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Autor: Jorge Vieira
  • Jorge Vieira
  • 23/dez/2014

Mesmo com perda de 31% dos repasses, prefeitura de Caxias paga salário dos servidores da Saúde

Apesar
de mais este terrível golpe à saúde dos brasileiros e de Caxias, o Prefeito Léo
Coutinho já determinou o envio aos bancos dos salários dos servidores da saúde
.

Mais um duro golpe na saúde de
todos os municípios brasileiros. O governo federal reduziu o repasse dos
recursos para as prefeituras no mês de dezembro em 31,29%. As verbas que
chegaram atrasadas à prefeitura de Caxias vêm acompanhadas de nota explicativa
do Ministério da Saúde (veja abaixo).  A
decisão do governo federal coloca em risco o funcionamento da saúde de todos os
municípios brasileiros.

Veja o repasse dos recursos à
saúde de Caxias em números de novembro e dezembro.

Repasse federal à saúde em
Novembro/14 – R$ 4.812.097,42

Repasse federal à saúde em
Dezembro/14 – R$ 3.665.238,01

Redução de Novembro para
dezembro – R$ 1.146.859,41

Redução Percentual de novembro
para dezembro – 31,29%

Apesar de mais este terrível
golpe à saúde dos brasileiros e de Caxias, o Prefeito Léo Coutinho, que tem
como uma das prioridades o pagamento em dia dos servidores municipais, já
determinou o envio aos bancos dos salários dos servidores da saúde.

Enquanto isto, a Prefeitura
está remanejando verbas de outras áreas para que a saúde não fique paralisada e,
mesmo com dificuldades, continuar prestando assistência ao mais fundamental bem
da vida humana: a saúde do nosso povo.

 

  • Jorge Vieira
  • 23/dez/2014

TSE valida os votos de Deoclides Macedo e Julião Amim ganha a vaga de deputado federal

Julião Amim ficou a vaga de deputado federal

O Tribunal Superior Eleitoral validou os votos
Deoclides Macedo (PDT) para deputado federal. O ex-prefeito de Porto Franco teve
seus mais de 54 mil votos contados separados por conta de um parecer do Tribunal
de Contas do Estado contrário aprovação de sua prestação de contas,
posteriormente aprovada pela Câmara Municipal.

Com a validação dos votos, cai o deputado federal
Alberto Filho e a vaga será ocupada por Julião Amim (PDT), já indicado secretário
do Trabalho do próximo governo.

O novo deputado deverá tomar posse e se licenciar
para permitir que Deoclides assuma o mandato de deputado federal enquanto ele
estiver servido ao governo de Flávio Dino.

Existe um acordo entre os dois políticos no sentido
de Julião permaneça na equipe já anunciada por Dino e que vai iniciar o novo
governo que se inicia dia 31 de janeiro de 2015.  ue deve ser empossado e posteriormente deverá
tirar licença  

  • Jorge Vieira
  • 23/dez/2014

Legado de Roseana: três das piores escolas do Enem estão no Maranhão

Folha – Três entre as dez escolas com
os piores desempenhos no Enem 2013 estão no Maranhão. No povoado de Cachimbos,
município de Jatobá (a 433 km de São Luís), está a última das 14.715 do
ranking: a escola estadual Centro de Ensino Aluísio Azevedo.

Na cidade de 8.526 habitantes, a
Aluísio Azevedo “segue o modelo da maioria das escolas do Maranhão”, diz o
professor de inglês Reijunior Santos Soares. “Temos uma estrutura precária,
falta material, orientação e gestão.”

A escola tem apenas 23 alunos
–classificados pelo Inep como de nível socioeconômico “muito Baixo”.

Apesar de no cadastro oficial da
escola constar itens como laboratório de informática e biblioteca, a realidade
parece ser outra. “Temos é uma sala cheia de livros empilhados”, diz Rarison
Coelho, 21, ex-aluno e ex-funcionário do colégio.

A nota média da escola, 397,03, corresponde
a pouco mais da metade do desempenho da melhor escola, o colégio Objetivo
Integrado, de São Paulo. Procurada, a Secretaria Estadual de Educação não
respondeu. O diretor da escola não foi encontrado.

Apenas duas posições acima, na antepenúltima colocação
no ranking, está o Colégio Estadual Professora Leda Tajra, em Buriti Bravo,
município com 22 mil habitantes.

