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Autor: Jorge Vieira
  • Jorge Vieira
  • 14/abr/2015

Caxias: prefeito Léo Coutinho visita obra de reforma da Praça do Panteon

Praça do Panteon entra na fase final da reforma feita pela prefeitura  

O prefeito Leonardo Coutinho
visitou a fase final da reforma da Praça do Panteon, na última sexta-feira (10).
O gestor municipal esteve acompanhado pelo paisagista responsável, Carlos Delgado
e pelo secretário de Urbanismo Acyr Carvalho. A visita teve por finalidade
fiscalizar a obra e acompanhar o seu andamento.

Cerca de 8 mil mudas de rica
variedade estão sendo plantadas. Serão distribuídas pela praça espécies de
liriópsis, bromélias, palmeiras (imperiais e pescoço marrom), raphis, fênix,
singonios, imbé e moreias.

Além do investimento na flora,
a parte estrutural foi totalmente reformulada com a revitalização das pedras, colocação
de novos bancos de madeiras, restauração dos bustos de vultos históricos, além
da instalação de 38 postes coloniais que resgatam as tradições de Caxias. O
projeto prevê ainda a implantação de parquinho infantil.

Para o secretário de Urbanismo
Acyr Carvalho, a praça do Panteon é um dos mais importantes e belos pontos
turísticos de Caxias. E por isso merece toda atenção. “Estamos trabalhando
diuturnamente para que a praça fique ainda mais bonita para os caxienses e
visitantes. Inovamos em todos os aspectos e estamos visando projetos
sustentáveis para dar maior consistência ao nosso trabalho”, destacou o
secretário.

A nova fonte é uma das belezas
da praça. Ela é um projeto inovador que contará com um sistema de abastecimento
inteligente e possuirá um poço artesiano com ênfase na sustentabilidade.

O prefeito Leo Coutinho está
satisfeito com os resultados. “A praça está ficando maravilhosa, um resultado
além do esperado. Toda a equipe envolvida está de parabéns. Estamos fazendo um
levantamento de todas as praças de Caxias e vamos trabalhar na restauração
delas”, disse ele.

 

  • Jorge Vieira
  • 14/abr/2015

Prefeito Edivaldo discute cooperação institucional com embaixador do Vietnã

Prefeito Edivaldo discute cooperação institucional com embaixador do Vietnã

O prefeito Edivaldo recebeu na tarde
desta segunda-feira (13), no Palácio de La Ravardière, o embaixador do Vietnã,
Nguyen Van Kien, que estava acompanhado da embaixatriz, Luong Le Hien, e do
ministro comercial Phan Ba Uong. A reunião teve como objetivo estabelecer
relação de cooperação mais eficiente e uma maior aproximação entre o Vietnã e a
capital maranhense.

Na ocasião, foi discutida a
assinatura de convênio de Cidade-irmã, com o objetivo de implementar relações
que permitam o intercâmbio de experiências e conhecimento em vários níveis.
Durante o encontro, o prefeito falou sobre as potencialidades de São Luís,
sobretudo na área do turismo.

“Temos desenvolvido relações
internacionais com vários países amigos, para que nossos vínculos comerciais
sejam estreitados e nosso potencial turístico e econômico seja conhecido por
eles e utilizado a favor dos ludovicenses”, disse o prefeito Edivaldo.

Edivaldo também destacou que São Luís
agora vive um novo momento com a parceria entre a Prefeitura e o governo do Estado,
que resultará na melhoria da infraestrutura da cidade e da qualidade de vida da
população.

O embaixador Nguyen Van Keien disse
que a intenção é reforçar outras cooperações como agricultura, comércio
internacional e redução da fome e da pobreza. “O nosso objetivo com esta
visita é reforça a cooperação com o Maranhão e com São Luís”, disse o
embaixador.

Este ano, o Vietnã comemora 70 anos
de liberação do campo de concentração nazista e 40 anos do fim da guerra. Ela
se destaca por sua história de superação sendo uma das economias que mais
cresce no mundo.

A reunião contou com a participação
da primeira-dama do município, Camila Braga, e dos secretários municipais Lula
Fylho (Governo), Socorro Araújo (Turismo), Geraldo Castro (Educação), Tati Lima
(Informação e Tecnologia), Ana Paula Moura Rodrigues (Articulação
Institucional) e Ana Paula Freire de Déa (Relações Internacionais).

