viva”, desencadeadas
pela Polícia Civil no último dia 4 de maio, e que investiga crimes de agiotagem
no Maranhão, tiveram suas prisões temporárias prorrogadas pela Justiça. Com
isso, permanecem presos os prefeitos de Bacuri, Richard Nixon dos Santos; de
Marajá do Sena, Edvan Costa; o ex-prefeito de Zé Doca, Raimundo Nonato Sampaio,
o Natim; e o ex-prefeito de Marajá do Sena, Perachi Farias. Josival Cavalcanti,
o Pacovan, apontado nas investigações como agiota, teve prisão prorrogada e
ainda cerca de R$ 7 milhões apreendidos. O contador da prefeitura de Marajá do
Sena, José Epitácio Muniz, o Cafeteira, também vai continuar preso.

A prorrogação das prisões temporárias vale por mais dez dias. Conforme
explicou o delegado Augusto Barros, a renovação se deu a partir de nova
representação via Polícia Civil e Ministério Público. “Desta forma asseguramos
produção da prova sem interferência negativa dos investigados, permitindo novas
reinquirições à medida que os interrogatórios são confrontados com outras
provas apreendidas e com as informações obtidas a partir da quebra de sigilos”,
afirmou o delegado geral Augusto Barros.
 
 
Delegados que integram a Comissão de Combate à Agiotagem criada em
fevereiro passado por determinação do Governador Flávio Dino passaram a semana
analisando a documentação apreendida nos escritórios e residências dos
investigados, assim como os dados obtidos por conta da quebra dos sigilos
fiscais e bancários. “A movimentação financeira dessa organização é tão
intensa, que, somente na casa do Pacovan, foi aprendido um cheque no valor de
R$ 800 mil, sem contar o montante em torno de R$ 7 milhões depositados nas
contas de pessoa física e jurídica do agiota”, informou o delegado Roberto
Fortes.

As investigações sobre Josival Cavalcanti, o Pacovan, apontam que ele
utilizava empresas em nomes de terceiros para se favorecer com negócios em
diversas atividades nas prefeituras, como fornecimento de merenda escolar, de
medicamentos e material escolar e também em obras. Nas buscas no escritório de
Pacovan, na Ceasa, foram apreendidos cartões e declarações de imposto de renda
das pessoas utilizadas para abertura de empresas. Um detalhe é que o endereço
dessas pessoas informado à Receita Federal é o mesmo de Josival Cavalcanti.

O depoimento do contador José Epitácio Muniz reforça a atuação do
esquema criminoso por meio de “empresas laranjas” em contratos com as
prefeituras. Muniz confessou ter criado pelo menos quatro empresas para o
esquema. Dependendo da área de atuação, existiam “pastas” prontas para serem
utilizadas nos negócios, como merenda escolar na Educação, medicamentos na
Saúde e Obras.

Rui Clemêncio Barbosa e Francisco Jesus Silva Soares, que haviam sido
conduzidos coercitivamente no dia 4 de maio, foram liberados após prestarem
depoimentos. As investigações apontam que Rui Clemêncio e o irmão dele, Fábio
Muniz, atuavam juntamente com Francisco Soares. Este é dono de uma
distribuidora de medicamentos, a Disprofar, aberta em nome de pessoa já falecida.
Os irmãos, Rui e Fábio, são também donos das empresas Terra Maranhão e JS Silva
que, conforme as investigações, foram abertas em nome de Marly Nascimento,
falecida em 2009, vítima de um câncer.

As operações Maharaja e Morta-Viva são coordenadas pela Superintendência
Estadual de Investigações Criminais (Seic) que efetuou mandados de prisão
temporária e conduções coercitivas nas cidades de Zé Doca, Marajá do Sena e
também em São Luís no último dia 4 de maio. As operações fazem parte de uma
nova etapa de ações da Polícia Civil contra agiotagem.
 
