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Autor: Jorge Vieira
  • Jorge Vieira
  • 17/dez/2013

Deputado repercute pior colocação do Maranhão no Índice de Acesso à Justiça

O
deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) usou a tribuna, na manhã desta terça-feira
(17), para registrar que o Maranhão foi, mais uma vez, destaque negativo na
Imprensa nacional, desta vez no Bom Dia Brasil da Rede Globo por ser o pior no
Índice Nacional de Acesso à Justiça.
Segundo o
parlamentar, falta cidadania e o responsável por isso é o modelo político
implantado pelo grupo Sarney, que empobreceu o Estado e deixou a população sem
o direito sagrado à Justiça.
Othelino
disse que “esse prêmio” vai ser mais uma marca do 13º ano do governo Roseana
Sarney e dos outros anos que o grupo comanda o Maranhão. Para o deputado, o
Estado ganhou mais um campeonato, o de menor índice de acesso à Justiça.
“Não é
mais novidade o de perceber que isto aqui é mais um fruto dos quase 50 anos de
desmando no Maranhão. Falta acesso, advogados, juízes, defensores públicos,
políticas públicas”, argumentou Othelino Neto.Maranhão ser campeão no indicador
negativo. Só falta agora alguém vir dizer que é o prefeito Edivaldo Holanda
Júnior, nesses quase 12 meses de mandato dele, o culpado pelo maranhense ter
dificuldade de acesso à Justiça. Deve, certamente, ter alguém apaixonado pelo
governo que vai dizer isso. Que não vai ter a lucidez

  • Jorge Vieira
  • 17/dez/2013

Aumento da criminalidade em São Luís bate recorde no país

O mapa da violência 2013, organizado pelo Centro
Brasileiro de Estudos Latino-Americanos revela que São Luís registrou aumento
de 267% no número de mortes por armas de fogo dos anos de 2000 a 2010. Os números
colocam a capital maranhense em primeiro lugar, entre todas as capitais
brasileiras. Em relação ao número de homicídios em geral, na mesma década, a
evolução da violência é ainda maior: aumento de 344% de vítimas.

A situação é tão preocupante que o Ministério
Público do Maranhão realizar amanhã (18), a partir das 14h30, no auditório da
Procuradoria Geral de Justiça, audiência pública para discutir o aumento da
criminalidade na Grande São Luís e propor ações coordenadas que combatam a
violência.”. O evento é organizado pelo promotor de justiça José Cláudio Cabral
Marques, que é coordenador do Centro de Apoio Operacional do Controle Externo
da Atividade Policial (CAOp-CEAP) do MPMA. 
O tema tem sido constantemente levantado na Assembleia Legislativa pela bancada da oposição, mas o governo do estado muito pouco ou quase tem feito para reverter o quadro que assusta os moradores da grande São Luís. Segundo o estudo realizado, a evolução da criminalidade pode ser medida também
pelo número de assaltos a coletivos. Foram registrados, em 2012, 260 assaltos
na Região Metropolitana de São Luís. Em 2013, sem contabilizar o mês de
dezembro, o número subiu para 530, totalizando aumento de 103%. “A situação é
muito grave e requer um esforço conjunto das instituições e do Poder Público
para combater o problema”, avalia Cabral.
Segundo pesquisa realizada pelo CAOp-CEAP, no
Instituto Médico Legal (IML), de 2010 a 2013, o número de homicídios também
aumentou. Em 2010, foram registrados 535 homicídios; em 2011, 655; em 2012,
687; e em 2013, dados contabilizados até novembro, registram 848 assassinatos.
Uma das propostas que será lançada pelo MPMA, na
audiência, é a criação do Observatório da Violência, em parceria com o Tribunal
de Justiça, Defensoria Pública, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/MA),
Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e Uniceuma. (Com informações do
MPMA)

  • Jorge Vieira
  • 17/dez/2013

Prévias partidárias nas redes sociais não são propaganda antecipada, diz TSE

A
utilização das redes sociais no período eleitoral é um dos novos temas tratados
na Lei nº 12.891/2013, sancionada na última quarta-feira (11) pela presidente
da República, Dilma Rousseff, e publicada no Diário Oficial da União do dia 12
de dezembro. Com a chamada Minirreforma Eleitoral, determinadas manifestações
nesses grupos de discussão na internet passam a ser permitidas por candidatos e
demais filiados a partidos políticos sem serem consideradas propaganda
eleitoral antecipada.

