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Pobreza no Maranhão das oligarquias é fruto de 60 anos de atraso

Vitorino Freire
José Sarney

     Os dados vergonhosos apresentados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística sobre a pobreza no Maranhão revela o resultado do atraso nos imposto ao longo de 60 anos pelas oligarquias Vitorino Freire/José Sarney. O primeiro passou 20 anos tratando o povo como se fosse gado sem direito a pasto, enquanto o segundo apenas aperfeiçoou este método.

     Ambos cuidaram muito bem de suas famílias, mas deixaram o sofrido povo maranhense no mais completo estado de abandono, sem direito a Educação, Saúde e alimentação ou qualquer perspectiva de desenvolvimento pessoal. Quem não teve condições de ir buscar sabedoria em outros Estados ou até mesmo na capital São Luís, com certeza, ajuda hoje a engordar estes índices degradantes e que deveriam envergonhar nossa governante, mas ela, assim com todo o seu grupo, não está nem ai, quanto mais ignorância, mas fácil fica enganar o povo na época da eleição.
   
     O mapa da miséria repercutiu negativamente no plenário da Assembleia Legislativa. Nele, o Estado do Maranhão aparece com os piores indicadores econômicos e sociais do país. Segundo os dados do IBGE, de uma população de 65, milhões de habitantes, 1,7 milhão está abaixo da linha de miséria e ganha até R$ 70 por mês.
     Pelos números oficiais do Instituto, 25% da população do Estado vivem em condições de indigência plena, o que representa mais que o triplo da média nacional. O Vizinho Estado do Piauí vem logo atrás com uma população de 21,3% de miseráveis. Estes números, segundos os deputados Rubens Júnior (PCdoB) e Eliziane Gama (PPS) não chegam a surpreender por conta, segundo eles, da omissão do poder público.
     Os parlamentares ironizaram a propaganda institucional do Governo, que segundo eles, apresentam um Estado fora de sua realidade. Para o deputado Rubens Júnior, enquanto o Governo Federal tem conseguido avanços na luta contra a pobreza, o Maranhão anda na contra mão. “Essa inanição, essa omissão de políticas públicas efetivas e eficazes do governo refletiram no mapa da pobreza traçado pelo IBGE”, diz Júnior.  
     O parlamentar fez os cálculos e chegou a conclusão que um em cada quatro maranhense está abaixo da linha de pobreza. Muito diferente de Estados ricos onde o percentual de miseráveis da população não ultrapassa 3%, De um total de 16 milhões de miseráveis no país, 10% está no Maranhão. “É o momento do poder público perceber, como bem disse o então Presidente Lula, que o Estado estava na pior condição possível e não muda nada. O pior é que não há perspectiva de mudança no horizonte”, reclama o deputado do PCdoB..  
     Rubens Júnior acrescentou que não há política pública para mudar “um dado tão vergonhoso” e que o maranhense está ficando cada vez mais pobre, ao contrário que vem ocorrendo no país. “Uma coisa vai muito bem neste governo, a comunicação. Até parece que vivemos em outro Estado, onde não há greve de professores, onde a Polícia Militar está satisfeita e onde há 72 hospitais e dez UPA’s funcionando, com helicóptero para atender a todos e 200 mil empregos disponíveis”, ironizou.
     Para a deputada Eliziane Gama, os dados do IBGE não revelam nada de novo nos últimos 40 anos. Passamos todo esse tempo discutindo se quem liderava o ranking da miséria era o Maranhão ou o Piauí. “Basta andar pelo interior do Estado para se conhecer essa triste realidade. Falta tudo para a população ter condições de se desenvolver: comida, Saúde e Educação.  
     Gama acredita que o elevado percentual de pobreza no Maranhão esteja diretamente ligada à carência do setor educacional. Ela informar que somente nos últimos cinco anos é que muitas cidades do interior do Estado passaram a ter escolas de segundo grau. “Eu mesmo vim estudar em São Luís aos 14 anos de idade porque não tinha acesso à educação na cidade onde eu estava”, revela.
     A parlamentar acredita que este quadro somente terá condições de mudança se houver um fortalecimento do setor educacional e interiorização da universidade. “Para mim, investimento na Educação é o passo inicial se agente quiser mudar essa situação constrangedora”, orienta.
     Representante da nova geração de políticos, o deputado Neto Evangelista (PSDB) defende que está na hora do Estado tomar uma providência, pois os mais prejudicados com estes índices vergonhosos são os jovens. Para Neto, ou o governo investe em educação e geração de emprego e renda ou a tendência será o quadro se agravar ainda mais.
     Embora todos os líderes do governo estivessem presentes em plenário nenhum deles pediu aparte ou fez uso da tribuna para contestar as informações do IBGE. Permaneceram calados e sem esboçarem a menor reação até o final do pronunciamento do deputado Rubens Júnior.

1 Comentário

  1. Zé Gotinha disse:

    Estes dois expoentes da política do Pão e Circo, criaram, cada um em seu tempo, bolções de miséria pelo interior do estado. Não conheço todos os municípios do Maranhão, mais nos que passei, vi muitas pessoas com o semblante cançado, triste e sem esperança. E a pessoa que poderia mudar tudo isso é o mesma que os tirou a dignidade. Enquanto o filho dessa pessoa é flagrado pela Polícia Federal e Interpol, com contas na Suíça com valores de mais de US$ 13 milhões, sem nuna ter dado um prego numa barra de sabão, crianças no interior do estado morrem de inanição.

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