A pré-campanha para o Senado entra em sua reta final com um com um ato de violência política praticada contra o pré-candidato, deputado federal Duarte Junior. O que já vinha sendo comentado nos bastidores da eleição foi confirmado nesta quinta-feira (16) quando o partido Avante comunicou que não dará legenda para que ele concorra a uma das duas cadeiras que estarão em disputa.
A articulação que rifou Duarte da disputa teria sido comandada pelos pré-candidatos Weverton Rocha (PDT) e Pedro Lucas Fernandes (União Brasil), que teriam agido junto a direção nacional do Avante parta vetar e não conceder legenda para o concorrente. Sem legenda, o parlamentar não poderá concorrer, mesmo mostrando ser um nome competitivo.
Duarte encontrou muita dificuldade de encontrar abrigo numa legenda política desde que atuou como vice-presidente da CPMI do INSS, despertando a ira de dirigentes partidários enrolados no maior escândalo de corrupção já visto no país e que lesou milhares de aposentados e pensionistas.
Após tentar filiação em vários partidos e ter as portas fechadas, Duarte Junior finalmente conseguiu abrigo no Avante, que agora, sofrendo suposta pressão de adversários políticos, resolveu lhe retirar o tapete e negar a legenda para concorrer ao Senado.
O ato da direção do Avente provocou reação do vice-governador Felipe Camarão (PT) vice-governador e pré-candidato ao Governo do Maranhão, Felipe Camarão (PT), Em postagem na rede social ele classificou a decisão como de “extrema violência política
0 Comentários