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Autor: Jorge Vieira
  • Jorge Vieira
  • 2/abr/2016

PSD abraça a candidatura à reeleição de Edivaldo

Prefeito Edivaldo (4)O nome do atual prefeito de São Luís à reeleição começa a mexer com o tabuleiro politico da capital e aponta para uma forte e consistente coligação partidária. Na noite desta sexta-feira (1), a cúpula do Partido Social Democrático (PSD) se reuniu com o prefeito Edivaldo Holanda Júnior e decidiu engrossar a fileira dos partidos que já confirmaram o apoio a uma ampla aliança, com vistas à candidatura de Edivaldo nas eleições municipais de 2016.

O encontro contou com a presença do presidente estadual do PSD, Cláudio Trinchão; do presidente do diretório estadual do Partido Democrático Trabalhista (PDT), deputado federal Weverton Rocha; do presidente do diretório de São Luís do Partido da República (PR), Hélio Soares; do vereador Osmar Filho; e demais lideranças políticas e militantes psdecistas.

Para um auditório do PSD lotado, Cláudio Trinchão enalteceu o trabalho desenvolvido pelo prefeito Edivaldo, bem como a competência e honestidade do gestor municipal. “Em quase quatro anos de administração e vários anos de vida pública, ninguém sequer ouviu falar de alguma irregularidade contra Edivaldo. Ele tem trabalho prestado e compromisso, e não tenhamos dúvidas que o seu nome é o melhor para a Prefeitura de São Luís. Ele vem com mais experiência e pode contar com nosso apoio”, afirmou.

Segundo o deputado federal Weverton Rocha, a vinda do PSD para o grupo político que irá conduzir a frente de coalisão na reeleição do prefeito Edivaldo consagra e determina não apenas uma ampla aliança, mas também a certeza que o atual gestor está construindo condições políticas favoráveis em torno do seu nome. “Serão mais de 12 partidos na sua grande coligação e o PSD, que é um dos maiores partidos do Brasil, vem fortalecer e dar qualidade a candidatura do Edivaldo”.

Edivaldo Holanda Júnior agradeceu a recepção calorosa dos militantes do PSD. Em sua fala, ele pontuou os avanços da gestão e as parcerias com o Governo do Maranhão. Entre projetos e obras destacados pelo prefeito Edivaldo como obras de sua gestão estão o maior programa de urbanização realizado na cidade, com pavimentação de ruas, construção e recuperação de praças; a modernização da iluminação pública; a construção de canais e galerias; as obras  de ampliação do Hospital da Criança; a reforma e ampliação de 14 postos de saúde, com melhorias e adequações em outras dez unidades; as intervenções de trânsito; os incentivos aos pequenos negócios no campo, que renderam ao prefeito Edivaldo o prêmio Prefeito Empreendedor 2015; o combate à insegurança alimentar;  entre outras ações.

“Apesar das dificuldades que encontramos na Prefeitura ao assumirmos esta gestão, começarmos a trabalhar desde o primeiro dia. Com o planejamento que fizemos e o apoio do Governador Flavio Dino, hoje estamos com várias obras, programas e ações espalhadas por toda a cidade. Transformamos São Luís em um canteiro de obras.  Nesta semana, tivemos o reconhecimento do Sebrae, no qual recebemos o Prêmio Sebrae Prefeito Empreendedor com um projeto de incentivo a agricultura familiar; e tivemos o marco histórico e corajoso de lançar o Edital de Licitação dos Transportes Urbanos. Por isso, gostaríamos de dar continuidade a esse trabalho e contamos nessa caminhada com a militância de lideranças políticas como as do PSD”, finalizou o prefeito Edivaldo.

Também prestigiaram o ato político e são pré-candidatos a vereador pelo PSD: Jean Marry, Nogueira, Waldemar Lindoso, Márcio Leal, Marinho da Aurora, Capitão Josenildo, Riba da Forquilha, Maria de Jesus, Terezinha do Guaraná, Heleudo Moreira, Capitão Whait, Ricardinho, Rondelson, Willame Rio Branco, Irmâ Gecilda, Daniel Cutrim, Laska Campos, Robert, Eduardo Pastor, Justina Pereira, Pica-Pau, Pedro Furtado, Thiago Sales, Sargento Sampaio, Mauro Sérgio, Danilo, Hans, Yuri Henrique, Francisco Sales, Jeison Nogueira, Carol Carvalho, Baima Vila Embratel, Cleber, Augusto Caldas, Willami Simão, César Bombeiro, Sargento Bastos, Pedro Neves, Francisco Sales, Mauro Sérgio, Socorro, Eron, Maria José Ramos Alves,  Carlso Eduardo Oliveira, Josafa e Alex João Paulo.

