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Sob nova direção, compromisso da gestão passada do PSB sobre sucessão deve ser revisto

Quem acompanha o cenário político local considerou precipitado a declaração de apoio do ex-prefeito de Timon Luciano Leitoa, sem qualquer discussão interna, à pré-candidatura do senador Weverton Rocha (PDT) ao governo do estado, sem o aval da direção nacional e sendo ele dirigente apenas uma frágil comissão provisória estadual com prazo de validade chegado ao final. Os que assim pensavam tinham toda razão.

Desde o início deste ano era visível a aproximação entre o governador Flávio Dino e o PSB, principalmente após vir a público o convite da direção nacional para que ele se filiasse ao partido e, consequentemente assumisse o comando da legenda no Maranhão, por tudo que ele representa para a política brasileira e por ser a liderança maior do estado. Este indicativo, no entanto, não foi levado em conta pelo ex-prefeito de Timon.

Responsável por comandar sua própria sucessão e liderando um grupo favorito para vencer as eleições de 2022, Dino deixou claro desde o início deste ano que o candidato sairá do consenso entre os dirigentes de partidos, após ampla discussão e tendo como base critérios que passam pelo perfil daquele que tiver compromisso em dar continuidade aos projetos executados pela sua gestão, descartou inclusive pesquisa, como pretendia alguns integrantes do grupo.

Como já era esperado, a filiação de Dino se concretizou dia 22 de junho e lego em seguida foi nomeado presidente da Comissão Provisória Estadual do PSB, o que tonou sem qualquer validade a manifestação da direção anterior de apoio a um dos pretendentes do grupo, pois agora, somente a partir do dia 5 de julho, e que o governador vai iniciar o processo de discussão sobre sucessão, com os debates prolongando até novembro, quando pretende bater o martelo.

O governador, que ainda não manifestou preferência por nenhum dos pré-candidatos, quer trabalhar pela unidade do grupo, construir o consenso em torno do nome que for escolhido. É natural que os pré-candidatos mantenham suas posições e procurem ocupar espaços, porém o bom senso recomenda que o momento é de construir a união, evitar divisão e deixar que o líder maior conduza o processo.

Aproveitando o períodos das festas juninas, durante um evento, ao pedir proteção de São Pedro, Dino fez um comparativo entre o santo e o político mal intencionado: “São Pedro é aquele santo que tem as chaves do céu. Eu acho, decorrido seis anos e pouco de governo, que governar é ter um pouco as chaves nas mãos. A questão fundamental é saber o que fazer com ela, o que fazer com essa chave. Há quem queira a chave do estado apenas para abrir o cofre, abrir o cofre para pegar o dinheiro para aumentar o seu patrimônio pessoal. Infelizmente acontece isso na política, não só no nosso estado ou em nosso país, no mundo”.

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