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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 8/maio/2015

Duplicação da BR-135: Braide diz que Denit zomba dos maranhenses

O deputado Eduardo Braide (PMN) criticou, na sessão
desta quinta-feira (7), a nota oficial divulgada pela Superintendência Regional
do Dnit no Maranhão acerca das obras de duplicação da BR-135. Segundo o
parlamentar, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit)
efetivamente paralisou as obras da rodovia no Estado.

Ao destacar os esforços que vêm sendo feitos, na
Assembleia Legislativa, para a retomada das obras, Eduardo Braide lamentou o
teor da nota lançada pelo Dnit. “Trata-se de uma nota completamente dissociada
da realidade. Divulgar uma nota como essa é zombar da inteligência dos
maranhenses e de um dos sentidos mais primordiais do ser humano, que é a visão.
Qualquer pessoa que passa e sai de São Luís para se deslocar na BR-135 sabe que
lá não tem obra nenhuma”.

Em seu discurso, o deputado fez um apelo para que
cada maranhense seja fiscal desta obra, para que o Dnit não tenha mais a
coragem de emitir outra nota como a que divulgou agora.

Na nota publicada na quarta-feira (6), a Superintendência
Regional do Dnit garante que as obras de duplicação da BR-135 não estão
paralisadas, estão apenas em ritmo mais lento devido ao período chuvoso, no
qual intensas chuvas atingiram a região do primeiro trecho da duplicação da
rodovia (entre Estiva e Bacabeira) provocando a redução dos serviços neste
trecho.

O deputado Eduardo Braide revelou que, em recente
conversa telefônica com o superintendente do Dnit no Maranhão, Gerard
Fernandes, este lhe havia informado sobre a paralisação das obras e sobre a
desmobilização do canteiro de obras, explicando que isto já estava previsto por
conta do período de chuva e que foi agravado pela falta de pagamento para a
empresa que havia vencido a licitação.

Além disso, segundo Braide, o governo federal determinou
o contingenciamento de recursos do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) da
ordem de sete bilhões de reais, que atingiu todas as obras que recebem
investimentos dos recursos deste Plano.

“A conversa que tive com o superintendente
inclusive foi uma conversa muito boa, amena, onde disse para ele a nossa
intenção, da Assembleia Legislativa, é de contribuir, que era exatamente de
mobilizar a classe política no sentido de haver um contato direto com a nossa
bancada federal. O que já aconteceu, tendo em vista que a bancada federal,
inclusive já se reuniu tanto com o vice-presidente, Michel Temer como também
com o ministro dos Transportes para reaver, o mais rapidamente, a questão do
pagamento da empresa”, frisou Eduardo Braide.

Ele foi enfático ao frisar que a nota divulgada
pela Assessoria de Comunicação da Superintendência do Dnit causou-lhe surpresa
e indignação. “Neste caso o Dnit não tem cumprido nem com sua palavra e nem com
o que está escrito. Não cumpre com a palavra porque o superintendente me diz
uma coisa, e a Assessoria de Imprensa diz outra, e não cumpre com o que está
escrito porque não cumpriu com o prazo estabelecido no contrato assinado com a
empresa, determinando que essa obra tinha que ter terminado em setembro do ano
passado”, ressaltou Eduardo Braide. 

  • Jorge Vieira
  • 7/maio/2015

Bancada federal comemora aprovação de audiência pública sobre Base Espacial de Alcântara


 
A retomada do pleno
funcionamento da base de Alcântara, a discussão dos motivos de paralisação dos
projetos espaciais da base e a gestão para a criação de um Campus avançado do
ITA – Instituto Tecnológico da Aeronáutica- no Maranhão serão temas da
audiência pública aprovada ontem (6/5), na Comissão de Ciência e Tecnologia,
Comunicação e Informática da Câmara dos Deputados.

A aprovação do requerimento
foi fruto de uma gestão conjunta do Vice Presidente da Câmara, deputado Waldir
Maranhão (foto), da bancada do maranhense e da bancada do Partido Progressista,
liderada pelo deputado Eduardo da Fonte (PP/PE).  Foram convidados para comparecer a essa
audiência o Presidente da Agência Espacial Brasileira, José Raimundo Braga e o
Diretor-Geral da empresa Alcântara Cyclone Space, Brigadeiro Reginaldo dos
Santos.

O Deputado Waldir Maranhão tem
realizado esforços para a retomada dos projetos espaciais da base de Alcântara,
que quando esteve em pleno funcionamento chegou a gerar 4 mil empregos diretos
e indiretos. Segundo informações do Ministério da Defesa, atualmente a base tem
um efetivo reduzido a menos de 100 servidores que mantém apenas o funcionamento
administrativo.

Waldir Maranhão é um defensor
da criação do Campus do ITA no Maranhão e tem realizado ações neste sentido
como a recente visita ao ministro da Ciência e Tecnologia, Aldo Rebelo, junto
com a bancada do Maranhão, quando o tema foi exposto e recebeu o apoio do Ministro.

