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Autor: Jorge Vieira
  • Jorge Vieira
  • 26/dez/2014

Poder dos Sarney não volta mais, diz Flávio Dino

O Estado
de São Paulo

Responsável pela segunda derrota política do grupo liderado pelo
senador José Sarney (PMDB) em 50 anos de história no Maranhão, o ex-juiz
federal Flávio Dino (PC do B), eleito governador após vencer o peemedebista
Lobão Filho, acredita que o Estado nunca mais voltará a ser governado por um
clã como o do ex-presidente da República. “O grupo Sarney continuará a existir,
mas jamais terá o poder que ostentou durante meio século.”

Para a previsão de Dino se
tornar realidade, os primeiros passos serão dados a partir do dia 1.º, quando
ele tomar posse e assumir o comando do Palácio dos Leões. A solenidade será a
parte mais visível da ruptura política experimentada pelo Estado. O governador
eleito – o primeiro do PC do B no País – será empossado pelo presidente da
Assembleia Legislativa, o deputado Arnaldo Melo (PMDB), que assumiu o governo
após a renúncia de Roseana Sarney (PMDB). A filha do senador deixou o posto no
início do mês, alegando problemas de saúde, e não transmitirá o cargo ao
adversário político.

Após impor a derrota ao
grupo Sarney, como o senhor espera que os membros do clã irão se comportar?
Acredita que enfrentará perseguição por parte dos setores da mídia regional e
da bancada maranhense no Congresso?

O poder instituído pelo
grupo Sarney em diferentes setores não acaba com a derrota no pleito para o
Governo do Estado. Muitas estruturas permanecem ligadas a ele. Mas nós vencemos
as eleições mesmo contra todo esse poderio. Sobre a bancada maranhense no
Congresso, o que o povo espera de cada um deles (parlamentares),
independentemente do seu partido, é que eles defendam os interesses do
Maranhão. Quando fui deputado federal, eu me comportei assim, mesmo sendo oposição
ao governo Roseana (Sarney), e eu espero da nossa próxima representação essa
mesma maturidade.

O Maranhão é um dos
Estados com piores indicadores sociais do País. Em sua campanha eleitoral, o
senhor disse que o grupo que lhe antecedeu passou 50 anos no poder e não fez
nada. Qual a transformação que o senhor propõe para o Maranhão nos próximos
quatro anos?

O objetivo principal do
nosso governo é fazer um Maranhão com mais justiça, mais igualdade. Isso
significa melhorar esses indicadores sociais. Isso não se faz da noite para o
dia, sabemos disso, mas, se o governo não priorizar o assunto, essa situação
não vai mudar. Vamos fazer isso com honestidade na aplicação do dinheiro
público, políticas de gestão inovadoras, e com um novo modelo de desenvolvimento
que vai integrar grandes e pequenos.

O PT não lhe apoiou
formalmente na eleição, mas uma ala esteve presente na campanha e membros do
partido vão fazer parte do seu governo. Como será o seu diálogo com a legenda?

Nosso diálogo permanece
aberto para que o PT do Maranhão faça o caminho de volta. Estamos abertos para
dialogar com todas as correntes políticas que queiram nos ajudar. Tenho feito
reuniões com muitos segmentos sociais. Temos um programa moderno e
transformador que foi aprovado nas urnas por 65% (na verdade, 63,5%) dos
maranhenses. Essa é a nossa referência essencial.

O poder exercido pelos
Sarney e, agora, a derrota desse grupo político despertaram atenção nacional
para o Maranhão. Como é viver essa expectativa em torno de seu futuro governo?

Um ciclo de poder que dura
tanto tempo e que no Brasil só tem longevidade comparada ao reinado de d. Pedro
II chama a atenção do País por si só. Além disso, esse ciclo político resultou
em indicadores sociais muito baixos, que são rotineiramente noticiados, até
internacionalmente. Isso gerou uma forte corrente de simpatia à nossa luta para
virar essa página. Essa energia cívica nos animou durante toda a caminhada.
Estamos bem conscientes da expectativa e da responsabilidade que isso implica.
Faremos um governo bom, honrado e com muitas realizações.

O senhor acredita que a
família Sarney foi derrotada definitivamente?

