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Notícias
  • Jorge Vieira
  • 4/jan/2019

Governo do Estado inova e anuncia seletivo para contratar diretores para unidades de saúde

Secretário Carlos Lula assinou portaria que autoriza a realização de seletivo

O ano de 2019 mal começou e a gestão Flávio Dino já mostra a que veio, em especial na área da saúde. No dia da posse, o governador assinou um decreto que cria o Cheque Cesta Básica Gestante, que fará o pagamento de R$ 900 para gestantes de baixa renda no Maranhão que comparecem às consultas de pré-natal.

Nesta quarta-feira (2), o secretário Carlos Lula divulgou no seu instagram (@carloselula), que assinou uma portaria que regulamenta um processo seletivo para contratação dos diretores administrativos das unidades de saúde ligadas à pasta.

“Acabo de assinar a portaria nº 1.211 que prevê a realização de Processo Seletivo para o cargo de Diretor Administrativo das Unidades de Saúde do Estado. Serão oferecidas 55 vagas e remuneração de R$ 8.000,00. As inscrições acontecem de 3 a 8 de janeiro de 2019 no site http://sistemas.saude.ma.gov.br/ses/diretoradm .Vale lembrar que este avanço se dá em cumprimento ao decreto 34.580 assinado pelo governador @flaviodino em novembro do ano passado”, disse o secretário nas redes sociais.

A medida é inédita no Maranhão, onde historicamente os cargos de direção das unidades são indicações políticas. Tudo indica que é uma forma de qualificar e profissionalizar a gestão dessas unidades, através da escolha por mérito profissional e capacidade técnica comprovada, e de diminuir a politização nas unidades que atendem diretamente a população.

A gestão já havia feito mudanças na contratação desses profissionais. Antes, os diretores eram vinculados à SES; hoje, eles são contratados via os institutos ou Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares (Emserh).

As medidas adotadas na saúde na gestão Flávio Dino refletem o discurso adotado por ele, que defende veemente um “Governo de Todos”. Em 2017, o Governo realizou processo seletivo para contratação de auditor em saúde, cargo comissionado de livre nomeação e exoneração.

Além de democrático, a postura política de contratação via seletivo é uma forma de atender melhor à população.

  • Jorge Vieira
  • 4/jan/2019

OS 400 ANOS DA PRESENÇA AÇORIANA NO MARANHÃO

*Paulo Matos

Ao longo da ocupação das Américas e das grandes navegações, o Brasil estava dividido pelos colonizadores portugueses, entre os Estados do Brasil, ao Sul e o Estado do Maranhão, no extremo Norte, sendo São Luís o local mais estratégico dessa região. À época, a ligação entre Maranhão e Bahia era muito mais prática, quando feita por meio da capital portuguesa, sendo importante para o domínio de Portugal a existência de dois governos independentes e diretamente subordinados a Coroa Portuguesa.

Acontece que os portugueses deixaram a costa norte do Brasil abandonada por muito tempo, valendo-se dessa omissão os franceses chegam ao Maranhão em 1612 e fundam a cidade de São Luís. Dois anos depois, em 1614, na famosa Batalha de Guaxenduba, acontecida na atual cidade de Icatu, os portugueses derrotam e expulsaram os franceses do Maranhão.

O Maranhão da época era habitado por índios e por menos de mil soldados portugueses que vieram para combater na batalha que ficou conhecida como ‘jornada milagrosa’, além de poucos franceses que aqui ficaram e formaram famílias com as nativas indígenas.

Foi nesse cenário que o Governo Ibérico (Espanha/Portugal) temendo que nações estrangeiras tentassem novamente invadir o território norte do Brasil – onde havia entre tantos interesses, o objetivo estratégico de manter a posse do estuário do Amazonas com suas florestas e rios mais importantes para a navegação da época –  decidiu instituir um efetivo projeto de colonização no Maranhão.

