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Mês: julho 2014
  • Jorge Vieira
  • 31/jul/2014

Reformas

Edson Vidigal


Ou vamos todos para as
ruas, primeiro para discutirmos os pontos essenciais das mudanças e, em
seguida, obtido o consenso, enfiarmos nesse Congresso, goela adentro, um
projeto de iniciativa popular para a reforma política ou, sei não, seguiremos
como cegos batendo bengala no chão fofo até despencarmos num despenhadeiro
institucional.


E aí, colegas, vai ser
tão difícil retomarmos a longa estrada das liberdades democráticas quanto o foi
na última ditadura.
Eleições periódicas com
regras ditadas pelos que se mantém na dominação total não legitimam nada, só
servem como coreografia do espetáculo falsamente democrático, até porque, para
eles, a melhor lei eleitoral é aquela pela qual possam sempre ser eleitos.
Não há dita dura ou dita
mole. Tudo que solapa o direito da Nação à alternância na gestão do Governo e,
por consequência, amplia o fosso entre a sociedade e o Estado, solapando
direitos da cidadania, esmagando as divergências, impondo pelo controle
absoluto da mídia o cotidiano da verdade única, nada tem a ver com democracia.
Estamos, todos nós,
brasileiros, em especial os maranhenses, até aaaqui – no limite do que a nossa
boa fé e santa paciência podem tolerar.
O poder político que por
seus partidos abutres controla o Brasil de cima para baixo se imanta de
legitimidade artificial. Resulta de engrenagens falsas, jogadas sujas, de
lances fora das regras que eles próprios, os que fazem do exercício da politica
um rendoso meio de vida, nos impõem de dois em dois anos.
A autonomia plena que a
Constituinte com a melhor das intenções deu aos partidos tem servido para
fortalecê-los, sim, mas como pequenas empresas de grandes negócios. E
negociantes.
Os horários de rádio e de
TV ocupados pelos partidos não são nada gratuitos. Ao contrario da proposição
da lei. Não apresentam ideias realizadoras para algum debate.
Servem para enriquecer
uns poucos e famosos marqueteiros, profissionais em ilusionismo, vendendo
candidatos como pessoas de rara inteligência, competência, probidade e alta
sofisticação, mesmo sabendo que muitos deles já foram vendidos antes em outros
mercados.
Só a iniciativa popular
terá poder para reduzir pela metade o numero de Deputados e Vereadores e ainda
de Senadores por Estado. Por que três Senadores? Dois bastam. E por que mandato
de oito anos? Cinco anos bastam, coincidindo com os mandatos executivos, que
voltarão a cinco anos, sem reeleição.
As eleições para
Deputados e os Vereadores serão um ano antes do Presidente, dos Governadores e
dos Prefeitos, ensejando espaços para debates entre candidatos e com a
participação de lideres da sociedade civil.
Com o voto distrital e o
fim da propaganda dita gratuita dos partidos no rádio e na TV haverá mais
espaço para menos candidatos e os debates focarão questões de maior interesse
das comunidades nos distritos. O eleitor poderá acompanhar de perto a atuação do
eleito e que não fizer bem o seu trabalho não será o mais votado na eleição
seguinte.
Acabaremos também com
esse festim de partidos sem votos, mas com atuação nos legislativos e que pelo
alto preço que cobram só dificultam a governabilidade. O partido que não
obtiver um percentual razoável de votos num determinado numero de distritos só
terá fôlego para concorrer por até dez anos, mas não terá atuação parlamentar.
Os partidos terão de
atuar a partir das bases, proibidas reeleições de seus dirigentes e
prorrogações das suas comissões provisórias.
Todos os candidatos que
terão que passar antes por eleição prévia com voto obrigatório direto e secreto
de todos os filiados numa Convenção.
Assim poderá haver o voto
em lista, ou seja, o voto apenas no partido que já terá escolhido, antes, a sua
chapa em cada distrito.
Fim das coligações
partidárias e do voto proporcional. Esses são outros fatores do atraso
democrático.
Financiamento público de
campanha, mais do que já existe? Instituiremos contribuições apenas de pessoas
físicas em limites fixos para cada cargo e lugar, deduzindo-as do imposto de
renda. Será o incentivo fiscal para a democracia. Mais importante que dispensa
de IPI para compra de carro zero, o que só tem poluído e atrapalhado a mobilidade
urbana nas médias e nas grandes cidades do País.
A Justiça Eleitoral que
tem juiz classista, mas não é paritária, terá seu atual formato rediscutido.
Não pode continuar com juízes emprestados de outros Tribunais, noturna, no caso
do TSE, assoberbada e soturna. Fui Ministro lá, eu sei.
As Cortes de Contas são
outras engolideiras de dinheiros públicos, instrumentalizados para a
perseguição política ou para o acobertamento de malfeitos, conforme os agrados
da situação. Controle externo, fim das regalias, transparência absoluta, focos
da mídia no acompanhamento do que fazem e deixam de fazer.
Não basta exigir do
candidato a cargo eletivo, e todos os cargos são de grande relevo, prova de
alfabetização. Há que se exigir dos candidatos grau de escolarização suficiente
ao desempenho eficaz e honesto das funções que pretendem exercer. Ficha limpa
por si só não basta.