Nunca mais o nosso Estado
será governado por coronéis. Tenho essa convicção e essa alegria. O grupo
Sarney continuará a existir, mas jamais terá o poder que ostentou durante meio
século. Agora é hora de construir um futuro melhor para a nossa população.
Vamos fazer muitos investimentos públicos. E quero garantir aos investidores
privados: quem acreditar nesse novo momento do Maranhão não vai se arrepender.
Teremos um ambiente institucional que vai impulsionar nosso desenvolvimento.

  • Jorge Vieira
  • 26/dez/2014

Aliados do grupo Sarney ganham convênios de R$ 117 milhões no final da gestão Roseana

UOL

Às vésperas de encerrar o
ano e mudar de gestão, o governo do Maranhão renovou, nos últimos dois
meses, 172 convênios com prefeituras. Praticamente todas as administrações
beneficiadas são governadas por aliados do grupo político dos Sarney, que
deixará o governo do Estado em 1º de janeiro de 2015.

Após a derrota nas urnas
nas eleições de 2014 –quando Flavio Dino (PCdoB) foi eleito o novo governador
do Maranhão já no primeiro turno–, foram fechados convênios que totalizam R$
117 milhões. Os contratos têm prazo final de execução entre os meses de janeiro
e março de 2015, e envolvem diversos tipo de obras.

Apesar de já estar em
período de transição, o novo governo alega não ter sido informado oficialmente
sobre os gastos, e afirma que soube apenas após a publicação atrasada de
diários oficiais do Estado.

Os convênios foram
assinados e divulgados apenas após a renúncia de Roseana. Durante os 20 dias
que antecederam a renúncia da agora ex-governadora e filha do senador José
Sarney (PMDB-AP) e a posse do presidente da Assembleia –Arnaldo Melo (PMDB)– no
governo maranhense, o Diário Oficial do Estado não foi publicado. Todas as
edições que circulariam nesses dias foram colocadas à disposição para consulta
com data retroativa.

Com rival no comando,
capital fica fora da lista de cidades premiadas

Apesar de ser a capital do
Estado e concentrar quase 20% da população, São Luís não foi beneficiada com
nenhum convênio. O prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PTC) é aliado político de
Flávio Dino.

O prefeito afirma que, nos
dois anos em que esteve à frente da gestão de São Luís, o governo do Estado não
o procurou, nem fechou nenhum convênio de repasse de recursos.

Mas se a capital ficou
fora, pequenas prefeituras do interior foram agraciadas com convênios que
preveem distribuição de verbas substanciais. Uma delas é a de Coroatá (247 km
de São Luís), que receberá R$ 1,6 milhão dos cofres estaduais. A prefeita Maria
Teresa Trovão Murad (PMDB) é esposa de Ricardo Murad, deputado estadual e
cunhado de Roseana Sarney.

A prefeitura de Codó
também foi outra beneficiada, com convênios que somam R$ 1,5 milhão. Envolvido
em denúncias de compra de votos, o prefeito Zito Rolim (PV) é apoiador
histórico do grupo Sarney.

Nova administração do MA protesta contra convênios retroativos

A assinatura retroativa
dos convênios foi recebida sob protestos do novo governo. Uma das dúvidas da
gestão Flávio Dino é saber se os convênios serão pagos com o orçamento de 2014,
ou se serão deixados na conta do novo governo, que começa em 1° de janeiro de
2015

“Não há dúvida de que há
direcionamento político. Se eles forem pagos no fim do governo, a toque de
caixa, é um indicativo que pode haver um trabalho de passar um ‘caixa zero’”,
afirmou o coordenador da transição, Marcelo Tavares (PSB).

Tavares afirma que uma das
primeiras medidas que o novo governo vai adotar é a analise dos convênios
retroativos.

“Todos os casos que forem
identificados com indício de irregularidades serão encaminhados para a
Secretaria de Transparência e Controle para levar às instâncias cabíveis”,
disse.

A reportagem do UOL
procurou a secretaria de Comunicação do Maranhão durante a última semana, com
pedido de explicações sobre os convênios e seus pagamentos, mas não obteve
resposta até a publicação.

Em entrevista concedida à
Folha na semana passada, o governador eleito Flávio Dino criticou a renúncia de
Roseana e afirmou que ela vai entregar um governo.

“Estão interrompendo os
pagamentos na área da saúde, que não tem concurso público há cerca de 20 anos.
A dívida com os precatórios está explodindo, e a gente não sabe o que vai ser
quitado e o que vai ficar para o ano que vem”.