Foi assim que em abril de 1619 o Maranhão recebeu cerca de 200 casais açorianos. Ao longo dos tempos várias outras levas de ilhéus chegaram por aqui, desse modo, cerca de seis mil açorianos vieram para o norte do nosso país no Século XVll.  Os primeiros chegaram trazidos por Jorge Lemos Bittencourt e Simão Estácio da Silveira, sendo que este seria o primeiro presidente da Câmara do Senado e que em alguns anos mais tarde escreveria o livro: “Relação das cousas do Maranhão”, em que relata nossas belezas naturais e demonstra as oportunidades que o Maranhão oferecia para aqueles que quisessem viver aqui.

A chegada desses colonos transformou a vida de São Luís, que deixou de ser apenas um simples quartel das tropas portuguesas, para se transformar em um povoamento de fato. Ressalte-se que os primeiros povoadores do Maranhão não eram portugueses do continente, mas sim, luso açorianos, que trouxeram com eles sua cultura, arquitetura, seus costumes, artesanato e tradições, que ao longo dos séculos foram se perdendo. Ainda no século XVII esses açorianos também foram povoar outras cidades, além de São Luís, principalmente, Alcântara e Icatu, que ainda hoje guardam reminiscências desse importante período colonial.

Com o passar dos séculos, nós fomos perdendo nossas raízes açorianas, assim como eles também foram abandonando seus vínculos históricos conosco, mas foram eles que após a partida dos franceses, acabaram tomando conta do Maranhão e passaram a ser a maioria da nossa população. Diga-se de passagem que até tempos atrás nossos antepassados ainda falavam das ilhas às quais pertenciam nos Arquipélagos do Açores, fato que podemos comprovar por meio dos registros deixados em seus testamentos datados dos Séculos XVl e XVll.

Perdido no meio do Oceano Atlântico, o arquipélago dos Açores é formado por nove encantadoras ilhas vulcânicas, lugar de um povo hospitaleiro e solidário, predominantemente católico, que tem no turismo, na pesca e na agricultura suas principais receitas.  No século XV caracterizava-se com uma região de fronteira frágil e distante do poder imperial, mas os que lá chegavam um dia tomariam o destino do além-mar.

Os portugueses começaram a povoar as ilhas oceânicas por volta de 1430, em seguida os flamengos, bretões e africanos também participaram desse processo de povoamento. Ressalte-se que os judeus habitaram os Açores, depois de serem expulsos no início do Século XVl, da Europa continental, por não aceitarem a conversão ao catolicismo; lá eles foram bem recebidos e tratados como iguais e suas capacidades foram aproveitadas e integradas à sociedade local. Atualmente os Açores constituem uma Região Autônoma da República portuguesa, com presidente e legislativo próprios, sua Constituição prever o poder de fazer leis e executar suas políticas públicas no âmbito territorial regional.

Quando comemoramos o IV Centenário da imigração açoriana no Maranhão, apesar de muito ter sido esquecido ao longo desses quatrocentos anos e das mudanças significativas acontecidas nos dois lados do atlântico, ainda hoje é possível enxergar a presença das heranças trazidas pelos primeiros povoadores nas nossas festas juninas, casas construídas na zona rural da ilha, carnaval e principalmente na festa do divino espírito santo que até hoje está presente em várias cidades do nosso estado.  É fundamental que preservemos a nossa história pois foi dessa etnia que descendemos, todos nósmaranhenses. Maranhão e Açores são irmãos, pois tem no seu povo uma origem em comum.

*Paulo Matos é Membro da Academia Icatuense de Letras-AILCA

  • Jorge Vieira
  • 4/jan/2019

MDB Sarneysista tenta se reciclar com a Assis Filho, mas enfrenta resistência

Apadrinhado dos Sarney, Assis Filho pode assumir a presidência estadual do MDB

A sucessão da direção estadual do MDB, prevista para fevereiro próximo, mais uma vez deverá acontecer em clima de disputa e desarmonia. O partido, que já foi o maior do Maranhão e murchou ao ponto de eleger apenas dois deputado estaduais (Arnaldo Melo e Roberto Costa) e dois federais ( João Marcelo e Hildo Rocha) e perder dois senadores nas eleições do ano passado, quer se renovar para tentar se livrar de pecha de nanico.

