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Autor: Jorge Vieira
  • Jorge Vieira
  • 22/out/2012

No tapetão: juiz e filho de secretário de Roseana Sarney veta veiculação de pesquisa desfavorável a candidato do clã

Ligações delicadas

A
vida não anda mesmo fácil para os institutos de pesquisa. Mas nem
sempre a escorregada é deles. A pedido do prefeito e candidato à
reeleição, o tucano João Castelo, o TRE do Maranhão suspendeu a
divulgação de uma pesquisa de intenção de voto para a prefeitura de São
Luis feita pelo DataM, do jornal O Imparcial. Até aí, beleza, está no papel dele.
Estaria,
se o juiz responsável pela decisão não fosse Sérgio Muniz. O magistrado
é filho do secretário-adjunto da Casa Civil do governo Roseana Sarney,
Antonio José Muniz. O clã Sarney, embora tenha declarado publicamente
ter optado pela neutralidade, apoia Castelo, que vem aparecendo
constantemente atrás do adversário, Edivaldo de Holanda (PTC), nos
levantamentos do DataM.
O instituto foi um dos poucos a acertar o resultado do primeiro turno, quando cravou Edivaldo à frente de Castelo.

Por Lauro Jardim

  • Jorge Vieira
  • 22/out/2012

Candidatos pedem força federal para segurança do 2º turno em São Luís

Os candidatos Edivaldo Holanda
Júnior (PTC) e João Castelo (PSDB) protocolaram na tarde desta segunda-feira
(22) no Tribunal Regional Eleitoral ofícios solicitando a presença de força
federal para garantir a segurança no segundo turno da sucessão.
Castelo foi o primeiro a chegar
ao TRE acompanhado do advogado da coligação “Prá Fazer Muito Mais”, José Antonio
Almeida, se reuniu com a direção do Tribunal e, em seguida, anunciou aos
jornalistas  que pediu investigação sobre a denúncia da existência de uma suposta milícia plantada na Internet
e repercutida na versão eletrônica da revista “Veja”.
Edivaldo Holanda Júnior, após a
saída de Castelo do prédio do Tribunal Eleitoral, tomou a mesma providência de
solicitar força federal para que a eleição transcorra em “clima de paz e impeça a compra de votos no dia da eleição pelo candidato adversário”.
A assessoria do
candidato João Castelo havia espalhado que ele não descartava ingressar com uma
ação pedindo a cassação de Edivaldo Holanda por conta de um vídeo que circulou
na Internet, mas o advogado da coligação explicou que
“o que se quer evitar é que este fato tenha consequência prática”, justificou
José Antonio.
Edivaldo Holanda explicou que
participou de uma reunião com familiares de policiais que apoiam sua
candidatura e que o candidato adversário montou um vídeo para tentar confundir
o eleitor e tirar proveito.
“Ele tem inventado uma mentira
atrás da outra, agredido a mim e a minha família e agora inventou mais essa
história de milícia prá ver se pega, mas a população sabe que trata-se apenas
de mais uma mentira de quem está desesperado, uma montagem grosseira”, enfatizou Holanda.
A verdade é que desde o início da
campanha no segundo turno, Edivaldo e seus familiares  tem sido vítimas de ataques virulentos do
candidato João Castelo e agora, segundo denúncia a coligação Muda São Luís,
montou um vídeo, juntando pecados de vários momentos para criar a fraude de que
existe uma “milícia 36″.
Conforme o documento entregue no
TRE pelo advogado da coligação “Muda São Luís”, Carlos Lula, “à vista do clima de
medo que o candidato João Castelo tenta disseminar, vimos requerer deste Tribunal
Regional Eleitoral que, em caráter de urgência, formule pedido de força federal
no 2º turno do pleito municipal de São Luís. Pedido semelhante também foi feito pela coligação “Prá fazer Muito Mais”. 

Segundo o candidato Edivaldo Holanda, “a prsença das forças federais atenderia dois objetivos: Eliminar o clima de instabilidade institucional que o candidato Castelo tenta artificialmente criar e impedir a boca de urna e a compra de votos que está sendo preparada pelo prefeito, inclusive com a utilização de repartição pública.


