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| Edivaldo Holanda Júnior receberá líderes das manifestações de rua |
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Atual presidente da Embratur, ex-deputado Flávio Dino defendeu constituinte
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A proposta de emenda à Constituição (PEC 193/07) defendida pelo então deputado
federal volta ao centro dos debates por força das manifestações que levaram
milhões às ruas de todo o país.
A proposta de Flávio Dino prevê a realização de plebiscito para autorizar ou
não a revisão constitucional. Nela, seriam discutidos exclusivamente as
reformas politica e tributaria. A ideia é chamar o povo para responder
perguntas sobre a possibilidade de realização da revisão constitucional, o seu
quorum e a sua limitação temática.
“A revisão constitucional é essencial para melhorar as instituicoes politicas e
fazer a reforma tributaria. O plebiscito, autorizado por uma emenda
constitucional, é um bom caminho”, avaliou Flávio Dino.
Após a onda de manifestações que ocorre em todo o país desde a semana passada,
a presidenta Dilma defendeu em reunião com 27 governadores e 26 prefeitos
princípios semelhantes à PEC defendida por Flávio Dino em 2007.
De acordo com a presidenta Dilma, uma vez legitimada a revisão constitucional
pela maioria da população, haverá no país reformas na estrutura política,
econômica e na qualidade dos serviços públicos.
“É necessário que nós […] tenhamos a iniciativa de romper um impasse.
Quero neste momento propor um debate sobre a convocação de um plebiscito
popular que autorize o funcionamento de um processo constituinte específico
para fazer a reforma política que o país tanto necessita”, disse a
presidenta.
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| Edivaldo pleiteou projetos nas áreas de saúde, educação e mobilidade urbana |
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| Othelino cobra explicações de Fialho, o secretário das obras fantasmas |
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| Protesto reumiu cerca de mil manifestantes |
Cerca de mil manifestantes se
concontraram nesta tarde de seguranda-feira em frente ao Tropical Shoping para
protestar contra a corrupção falta de políticas públicas para saúde, educação,
segurança, PEC 37 e pelo fim da oligarquia Sarney.
Começou
a concentração para o ato de protesto convocado pelo movimento São Luís
Acordou, em frente ao Tropical Shoping. Temendo a ação dos arruaçeiros, bancos
e lojas localizadas no área do Renascença, além de fecharem as portas, colocaram
tapumes para proteger vidraças e evitar saques de marginais que estão aproveitando para promover saques.