Segundo informações colhias nos bastidores do partido, os principais caciques da legenda, Roseana Sarney, João Alberto e Edison Lobão desejam entregar o comando da sigla para o ex-secretário Nacional de Juventude do Governo de Michel Temer, Assis Filho, mas há resistência de setores do partido e ameaça de batimento de chapa.

A dissidência é puxada pelo deputado federal Hildo Rocha, um dos poucos sobreviventes da barca sarneysista que naufragou dia 7 de outubro de 2018, data em que o povo do Maranhão foi as urnas rejeitar o retorno da ex-governadora Roseana Sarney e renovar o mandato do governador Flávio Dino (PCdoB) por mais quatro anos.

Apadrinhado por Sarney, o ex-diretor da EBC no Maranhão é novo de idade, mas usuário de velhas práticas não republicanas. Segundo denunciou a Revista Crusoé, ano passado, Assis promoveu uma verdadeira farra de distribuição de bolsas de estudo a amigos e correligionários de até R$ 5 mil às custas do contribuinte.

Conforme reportagem da Crusoé, Assis Filho teria se valido de um contrato assinado em 2015, no valor de R$ 4,5 milhões, que permitiu a Secretaria Nacional de Juventude fechar um convênio com o Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), do Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação, com o objetivo pesquisa e desenvolvimento de soluções tecnológicas integradas para a gestão do conhecimento. Para gerenciar o projeto, o Ministério contratou a Fundação de Desenvolvimento da Pesquisa, da Universidade de Minas Gerais. Mas era à própria secretaria que cabia a tarefa de lançar editais e escolher os bolsistas. Tarefa que Assis Filho fazia questão de desempenhar pessoalmente.

  • Jorge Vieira
  • 4/jan/2019

Robson Paz assume a presidência do MAC

O jornalista, radialista e diretor da Rádio Timbira, Robson Paz, é o novo presidente do Maranhão Atlético Clube para o biênio 2019/2020. Ele foi apresentado ao plantel do MAC nesta manhã de sexta-feira (4) prometendo realizar um grande trabalho para a conquista de títulos. Paz foi eleito na noite de quinta-feira (3) por aclamação e tem como principal missão colocar o clube na série C do Campeonato Brasileiro. O time conquistou a vaga na série D e quer subir em 2020.

Nascido na comunidade Jacioca, zona rural de Bequimão, na baixada maranhense, Robson Paz é formado em comunicação social pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e torcedor fanático do Maranhão Atlético Clube. Desde jovem veio morar em São Luís, onde estudou e hoje trabalha como diretor da Rádio Timbira AM 1.290 KHZ. Robson já assumiu cargos importantes na gestão pública municipal e estadual, como sub diretor de comunicação da Assembleia Legislativa do Maranhão, Secretário de Comunicação da Prefeitura de São Luís, na gestão Edivaldo Holanda Júnior e do Estado no governo Flávio Dino.

Além de suas funções na Rádio Timbira, partir de agora o radialista terá como prioridade fazer a torcida quadricolor voltar a gritar o título de campeão maranhense e sonhar com o acesso à Série C do Campeonato Brasileiro.

Nesta manhã, ao ser apresentado aos jogadores, agora como presidente do “Bode Gregório”, Robson destacou sua felicidade em poder comandar o time de seu coração como presidente. “Honrado em ser eleito, por aclamação, presidente do Conselho Diretor do meu amado Maranhão Atlético Clube para o biênio 2019/20, ao lado do professor Roberto Brandão (vice-presidente) e Robson Vasconcelos (Diretor Administrativo). Agradeço a união e confiança de todos os maqueanos, que terão de nós seriedade, amor e trabalho para tornar o MAC ainda maior e mais forte. Gratidão a Deus por mais este desafio! Avante, com força e fé”, disse o novo presidente.