NOTA DA COLIGAÇÃO MUDA SÃO LUÍS – EDIVALDO PREFEITO

Temos feito uma campanha limpa, em respeito às famílias de São Luís.

Infelizmente, desde o começo do 2º turno o candidato Edivaldo
Holanda Junior tem sido alvo de ataques mentirosos e ilegais na TV e no
rádio, além de panfletos com ofensas que circulam nos bairros. São 11
dias seguidos de agressões contra Edivaldo e seus familiares.

Agora, em mais uma tentativa desesperada de João Castelo para
evitar a sua derrota, montaram um vídeo, juntando imagens de vários
momentos, para criar a mentira de que existiria uma “milícia 36”.
Desafiamos o Sr. João Castelo a apresentar um único ato de violência que
foi praticado por essa suposta milícia.

Na verdade, Edivaldo Holanda Junior participou de uma reunião com
bombeiros, militares e suas famílias, que têm todo o direito de se
manifestar fora do seu horário de trabalho. São cidadãos e cidadãs que
merecem respeito.

O vídeo apresentado por João Castelo é totalmente montado e
ilegal, conforme o artigo 45, inciso II e parágrafo 5º, da Lei n°
9.504/97.

Estamos pedindo à Justiça o direito de resposta, perícia no vídeo e investigação sobre quem foi o autor da montagem.

Também estamos requerendo a presença de forças federais no 2º
turno de São Luís, a fim de eliminar esse clima de medo que Castelo
tenta criar. As forças federais também servirão para impedir a compra de
votos que está sendo preparada, inclusive com o uso de repartições
públicas.

Esse vídeo é somente mais uma manipulação de informação, como
tantas feitas nessa campanha, para tentar ganhar a eleição a qualquer
custo. Edivaldo é um homem cristão, pai de família, sempre foi
comprometido com a paz e a democracia.

São Luís quer a mudança, e nenhuma manipulação vai impedir que isso aconteça.

São Luís, 22 de outubro de 2012.

COLIGAÇÃO MUDA SÃO LUÍS – EDIVALDO PREFEITO

  • Jorge Vieira
  • 22/out/2012

Marcos Silva defende comitê dos militares

Marcos Silva sai em defesa do comitê dos militares
Sobre o factoide desesperado criado pelo
tucano João Castelo para instaurar o terror nesta última semana das
eleições em São Luís, o candidato derrotado do PSTU à prefeitura, Marcos
Silva, saiu na defesa dos militares que declararam apoio à candidatura
do petecista Edivaldo Holanda Júnior.
“Este movimento chamado de comitê de
militares é muito progressivo. Se antes os militares temiam o
enfrentamento com a oligarquia Sarney, agora eles denunciam e se
enfrentam com o governo. Hoje eles estão com Edivaldo, mas no futuro
poderão estar junto aos trabalhadores lutando por um governo da classe
trabalhadora”, publicou o ultra-esquerdista na sua página social do
Facebook.
Leia a publicação na íntegra:
“Sobre o apoio dos militares e bombeiros a candidatura do Edivaldo Holanda, nossa posição é pelo voto nulo.
Tanto Castelo como Edivaldo
representam interesses dos ricos e quem vai paga esta contar é
exatamente o povo com as suas necessidades sociais sendo secundárias.
Mas entendo ser legitimo o movimento
dos militares em apoio a qualquer uma das candidaturas. Por outro lado
este movimento chamado de “comitê de militares” é muito progressivo.
Se antes os militares temiam o
enfrentamento com a oligarquia Sarney, agora eles denunciam e se
enfrentam com o governo, hoje eles estão com Edivaldo, mas no futuro
poderão estar junto aos trabalhadores lutando por um governo da classe
trabalhadora.
Nenhum revolucionário que pretende
uma mudança na ordem societária pode deixa de compreender o papel dos
cabos e soldados no processo. Isso não muda a característica da Policia
Militar como instrumento de manutenção da ordem.
Agora humanizar os policiais que
passam apensar com as suas próprias cabeças e não com as dos seus
coronéis, assim podem entender que seus inimigos não são as vitimas do
sistema, mas o próprio sistema.