  

  • Jorge Vieira
  • 9/maio/2015

Prefeito Edivaldo vistoria terraplanagem e pavimentação no Pontal da Ilha e na Cohama

Prefeito Edivaldo vistoriou, neste sábado, obras no bairro São Raimundo

O prefeito Edivaldo vistoriou na
manhã deste sábado (9) o início da urbanização do Pontal da Ilha, na área do
bairro São Raimundo, em São Luís. Ele acompanhou in loco o trabalho das equipes
de terraplanagem para pavimentação. O pacote de serviços para a comunidade leva
infraestrutura necessária para assegurar as cerca três mil famílias qualidade
de vida e resgate de cidadania. No final da manhã, o prefeito Edivaldo também
esteve na Rua do Aririzal, onde os trabalhos de asfaltamento iniciaram na
última terça-feira (5), e verificou o andamento dos serviços.

“Nossa gestão tem se empenhado e
sido incansável em buscar proporcionar melhorias reais ao cotidiano do cidadão
de nossa cidade. Sabemos que um dos principais gargalos é a mobilidade urbana
e, por isso, temos nos aplicado para garantir a pavimentação das vias e a
requalificação urbana de forma simultânea em várias localidades de São
Luís”, disse Edivaldo.

Na Rua do Aririzal, devido ao grande fluxo de veículos e ao fato
de a via ser um corredor que liga bairros movimentados da cidade, está sendo
aplicada uma caada asfáltica de 5 cm, que garantirá maior durabilidade ao
pavimento. A previsão é que já na segunda-feira (11) seja iniciada a
pavimentação na Avenida General Arthur Carvalho, também na região Cohama/Turu.

No Pontal da Ilha, as obras iniciaram na Avenida Alphaville, com
terraplanagem, e compreendem pavimentação de vias, com implantação de drenagem
superficial (sarjetas e meios-fios). De acordo com o prefeito Edivaldo, as
intervenções vão propiciar aos moradores bons reflexos, como valorização de
toda a área e impactos econômicos positivos com a movimentação da economia
local. “Além disso, a ampliação dos serviços de infraestrutura a esta
comunidade facilita o acesso a serviços públicos em setores como segurança
pública, saúde e transportes”, enumerou o prefeito.

O presidente da Associação dos
Moradores do Pontal da Ilha, Lourival Alves, narrou as dificuldades que as mães
enfrentavam, historicamente, para levar seus filhos para a escola no cenário
que antecedia o início dos serviços de pavimentação no local. “As mães
eram obrigadas a carregar seus filhos por até 80 metros até encontrar um local
seco”, disse. Agora, com as obras, haverá melhoria da infraestrutura
urbana na região do bairro São Raimundo, abrangendo, além do Pontal, as vilas
Cotia e Cascavel.

Na região, já foram recapeados mais
de cinco quilômetros de ruas e avenidas. Entre elas, as ruas da Vitória,
Granja, Cascavel, Arame, da Caixa D’água, da Paróquia, do Posto e um trecho de
600 metros da Rua do Muro, na Vila Cascavel. As obras na região do São Raimundo
incluem o recapeamento da Avenida São Raimundo, numa extensão é de 2,12
quilômetros, além de drenagem profunda na via, com a construção de galerias e
bocas de lobo.

Também acompanharam a vistoria os
secretários Batista Matos (Comunicação) e Antônio Araújo (Obras e Serviços
Públicos).

  • Jorge Vieira
  • 9/maio/2015

“Governador Flávio Dino tem sido um exemplo para o país, diz prefeito Edivaldo

Com a
participação do governador Flávio Dino, o PCdoB realizou Conferência
Extraordinária Estadual para discutir o fortalecimento do partido no contexto
das mudanças em curso no Estado 

O ato
político foi um dos mais representativos com a participação da vice-presidente
nacional do PCdoB, Luciana Santos, do prefeito Edivaldo Junior (PTC), os
deputados federais Waldir Maranhão (PP), Weverton Rocha (PDT), Eliziane Gama
(PPS), Bira do Pindaré (PSB), Simplício Araújo (SD), entre outros.