  • Jorge Vieira
  • 13/abr/2015

Números desmentem jornal da familia Sarney sobre gastos com segurança

Por Raimundo Garrone e Clodoaldo
Corrêa

Mais uma vez o jornal O Estado do
Maranhão é desmascarado em números sobre o governo do estado. Na ânsia de
atingir o governo Flávio Dino, o matutino desinforma a população.
O governo investiu R$ 103,8 milhões em segurança pública nos meses de
janeiro e fevereiro de 2015 e não os R$ 848 mil apontado pelo diário da
família Sarney na edição deste domingo (12).

No Carnaval, Roseana Sarney gastou
quase o dobro do investimento feito pelo atual governo. Foram R$ 20,2 milhões
em 2014, dos quais uma parte significativa foi para patrocinar a
Beija-flor do Rio de Janeiro em mídia na TV Mirante de propriedade do Clã,
deixando a míngua a produção cultural do Maranhão.

O governo Flávio investiu R$13,6
milhões em carnaval. Investiu até mais do que divulgou O Estado Maranhão, mas
porém, quase R$ 7 milhões a menos do que o governo Roseana e teve um gasto com
segurança de R$ 90.202.036,46 a mais do que mentirosamente foi divulgado
pelo EMA.

O interesse do grupo Sarney é tentar desestabilizar
a segurança pública do Maranhão e assim se livrar da responsabilidade do
passado, quando o setor foi entregue às moscas, com decapitações, assaltos e
assassinatos como nunca se viu no Maranhão.

  • Jorge Vieira
  • 13/abr/2015

Governo e Sebrae firmam termo de cooperação pelo turismo

Secretária assina termo de cooperação para a fomentação do turismo no MA

A Setur (Secretaria de Turismo do Maranhão) e o
Sebrae-MA (Serviço de Apoio à Micro e Pequenas Empresas no Maranhão) firmaram,
nesta manhã (13) um termo de cooperação técnica para desenvolver trabalhos de
fomento do turismo no Maranhão. 

“O Sebrae tem atuação no fomento do turismo em
várias cidades do estado. O trabalho é bastante significativo e está alinhado
com o que o governador Flávio Dino planejou para o setor, focando São Luis,
Lençóis Maranhenses com Delta das Américas e Chapada das Mesas”, explicou a
secretária de Turismo do Maranhão, Delma Andrade.

Segundo a secretária, a assinatura deste Termo de
Cooperação com o Sebrae, parceiro de longa data do turismo do Maranhão, também
poderia ser chamado de Termo de Reciprocidade. 

O documento estabelece mecanismos e parâmetros em
conjuntos de ações de capacitação, trabalhos técnicos, trocas de informações,
com foco na geração de negócios para as micro e pequenas empresas do nosso
Estado. “O governo acredita no Maranhão e nas suas potencialidades. Queremos
que os empresários estejam cada vez mais fortalecidos para melhor receber
nossos turistas”, explicou.

Durante sua fala, o presidente do Conselho Deliberativo
Estadual do Sebrae no Maranhão, Edilson Baldez das Neves, disse acreditar no
turismo como força de mudança da realidade, uma vez que leva renda onde o
emprego não costuma chegar com facilidade. “Estamos construindo com o governo
do estado um ambiente propício ao turismo. O que temos que fazer é dar as mãos
e falar a mesma linguagem”, disse.

“O acordo de cooperação técnica que assinamos com a
Secretaria de Estado do Turismo confirma nossa missão de contribuir com o
desenvolvimento sustentável do estado, e reforça o compromisso com um de nossos
principais parceiros nessa empreitada: o governo do estado do Maranhão. As
ações aqui comprometidas irão estruturar e ampliar a profissionalização da
cadeia produtiva do turismo, permitindo que o Maranhão receba mais turistas,
com mais estrutura e serviços de qualidade”, comentou o diretor superintendente
do Sebrae no Maranhão, João Martins.

Delma Andrade encerrou a cerimônia dizendo que o
Governo do Maranhão não cessará os esforços para inserir o Estado no mercado
turístico nacional, garantindo desenvolvimento para o setor turístico e
transformações significativas nos atrativos e equipamentos, que não servirão
apenas para o visitante, mas sobretudo para o próprio maranhense.