  • Jorge Vieira
  • 22/out/2012

Ciente da derrota, Castelo já fala em recorrer ao tapetão

No buraco, Castelo pretende se salvar no tapetão do TRE
Está explicado a plantação da suposta informação
sobre formação de milícias para supostamente apoiar a candidatura de Flávio
Dino ao governo do Estado em 2014.
A falsa informação foi plantada na coluna do
jornalista Reinaldo Azedo (Veja.com) e espalhada através dos blog’s contradados para defender a improvável reeleição do prefeito João Castelo (PSDB), com o único propósito
de confundir o eleitor e preparar terreno para recorrer ao tapetão num Tribunal viciado e tendencioso.   
Na verdade, diante da eminente derrota, o
prefeito partiu vale tudo, característica de político desesperado em véspera de
perder eleição, com a nítida intenção de preparar o terreno para recorrer ao
tapetão.   
Tão logo o jornalista de Veja se prestou a fazer
o serviço sujo, assessores do prefeito se adiantaram em informar aos blog’s
amigo do prefeito que “além do inquérito militar, a coligação “Pra
Fazer Muito Mais”, do prefeito João Castelo, deve protocolar representação
contra Holanda Júnior por crime eleitoral”.
O desespero de Castelo é patente, basta olhar
para o candidato e vê que ele está quase chorando no horário eleitoral porque
sabe que não tem o apoio da população, em decorrência da péssima administração
que realizou ao longo dos últimos quatro anos, e vai ser mandado de volta para casa, com direito a vestir o pijama da aposentadoria.

  • Jorge Vieira
  • 22/out/2012

Todo cuidado é pouco com as pesquisas depois da decisão do juiz provisório Sérgio Muniz

À véspera de publicarem a segunda
pesquisa sobre intenção de voto para o segundo turno na eleição em São Luís, os
institutos de pesquisas estão tendo suas metodologias questionadas por
integrantes do governo federal devido aos erros grotesco e talvez proposital no
primeiro turno das Eleições 2012.  

 