“Esse apoio é importante e a
abertura do diálogo com o ministro Rebelo vai reforçar a nossa ação para o
combate do desequilíbrio que existe hoje entre os investimentos federais em
tecnologia nas regiões sul e sudeste e na região nordeste. Quando a base de
Alcântara retomar seu pleno funcionamento podemos avançar na aproximação com o
ITA, que hoje é quem pensa a ciência e tecnologia na área espacial no Brasil”,
afirmou o deputado.

Localização
privilegiada

O centro de lançamento é um complexo
localizado na península em frente a São Luís, capital do Maranhão, que pela sua
posição geográfica próxima ao Equador, permite o lançamento de foguetes com
menos gasto de combustível e um custo em média 30 por cento mais barato do que
os projetados das bases de Cabo Canaveral, nos Estados Unidos, e de Baikonur,
no Cazaquistão.

  • Jorge Vieira
  • 7/maio/2015

Medo de prisão gera crise na oligarquia Sarney

A prisão de agiotas deixou os chefes e chefetes da oligarquia Sarney em
polvorosa.

Os mais preocupados são Ricardo Murad e Roseana Sarney. Fontes ligadas ao grupo
Sarney confirmam que os dois temem que o agiota Pacovan conte tudo que sabe
sobre ligações deles com a agiotagem.

O desespero fez com que Roseana Sarney convocasse reunião de emergência com
alguns aliados mais próximos. O encontro foi confirmado a este blog por dois
deputados ligados à ex-governadora.

Acusada de receber propina do doleiro Yousseff e investigada pela PGR na
operação Lava-jato, a filha de Sarney tenta evitar mais um escândalo nacional.

Por outro lado, o ex-secretário de Saúde Ricardo Murad, cunhado de Roseana
Sarney, vê a cada dia as auditorias desnudarem sua gestão nada convencional à
frente da pasta.

Os indícios de irregularidades da gestão Murad repercutiram nacionalmente e até
aliados de Sarney como o deputado Roberto Costa falam abertamente sobre as
suspeitas de corrupção que pesam sobre ele.

Ontem, o peemedebista chegou a ameaçar pedir CPI da Saúde durante bate-boca com
deputado Souza Neto, genro de Murad. Costa foi além e sugeriu à deputada Andrea
Murad que pedisse a expulsão do pai dela do PMDB.

Como se vê a cada passo dado pela polícia nas investigações da lava-jato e da
agiotagem Roseana Sarney e Ricardo Murad vivem o pesadelo de ter que prestar
contas às autoridades policiais federal e estadual.

  • Jorge Vieira
  • 7/maio/2015

O crime maior da agiotagem

Editorial Jornal Pequeno 
A saga da agiotagem
no Maranhão, enquanto aparenta ser um crime marcado apenas pelos desvios de
personalidade de seus protagonistas, esconde uma história de dores profundas,
de muito sofrimento. Não apenas os ocasionados pela eliminação física de
concorrentes e inadimplentes, mas o sofrimento de multidões roubadas em
alimento, saúde, educação, segurança e quase tudo que depende da ação do poder
público.
Os clientes
preferenciais dos agiotas no Maranhão não eram particulares; eram,
principalmente, os cofres públicos dos mais paupérrimos municípios do Maranhão.
Deles, foi desviado o dinheiro do asfalto ou do calçamento, o dinheiro dos
remédios nos hospitais e postos médicos, os recursos destinados à educação de
crianças e adultos mantidos analfabetos, os recursos da segurança pública, da
merenda escolar de gente em tese faminta porque vivendo com cerca de R$ 70 por
mês. Esse foi o crime maior da agiotagem e o mais incrível foram os dias, anos,
quase meio século em que esses agiotas e prefeitos viveram na impunidade.
Somente agora o
Estado, com a chegada do governador Flávio Dino ao poder, conseguiu ou teve
forças para punir a agiotagem. Empresários com cheques em branco de
prefeituras, os valores que deveriam mitigar a fome de crianças abandonadas
pelo poder público, meninos e meninas tentando se educar em escolas de taipa,
de palha, em galpões, sem material didático, sem lanche, postos médicos vazios
e uma gente aos gritos transportada em ambulâncias para distâncias que doíam
ainda mais.
E a polícia estadual
não agia para punir esse banditismo cruel. Não agia porque não podia agir,
posto que esses eram recursos do poder político, afinal no comando de um modelo
que privilegiava toda e qualquer forma de corrupção. Para que esses homens
vivessem como nababos, uma rede de proteção estava armada, sendo este um
assunto sobre o qual não se conversava, sobre o qual se temia dizer, pois acima
de qualquer dor ou vida humana estava, para muitos, a próxima eleição a ser
vencida, a qualquer custo, a todo preço, contribuindo para que fosse o do
Maranhão o povo mais pobre deste país.
Dessa miséria
coordenada em gabinetes do poder, nasciam jovens marginais porque
permanentemente, desde a infância, marginalizados, comendo o pão que o diabo
amassou enquanto o diabo comemorava com os melhores vinhos e champagnes
passeando em jatos particulares. O contributo da agiotagem para a violência que
assolou o Maranhão não foi, portanto, apenas territorial. A agiotagem ajudou a
explodir a natureza social do crime quando roubou, por tanto tempo impunemente,
o futuro de sucessivas gerações.
Em apenas quatro
meses do governo Flávio Dino, duas operações policiais, sob comando também do
Ministério Público, mandaram para o lugar devido, a cadeia, empresários de alto
coturno, políticos destacáveis na sociedade, responsáveis pela extrema pobreza
em dezenas de municípios do Estado, réus sem julgamento da exploração humana
mais cruel.
O garoto que foi com
fome para aquela escola de palha sem banheiros e, também, o outro, que voltou
para uma casa onde não tinha o que comer, todas essas gerações que tiveram seus
futuros roubados, vão crescer sabendo que, se houver honestidade política, o
destino terrível que lhes foi traçado por mãos criminosas pode mudar. E vai
mudar.