  • Jorge Vieira
  • 2/abr/2016

Eliziane filia-se ao PPS e deixa a Rede na mão

eliziane-gama-marina-silva-e1443635757159-960x540A deputada Eliziane Gama, segundo  o presidente do partido, suplente de senador Paulo Matos, está oficialmente filiada ao PPS. Ela retorna à legenda após levar o Fundo Partidário para a Rede Sustentabilidade e retornar sem trazer nada de volta. Prejuízo maior terá o partido de Marina Silva, que com sua saída perde liderança e não poderá indicar mais seus representantes nas comissões permanente da Casa e muito menos fazer parte de CPI.

Eliziane, ao mudar novamente de legenda, deixou a Rede na mão, sem força para fazer parte da vida cotidiana da Câmara, o que provocou reação da direção local do partido que já estuda a possibilidade de lançar candidatura do cientista político Silvio Bembem a prefeito de São Luís, não dando qualquer chance a possibilidade de aliança com a deputada.

A pré-candidata pretendia ter a legenda como aliada, mas agora terá como adversária, pois acaba de promover um verdadeiro estrago na bancada na Câmara Federal. Para ter direito a liderança o partido deve possui no mínimo cinco deputados e com a saída de Eliziane, a Rede passar contar com apenas quatro parlamentares e perde força, fica sem liderança.

O prejuízo só não será maior porque a Comissão Especial que analisa o impeachment foi eleita e não poderá ser modificada, caso contrário, o enrolado presidente da Casa, Eduardo Cunha, certamente, iria rever a presença do líder do partido, Alessandro Molon.

A deputada se elegeu pelo PPS, usou todas as inserções do partido e em seguida, como gratidão, mudou para a Rede Sustentabilidade, onde pensava que seria líder, mas perdeu a liderança para Molon e passou a flertar com vários partidos, do PMDB ao PSB, mas diante das resistências acabou fazendo o caminho de volta e deixando a Rede na mão.

  • Jorge Vieira
  • 2/abr/2016

Impeachment de Dilma seria “estupro à Constituição”, diz autor de 1992

O ex-presidente da OAB Marcelo Lavenère, um dos autores do pedido de impeachment de Collor, em 1992

 Marcelo Lavenère, um dos autores do pedido de impeachment de Collor, em 1992

Carlos Madeiro, UOL – O ex-presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) Marcelo Lavenère disse que, se aprovado, o impeachment da presidente Dilma Rousseff será um “estupro à Constituição”. “Espero que a Câmara tenha um lapso de lucidez e não faça isso”, afirma.

Autor do pedido de impeachment do então presidente Fernando Collor de Mello, em 1992 –ao lado do então presidente da ABI (Associação Brasileira de Imprensa), Barbosa Lima Sobrinho–, Lavenère diz que nem mesmo a aprovação do conselho federal da OAB em apresentar um novo pedido de impeachment com os fatos revelados pela delação do senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS) e os grampos telefônicos convenceram o jurista a mudar de ideia. Ao contrário, o levaram a criticar a Ordem.

“Disse ao presidente da Ordem que a OAB entrou no mesmo barco dos golpistas; ela não é golpista, mas está acompanhada e está tomando o mesmo barco deles. Tomando as mesmas atitudes [dos golpistas], corre o risco de ser confundida como tal”, disse.

Lavenère participou da votação do conselho sobre o impeachment e se posicionou contra a medida. Acha a decisão da OAB “absolutamente equivocada” por se tratar de uma disputa político-partidária e contaminada pelo “conluio midiático com o pensamento único, com noticiários seletivo e distorcido”. “Não considero nenhum desses argumentos”, complementa.