Todo cuidado é pouco com os
institutos, principalmente em reta final da eleição.
No primeiro turno da sucessão em São Luís, por exemplo, o Ibope apresentou João
Castelo (PSDB) na frente com 36% dos votos e Edivaldo Holanda Júnior (PTC) com
30%. Contado os votos, Edivaldo foi quem obteve exatos 36% contra 30% do
prefeito que tenta a reeleição.
Para este segundo turno existe um
agravante ainda maior: As pesquisas estão sendo contratada pelo Sistema Mirante
de Comunicação, de propriedade da família Sarney, que apoia a candidatura de
João Castelo, portanto, todo cuidado é pouco com o que esses institutos posam
aprontar.  
Os erros do Ibope foram tão
gritantes ou propositais no primeiro turno que chegaram a motivar a ministra Chefa da Casa Civil,
Gleisi Hoffmann, a denunciar e pedir providência contra as pesquisas que visam
induzir o eleitor a votar em quem está liderando.  
O blog faz este alerta diante da
boataria espalhada pela campanha do prefeito João Castelo de que os dois
candidatos estariam tecnicamente empatados, quando é público e notório que o candidato
Edivaldo Holanda possui a preferência e caminha a passos largos para impor nova
derrota ao prefeito que, sem ter como virá o jogo, apela para a baixaria.  
O eleitor esclarecido de São Luís,
porém, conhece as traquinagens desses institutos que trabalham sob encomenda e
deve se preparar para não se deixar iludir por qualquer outro resultado que não
seja a manutenção da liderança folgada de Edivaldo.
A irresponsabilidade é
tamanha que até o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, marido de Gleisi,
dirigiu severas criticas à empresa de Carlos Montenegro por ter feito, segundo ele, “um
papelão” na eleição em Foz do Iguaçu.
Em Foz, dois dias antes da
votação, o Ibope divulgou pesquisa que apontava o candidato Chico Brasileiro
(PC do B) com 52% das intenções de voto, contra 45% de Reni Pereira (PSB).
Como a margem de erro era de
quatro percentuais para mais ou menos, eles poderiam estar empatados. Pereira,
no entanto, acabou eleito com 54% dos votos válidos, contra 45% de Brasileiro,
que tinha o apoio dos ministros.
Em
São Luís, cidade com mais de 1 milhão de habitantes, Estado e Município e a
Justiça Eleitoral resolveram participar da campanha de reeleição do prefeito. 
O juiz provisório indicado pelo Tribunal de Justiça (a OAB não indica
juiz para o TRE), Sérgio Muniz, proibiu o Instituto Data M divulgar pesquisas
no segundo turno e impediu que o jornal O Imparcial publicasse a pesquisas na
edição e ontem (domingo, 21) na qual o candidato Edivaldo Holanda teria uma
margem de vantagem de quase 17% sobre o adversário.
O
mesmo “magistrado”, porém, deixou livre os institutos contratados pelo Sistema Mirante e pela
TV Guará, que também está em campanha em favor de Castelo, para divulgar o
resultado que o contratante achar melhor.
Pediram
registro de pesquisa junto ao TSE os seguintes institutos: Escutec, Data M e,
acredite, um tal de Albuquerque Júnior, isso mesmo, do dono da Dalcar e
principal financiador da campanha de João Castelo, Roberto Albuquerque, o mesmo
que havia armado uma arapuca para Edivaldo no debate que não aconteceu.
Como
o juiz provisório decidiu proibir o Data M de divulgar o resultado das
sondagens para o segundo turno, Ecutec (contratado do Sistema Mirante) e
Albuquerque Júnior ( Dalcar) estão livres para fazer o que bem entenderem com
os números, contando com a proteção de Sérgio Muniz.  
É sempre bom lembrar que o Data M foi o único que acertou no resultado do primeiro turno em São Luís e agora, por decisão do “magistrado” está impedido de continuar apresentado a tendência do eleitorado para o segundo turno, ficando livre Escutec e Albuquer Júnior para apresentar o resultado ao gosto do freguês.  
O
fato estranho deste triste episódio da Justiça Eleitoral do Estado foi o jornal
que havia se comprometido publicar a pesquisa do Data M cumprir a decisão do
juiz provisório e não dar sequer uma nota sobre o acontecido, por medo um
cumplicidade. 

  • Jorge Vieira
  • 22/out/2012

Ministra diz que Congresso tem que discutir pesquisas

Gleisi Hoffmann, da Casa Civil, afirma que
levantamento eleitoral não pode ser ‘instrumento de campanha’
LUIZ
CARLOS DA CRUZ
  
