O auditório do PDT ficou pequeno para a grande quantidade de militantes que se reuniu na noite desta segunda-feira (13). A reunião de mobilização contou com a presença do prefeito Edivaldo Holanda Júnior e de figuras importantes do PDT, como o deputado federal Weverton Rocha e o deputado estadual Rafael Leitoa, bem como representantes de movimentos negro, da juventude e da mulher, que também reforçaram o apoio a Edivaldo.
Durante a reunião, Edivaldo cumprimentou os militantes e reforçou a importância histórica da legenda para o Maranhão. “O apoio vindo dos militantes deste partido do qual agora faço parte é de grande importânca, porque é um partido com uma vasta história na política maranhense”, disse.
O deputado federal Weverton Rocha reforçou o apoio integral à reeleição de Edivaldo e pediu ao partido toda a sua dedicação. “Estamos com Edivaldo pra vencer. A cidade deve e merece continuar a ter este trabalho sério que ele vem realizando. Ele sabe de cada problema e de cada desafio da cidade, tem feito o possível para resolvê-los e está conseguindo. É preciso que a militância esteja mais unida e mobilizada como sempre foi”, afirmou.

Professora Claudia Durans será candidata a prefeita pelo PSTU
A aliança que estava sendo articulação entre PSTU, PCB e PSOL para lançamento de uma candidatura única da esquerda radical na sucessão da capital fracassou. Embora as conversações ainda estejam em andamento, cada um dos três partidos deve participar do pleito com candidato próprio.
Seguindo orientação da direção nacional, o PSTU municipal, desistiu de compor a coligação e vai lançar a professora Claudia Durans candidata a prefeita de São Luís. Conforme o presidente municipal da legenda, Saulo Arcangeli, a atual conjuntura política não permite que os três partidos caminhem juntos.
O dirigente do Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados, diz que PSOL e PCB se aliaram ao PT e uniram coro no discurso em defesa da democracia e a permanência da presidente Dilma Rousseff, enquanto o PSTU tem posição totalmente divergente. “Neste momento não tem como ter discurso diferente”, pondera Arcangeli.
A aliança que vinha sendo discutida desde 2015 quebrou por ponto de vista divergente da conjuntura nacional. O PSOL, por exemplo, se posicionou contra o impeachment, mas nutria a esperança de obter o apoio das outras legendas para a pré-candidatura de Valdenir Barros. Ele deveria ser o representante dos três partidos, mas diante da decisão do PSTU caminhar sozinho com Claudia Durans, resta agora ao PCB anunciar quem será seu representante na sucessão de São Luís.
Força Estadual de Saúde segue fazendo trabalho de combate à mortalidade infantil e materna, diabetes, hipertensão pic.twitter.com/cIDeNRLSbi
— Flávio Dino (@FlavioDino) 13 de junho de 2016

Comunidade do Charco protestando em frente ao TJ-MA
Atendendo a pedido do Ministério Público Federal no Maranhão (MPF/MA), a Justiça Federal condenou o Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra) a concluir o processo administrativo de reconhecimento da titularidade das terras tradicionalmente ocupadas pela comunidade quilombola do Charco, no Município de São Vicente Férrer (MA).
Segundo a ação movida pelo MPF/MA, há injustificável demora por parte do Incra na conclusão do processo de identificação e registro das terras da comunidade do Charco, em tramitação desde 2009, situação agravada pela irregular divisão da área em partes menores, com o objetivo de evitar a desapropriação. A omissão também contribui para a ocorrência de graves conflitos entre membros da comunidade, trabalhadores rurais e grandes proprietários de terras na região, inclusive, resultando na morte, em 2010, do líder quilombola Flaviano Pinto Neto.
Na sentença, emitida pela 8ª Vara Federal, o juiz declara que a omissão do réu revela situação de descaso com os direitos fundamentais dos membros da comunidade e ao modo de vida do seu povo. Dessa forma, condena o Incra a concluir, no prazo de 36 meses, o processo administrativo de identificação, reconhecimento, delimitação, demarcação, desintrusão, titularização e registro dos territórios ocupados pela comunidade.