“Primeiro a OAB não pode fazer um pedido com base em delação premiada, ainda mais nas condições em que estão ocorrendo hoje: prende, ameaça a pessoa e diz que, se ela não falar, ficará 30 anos na cadeia. Fazer isso é a negação do instituto da delação. Outra: não vejo nenhum motivo para que o ex-presidente Lula não possa ser ministro. É um ato de escolha dela [de Dilma]. Espero que o STF [Supremo Tribunal Federal] modifique uma decisão de um ministro [Gilmar Mendes] que não tem o mínimo de equilíbrio para julgar. Ele deveria, por uma questão de ética, se colocar impedido de julgar”, analisou.

Para o ex-presidente da Ordem, a decisão será uma mancha na história da entidade. “Não é adequado, nem compatível com a história, com a biografia, com sua luta a favor dos direitos e da legalidade aprovar uma coisa evidentemente abusiva”.

O jurista acredita que o impeachment de Collor deixou o país fortalecido e com grandes lições. “Depois do impeachment, o país saiu muito renovado nas suas convicções democráticas. O Itamar [Franco] assumiu o governo por dois anos, fizemos eleições sucessivas com muita disputa e mandatos de FHC e Lula. Foram quase 25 anos sem aperto, convulsão ou intolerância”, afirmou.

Mas os tempos mudaram, diz Lavenère. “Quando é agora, o Brasil começa a ter essa convulsão, e vejo a democracia em risco. Temos um povo na rua em conflito; as garantias da Constituição violadas sistematicamente pelo abusos da Lava Jato; o vice conspirando contra o seu próprio governo; uma presidente que não pode governar perdendo sua base parlamentar; um pedido de impeachment usado abusivamente como se fosse uma coisa normal, sem crime –isso não é impeachment, é golpe”, apontou.

Questionado, Lavenère diz que em 1992 não houve ataque à democracia e assegura que dois fatos marcam diferenças entre os processos de impeachment de Collor e de Dilma.

“O impeachment de Collor uniu do norte a sul, de rico a pobre, de preto a branco, de mulher a homem. Não teve ninguém que não ficasse feliz. E o de Dilma o país está dividido de maneira terrível. Segunda diferença: o centro das acusações era o Collor, não era o governo do Collor. Não foi o sequestro da poupança, não foi a reforma administrativa desastrosa; foi o irmão do Collor dizendo: ‘Meu irmão é o chefe da gangue’. Agora, nem os que estão pedindo a saída acusam a presidente de ter cometido um crime, um dano ao erário, uma falta grave”, finaliza.

  • Jorge Vieira
  • 1/abr/2016

Câmara aprova aumento da pena para o crime de feminicídio com os agravamentos sugeridos no PL de autoria do deputado Weverton Rocha

weverton-rocha-1O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 3030/15, do deputado Lincoln Portela (PRB-MG), que muda o Código Penal para aumentar, de 1/3 à metade, a pena do feminicídio se o crime for praticado em descumprimento de medida protetiva de urgência prevista na Lei Maria da Penha (Lei 11.340/06).

A matéria, aprovada na forma de substitutivo, de autoria do deputado Alberto Fraga (DEM-DF), traz ainda como destaque a incorporação de mudanças constantes do PL 4572/16, de autoria do deputado Weverton Rocha (PDT-MA).

A proposta do deputado Weverton prevê o agravamento da pena se o crime for praticado contra pessoa menor de 14 anos, maior de 60 anos ou com deficiência ou portadora de doenças degenerativas que acarretem condição limitante ou de vulnerabilidade física; além do crime cometido na presença física ou virtual ou de ascendente da vítima.

Segundo o parlamentar maranhense, a proposta busca contribuir no combate à violência contra a mulher. “A expectativa é que a pena maior possa coibir a prática do feminicídio. Este tipo de crime hediondo, covarde, não deve acontecer”, disse.

O texto aprovado segue para o Senado.

  • Jorge Vieira
  • 1/abr/2016

Kassab garante PSD no palanque de Edivaldo

Gilberto Kassab coloca o PSD no palanque de Edivaldo

PSD é mais um partido a confirmar presença no palanque de Edivaldo

O prefeito Edivaldo Holanda Júnior acertou com o ministro Gilberto Kassab o ingresso do PSD na aliança e vai promover mudança no primeiro escalão do governo para contemplar o novo aliado.