A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann
(PT-PR), afirmou anteontem que o Congresso Nacional deve discutir a metodologia
usada em pesquisas eleitorais para evitar que elas se transformem em
“instrumentos de campanha”.
A declaração da ministra foi feita em Cascavel (498
km de Curitiba), antes de ela participar de um evento de apoio ao candidato do
PT na cidade, José Lemos.
As pesquisas, segundo ela, retratam um momento e
apontam uma tendência, mas não podem ser definidoras de votos: “Nós temos
que estudar uma metodologia para que elas não sejam instrumentos de
campanha”.
Gleisi, que é senadora licenciada, acrescentou que
o “Congresso Nacional vai ter de discutir essa situação”.
Há uma semana, também em Cascavel, o ministro das
Comunicações, Paulo Bernardo (PT-PR), marido de Gleisi, havia criticado o Ibope
por causa de pesquisas realizadas no primeiro turno em Foz do Iguaçu e em
Curitiba, onde o instituto fez “um papelão”, segundo ele.
Em Foz, dois dias antes da votação, o Ibope
divulgou pesquisa que apontava o candidato Chico Brasileiro (PC do B) com 52%
das intenções de voto, contra 45% de Reni Pereira (PSB).
Como a margem de erro era de quatro percentuais
para mais ou menos, eles poderiam estar empatados. Pereira, no entanto, acabou
eleito com 54% dos votos válidos, contra 45% de Brasileiro, que tinha o apoio
dos ministros.
Em Curitiba, a pesquisa de boca de urna do Ibope,
com margem de erro de dois pontos percentuais, apontou que Ratinho Junior
(PSC), com 34% das intenções de voto, e Luciano Ducci (PSB), com 29%, iriam ao
segundo turno.
No entanto, quem chegou em segundo lugar, com 27%
dos votos e uma diferença de 0,45 ponto sobre Ducci, foi o candidato apoiado
pelo PT, Gustavo Fruet (PDT), que aparecia na pesquisa com 24%.
No dia seguinte à votação, o Ibope divulgou
comunicados sobre os resultados em que dizia que a disputa em Curitiba fora
acirrada entre os três candidatos na capital do Estado e que não foi possível
“captar a velocidade de recuperação” de Fruet.
Sobre os resultados de Foz, o Ibope informou que
durante a campanha eleitoral apontou a tendência de aproximação entre os dois
candidatos e que a pesquisa divulgada no dia 6 de outubro estava no limite da
margem de erro.
Segundo o instituto, 10% da população não apontou
candidato algum na pergunta espontânea. “Esses eleitores, que decidem seu
voto cada vez mais tarde, fazem a diferença no resultado final.”

  • Jorge Vieira
  • 22/out/2012

TSE investiga contas de 17 partidos políticos

MÁRCIO
FALCÃO
FELIPE SELIGMAN
FERNANDO MELLO
 
 Após constatar uma fraude nas contas do PP, o TSE
(Tribunal Superior Eleitoral) investiga as prestações de outros 16 partidos
para apurar se houve desvios de recursos do fundo partidário.
Uma auditoria vasculha 60 processos com
comprovantes dos gastos repassados à Justiça entre 2001 e 2009.
A Folha teve acesso à relação que é alvo do
pente-fino do TSE. Além do PP, a análise atinge PDT (5 processos), PTB (5), PSB
(4), PMDB (3), DEM (2), PSDB (1) e outros partidos menores.
A abertura da investigação foi determinada pela
presidente do TSE, ministra Cármen Lúcia, no último dia 28.
O objetivo é apurar se o dinheiro do fundo
partidário foi aplicado irregularmente ao mesmo tempo que o TSE, por meio de um
setor chamado Coordenação de Exame de Contas Eleitorais e Partidárias, aprovou
as prestações.
O fundo é constituído por verbas da União, multas,
penalidades, doações e outros recursos. Neste ano, os partidos receberão R$ 324
milhões. Pela lei, a verba deve ser usada em atividades e no funcionamento da
sigla.
A auditoria foi constituída depois da constatação
de irregularidade nas contas de 2000 a 2005 do PP. Apesar de uma série de
problemas, elas foram aprovadas pelo TSE.
O caso do PP também foi enviado para a Polícia
Federal. Tanto a PF como TSE apuram a atuação do ex-coordenador de exame de
contas do tribunal Wladimir Azevedo Caetano, hoje no Conselho Nacional de
Justiça.
A auditoria do TSE já constatou que Caetano
retirava das mãos de subordinados processos de prestação e aprovava as contas.
O tribunal suspeita que o desfalque do PP
ultrapassa R$ 20 milhões. São irregularidades como notas frias e gastos alheios
às atividades partidárias.
Um total de R$ 4,2 milhões se refere a documentos
considerados “inidôneos” para justificar, em geral, pagamentos em
espécie a pessoas não identificadas. Sem documento comprobatório, por exemplo,
foi gasto R$ 1,4 milhão.
Relatório entregue à presidente do TSE diz que
“conclui-se que o PP cometeu fraude processual” e induziu o tribunal
a erro. Os ministros do TSE costumam seguir os pareceres da área técnica.
A rejeição da contas implica na suspensão do
repasse mensal por até um ano, além de ressarcimento.

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