Ao
discursar, Flávio Dino destacou a importância do PCdoB no processo de mudança
do Estado ao lado de outras dez agremiações partidárias e destacou várias ações
desenvolvidas para garantir um estado mais justo para todos.

A
vice-presidente nacional do PCdoB, deputada federal Luciana Santos, disse que
Flávio Dino assumiu num cenário de terra arrasada e que em pouco mais de 100
dias foi capaz de marcar com medidas de repercussão nacional.

Edivaldo
Junior disse que o governador Flávio Dino “tem sido exemplo para o país. O
Brasil aplaude pela forma honesta e transparente como Flávio Dino tem governado
nosso estado”.

 

  • Jorge Vieira
  • 9/maio/2015

Prefeito Leo Coutinho prestigia homenagem às mães no Hospital Geral do Município

O
Dia das Mães será comemorado no próximo domingo (10), mas a direção e
funcionários do Hospital Geral do Município (HGM) se anteciparam e ofereceram
uma tarde especial para as mamães. A atividade foi realizada nesta sexta-feira
(8) e contou com a presença do prefeito Leo Coutinho.

Mães
de acompanhantes, pacientes e funcionárias receberam a homenagem especial. Uma
apresentação de slides mostrou o trabalho diário das mães funcionárias.
Centenas de brindes, doados pelos servidores, serviço social, direção do
hospital e Prefeitura foram sorteados entre as participantes.

Francisca
Maria da Conceição, uma das contempladas com os brindes, que trabalha no setor
de Emergência, falou da satisfação de ser homenageada. “Eu achei ótima a
surpresa do prefeito e demais colegas do hospital. Acho muito bom essa
iniciativa, pois trabalhamos muito e somos mães”, disse ela.

Tudo para elas

Para
o diretor do HGM, Gian Carlos, a homenagem “é uma singela forma de valorizar a
todas as mães que trabalham arduamente no hospital”.

Durante
o evento, o prefeito Leo Coutinho destacou a importância da ação. “Esse é um
momento muito importante para essas mães que sacrificam seu dia a dia, o
convívio com a família, para poder está servindo à saúde de Caxias. E, enquanto
prefeito, vim prestigiar cada mãe, que tanto se dedica ao Hospital Geral.
Queria parabenizar a iniciativa. Com certeza, todas vão sair com as energias
renovadas para encarar o desafio de atender não só Caxias, mas toda a região
dos Cocais”, ressaltou o gestor municipal.

  • Jorge Vieira
  • 9/maio/2015

Homologada delação do “homem da mala” que entregou R$ 900 mil de propina a Roseana

 Por: Gabriel Castro

Veja.com – O entregador - Rafael Ângulo Lopez era o
responsável na quadrilha pela distribuição de dinheiro dentro e fora do Brasil(Jefferson
Coppola/VEJA)

O
ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal,
homologou a delação premiada de Rafael Ângulo López, braço-direito do doleiro
Alberto Youssef. Como revelou
VEJA em dezembro, Lopez distribuía propina oriunda de desvios em grandes obras.
Ele cruzava o país para fazer entregas em Brasília, Recife, Porto Alegre,
Curitiba, Maceió e São Luís.

As
anotações de Lopez revelam uma parte importante do esquema. O auxiliar de
Youssef admitiu, por exemplo, ter entregado 500 000 reais a João Vaccari Neto
na sede do PT em São Paulo, 50 000 reais ao senador Fernando Collor (PTB-AL) e
900 000 reais à então governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), dentro do
palácio local.

Em seus
depoimentos, Lopez também citou a empreiteira Odebrecht. Ele revelou ter
entregue uma lista de contas bancárias a Alexandrino Alencar, diretor de
relações institucionais da companhia, para permitir o pagamento de propina no
exterior a integrantes do esquema.

A
homologação da delação significa que Rafael Ângulo Lopez apresentou elementos
mínimos para sustentar suas acusações e, assim, pleitear uma redução de pena em
eventuais condenações. Agora, a corte vai conduzir investigações sobre a
participação de cada personagem citado pelo delator. A considerar o teor dos
depoimentos, o país também sairá ganhando.

 

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