  • Jorge Vieira
  • 13/abr/2015

Filha de Márcio Leite não via problemas em contratos milionários sem licitação da SES

Flávia Leite não questionou os contratos sem licitação
assinados pelo irmão na gestão passada
A filha do ex-secretário adjunto de saúde, Márcio Leite, a procuradora Ministério Público de Contas, Flávia Gonzalez Leite, entrou com representação contra a licitação das OSCIPs da secretaria estadual de saúde por conta dos argumentos pífios das empresas ligadas ao PSDC que tentam “melar” a licitação.
O curioso é que Flávia não via problema e nunca questionou os milionários contratos da secretaria estadual de saúde na gestão passada. E o pior, não questionava o fato dos contratos serem assinados pelo irmão, Márcio Gonzales Leite, nomeado na SES em um nítido caso de nepotismo.
Márcio Gonzalez Leite foi nomeado pela governadora Roseana Sarney em 26 de maio de 2011, quando seu pai já era adjunto da SES, nomeado desde fevereiro de 2011. Em apenas um aditivo, foi destinado mais de R$ 8 milhões para o ICN assinado pelo filho Márcio Leite. Nestes contratos, todos sem licitação, a irmã não via problema.
Flávia Leite e os outros três procuradores ligados ao grupo Sarney que assinaram documento contra licitação, deveriam aproveitar a disposição do momento para questionar o uso de helicópteros alugados pela secretaria estadual de saúde na campanha da candidata a deputada Andrea Murad. Fato concreto e comprovado de ilegalidade que poderia resultar até na cassação do mandato da deputada.
A gestão anterior teve centenas de contratos sem licitação, de valores altíssimos e altamente questionáveis. De repente, o MPC questiona a realização de uma licitação com ampla divulgação. Pra lá de estranho.

  • Jorge Vieira
  • 13/abr/2015

“Dilma cedeu os anéis para entrega os dedos”

Por Luciana Lima
– iG Brasília 

Para analistas
políticos, mudança na articulação explicitou enfraquecimento da presidente, que
pode se tornar refém da sigla aliada

A opção de Dilma Rousseff de entregar
a articulação política ao PMDB explicitou a imagem enfraquecida da própria
presidente e do PT no comando do país. Para especialistas, Dilma foi obrigada a
“ceder os anéis para não perder os dedos” e, caso não consiga reagir, tende a
passar o resto do mandato refém do maior partido aliado. 

A difícil situação de Dilma, segundo
os estudiosos, é consequência da sequência de “erros políticos” cometidos pela
presidente e pelo PT desde as eleições. Embora acreditem que a decisão foi
acertada, eles entendem que ela pode, agora, não surtir efeitos desejados
devido ao avanço do desgaste de Dilma e do governo. 

“A meu ver, entrar neste tipo de
acordo com o PMDB é ceder os anéis para não perder os dedos. Acho que esta é a
metáfora que a gente pode usar e que faz sentido neste momento”, aponta o
cientista político Cláudio Gonçalves Couto, professor do Departamento de Gestão
Pública da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV-SP) e pesquisador do
Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). “Eu acho
que nunca vi um presidente em um período tão curto de tempo de seu mandato,
considerando aí o segundo mandato, tão fraco”, observou Couto. 

“Na verdade, a gente vê cada vez
menos um governo do PT e mais um governo da coalizão, sobretudo do PMDB dentro
desta coalizão”, diz o professor. “Diante de um Executivo muito fraco que não
consegue ter uma maioria sólida no Legislativo, o governo acaba nas mãos de
quem controla a direção do Poder Legislativo. É isso que a gente vê agora”,
destacou Couto, que considera a atitude da presidente acertada em meio às
condições em que ela se encontra, em meio a uma crise de imagem e política.

O cientista político Humberto Dantas
também acha que Dilma acertou em dar ao PMDB participação no núcleo duro do
governo e colocar a articulação nas mãos de Temer. Para ele, a presidente
cometeu uma série de erros principalmente no início do segundo mandato, equívocos
que “certamente” provocariam os problemas políticos pelos quais passa hoje a
presidente.

“Onde ela leu que isso ia dar certo?
Eu juro que eu queria conversar com a pessoa que disse pra ela assim:
tranquilo, relaxa que vai funcionar”, questionou Dantas, professor do Instituto
Superior de Pesquisa e Ensino (Insper) e da Fundação Escola de Política e
Sociologia de São Paulo (FESP-SP).

Na sequência de erros apontada por
Dantas está a formação do núcleo duro do governo somente com ministro petistas,
o fato do PT não abrir mão de disputar a presidência da Câmara e lançar
candidato contra o aliado, além do estimulo à ideia de criação de partidos que
poderiam servir de alternativa ao PMDB dentro da coalizão. 

Em dezembro do ano passado, o
ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, teria tratado sobre a recriação do
antigo PL com o hoje ministro das Cidades, Gilberto Kassab. Além disso,
Mercadante também tratou com o ex-ministro da Educação Cid Gomes, sobre a ideia
de articular uma frente de partidos de apoio à presidente. Esta ideia foi
apresentada pelo próprio Cid como uma alternativa ao Planalto com objetivo de
sair da condição de refém do PMDB.

“Estes três movimentos se equivalem,
em termos de impacto, a colocar um elefante andando em cima de uma palafita”,
comparou. “Será que o PT achou que ninguém fosse ler isso?”, questionou.

