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Pré-candidatos não mostram o menor temor em enfrentar Eduardo Braide em 2020

A julgar pelo número de pré-candidatos a prefeito de São Luís, o suposto favoritismo do deputado federal Eduardo Braide (PMN), parlamentar mais votado na capital nas eleições de 2018, não assusta nenhum dos diversos nomes do grupo governista que já comunicaram o desejo de disputar o pleito em 2020, quando estará em jogo a sucessão do prefeito  prefeito Edivaldo Holanda Junior (PDT).

Netto Evangelista (DEM), Bira do Pindaré (PSB), Rubens Júnior (PCdoB), Duarte Júnior (PCdoB), Osmar Filho (PDT) se articulam nos bastidores da sucessão para assegurarem suas candidaturas sem dá a menor importância para o provável adversário da oposição, que deve reunir em seu palanque tudo que restou da velha e moribunda oligarquia do ex-senador José Sarney (MDB).

Braide é favorito até agora por ter recebido mais de 100 mil votos na capital em 2018, mas dai lhe colocar a faixa de prefeito antes da disputa existe um fosso muito grande. Basta olharmos para 2016 quando a então deputada Eliziane Gama (Cidadania), a mais votada para deputada federal em 2014, partiu na dianteira. Alguns instituto de pesquisas a davam como franca favorita para vencer a eleição, mas para sua decepção amargou um quarto lugar e quase que encerra sua carreira política.

A então deputada saiu humilhada de uma eleição que ela considerava ganha e somente veio se recuperar na eleição para o Senado em 2018 quando o governador Flávio Dino, diante a eminente fragilidade dela, a pegou perlo braço e pediu aos seus eleitores que dessem um voto de confiança e ela se elegeu senadora derrotando o favoritismo de Edison Lobão e Sarney Filho e aposentando a dupla sarneysista com quase 40 anos de mandatos pelo Maranhão.

Agora quem encontra-se na mesma posição de Eliziane em 2016 é Braide, um jovem parlamentar que se saiu bem nos debates que antecederam a sucessão municipal daquele ano, perdeu no segundo turno para Edivaldo Holanda, mas deixou o nome bastante propagandeado, o que lhe rendeu um mandato de deputado federal e consequentemente a possibilidade de disputar novamente a Prefeitura de São Luís.

Só que desta vez Eduardo Braide não terá pela frente um candidato falastrão, tipo Wellington do Curso, para botar no bolso, como fez em 2016, mas políticos experientes, embora ainda muito jovens, a exemplo de Neto, Bira, Rubens Júnior, Osmar Filho ou Duarte Júnior, afinados no discurso e em condições de debater política e tecnicamente em qualquer campo da atividade administrativa.

Como todos os pré-candidatos possuem potencial de votos, tudo indica que a eleição será decidida em segundo turno e ai a força dos dos dois palácios (Leões e La Ravadiere), com certeza, pesaram muito na definição do pleito e poderão engolir Braide e sua trupe.

E ainda tem um candidato sem tradição partidária, também muito jovem e que está em pré-campanha declarada. Jeisael Marx, um pré-candidato outsider que está reunindo nas comunidades, discutindo seus problemas e já preparando os eleitores para o pleito que se aproxima, é outra ameaça a quem já se considera com a faixa no pleito.

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