  • Jorge Vieira
  • 3/jan/2019

Carlos Brandão e investidores sul-coreanos discutem novos negócios no Maranhão

O governador em exercício Carlos Brandão recebeu nesta quinta-feira (3) investidores sul-coreanos para discutir novas oportunidades de negócios entre o Maranhão e o país asiático. Em reunião no Palácio dos Leões, foram tratados temas como agronegócios, tecnologia, infraestrutura e educação.

O encontro foi um desdobramento da Missão Ásia comandada por Brandão há pouco mais de um ano. Um dos países visitados tinha sido justamente a Coreia do Sul.

“Nós estivemos lá visitando os empresários para que viessem ao Maranhão e vissem oportunidades em várias áreas: indústrias, comércio, turismo e setor produtivo, por exemplo. O Maranhão está de portas abertas para negociar e fazer comércio com a Coreia do Sul”, afirmou Brandão, que está no comando do Governo do Maranhão por ocasião das férias do governador Flávio Dino.

Presente na reunião desta quinta-feira, o CEO da Câmara de Comércio da União de Cidades Brasileiras na Coreia do Sul, Eduardo Komatsu, afirmou que a perspectiva é de fazer investimentos no Maranhão, gerando emprego e renda para a população.

“Vejo que existe muita possibilidade de negócios. O mais importante é apresentar para ambos os lados as perspectivas de negócios e as oportunidades que existem”, afirmou Komatsu.

Ele contou que o foco desta visita ao Maranhão foi conhecer as empresas locais e as oportunidades especialmente na infraestrutura.

Nova rodada

De acordo com Enos Ferreira, secretário de Estado Extraordinário de Programas Especiais, outra reunião com vários empresários sul-coreanos já está sendo organizada para o mês de abril: “Nossa perspectiva é trazer investidores para o Maranhão. E que haja uma troca de negócios”.

Carlos Brandão ressaltou que o Maranhão oferece muito potencial: “Temos condições favoráveis, isenção de impostos, segurança jurídica e várias empresas do mundo inteiro estão se instalando aqui. E outras estão negociando porque sentiram que aqui é um porto seguro, com um governo sério, reconhecido pelo site G1 como o que mais cumpriu propostas em todo o Brasil”.

Nesta sexta-feira (4), os investidores sul-coreanos já vão participar de uma rodada de apresentação de produtos e empresas maranhenses com potencial para novas oportunidades.

  • Jorge Vieira
  • 3/jan/2019

Edivaldo vistoria obras do Ecoponto Centro que será o primeiro com galpão de triagem

O prefeito Edivaldo Holanda Júnior vistoriou, na manhã desta quinta-feira (3), as obras do novo Ecoponto que está em construção na Avenida Senador Vitorino Freire, no Anel Viário, área central de São Luís. Com 80% dos trabalhos concluídos, o Ecoponto, que irá somar a 11 outros já em pleno funcionamento, reforça as ações da Prefeitura na área da gestão dos resíduos sólidos, sendo essas um compromisso do prefeito com a população. O equipamento vai beneficiar moradores de toda a cidade e mais diretamente os que vivem no Centro e em bairros vizinhos. O Ecoponto será o primeiro a contar com um galpão de triagem, que facilitará o processo de reciclagem, contribuindo ainda com o trabalho realizado pelas associações.

O galpão será entregue em regime de cessão à Associação de Catadores de Material Reciclável de São Luís (Ascamar), instalada atualmente na Rua de São Pantaleão. Além da limpeza da área, já foram construídas as baias onde os materiais serão descartados, área administrativa e banheiros. “Este era um ponto de descarte irregular muito grande que tínhamos na cidade e que agora vai se transformar em um Ecoponto. A novidade é que teremos aqui um galpão de triagem. Com ele teremos oportunidade de trazer para este espaço a Ascamar. Vamos também formar e capacitar as pessoas que fazem parte da associação e instalar equipamentos necessários para o trabalho delas. Estamos falando de geração de emprego e renda”, disse o prefeito.