Antes que a deputada Andréa Murad e o que restou da oligarquia Sarney voltem a acusar o governador Flávio Dino de perseguição, o chefe do Executivo cumpriu nesta manhã de segunda-feira (13) uma extensa agenda de inaugurações em Coroatá, município administrado pela prefeita Teresa Murad, esposa do polêmico Ricardo Murad, réu no processo que investiga desvios de dinheiro público na secretaria de Saúde, e mãe da parlamentar que costuma usar a tribuna da Assembleia Legislativa para agredir a administração estadual.
Acompanhado por uma multidão gritando seu nome, o governador entregou o 24º Batalhão de Polícia Militar, a reforma do Centro Educacional Francisco Gonçalves Magalhães, reforma do Centro Educacional Clodomir Millet, reforma do centro Educacional José Leopodino Filho, entrega de cinco motocicletas à Polícia Militar e entrega de ala com 25 leitos no Hospital de Coroatá e entrega do Viva Cidadão.
A entrega das reformas das obras, mais a ampliação da capacidade de leitos do hospital poderia ser apenas um ato de rotina da administração não fosse o fato dos quatro deputados da oposição, Andréa Murad (PMDB), Sousa Neto PROS), Edilázio Júnior (PV) e Adriano Sarney (PV), estarem sempre acusando o governador de perseguidor, com a única finalidade de tentar atingir a imagem de Flávio Dino, mas pelo que se presenciou em Coroatá, nesta manhã de segunda-feira, a população do município continuam apoiando o governador e torcendo o nariz .
Os trabalhos realizados no município administrado por uma remanescente da oligarquia mostrar claramente que acima das divergências políticas está o interesse do povo do Maranhão, independente de quem administre. Os gritos dos populares “governador de todos” deve ter machucado muito os tímpanos dos Sarney/Murad.
A campanha eleitoral de 2016 deve ser marcada pela escassez de recursos, graças à combinação de fatores como a crise econômica, a proibição de doações de empresas e o impacto da Operação Lava Jato. Para políticos e marqueteiros, a previsão de cortes drásticos de custos representa o colapso de um modelo de “mercado” que cresceu sem parar nas últimas três décadas.
Nas eleições municipais de 2012, quase 80% dos gastos foram financiados por empresas, que também eram responsáveis por doações significativas aos partidos em anos não eleitorais. Essa fonte secou antes mesmo da proibição do financiamento empresarial, determinada pelo Supremo Tribunal Federal e acolhida pelo Congresso no fim do ano passado.
O PT, por exemplo, recebeu em 2015 uma única contribuição empresarial, de 1 milhão de reais, valor baixo se comparado aos 65 milhões registrados quatro anos antes. Sem o financiamento empresarial, a fonte de recursos dos candidatos passou a ser o Fundo Partidário, que não cobre o nível de gastos observado nas eleições passadas.
Em 2016, as legendas receberão, somadas, 819 milhões de reais em recursos públicos. Isso equivale a apenas 15% dos quase 5,5 bilhões (em valores corrigidos pela inflação) que foram gastos nas campanhas de 2012. Além do fundo, as duas únicas alternativas legais de recursos são o autofinanciamento, que tende a beneficiar os candidatos mais ricos, e as doações dos próprios eleitores. Há quatro anos, as pessoas físicas bancaram menos de 20% dos custos das campanhas.
A mudança nas regras das campanhas políticas também afugentou estrelas do mercado publicitário e abriu espaço para uma nova geração de marqueteiros, dispostos a trabalhar mais e receber menos. Profissionais de renome como Nelson Biondi, Duda Mendonça e Luís Gonzalez optaram por ficar fora do pleito municipal deste ano. Biondi afirmou que pretende se resguardar para a campanha presidencial de 2018, quando espera que as leis em vigor agora sejam modificadas. “Culturalmente é difícil haver doação de pessoa física. Essa nova regra é um teste. Não acredito que ela seguirá valendo em 2018.” (Com Estadão Conteúdo)