Eficácia

O problema é que Dilma, com sua
atitude, muito provavelmente não conseguirá apaziguar uma banda do PMDB e de
outros partidos formada por deputados seguidores do presidente da Câmara,
Eduardo Cunha (PMDB-RJ). Entre peemedebistas, a avaliação é de que Cunha é o
único político do partido a apresentar um projeto claro, o de se cacifar para
disputar a sucessão de Dilma em 2018.

Alguns peemedebistas apontam que
Cunha tem consciência de que sua imagem começa a se consolidar como a “novidade
política dos últimos anos”. Os peemedebistas, em reservado, indicam também que
o presidente da Câmara não abrirá mão deste conceito, se apaziguando em relação
ao Planalto, mesmo que isso crie situações embaraçosas para o vice-presidente
Michel Temer.

Além disso, Cunha e o PMDB são
considerados os únicos capazes de formar maioria na Câmara para a aprovação de
qualquer matéria. “O PMDB é um partido que consegue congregar no seu entorno
uma maioria no Congresso. O PT não é capaz de fazer isso. Daí esta cessão de
poder”,  aponta Couto.

“Existem aspectos ligados às atitudes do PMDB hoje que a gente não pode
ignorar. Estamos em um momento de crise, um momento ruim para o país, e o PMDB
quer se descolar. É claro que tem alguém lá dentro que quer isso e já esteja
dizendo: vamos nos descolar, até porque é um partido gigante. Tem gente dizendo
no PMDB: sou eu”, exemplificou Dantas. “Os sinais já estão sendo dados de que o
PMDB deverá ter candidato em 2018”, considerou Dantas.

  • Jorge Vieira
  • 13/abr/2015

Políticos e sindicalistas destacam aprovação do governo Flávio Dino

Passados os primeiros 100
dias do governo Flávio Dino, lideranças políticas e de movimentos sociais
comentam a excelente avaliação popular do governador em pesquisa de opinião
pública e afirmam que a expectativa positiva em relação à mudança continua desde
a campanha eleitoral.

O desempenho do governador
Flávio Dino ganha ainda mais relevo em face da conjuntura nacional empurrar a
maioria dos governos e da classe política brasileira para o rol dos mal
avaliados pela população.

Para o membro da Direção Estadual
do MST no Maranhão, Jonas Borges, a aceitação ampla da maioria da população do
Estado ao governador Flávio Dino é fruto de um projeto concreto de mudança. “A
expectativa positiva permanece. As demandas reprimidas há décadas foram
apresentadas ao governador, que assumiu compromissos com a política agrária no
estado”, avalia.

Já em relação aos movimentos
sociais, o militante do MST afirma que o governador tem o voto de confiança dos
movimentos sociais nesse importante momento de construção de políticas públicas
para qualidade de vida dos trabalhadores rurais.

Segundo a pesquisa divulgada
pelo Instituto Exata, na última sexta-feira (10), 72% da população maranhense
aprovam o governo Flávio Dino contra apenas 21% que não aprovam a atual gestão
e 7% que não sabem ou não responderam.

Classe política

Na avaliação do
vice-presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto
(PCdoB), o reconhecimento do bom desempenho do governador se dá pelas medidas
destinadas a fiscalização dos recursos públicos e a garantia do acesso da
população à informação sobre todas as despesas feitas pelo Estado, além das
ações de governo pelos mais pobres.

“A marca principal desse
governo, que justifica tamanha aprovação popular, é a opção pelos mais pobres,
como exemplo, o programa Mais IDH que atende os 30 municípios com mais carência
no estado, e o CNH Jovem, além da forma transparente como o governo proíbe,
pune e previne casos de corrupção na administração pública”, analisa Othelino.

Já o deputado Marco Aurélio
(PCdoB) destaca a superação do novo governo em relação à dificuldade que teve
em receber as informações necessárias para o início do trabalho durante o
período de transição administrativa. “O governador chamou a responsabilidade
para si, apesar das dívidas públicas deixadas pela gestão passada”, disse.

O deputado também destacou
ações do governador no interior do estado, valorizando inclusive Imperatriz, a
segunda cidade mais populosa do Maranhão. “A cidade recebeu investimentos nos
primeiros dias de governo e viu serem resolvidos problemas antigos”, comentou.

A pesquisa, realizada em
todas as regiões do estado que entrevistou 1.400 pessoas, entre os dias 2 e 8
de abril, mostrou também que o desempenho pessoal do governador supera em
quatro pontos percentuais (76%) o índice de aprovação do governo. A margem de
erro da pesquisa é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

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