Eis aqui algumas ideias
em circulação para uma agenda de debates com a rapaziada das escolas, das
organizações comunitárias, das igrejas, das noitadas do regue e das torcidas do
futebol.

Se o problema está nas
regras, não adianta nada mudar as cores do time ou trocar os atletas. O jogo
será sempre o mesmo. Então, o jeito é mudar as regras. Reformas políticas já!


 

  • Jorge Vieira
  • 31/jul/2014

“Ajude o Maranhão a derrotar Sarney”

Editorial – Jornal Pequeno

Se ele vai vencer a
eleição ou não ninguém pode afirmar, apenas prever, mas não se diga que a
campanha de Flávio Dino não é uma das mais bem planejadas da história política
do Maranhão. Depois de trazer para dentro de sua coligação todo mundo que nacionalmente
realmente importa, inclusive os três presidenciáveis que têm votos, de reunir à
sua volta cada um dos partidos com peso eleitoral no Estado, à exceção do PMDB,
seu adversário, o PCdoB lança uma campanha capaz de nacionalizar a disputa que
ocorre no Maranhão.

“Ajude o Maranhão a
derrotar Sarney” é um primor da genialidade no marketing político, uma
convocação ao país inteiro para que participe, com recursos, opiniões,
denúncias, manifestações da batalha que aqui se trava contra o grupo que há quase
50 anos dá as cartas no Maranhão. Primeiro porque no Brasil todo mundo quer
derrotar Sarney, assim como, em menor proporção, quer derrotar Collor de Mello,
Renan Calheiros, Jáder Barbalho, dentre outros símbolos dos piores momentos que
o Brasil viveu.

Queiram ou não queiram
seus discípulos no Maranhão, Sarney é um símbolo nacional da decadência
política, uma lembrança do autoritarismo que a ditadura produziu, a mais forte
representação do fisiologismo e figura marcada nos protestos nacionais. Essa
campanha pode provocar furor inaudito nas redes sociais do país e com ela é
possível até que o candidato de oposição tenha encontrado meios de enfrentar os
bilhões de que tanto falam e por que tanto brigam na campanha governamental.

“Ajude o Maranhão a
derrotar o Sarney” é um repto à Nação que tanto torce, reza e sonha há tantos
anos em vê-lo fora da política e do centro de decisões do poder. Sarney, que se
aliou a cada um dos presidentes militares e civis, de 1965 até aqui, e se fez
mentor das piores causas contra a sociedade civil, inclusive contra a reforma
agrária, inclusive contra a corrupção, inclusive e principalmente contra a
alternância de poder; Sarney que foi o rei da inflação quando presidente, que
presidiu o Senado em suas fases mais desmoralizadoras, que subjugou a Justiça,
exposto ao veto de toda a nação brasileira no momento em que disputa a eleição
mais difícil de sua carreira no Estado que dominou com mão de ferro. E com
outras mãos.

Parece que Flávio Dino se
preparou para enfrentar Sarney. Exemplos disso são o confronto jurídico que
empreende, o emparedamento jurídico do Fundema, um projeto que pretendia
transferir dinheiro federal para Prefeituras do Maranhão em pleno período
eleitoral.