    

 

  • Jorge Vieira
  • 23/dez/2014

Vereador Nelsinho Brito defende aprovação do Plano Municipal de Cultura

A Câmara Municipal São Luís aprovou, segunda-feira (22), as mensagens  encaminhadas pelo poder executivo municipal, todas sobre cultura.

Trata-se do Plano Municipal de Cultura, elaborado pelo poder
público municipal e sociedade civil, que juntamente com outros instrumentos,
consolidarão o Sistema Municipal de Cultura em São Luís.

O documento foi entregue ao prefeito pelos
presidentes da Fundação Municipal de Cultura (FUNC), Francisco Gonçalves, e do
Conselho Municipal de Cultural, Elizandra Rocha. A elaboração do Plano
Municipal de Cultura remonta mais de uma década.

Há dois anos, o trabalho foi intensificado, sendo
impulsionado com a adesão da Prefeitura de São Luís ao Sistema Nacional de
Cultura oficializado em janeiro deste ano em acordo de cooperação técnica. O
vereador Nelsinho Brito (foto) discutiu a aprovação das mensagens e defendeu as
aprovações.

Nelsinho afirmou que o Plano Municipal de Cultura
(PMC) passou por um processo de 3 anos de elaboração. Para Nelsinho, os 4
instrumentos aprovados pelos vereadores garantem o acesso as políticas públicas
da cultura e com a participação efetiva de todas as vertentes culturais.

“O PMC é um instrumento democrático de participação
popular. Lamento a não criação da Secretaria Municipal de Cultura, eu tenho a
palavra do Prefeito que esse ano será criada. Se esses instrumentos não fossem
aprovados, a Secretaria seria criada desidratada”, garantiu Bira.

O PMC possui 120 páginas e todos os segmentos foram
convidados para participar da construção coletiva. De acordo com Nelsinho, a
Lei de Incentivo à Cultura, desativada há mais de 10 anos, e a Lei do Fundo
Municipal de Cultura são indispensáveis para a Cultura e para acabar com o
clientelismo e o apadrinhamento político.

  • Jorge Vieira
  • 23/dez/2014

Câmara aprova orçamento do município de SL

A Câmara Municipal de São Luís aprovou, no início
da tarde desta segunda-feira (22), a LOA (Lei Orçamentária Anual) que estima a
receita e fixa a despesa do Município para o exercício financeiro de 2015, nos
termos da Constituição Federal e da Lei Orgânica do Município. Os parlamentares
aprovaram orçamento com estimativa de R$ 2,7 bilhões para a Prefeitura de São
Luís executar no próximo ano.

O líder do governo na Casa, vereador Osmar Filho
(PSB), explicou que o orçamento elaborado é uma estimativa de receita e que
dependerá, dentre outras coisas, da capacidade de arrecadação do Município. Na
avaliação do vereador, existe uma estimativa de melhoria da receita para o
próximo ano e também de um cenário mais favorável à efetivação de parcerias com
o governo do estado.

“É bom que se esclareça que se trata apenas de uma
previsão de receita e nem sempre se chega a esse valor, pois o orçamento
sintetiza o conjunto de prioridades de gastos do governo e dá forma de como os
recursos necessários para custear essas prioridades serão arrecadados por meio
de tributos, contribuições, transferências e outras receitas correntes e de
capital. A gestão do prefeito Edivaldo está comprometida com a melhoria da
cidade”, explicou.

A votação contou com a presença de 28 dos 31
vereadores em plenário. A sessão extraordinária foi iniciada com a
apresentação, feita pelo vereador José Joaquim (PSDB), relator da LOA, do
relatório da Comissão de Orçamento, aprovado por unanimidade pelos pares. “O
orçamento foi tecnicamente muito bem elaborado e discutido com toda esta Casa e
a sociedade civil organizada”, frisou Joaquim.

A peça orçamentária foi aprovada sem nenhuma
emenda, das 85 apresentadas – sendo 78 indicativas e 7 modificativas – por não
atenderem à justificativa constitucional, indo de encontro ao que dispõe o
artigo 166 da Constituição. O presidente da Comissão de Orçamento da Câmara,
vereador Ivaldo Rodrigues (PDT), ressaltou que foi cumprida à risca toda a
agenda estabelecida na comissão. “Ocorreu tudo de forma tranquila, eficiente, equilibrada
para que a LOA pudesse atender as políticas públicas que beneficiem o povo da
nossa cidade”, disse.