O secretário municipal de Agricultura, Pesca e Abastecimento, Aldo Rogério Ribeiro Ferreira, indicação do senador Roberto Rocha, será substituído por Maria do Carmo Mendes., indicação de Kassab.

Rocha, que apesar deter sido lançado candidato ao Senado pelo prefeito Edivaldo, tornou adversário da administração municipal após se eleger, mantinha posições que agora começam ser retiradas.

A demissão de aliados do senador da administração já vinha sendo reclamada pelo aliados do prefeito e agora começa ser colocada em prática.

  • Jorge Vieira
  • 1/abr/2016

Governador Flávio Dino inaugura e vistoria obras em Riachão e Balsas neste sábado

flavio dinoO governador do Maranhão, Flávio Dino, vai à região sul do estado na manhã deste sábado (2), para realizar inauguração e vistoria de obras nas áreas de Saúde, Educação e Infraestrutura. Em Balsas, o governador realizará a entrega de pavimentação asfáltica e vistoria de escolas, de lá, segue para Riachão, onde será inaugurada a MA-334 e realizada a vistoria em obras no local.

No início da manhã, Flávio Dino estará em Balsas.  Lá serão vistoriadas as obras de reforma e adequação dos Centros de Ensino Maria do Socorro Coelho Cabral e Padre Fábio Bertagnolli. Também será entregue a pavimentação asfáltica, são três quilômetros da Avenida Contorno (no perímetro urbano da MA-006) adaptada ao fluxo de veículos pesados com drenagem profunda nos trechos mais críticos, e, ainda, a assinatura do termo de doação de terreno para implantação do Iema.

Ainda em Balsas, o governador realizará a assinatura do convênio entre o Governo do Estado e o Hospital São José, que é filantrópico e pertence a Sociedade Beneficente São Camilo. O objetivo da assinatura do convênio é reforçar a assistência materno-infantil na região de Balsas. No local, serão ofertados os serviços de urgência e emergência obstétrica, urgência e emergência pediátrica, internação obstétrica, internação pediátrica, serviço de diagnóstico por laboratório clínico, ultrassonografia e eletrocardiograma.

Já em Riachão, será inaugurada a MA-334, num trecho entre Riachão e Feira Nova do Maranhão. Com o total de 61,1km, a obra recebeu o investimento de R$ 31,5 mi. Na oportunidade, o governador Flávio Dino ainda fará a vistoria à reforma do Centro de Ensino Luso Rocha.

  • Jorge Vieira
  • 1/abr/2016

PDT monta coordenação para cuidar das eleições na Grande Ilha

Prefeito Gil Cutrim durante reunião de trabalho com pedetistas da Rposa

Prefeito Gil Cutrim durante reunião de trabalho com pedetistas da Raposa

O prefeito de São José de Ribamar, Gil Cutrim, será um dos coordenadores do PDT nas eleições municipais deste ano na Grande Ilha de São Luís, juntamente com outros membros do diretório estadual, que terão como missão contribuir com a organização da sigla visando fortalece-la.

“Foi com muita honra que aceitei o convite. Agradeço o apoio e confiança dos companheiros de partido, em especial do deputado federal e presidente do diretório regional, Weverton Rocha”, afirmou o prefeito ribamarense.

Em praticamente todos os municípios, o PDT, de acordo com Cutrim, já fechou questão quanto ao seu apoio aos candidatos a cargos majoritários.

Em São José de Ribamar, onde possui quatro vereadores de mandato com amplas chances de reeleição, a sigla apoia a pré-candidatura do tucano e ex-prefeito, Luis Fernando Silva.

Na Raposa, o PDT estará no palanque da jovem Talita Laci, do PC do B. Em Paço do Lumiar, o partido integra a administração do atual prefeito, Josemar Sobreiro (PSDB), e seguirá com o mesmo no seu projeto de reeleição.

Em São Luís, a legenda terá como candidato próprio o atual prefeito Edivaldo Holanda Júnior.

Em municípios próximos da Ilha, o partido também estará engajada no processo eleitoral, como é o caso de Bacabeira, onde apoiará a reeleição de Alan Linhares (PC do B).

“O PDT é um dos partidos que mais vem crescendo no Maranhão. Iremos, nestas eleições, marcar posicionamento firme em todas as regiões do estado elegendo candidatos a prefeito e um expressivo número de vereadores”, finalizou Gil Cutrim.

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