Mas a idéia de pedir
ajuda ao Brasil contra Sarney no Maranhão, uma terra em que muitos prefeitos se
comportam como gado no curral do governo, é simplesmente genial. E já está
deixando atarantada, irritada, furiosa, a cúpula do PMDB. O Brasil inteiro a se
manifestar, das mais diversas formas, contra o senador José Sarney. O efeito
disso na mentalidade maranhense pode ser devastador. A idéia é simplesmente
genial, pois sem sombra de dúvidas, o Brasil inteiro quer derrotar José Sarney.

 

 

  • Jorge Vieira
  • 31/jul/2014

Campanha um “Maranhão mais justo, um Maranhão sem Sarney” é lançada em clima de otimismo

A Coligação Todos Pelo Maranhão lançou nesta
quarta-feira à noite, em clima de otimismo e muita expectativa, o site da
campanha nacional “Um Maranhão mais justo, um Maranhão sem Sarney” (http://financiamentopopular.flaviodino65.com.br/).
O objetivo da campanha é mobilizar o Brasil inteiro para ajudar a mudar a
política do Maranhão e, consequentemente, melhorar os índices de qualidade de
vida no Estado.

A página vai recolher doações de moradores de todos
os Estados para a campanha do candidato Flávio Dino, em conformidade com o que
determina a legislação eleitoral e fiscal do Brasil.

Os organizadores explicam que a campanha tem
caráter nacional porque as eleições deste ano no Maranhão terão impacto em todo
o país. A renovação da política maranhense representa também uma nova página na
política brasileira, com a superação de um arcaico e ultrapassado ciclo.

IDH Justo – O lançamento da campanha foi feito durante o “Pacto
por um IDH Justo”, que reuniu Flávio Dino e dezenas de movimentos sociais no
Hotel Rio Poty, em São Luís. O evento foi escolhido porque o objetivo é o
mesmo: melhorar os índices sociais do Maranhão.

Recepcionando o candidato Flávio Dino com a
“Oração Latina”, representantes de 149 municípios maranhenses
cantaram numa só voz e pediram ao candidato para ajudar a retirar o povo do
Maranhão do nível de extrema pobreza.

Os movimentos convidaram Flávio para firmar o pacto
e reverter o baixo IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) do Estado, o segundo
pior do país. Esse índice foi criado pela ONU e mede a qualidade de vida da
população. Flávio aceitou e reafirmou seu empenho em governar o Maranhão para
todas as famílias do Estado, priorizando valores como Justiça e Igualdade para
garantir que existam oportunidades.

“Precisamos libertar o Maranhão”, disse Chico
Miguel,  da FETAEMA, ao falar dos problemas sociais do Estado e da
alternativa representada por Flávio Dino.

Entre os tópicos mais importantes da mobilização
que reuniu movimentos sociais de vários segmentos, está a defesa pela qualidade
de vida dos maranhenses e a distribuição de renda. “Somos 450 mil
maranhenses que passam fome”, disse Rocha Rural, da Federação das
Entidades Rurais do Maranhão, ao reforçar a defesa por mudança.

“O Maranhão precisa ser conectado com os avanços
sociais do país”, acrescentou a presidente nacional da UNE, Virgínia
Barros, criticando os gastos supérfluos do governo maranhense.

 

  • Jorge Vieira
  • 30/jul/2014

TRE-MA define tempo dos candidatos no horário eleitoral

A propaganda eleitoral no rádio e na televisão
começará dia 19 de agosto, com os programas dos candidatos majoritários
divididos em dois blocos de 25 minutos diários.

Segundo divulgou o Tribunal Regional Eleitoral,
nesta quarta-feira (30), Edinho Lobão (PMDB), terá 9 minutos e 28 segundos;
Flávio Dino (PCdoB), 5 minutos e 59 segundos; Antônio Pedrosa (PSOL), 1 minuto
e 11 segundos; Já Zeluis Lago (PPL), Saulo Arcangeli (PSTU) e Josivaldo Correa
(PCB), terão 1 minuto e seis segundos, cada.

Os tempos dos candidatos foram anunciados após a
audiência pública com representantes de partidos e coligações que participarão
das eleições 2014.

A divisão do tempo foi realizada com base nos
critérios previstos na Lei das Eleições.

Os programas para televisão gerados pela TV
Mirante, enquanto a Rádio Timbira ficará responsável pela distribuição para
rádios.

  • Jorge Vieira
  • 30/jul/2014

Bira inaugura comitê central de campanha

Na noite de terça-feira (29), uma grande festa
da militância socialista, dos movimentos sociais e da democracia popular marcou
a plenária de campanha e inauguração do Comitê central da campanha de reeleição
do deputado estadual Bira do Pindaré (PSB).