O presidente da Câmara, vereador Isaías Pereirinha
(PSL), lembrou que o projeto de Lei Orçamentária Anual foi encaminhado, em
setembro deste ano, para apreciação da Câmara Municipal e desde então foram
realizadas audiências públicas, reuniões e sessões para discuti-lo.

O orçamento de 2015 prevê recursos para a
realização de concurso público para alguns órgãos municipais, reajuste de
servidores que, de acordo com o vereador Pedro Lucas Fernandes (PTB), está na
manutenção da unidade orçamentária. A criação da secretaria de Cultura também
consta no bojo do orçamento.

Na área de saúde estão previstos investimentos de
R$ 691.489.896 e na educação R$ 507.036.846. A área de Obras está contemplada
com o investimento de R$ 339.172.183. A LOA garantiu também que 1,5% da receita
corrente líquida seja destinada para as emendas impositivas, o que corresponde
a R$ 32 milhões e cada vereador tem direito a indicar uma.

Estiveram presentes durante a sessão os secretários
municipais Lula Fylho (Governo) e Severino Sales (Assuntos Parlamentares).

LOA 2015 – A Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria de
Planejamento e Desenvolvimento (Seplan), elaborou a proposta de Lei
Orçamentária Anual (LOA 2015) com a participação de todos os órgãos da
administração direta e indireta do município, recomendando aos núcleos de
orçamento e planejamento das secretarias um entendimento para tentar aumentar a
receita da Prefeitura, observadas as recomendações da Lei de Diretrizes
Orçamentárias – LDO 2015.

  • Jorge Vieira
  • 22/dez/2014

Marcelo Tavares faz balanço da transição e diz que documentos enviados foram precários

Coordenador da equipe de transição designada por
Flávio Dino diz que não teve acesso aos documentos solicitados e seguem sem
informações concretas

Ao fazer um balanço sobre o período de transição,
Marcelo Tavares, coordenador da Equipe de Transição do governador eleito Flávio
Dino, avaliou que o processo praticamente inexistiu, já que a equipe do próximo
governo teve acesso apenas a informações incompletas, truncadas e
insuficientes. Para Marcelo, a aparente disponibilidade do governo que se finda
não representou nada de concreto. “O processo de transição foi precário e
insuficiente. Fomos recebidos para fotos, mas não recebemos informações
concretas”, explicou Tavares.

O coordenador da equipe de transição designada por
Flávio Dino voltou a explicar que o ritmo de recebimento de informações
requeridas junto ao atual governo foi inadequado: das 32 solicitações com
pedidos de detalhamento da estrutura e do orçamento de cada órgão, apenas 09
foram respondidas – muito menos da metade. “O que eles disponibilizaram foram
apernas as informações mais óbvias. As que já são realmente públicas e constam
nos diários oficiais e na internet. Já os contratos de pagamentos, por exemplo,
nós nunca recebemos”, afirmou.

A folha de pagamento do Estado, a execução
orçamentária atual, informações sobre contratos, convênios, precatórios, demonstrativo
de obras e as ações prioritárias de cada pasta não foram repassados à equipe do
próximo governo. Além disso, segundo Tavares, muitos dos contratos que são de
conhecimento público são onerosos e inviabilizam o funcionamento da máquina
pública.

“Essa administração tem algumas situações que
precisam ser vencidas imediatamente. Existem muitos contratos que vampirizam a
máquina pública e nós não tivemos acesso detalhado a eles. Para se ter uma
ideia, alguns contratos chegam a representar metade do orçamento de uma pasta”,
 disse fazendo menção aos contratos da área da saúde e administração
penitenciária.

Falando da necessidade de expor à população os
excessos administrativos do governo que se finda, Marcelo Tavares garantiu que
haverá uma coletiva ainda em janeiro de 2015 para mostrar detalhadamente como
foi aplicado o dinheiro público até dezembro de 2014. Um dos casos citados por
ele diz respeito à compra do Hotel São Francisco. “A Seduc comprou um hotel
completamente sucateado por R$ 25 milhões. Vamos mostrar à população de forma
detalhada. Faremos um esclarecimento para que a população avalie o que foi
feito com o dinheiro público no Estado”.

Dívidas, contratos e empréstimos

“Tem muita coisa estranha nesse governo”, disse
Tavares ao explicar que a gestão que se finda pode não deixar dinheiro em caixa
e que existem muitas dívidas a serem quitadas. Ele lembrou que há três anos o
governo Roseana Sarney não paga os precatórios (dívida que só este ano soma
quase R$ 300 milhões) e que a primeira parcela do empréstimo do BNDES de quase
R$ 7 bilhões chegará em fevereiro de 2015.