De acordo com a nova lei, em seu art. 36-A, “não serão consideradas propaganda
antecipada e poderão ter cobertura dos meios de comunicação social, inclusive
via internet: a realização de prévias partidárias e sua divulgação pelos
instrumentos de comunicação intrapartidária e pelas redes sociais; e a
manifestação e o posicionamento pessoal sobre questões políticas nas redes
sociais”.

A lei, no entanto, passa a considerar crimes algumas práticas como “a
contratação direta ou indireta de grupo de pessoas com a finalidade específica
de emitir mensagens ou comentários na internet para ofender a honra ou denegrir
a imagem de candidato, partido ou coligação”.

Quem contratar colaboradores com essa finalidade poderá ser punido com detenção
de dois a quatro anos e multa de R$ 15 mil a R$ 50 mil. Já as pessoas que forem
contratadas para realizar tais ações também incorrerão em crime e poderão ser
punidas com detenção de seis meses a um ano, com alternativa de prestação de
serviços à comunidade pelo mesmo período, e multa de R$ 5 mil a R$ 30 mil.

A Lei n° 12.891/2013 altera, além de pontos da Lei das Eleições (Lei nº
9.504/1997), aspectos do Código Eleitoral (Lei nº 4.737/1965) e da Lei dos
Partidos Políticos (Lei nº 9.096/1995).

Na opinião do presidente do TSE, ministro Marco Aurélio, “o ideal seria uma
disciplina explícita sobre a utilização da internet”. “Mas há na Lei 9.504
preceitos que conduzem a se considerar, por exemplo, uma propaganda via internet
e chegar-se à glosa dessa mesma propaganda”, observa o ministro.

Redes sociais e eleições

Segundo o site Wikipédia, “rede social é uma estrutura social composta por
pessoas ou organizações, conectadas por um ou vários tipos de relações, que
partilham valores e objetivos comuns”. Dentre as mais conhecidas no Brasil e no
mundo estão as redes de relacionamentos Facebook, Orkut, MySpace, Twitter,
Badoo e a rede profissional LinkedIn, todas usadas por meio de conexão à
internet. As principais características dessas redes são a rapidez com que as
informações postadas são compartilhadas e o amplo alcance dessas mensagens.

O uso desses veículos por candidatos, partidos e filiados no período
pré-eleitoral e durante as eleições já foi tema de debates na Justiça
Eleitoral. Em setembro de 2013, por maioria de votos, os ministros do TSE
decidiram que manifestações políticas feitas por meio do Twitter não serão
passíveis de serem denunciadas como propaganda eleitoral antecipada.

A decisão foi tomada na análise de um recurso em que o o Ministério Público
Eleitoral acusava o deputado federal pelo Rio Grande do Norte Rogério Marinho
de propaganda eleitoral antecipada por ter postado em sua conta no microblog
pronunciamentos de lideranças políticas do Estado, todas favoráveis à sua
pré-candidatura.

O entendimento da maioria do Plenário seguiu o voto do ministro Dias Toffoli,
relator de um recurso apresentado por Rogério Marinho contra multa aplicada
pela Justiça Eleitoral do Rio Grande Norte. “Não há falar em propaganda
eleitoral realizada por meio de Twitter, uma vez que essa rede social não leva
ao conhecimento geral e indeterminado as manifestações nela divulgadas”,
afirmou o relator. Para ele, as mensagens postadas no Twitter, os chamados
tuites, “possuem caráter de conversa restrita aos seus usuários previamente
aceitos entre si”.