Edivaldo destacou ainda que São Luís é uma das capitais que está bastante desenvolvida na questão da reciclagem. “Temos toda uma cadeia funcionando como nunca se teve antes em São Luís. Conseguimos pôr fim ao Aterro da Ribeira e estamos em fase de licenciamento da Usina de Beneficiamento de Resíduos Inertes e temos 11 Ecopontos em pleno funcionamento e outros cinco em processo de implantação”, pontuou o prefeito.

A entrega dos galpões engloba também o aparelhamento e treinamento das cooperativas de catadores, com o fornecimento dos equipamentos necessários para o desenvolvimento das atividades tais como mesa de triagem, carrinhos metálicos para transporte de recicláveis, prensa e enfardadeira, como colocou o prefeito Edivaldo.

Enquanto acompanhava a vistoria do 12º Ecoponto da cidade ao lado do prefeito Edivaldo, a presidente do Comitê Gestor de Limpeza Urbana pontuou os avanços da gestão na área da limpeza pública. “Já são 11 Ecopontos em funcionamento por toda a cidade, além das ações de conscientização da população com iniciativas como a do Cidadão Limpeza Cidade Beleza. Com esse trabalho que vem sendo realizado, São Luís tem se destacado nacionalmente como cidade que investe na gestão adequada dos resíduos sólidos”, afirmou Carolina Moraes Estrela. São Luís faz fazer parte do grupo de 7% das cidades brasileiras que têm políticas efetivas de encaminhamento para a reciclagem dos resíduos gerados pela população.

Antes do início das obras, mais de 500 toneladas de lixo tiveram que ser removidas do local. Também foram mapeados na área vizinha todos os demais pontos de descarte irregular. “Diante do cenário, avaliamos toda a área e compreendemos que este é um local estratégico para a instalação de mais esse equipamento na cidade”, acrescentou a presidente do Comitê Gestor de Limpeza Urbana.

O Ecoponto Centro faz parte do pacote de cinco novos Ecopontos, cuja ordem de serviço foi assinada pelo prefeito Edivaldo no dia 30 de outubro de 2018. Os outros quatro nos bairros Sacavém, Cohatrac, Cidade Operária e Vila Isabel, este último na área Itaqui-Bacanga. A meta da gestão do prefeito Edivaldo é encerrar o ano de 2019 com 20 Ecopontos em funcionamento.

  • Jorge Vieira
  • 3/jan/2019

Fora da área VIP na posse, Maura Jorge não conseguiu foto com Bolsonaro

A candidata derrotada ao governo do Maranhão pelo PSL, Maura Jorge, fez um verdadeiro estardalhaço quando recebeu um convite para a posse do presidente Jair Bolsonaro. A ex-prefeita de Lago da Pedra luta para ser reconhecida como representante do Governo Federal no Maranhão.

Apesar do alarde, não se viu até agora foto de Maura Jorge com o presidente empossado. Matéria do jornal Folha de São Paulo, desta quinta-feira (03), revelou que nem todos conseguiram entrar no coquetel oferecido pelo Itamaraty a Bolsonaro, entre eles a ex-prefeita.

Somente os aliados mais próximos, a família e chefes de Estado desfrutaram da presença de Bolsonaro. O presidente passou quase todo o tempo em uma sala reservada.

Maura Jorge se disse orgulhosa pelo convite para a posse de Bolsonaro e postou até uma foto nas redes sociais esperando a chegada do presidente. O problema é que ela nem é aliada próxima e muito menos tem legitimidade para falar em nome de Bolsonaro no Maranhão.

Sem conseguir uma fotografia com o presidente por não participar de coquetel oficial da posse, Maura Jorge volta para o Maranhão ainda mais sem moral, já que nem do governo de transição e, muito menos, da equipe de Bolsonaro ela participou.

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