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Vai começar o jogo da sucessão do prefeito  Edivaldo Holanda Junior

A semana reservada aos festejos de Momo está indo embora e junto com ela os artistas  que lutam todos os anos para manter  viva  as nossas raízes culturais. Saem de cena as brincadeiras carnavalescas para dar lugar a outros atores com suas habilidades na formação das alianças partidárias que disputarão a sucessão do prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT), em 2020.

Eleito pelo PDT, Edivaldo, até por direito, deve influenciar muito na escolha do candidato, assim como é tida como certa a participação do governador Flávio Dino no núcleo da coligação que deverá ser formada para discutir as opções em condições de disputar e manter a hegemonia do grupo que comanda a Prefeitura de São Luís desde 1988.

E candidato a prefeito da capital é o que não falta. O PDT vê na figura do presidente da Câmara Municipal, vereador Osmar Filho, o perfil ideal para suceder Edivaldo, mas o partido possui outros nomes dispostos a entrar na disputa, a exemplo de Ivaldo Rodrigues e Raimundo Penha, outros dois jovens pedetistas que estariam de olho vaga.

O DEM possui em seus quadros o jovem deputado Neto Evangelista, que se lançou pré-candidato a prefeito de São Luís e já confessou ao titular do blog Jorge Vieira a disposição, se for o jeito, até de mudar de legenda, caso o DEM tomem outro caminho que não seja candidatura própria. A situação facilitou para Evangelista com a desistência de Felipe Camarão de ser candidato.

Como o DEM e PDT estão discutindo uma possível aliança para o pleito municipal de 2020 e Neto Evangelista e Osmar Filho são pré-candidatos, os dois já firmaram compromissos de não brigarem e buscarem o entendimento através do diálogo. “Não existe e menor risco de brigamos por conta de candidatura”, afirmou Neto em recente conversa com o jornalista Jorge Vieira.

E para complicar ainda mais o quadro de pré-candidato, o prefeito de Paço do Lumiar, Domingos Dutra (PCdoB), em artigo publicado neste blog, no domingo (3), defendeu a tese de que o governador Flávio Dino estaria querendo encontrar um lugar em sua equipe de governo para o prefeito de São José de Ribamar, Luís Fernando Silva (PSDB), para torna-lo candidato a prefeito de São Luís.

Com a articulação para início das conversações já na concentração, a situação parece muito mais complicada no campo da esquerda propriamente dita. O PSB tem no deputado federal Bira do Pindaré o nome para colocar na mesa de negociação, mas neste campo surge a figura do deputado federal comunista licenciado Rubens Pereira Júnior, que aceitou abrir mão do mandato para assumir a secretaria de Cidades, de olho na candidatura a prefeito da capital, e se cacifou junto ao Palácio dos Leões.

Como Rubens Pereira, o “Rubão”, pai Rubens Júnior, disse em uma roda de jornalista que o filho somente disputaria, daqui pra frente, eleições majoritárias de prefeito, senador ou vice-governador e ele aceitou o convite para abrir mão do mandato para facilitar a posse de Gastão Vieira (PROS), tudo indica que o Palácio dos Leões vê com bons olhos sua candidatura.

Como se pode observar, existe muita indefinição neste grupo que se articula em torno do prefeito e do governador e tudo indica que haverá ainda muita discussão até chegarem a um denominador comum sobre o melhor nome, mas pode ser que, como estratégia para enfrentar o adversário Eduardo Braide (PMN), único candidato confirmado na sucessão municipal, seja necessário o lançamento de várias candidaturas para garantir o segundo turno.

Quem parece desmobilizado e sem nome para disputar a prefeitura é a oligarquia Sarney. Falam no nome de Adriano, ex-Sarney, e até da titular do IPHAN nacional, Kátia Bogéa, mas os dois são vistos como meros alienígenas e sem o menor vínculo com o eleitorado da capital. Kátia é uma técnica sem histórico de eleições, enquanto Adriano carrega a catinga da oligarquia.

Sem espaço para disputar com alguma chance de vitória, é provável que o grupo Sarney faça gestos para Braide ou até promova a aliança PMN/PV, mas ciente da rejeição que possa levar junto, o representante do PMN, até agora, tem se mostrado distante e ao mesmo tempo receoso em levar para seu palanque a catinga dos Sarney. Mas o jogo só está começado, muita água ainda vai rolar por debaixo da ponte.

1 Comentário

  1. Daylon disse:

    Você esqueceu de citar o deputado estadual mais votado da história de São Luís, DUARTE JR(PCdoB)

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