  • Jorge Vieira
  • 17/dez/2013

Recorde para o turismo brasileiro

Por
Flávio Dino*

É tempo de comemorar! Neste mês
de novembro, o turismo brasileiro viveu um episódio histórico. Chegamos ao
turista número 6 milhões, marca nunca antes alcançada na história de nosso
país. A Embratur comemorou o fato, recepcionando a turista no Aeroporto do
Galeão, uma das portas de entrada que mais cresceram no país. Simbolicamente,
foi escolhida uma turista argentina, país que mais envia visitantes ao Brasil.
Foi uma forma de reconhecer a força de nosso principal parceiro na economia do
turismo.
Com o resultado que se desenha
para este ano, mantemos a marca de crescimento acima da média mundial. No ano
passado, por exemplo, crescemos 5% ante 3% da média planetária. Esse êxito é
fruto da união de esforços entre as iniciativas pública e privada, que no setor
do turismo, precisam caminhar juntas. A participação dos empresários,
acreditando nos destinos, investindo em seus equipamentos e funcionários,
reflete diretamente na capacidade do país em receber bem o turista estrangeiro.
A Embratur tem colocado em
prática um planejamento estratégico de promoção turística do país, que tem
aproveitado a oportunidade proporcionada pelos megaeventos para gerar um ciclo
virtuoso no setor. A Copa das Confederações, a Jornada Mundial da Juventude e a
Copa do Mundo interessam não apenas pelos turistas que trazem durante sua
realização. A exibição desses eventos pela TV, para bilhões de pessoas no mundo
todo, garante uma grande exposição que, se for bem trabalhada, vai consolidar
turismo brasileiro em um novo patamar.
E é o que temos feito, ao
realizar um evento por dia útil no exterior e a grande maioria com a
participação do trade brasileiro, incluindo a ação que criei em minha gestão, o
premiado Goal to Brasil, em que reunimos operadores de turismo dos países que
mais enviam turistas para cá e fazemos uma verdadeira imersão em Brasil,
passando informações detalhadas sobre andamento das obras para a Copa e de
nossos principais destinos turísticos. Além disso, empresários brasileiros são
convidados a participarem de rodadas de negócios, que geram oportunidades reais
de negócios com trade internacional. Com isso, já capacitamos mais de 2 mil
operadores de turismo, preparados para vender viagens para o Brasil com um
grande volume de informações.
O crescimento da entrada de
turistas estrangeiros representa ganhos econômicos diretos para, pelo menos, 10
milhões de brasileiros que ganham sua vida trabalhando com turismo. Obviamente,
o impacto econômico da entrada de dólares por meio do turismo se espraia por
vários outros segmentos da sociedade. Para reforçar a importância do mercado de
viagens, ressalto que este ano, o país já recebeu 5,6 bilhões de dólares entre
janeiro a outubro de 2013, um recorde histórico para o período. Convertido em
moeda nacional, esse montante significou uma receita de R$ 12 bilhões para o
país – 10,7% a mais que no mesmo período do ano passado. Para se ter uma ideia
do que esses quase R$ 12 bilhões representam para o país, é mais do que entrou
em nossa economia por meio de importantes indústrias, como a automobilística,
que gerou US$ 4,6 bilhões de janeiro a outubro deste ano. E é muito próximo do
valor que ingressou em nossa economia com as exportações do setor de papéis e
celulose.
Para ampliar ainda mais a
importância desse setor na economia, na Embratur estamos apostando também na
diversificação do perfil dos turistas, para seguir sempre crescendo. Por isso,
encontrei na semana passada com a ministra da Cultura Marta Suplicy para
debatermos os próximos passos da promoção dos patrimônios históricos
brasileiros. A primeira edição do plano já está em andamento, com investimento
de R$ 3 milhões por parte da Embratur. Faremos, em março, uma exposição em
Madri de nossos 12 patrimônios reconhecidos pela Unesco. São ganhos os quais me
orgulho de ter ajudado a nascer nos últimos dois anos e meio em que estive à
frente da Embratur por determinação da presidenta Dilma.
*
Presidente do Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur), foi deputado federal
e juiz federal

  • Jorge Vieira
  • 16/dez/2013

Othelino rebate governistas e responsabiliza grupo Sarney pelo caos na Saúde Pública do Maranhão

