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Parlamentares do Maranhão afirmam que Bolsonaro já não tem condições se seguir no comando do país

Antes de estourar mais um escândalo em que o empresário Paulo Marinho (não confundir com Paulo Marinho, o de Caxias), suplente do senador Flávio Bolsonaro (RJ), denunciou o vazamento de informações da operação “Furna da Onça” por um delegado da Polícia Federal para o filho “01” do presidente, o senador Weverton Rocha (PDT) e o deputado federal Márcio Jerry (PCdoB), em live realizada na noite de sexta-feira (15), afirmaram que Jair Bolsonaro (sem partido) já não tem condições de seguir no comando da Nação por uma razão bem mais delicada: a situação do país no contexto da pandemia do coronavírus. Para os dois parlamentares maranhenses, “o presidente brasileiro perdeu a oportunidade de unificar o país na mais grave crise do século.
Na avaliação do senador, o Brasil vive “um momento crítico”, em que os outros poderes da República, Legislativo e Judiciário tem desempenhado um papel fundamental para equilibrar o sistema democrático nacional diante do caos gerado pela falta de uma liderança. “Nós temos hoje a noção de que o que ainda ajuda a equilibrar e manter de pé o nosso sistema democrático são justamente os outros dois poderes da República, tanto o Legislativo quanto o Judiciário. Há uma forte crise no que trata a condução do nosso país”, disse.
Quanto à evolução da pandemia no país, o senador pedetista também alertou que o protocolo de isolamento social, citado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como maior instrumento de controle da pandemia do mundo, tem sido ignorado em razão da falta de um Governo central. “Em todos os lugares do mundo, em qualquer continente, até os líderes que estavam mal avaliados, conseguiram recuperar a sua popularidade no momento de crise que estamos vivendo, da pandemia. Por que eles conseguiram? Porque eles perceberam, todos, que o inimigo é o coronavírus, como é, de verdade”, disse.
Para Jerry, Bolsonaro se limitou a debater apenas o aspecto econômico da pandemia, esquecendo-se da adoção de medidas para defesa da vida. De acordo com o deputado, o Brasil tem precisado enfrentar a pandemia ao mesmo tempo que encara “o vírus da negligência, da  irresponsabilidade e do desinteresse, materializado” na postura do presidente da República. “Bolsonaro permitiu colocar-se um sinal de igualdade, de aliança, com o coronavírus. O mundo tem um padrão de comportamento. Cientistas e médicos, governadores de várias visões partidárias, políticas e ideológicas se esforçam para manter um padrão de acordo com a OMS, e o presidente fica em desacordo com isso, na contramão da agenda necessária”, afirmou o deputado.
Tanto Jerry quanto Weverton concordam que já não há mais condições para que Bolsonaro siga  no comando da nação. “Bolsonaro perdeu a grande oportunidade de unificar o país contra o inimigo comum. O que nos angustia, a todos nós, todos os dias, nestes 90 dias passados até agora, é a expansão da pandemia do coronavírus, que mata pessoas e afeta a economia do país”, disse Jerry.
Weverton ainda lembrou que o presidente tem dificultado a vida de gestores estaduais com a postura negacionista.  “Se o presidente Bolsonaro tivesse chamado os prefeitos e governadores, estavam todos com ele na mesma mesa. Porque todos compreendem que agora o adversário é um só, que é o vírus que está matando milhares de brasileiros. Nós temos responsabilidade com a vida e temos que fazer este trabalho. Então, hoje, temos o entendimento de que o presidente não tem mais condição nenhuma de liderar o processo”, disse.

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