“Precisamos olhar para atrás até para não
comprometer os atos de gestão, mas isso não pode comprometer o compromisso que
temos com o presente e com o futuro”, afirmou Tavares, ao explicar que se
houver contratos suspeitos ou irregularidades, eles serão encaminhados para
investigação. 

 

  • Jorge Vieira
  • 22/dez/2014

MPMA solicita perda de mandato da prefeita de Presidente Vargas

O Ministério Público do Estado do
Maranhão (MPMA), por meio da Promotoria de Justiça da Comarca de Vargem Grande,
ajuizou, em 15 de dezembro, Ação Civil Pública por Atos de Improbidade
Administrativa contra sete integrantes e ex-integrantes da administração do
município de Presidente Vargas (Termo Judiciário da comarca), devido a
irregularidades constatadas pelo Departamento Nacional de Auditoria do Sistema
Único de Saúde (Denasus), em processos licitatórios.

Na ação, o promotor de justiça Benedito
de Jesus Nascimento Neto (mais conhecido como Benedito Coroba), requer a perda
do mandato da prefeita Ana Lúcia Mendes.

Além da prefeita, são réus da ação o
pregoeiro municipal Fernando César Pires; o secretário de Administração,
Walterlino Costa, e a secretária de Saúde, Cristiane Machado. Também figuram
como acusados na manifestação os ex-titulares da Secretaria de Saúde, Otavio
Silva Filho, Maria Rosiclede Sousa e Suzana Elaine Rocha.

A manifestação é baseada em seis das 22
irregularidades verificadas pelo departamento, demonstrando que, entre janeiro
de 2013 a fevereiro de 2014, do Fundo Municipal de Saúde de Presidente Vargas,
quatro licitações feitas pela Secretaria de Saúde para aquisição de
medicamentos e material de consumo e para locação de veículos, os acusados
causaram prejuízo aos cofres do Fundo Municipal de Saúde (FMS) no valor total
de R$ 2.511.289,20. A inspeção foi realizada nos meses de abril e maio deste
ano.

Segundo o promotor, a ação somente
aborda seis irregularidades porque elas responsabilizam diretamente a prefeita
Ana Lúcia Mendes e seus subordinados. “Como a maior gestora do município, a
prefeita deveria articular políticas públicas para atender às necessidades da
população e não o contrário”, explica, na ação. Ele acrescenta que as outras
irregularidades serão objeto de ações posteriores.

IRREGULARIDADES – Em uma das licitações, foram gastos R$
1,687.150,49 para aquisição de medicamentos e material de consumo, havendo
irregularidades como ausência de documentos exigidos pela legislação como notas
de empenho, comprovante de publicação do resumo do contrato e o ato de
designação da equipe de apoio ao pregoeiro, entre outras. 

Outros R$ 210 mil foram desembolsados
para locação de veículos para a Secretaria de Saúde, apesar do pregão referente
à contratação indicasse valor diferente. O Denasus também observou que os
veículos locados estavam registrados sob o nome de uma empresa diferente da
vencedora do pregão, indicando sublocação, prática vedada pela legislação.

No segundo pregão para aquisição de
medicamentos e material de consumo, o gasto totalizou R$ 607.448,71. Nesse
processo licitatório, as irregularidades incluem a falta controle de entrada e
de saída de medicamentos, que foram entregues não acompanhados de notas fiscais
e, sim, de notas de entrega, contrariando a lei.

Outra ilegalidade foi o fato de que,
apesar estar oficialmente em licença gestante, uma servidora foi designada pela
prefeita Ana Lúcia Mendes como chefe de recebimento de medicamentos.

PEDIDOS – Além do pagamento de multa civil e do
ressarcimento ao Fundo Municipal de Saúde, o MPMA pede que o Poder Judiciário
condene os réus à suspensão dos direitos políticos por oito anos e à proibição
de contratar com o Poder Público ou receber benefícios ou incentivos pelo
período de cinco anos. Outra sanção solicitada é o pagamento de multa civil no
valor de 100 vezes o valor da remuneração recebida.

O município de Presidente Vargas fica
localizado a 169 km de São Luís.

1 1.934 1.935 1.936 1.937 1.938 2.795

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