O deputado estadual Othelino Neto (foto), respondeu aos ataques do governista Roberto Costa (PMDB) contra a Prefeitura de São Luís, na sessão desta segunda-feira (16), e disse que a superlotação dos hospitais públicos da capital maranhense é consequência da grande demanda que vem do interior do Maranhão por falta de estrutura nos outros municípios. Ele relatou que vários parlamentares recebem inúmeros pedidos constantes para internações e atendimentos de pessoas que moram em outras regiões do Estado e não encontram lá alternativas de tratamento de saúde.
“Quem e quantos de nós aqui recebem
frequentemente pedidos, apelos vindos do interior do Estado, de políticos e de
eleitores nossos ou não, solicitações de socorro para que nós consigamos uma
vaga em alguma das unidades de saúde aqui de São Luís?”, indagou  Othelino
Neto ao afirmar, na tribuna, que o deputado Roberto Costa faz parte de um grupo
político que comanda o Estado há quase 50 anos, que é culpado pela pobreza do
Maranhão e que agora vem reclamar do Sistema de Saúde Pública de São Luís que
tem problemas porque quase nada foi feito nessas cinco décadas.
O deputado do PCdoB disse que é preciso
deixar claro que o culpado pelo caos na Saúde do Maranhão é o governo do
Estado, comandado pelo grupo Sraney, e não o prefeito de São Luís, Edivaldo
Holanda Jr, que assumiu a administração municipal há quase um ano e ainda não
teve tempo suficiente para aplicar as mudanças necessárias.
Segundo Othelino Neto, além de não
cumprir a promessa de construir e colocar em funcionamento os hospitais no
interior do Estado, o governo Roseana Sarney sabota, permanentemente, a
Prefeitura de São Luís. O parlamentar acrescentou que, nos hospitais do
interior do Estado, se o sujeito adoece e tem uma coisa, que não seja muito
simples e necessita de um atendimento mais complexo, é prontamente despachado
para a capital maranhense, Teresina ou para outro centro que possa dar oferecer
melhor atendimento.
“Como é que este governo do Estado pode
reclamar da Prefeitura de São Luís se é pelo fato deste grupo político não ter
cuidado da Saúde Pública do Maranhão, nos últimos quase 50 anos, que a capital
maranhense está assim com os socorrões superlotados? Quem tiver disposição pode
um dia ir ao Socorrão II e olhar nos corredores como boa parte daqueles
pacientes vêm do interior do Estado”, disparou Othelino Neto.
Othelino ressaltou que, para piorar a
situação, aqueles pacientes que são atendidos em corredores, nem sequer podem
ser contabilizados como atendimentos porque o SUS (Sistema Único de Saúde),
evidentemente, não admite aquelas internações que não estão em leitos oficiais.
Compromisso de
Edivaldo
Ao concluir o pronunciamento, Othelino
disse que o Sistema de Saúde de São Luís vai melhorar muito nos próximos anos,
porque é compromisso da atual gestão. Disse que o prefeito Edivaldo Jr já está
tomando as providências para que, num menor espaço de tempo possível, a
população perceba que a mudança, de fato, está acontecendo e que, em pouco
tempo, a Saúde estará muito melhor.
O deputado aproveitou para citar
algumas medidas já tomadas pela Secretaria de Saúde do Município como as
adequações no Serviço de Pronto Atendimento (SPA) do Hospital da Criança,
aquisição de novos equipamentos e móveis, mais humanização no atendimento e
conforto aos usuários. “As melhorias visam qualificar os serviços da unidade de
saúde, que é referência em urgência e emergência no atendimento infantil em
todo o Estado”, frisou.
Othelino destacou ainda a qualificação
de 45 novos médicos para Atenção Básica à Saúde através de uma especialização
em Saúde da Família, promovida pela Universidade Aberta do SUS (Unasus). A
adesão ao programa foi uma decisão do prefeito Edivaldo Holanda Júnior que
demonstrou sensibilidade diante da necessidade existente hoje no município.