  • Jorge Vieira
  • 26/dez/2014

Após vergonhosa derrota do grupo Sarney, a briga agora é pelo espólio do PMDB

A vergonhosa derrota nas eleições 2014 e o consequente desmantelamento
do grupo que mandou no Maranhão nas últimas cinco décadas, agora a virou motivo
de briga pelo espólio do PMDB, último bastião da família Sarney no Maranhão. O
cunhado da ex-governadora, Ricardo Murad, ainda se achando acima do bem e do mal, quer controlar o partido e alçar voo rumo a prefeitura de São
Luís, embora sem a menor chance de êxito na empreitada, mas enfrenta forte
resistência.

O caminho de Ricardo já estaria pavimentado não fosse o fato do PMDB ter
um dono chamado João Alberto de Sousa, presidente estadual licenciado da
legenda, que possui plano diferentes de Murad para 2016, quando estará em jogo
a sucessão na capital. Os peemdebistas ligados ao senador estariam mais
interessados em compor aliança com a deputada neosarneista, Eliziane Gama, que embarcar na
aventura de Ricardo, um político já testado e rejeitado nas urnas pela
população de São Luís.

Boneca do ventrílogo Ricardo Murad, a deputada eleita Andrea Murad trouxe
à luz do dia o clima de disputa pelo comando da sigla no Maranhão. E para
marcar posição foi logo defendendo candidatura própria à presidência da Mesa
Diretora da Assembleia, quando o atual presidente do diretório municipal do
PMDB e líder do bloco, deputado reeleito, Roberto Costa, aliado do senador João
Alberto, prefere fazer uma composição com as demais siglas e garantir espaço
para o partido na futura direção da Casa.  

“A
minha forma de fazer política no PMDB sempre foi pela participação de todos,
nunca fiz a política de exclusão de nomes internamente no partido, em todos os
momentos estive ao lado do senador Lobão Filho em sua candidatura ao governo,
mas acho que antes de opinar não podemos esquecer do passado, quem e quais
causas foram responsáveis pelas divisões internas do nosso grupo; a oposição ao
candidato Humberto Coutinho por questões de interesse pessoal, certamente, não
prevalecerá dentro do PMDB, a política de vetos é ultrapassada e esse tipo de
comportamento já fez com que candidatos perdessem espaço, sempre ajudei a
construir o PMDB no dia a dia, respeitarei a posição de todos, mas vejo como é
fácil falar em nome de um partido, difícil é trabalhar para construí-lo”, observa Roberto Costa

Neófita, Andréa se ampara no fato dos partidos que apoiaram o candidato
do grupo Sarney ao governo, Edinho Lobão (PMDB), terem eleitos 29 deputados
para defender o lançamento de candidatura própria. A parlamentar, no entanto,
se esquece que a grande maioria dos eleitos que tomarão posse em fevereiro já
mudou de lado e declarou apoio ao governador que toma posse dia primeiro de janeiro de 2015, Flávio Dino.

Do grupo de parlamentares eleitos pelas legendas que apoiaram Edinho Lobão,
restaram no grupo apenas a filha e o genro de Ricardo Murad, Andrea e Sousa
Neto, respectivamente, Edilázio Júnior, César Pires e Roberto Costa, sendo que os
dois últimos já anunciaram que não pretendem fazer oposição suicida, assim como
manifestaram o desejo de votar em Humberto Coutinho para a presidência da
Assembleia Legislativa.

As portas do PMDB para os Murad não se fecharam apenas na disputa pela
presidência da Assembleia; quem avisa é presidente do Diretório Municipal,
deputado Roberto Costa. Segundo o dirigente peemdebista tem afirmado, “se
quiser ser candidato a prefeito de São Luís, Ricardo Murad terá que procurar outra
legenda”, pois, segundo ele, “o PMDB tem ordem e comando”.    

  • Jorge Vieira
  • 26/dez/2014

Faltam cinco dias para o fim da oligarquia Sarney

Falta apenas cinco dias o povo do Maranhão sepultar a oligarquia mais longeva do país e iniciar uma nova página de sua história. As eleições 2014 serviram para sepultar
definitivamente dinastias e lideranças políticas de vulto que tentaram manter
seus grupos no poder, mas acabaram sendo derrotados nas urnas e colocados para
fora da vida pública, alguns pelas portas do fundo, como foi o caso senador
José Sarney, no Amapá, e sua filha Roseana, aqui na terrinha.