Com bandeiras e muita alegria todas as comunidades
presentes, lideres sindicais, intelectuais, feirantes, estudantes, professores,
bancários, artistas populares, trabalhadores rurais, profissionais autônomos
cantavam os jingles de campanha e gritavam 40100 para todo o Maranhão.
 
O Comitê central, localizado em frente ao plantão
central da Reffsa, ao lado do posto Ipiranga, no centro de São Luís, se
transformou em um espaço de esperança pela transformação social do Maranhão. As
mais de 400 pessoas que estiveram presentes se emocionaram com o discurso do
candidato a Governador, Flávio Dino, que lembrou sua amizade histórica com Bira
e declarou seu apoio à reeleição do parlamentar.
 
Quando Flávio Dino começou a falar toda militância
já estava emocionada e encheu-se de esperança com o discurso do candidato a
Governador e com o projeto de mudança para o Maranhão. Flávio lembrou que
conhece Bira desde o movimento estudantil, há quase 30 anos, e que nunca
deixaram de sonhar e acreditar em um Maranhão melhor.
 
O candidato ao Governo estadual destacou a formação
pjoteira de Bira e também a época em que advogou para o sindicato dos bancários
e teve que atuar para tirar o Bira da detenção, pois o militante Bira estava
algemado simplesmente por lutar pela classe trabalhadora. Flávio também teve a
oportunidade de se professor do Bira no curso de direito da UFMA.
 
“O Bira representa todas as categorias é uma pessoa
de bem e gostaria que ele fosse um deputado da base do meu Governo. Peço a toda
esta militância que faça a campanha do Bira e com fé em Deus venceremos as
eleições e libertaremos o Maranhão”, disse Flávio.

Por fim o Bira falou muito emocionado, chegando ao
ponto de chorar ao lembrar sua história de superação de vida e o porto seguro
que é sua mãe e sua família. Ele agradeceu todos os presentes e a militância
que organizou a plenária de lançamento.
 
Bira afirmou que sua candidatura representa o
sentimento de mudança e que não comprará voto de ninguém para mudar a realidade
social do Maranhão. Ele lembrou sua trajetória de luta e a dificuldade de viver
em casa de chão batido, estudar em escola pública até receber o título de
Mestre.
 
Bira lembrou sua formação familiar e a base que sua
mãe e principalmente seu pai deixou de oposição radical a oligarquia Sarney.
Ele destacou a missão que doutor Jackson Lago e Manoel da Conceição deixaram
para Flávio Dino de libertar o Maranhão. Bira também agradeceu aos companheiros
do PT que não se renderam a oligarquia Sarney.
 
“Saí do PT, pois o partido caiu nas mãos da
oligarquia, chegaram até a inventar que eu era ficha suja, entretanto vão ter
que me engolir. Ganhei por nove a zero e vão ter que me aguentar por toda vida
até o Maranhão ser o melhor estado do Brasil”, garantiu Bira.
 
Bira também agradeceu o presidente do PSB, Luciano Leitoa,
por sua receptividade e tratamento no partido. Ele afirmou que continuará ao lado
do povo e dos trabalhadores e sua vontade de ser deputado da base do futuro
governador Flávio Dino. “Vou levar ao futuro Governador os problemas e
propostas para o Maranhão. Não serei bajulador”.
 
 

  • Jorge Vieira
  • 30/jul/2014

Presidente do PCdoB faz primeira doação para a campanha “Ajude o Maranhão a Derrotar o Sarney”

Márcio Jerry, presidente estadual do
PCdoB e um dos coordenadores da coligação “Todos pelo Maranhão”, foi o primeiro a
fazer doação para a campanha “Ajude o Maranhão a derrotar o Sarney”. 

Através do Twitter, Jerry registrou a
primeira doação para a campanha eleitoral de Flávio Dino.

O lançamento oficial do site
será durante o lançamento do “Pacto por um IDH Justo”, em São Luís, hoje, às
18h, no Hotel Rio Poty.

As doações serão recolhidas em
conformidade com o que determina a legislação eleitoral e fiscal no Brasil.

O objetivo da campanha é
mobilizar o país inteiro para ajudar a mudar a política do Maranhão

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