  • Jorge Vieira
  • 7/maio/2015

Agiotagem envolve quase 100% dos prefeitos maranhenses, diz Raimundo Cutrim

O deputado Raimundo
Cutrim (PCdoB) colocou o dedo na ferida ao repercutir a prisão dos prefeitos
maranhenses envolvidos com agiotagem. Segundo o parlamentar o remédio para por
fim a este tipo de crime, comum no interior do Maranhão e no restante do país, é
acabar com o financiamento de empresas particulares, às campanhas eleitorais.

“A situação dos
prefeitos, hoje, no Maranhão, é gravíssima. Quase 100% estão em mãos de
agiotas, porque o custo de uma campanha é milionária. Para mudar essa prática,
nós precisamos de uma reforma séria;  que acabe com tudo quanto é
estrutura e que seja fiscalizada pelo Ministério Público”, acentuou Raimundo
Cutrim.

Cutrim afirmou que
vários prefeitos estão atolados em dívidas por causa das campanhas milionárias
que fizeram, para assumir as prefeituras. Ele também enfatizou que o modelo da
política do Maranhão e em todo o Brasil é criminosa: a grande maioria dos
prefeitos contraiu dívidas e está pagando com juros elevados.

 

  • Jorge Vieira
  • 6/maio/2015

Deputado propõe Moção de Repúdio a presidente Dilma pela paralisação da duplicação da BR-135

Deputado César Pires repudia paralisação das obras de duplicação da BR-135
O deputado César
Pires (DEM) cobrou da Assembleia Legislativa, na manhã desta quarta-feira (06), a
aprovação de uma moção de repúdio ao governo federal e à presidente Dilma por
conta da paralização da duplicação da BR-135 e demais obras que estavam em fase
de execução no Maranhão. Num duro pronunciamento, o parlamentar cobrou mais
empenho da classe política e do Governo do Estado, junto ao poder central, pela
continuidade dos serviços. ”Se não gritarmos, fiquem certos de que o que sobra
do recurso desse contingenciamento irá para outros estados, não virá para o
Maranhão”.

César Pires
comparou a paralisação das obras da BR-135 à mesma situação da refinaria
Premium. Lembrou que há dois anos subiu à tribuna para falar do desmonte e
desmantelo que presenciou ao visitar o local em que deveria ser construída a
refinaria. Disse que naquela ocasião anunciou o fracasso que estava por vir,
além de reclamar da leniência e do silêncio de muitos políticos e de vários
segmentos do estado. César chegou a chamar a refinaria de “esqueleto
desidratado”.

O deputado César
Pires disse que não minimiza a importância da vinda do superintendente regional
do DNIT à Assembleia para prestar esclarecimentos, mas que até agora não ouviu,
por parte do governo do Estado e nem da bancada federal, manifestações
contrárias a esta paralisação.

Ele comparou a
apatia da classe política com relação à paralisação da obra de duplicação da
rodovia ao silêncio dos monges franciscanos. “Nada, apenas orações e silêncio.
Os gritos desta Casa nós não escutamos. Não sei com medo de quê”, disse César.

Na avaliação do
deputado César Pires, este silêncio é algo que ultrapassa os limites das
fronteiras partidárias e das cores políticas. Ele avalia que o interesse tem
que se coletivo e recriminou os discursos isolados. “Vou propor uma Moção de
Repúdio ao governo federal e fazer como fizeram em Alagoas, onde o Rotary se
manifestou, o Lions Clube se manifestou, as maçonarias se manifestaram”.

Na avaliação de
César Pires, o pouco recurso que o governo federal disporá do seu
contingenciamento só vai para aqueles estados que gritam mais e não para
aqueles que ficam em silêncio como se estivessem aceitando os mortos. “Temos que
lutar em relação a isso, caso contrário não vamos ser escutados e os nossos
apelas não terão ecos. Consequentemente os recursos irão para outro lugar”.

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