No Amapá, o ex-presidente Sarney não
teve condições sequer se tentar a reeleição por conta da rejeição da classe
política e do eleitorado local. Mesmo com o grupo do senador João Capiberibe
dando todos os motivos para o retorno de um velho colaborador do cacique
maranhense, Valdez Góis, ao comando do estado, o velho oligarca foi praticamente expulso da lá.    

O senador José Sarney e sua filha governadora Roseana perderam praticamente toda força
no Maranhão, onde o grupo que comandam levou o estado a alcançar os
piores indicadores econômicos e sociais do país. Segundo a última pesquisa divulgada pelo IBGE, Roseana e seu pai  transformaram o estado num
amontado de indigentes, onde  a maioria da população não possui
sequer segurança alimentar.

O povo do Maranhão cansou das
mentiras e falsas promessas e impôs a mais humilhante derrota ao grupo Sarney.
O clã apostou suas fichas no polêmico senador sem voto Lobão Filho (PMDB),
filho do ministro de Minas e Energia Edison Lobão (PMDB), investigado na
Operação Lava Jato da Polícia Federal, e acabou derrotado por Flávio Dino
(PCdoB).

Com a vergonhosa derrota do filho
para o governo do estado e com a Polícia Federal em seu calcanhar, o senador
Edison Lobão só tem um caminho a seguir: vestir o pijama e se aposentar da vida
pública, pois dificilmente terá condições de voltar a pedir votos no Estado,
após ser apontado como beneficiário do maior escândalo de corrupção no país: o “Petrolão”.
   

O grupo, que possui fama de péssimo
perdedor, tendo inclusive roubado dois anos do mandato do ex-governador Jackson
Lago, cassado através de num golpe judicial do TSE, para não entregar o cargo ao
seu sucessor, Roseana Sarney deixou o governo para o
presidente da Assembleia Legislativa, Arnaldo Melo, um político lambe botas que
está aproveitado os últimos suspiros da oligarquia para saquear o estado.

Arnaldo Melo pode raspar o tacho, mas
é bom que não deixe rastro, pois terá que prestar contas à Justiça futuramente.
Melo, que também está se aposentando,  pelo visto ainda não entendeu que esta oligarquia moribunda, comandada
por bandidos de colarinho branco, que assalta cofres públicos há 50 anos, está estrebuchando,
pois faltam apenas cinco dias para o sepultamento do cadáver que está sendo velado desde o dia três outubro.

Dia primeiro de janeiro de 2015,
portanto, ficará marcado na história com a data em que o povo do Maranhão, dará
seu grito de liberdade, após cinco décadas de tirania e dilapidação do
patrimônio público.    

   

  • Jorge Vieira
  • 24/dez/2014

Menos da metade das casas do MA tem alimentação assegurada

iG 

Maranhão e Piauí são os Estados com
menor número de casas em que os moradores têm a alimentação assegurada. No Maranhão,
60,9% dos domicílios sofrem com alguma preocupação com a quantidade de
alimentos, podendo chegar à fome. No Piauí, a situação é enfrentada por 55,6%
dos lares.

O índice dessas unidades federativas
está muito acima da média brasileira, que é de 22,6%. Na região Nordeste e
Norte, apenas o Estado de Rondônia teve índice de segurança alimentar abaixo da
média (21,6%).

Os números foram divulgados nesta
quinta-feira (18) e fazem parte da pesquisa sobre segurança alimentar realizada
pelo IBGE, que registrou relatos de preocupação dos moradores com a quantidade
de alimento disponível na casa nos três meses anteriores ao questionário.

Os estados com maior taxa de lares
com alimentação assegurada são Espírito Santo (89,6%), Santa Catarina (88,9%) e
São Paulo (88,4%).

A pesquisa apontou que, em 2013, 3,2%
dos lares brasileiros tinham passado por situações de privação de
alimentos e fome. Neles moravam cerca de 7,2 milhões de pessoas.

O índice de casas em que algum
morador relatou fome foi mais alto nas regiões Norte e Nordeste, 6,7% e 5,6%
respectivamente. Nas regiões Sudeste e Sul a taxa foi de 1,9% e, na
Centro-Oeste, 2,3%.

Apesar de ainda ter os piores números
de segurança alimentar do País, o Nordeste foi a região que obteve o maior
avanço no número de casas com alimentação suficiente nos últimos nove anos:
15,5 pontos percentuais.

Em 2004, apenas 46,4% dos lares nordestinos estavam
em situação de segurança alimentar. Em 2013 essa proporção chegou a 61,9%.