  • Jorge Vieira
  • 16/dez/2013

Manifestação inadequada

Parece que virou rotina em São Luís protesto que impede as pessoas de transitar livremente pela cidade. Ao menor problema, avenidas são interditadas por pessoas que se julgam prejudicadas em seus direitos ou mesmo reivindicam melhorias para seus bairros.
Até decisão judicial, como é o caso do cancelamento da circulação dos veículos taxi-lotação na capital maranhense determinada pela 2ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça, é motivo de protesto e interdição de avenida como ocorreu na manhã desta segunda-feira, 16, na avenida dos Portugueses.
Ressalte-se que não cabe ao Município interferir em tal medida, já que decisão judicial deve ser prontamente cumprida. E que se registre, a polêmica envolvendo os veículos de taxi-lotação é resultado de ação ajuizada pela gestão anterior. 
Portanto, os transtornos causados pela interdição, ocorrida no início da manhã de hoje (16), na Avenida dos Portugueses, em São Luís, organizada por integrantes de cooperativas de taxi-lotação do Itaqui-Bacanga, é mais um fato lamentável. Seria mais adequado que a manifestação fosse realizada em frente ao Tribunal de Justiça, por exemplo.
Atualmente, cerca de três cooperativas de taxi-lotação circulam por ruas e avenidas de São Luís, realizando transporte de passageiros, especialmente nas áreas do Centro e Itaqui-Bacanga. Juntas, transportam em média, 250 pessoas por dia.  Operam na clandestinidade.
O serviço não pode ser autorizado, a menos que passe por processo de licenciamento para funcionar como taxi. Tudo isso pode ser resolvido, mas com diálogo e respeito aos proprietários de táxi-lotação, aos usuários e principalmente às leis estabelecidas. 
Do contrário, vira anarquia.

  • Jorge Vieira
  • 16/dez/2013

Fiema recebe projeto piloto para lideranças sindicais

Foto: Veruska Oliveira
Consultou Marcelo Mattos Lomelino ministrou palestra e curso do projeto
A Federação das
Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema) realizou uma série de ações voltadas
para os sindicatos industriais em dezembro. A principal ação foi o projeto
piloto que juntou a palestra “Desafios do líder sindical na representação do
setor” e o curso “O papel do executivo na superação dos desafios sindicais”,
destinados à preparação de lideranças e executivos dos sindicatos da indústria
maranhense.
A ação faz parte do Programa de
Desenvolvimento Associativo (PDA), iniciativa da Confederação Nacional da
Indústria (CNI), executada nos estados pelas federações.
Segundo a coordenadora do PDA
nacional, Camila Cavalcante, a Fiema foi escolhida para executar o piloto deste
novo projeto pelo nível de organização que a entidade empresarial apresenta na
articulação dos sindicatos empresariais.
“Estive em São Luís em julho. E
vi o nível de organização e de engajamento dos empresários da indústria na
federação. É um projeto que começamos a desenvolver em agosto. Este piloto se
encaixa nas necessidades das lideranças sindicais maranhenses”, observou a
executiva.
O superintendente da Fiema, Albertino Leal, comentou que a
execução deste piloto marca o início de um esforço intenso para fortalecer os
29 sindicatos patronais ligados a Federação.
”A Fiema tem três pilares de sustentação estratégico: defesa dos
interesses da indústria, internacionalização das empresas maranhenses e
fortalecimento dos sindicatos da indústria. Com este piloto estamos apoderando
os sindicatos para potencializar a sua atuação e aperfeiçoar a cultura de
gestão das lideranças sindicais.”, afirmou Leal.
“Este projeto piloto marca uma virada que resultará na
intensificação do Programa de Desenvolvimento Associativo da Fiema, que em 2014
terá mais de 50 ações no interior e na capital”, completou o superintendente da
Fiema.
EXECUÇÃO
O projeto piloto ficou a cargo
do professor convidado da Fundação Getúlio Vargas e consultor da CNI, Marcelo
Mattos Lomelino, que entre outros conteúdos, mostrou cases e
experiências exitosas de sindicatos patronais da indústria na defesa dos
interesses, na negociação coletiva e na prestação de serviços ao setor.
Para o presidente do Sindicato
das Indústrias de Panificação e Confeitaria de São luís (Sindipan), Pedro
Robson de Holanda,  a iniciativa veio em boa hora. “Este projeto piloto é
sensacional. Precisamos de novas ideias, é importante ter contato com
iniciativas de outros sindicatos no Brasil que deram resultado. Acredito que
teremos bons resultados”, disse Holanda.
Lomelino também abordou
estratégias para superação os desafios encontrados nos sindicatos patronais e
discutiu a realidade e o futuro dessas entidades.
“O conteúdo propõe uma forma de
rever o posicionamento dos sindicatos patronais no Brasil, para trazer os
empresários para participar das discussões do seu segmento. Para isso os
sindicatos tem que ser livres, autônomos e fortes, tem que apresentar
resolutibilidade e trabalhar para criação de um ambiente propício aos negócios.
Os casos que apresentamos traduzem estas necessidades muito bem”, comentou
Lomelino.

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