 

  • Jorge Vieira
  • 23/dez/2014

Herança Maldita: entre forme e educação, prioridade do fim do governo Roseana foram festas

LETYCIA OLIVEIRA

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Na última quinta – feira a Pesquisa Nacional de Amostras de
Domicílios (Pnad) 2013 revelou dados sobre segurança alimentar, feita em 65,3
milhões de domicílios do país, o Maranhão apresentou o menor índice de
segurança alimentar.

Isto significa que o acesso regular a alimentos de
qualidade no estado é muito baixo, em outras palavras, o Maranhão é o estado em
que a população passa mais fome no Brasil. Entretanto, para a ex-governadora
(por longos 16 anos) o estado está no caminho do crescimento e diz sair do
governo com a certeza do dever cumprido. O que será
que o governo estava fazendo neste período que deixou despercebido algo de suma
importância para o povo maranhense?

O momento politico que o estado atravessa é muito delicado,
o governo deixou o Maranhão com os piores índices de desenvolvimento social do
Brasil. No último ano, foi um escândalo atrás do outro. A crise na
penitenciaria de Pedrinhas chocou o país com tamanha violência, o doleiro foi
preso em um hotel em São Luís suspeito de corrupção, o envolvimento do governo
no escândalo da Petrobras…

Esses são só alguns exemplos do descaso que o Maranhão
atravessa, e a cada dia essas contradições se chocam com estatísticas de
miséria, falta de desenvolvimento social e econômico, sem falar na crise de
segurança pública!

No entanto, ao invés de se preocupar com esta situação, a
governadora ,que não teve coragem nem de finalizar o seu mandato, entregando o
governo ao deputado Arnaldo Melo, ainda fez festa de despedida com o dinheiro
do contribuinte para comemorar sua saída pelas portas dos fundos, como disse a
Revista IstoÉ desta semana.

Faltou dinheiro para educação, combate à fome e à
violência. Mas couberam no “apertado” orçamento estadual verbas para festas,
lagostas e champagnes.

                                                                                             

  • Jorge Vieira
  • 23/dez/2014

Movimentos da juventude se mobilizam para participar da posse de Flávio Dino

A União Nacional dos Estudantes (UNE), a União da
Juventude Socialista (UJS) e a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas
(UBES) se mobilizam para marcar presença na cerimônia do dia 1º de janeiro
Assíduas em vários momentos da disputa eleitoral no Estado, as entidades se
destacam como fundamental a participação dos estudantes na cerimônia de posse
do primeiro governador eleito pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB).

“Acredito que a História do Maranhão vai se dividir
em antes e depois do dia 1º de janeiro”, avaliou Eduardo Correa, diretor da UNE
no Maranhão. Ele revelou que também são esperados para este momento
membros da executiva nacional da União Nacional dos Estudantes, como Thiago
José (diretor de comunicação), Thauan Fernandes (diretor de relações
internacionais), Mateus Weber (diretor de universidades privadas), Rafael
Bogoni (diretor da OCLAE) e Iago Montalvão (diretor de universidades públicas).

Para a presidente da UJS-MA, Thays
Campos, o momento é muito simbólico para os jovens. Ela relembrou a
forte participação dos jovens no processo de mudança política do
Maranhão Momentos como os “Diálogos com a Juventude” e as “Plenárias
com osJovens”, foram, segundo ela, uma amostra do modo de governar que Flávio
Dino deseja imprimir no Maranhão.

O entusiasmo com o novo momento político também foi
relatado por Jaine Santos diretora da UBES-MA. Segundo ela, há grande
expectativa para a presença de jovens de todas as regiões do Maranhão para
presenciar a posse do próximo governador. “Durante a campanha tivemos uma
participação massiva da juventude, estamos nos mobilizando para fazer o mesmo
na posse”, garantiu ela.

Juventude e mobilização – Os representantes da juventude do Maranhão esperam
que o próximo governo atenda os anseios dos jovens. Ouvindo mais 120 municípios
do Estado e diversos segmentos sociais, o Programa de Governo de Flávio Dino
expressa as necessidades de milhares de maranhenses.

A campanha de Flávio acendeu em nós a esperança de
ver em nosso futuro, um futuro completamente diferente de nossos pais, avós e
bisavós. Paramos de ser vistos como futuro e passamos a ser tratados como
presente. Nossas demandas foram colocadas no centro do Programa de Governo”,
finalizou Thays Campos.

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