As falas na reunião ministerial do dia 22 de abril, alvo de denúncia do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, que motivou o processo sobre suposta intervenção do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal, continuam tendo forte repercussão, principalmente nas redes sociais.
Nesta manhã de sábado (23), o governador Flávio Dino (PCdoB) voltou a se manifestar e classificar como teses milicianas os discursos onde não faltaram agressões às instituições e até revelação de que o presidente possui um sistema de informação paralelo.
“Teses e práticas milicianas: sistema paralelo de “informações”, armar a população para fins políticos e destruir todas as instituições do estado (governadores, prefeitos, Supremo, bancos públicos, etc)”, postou Flávio Dino em seu perfil no Twitter.
A postagem do governador provocou forte reação dos internautas e um número bem grande de comentários nada satisfatórios aos ministros que se pronunciaram e alertando para o caráter antidemocrático desse governo mais preocupados em armar seguidores do presidente do que a pandemia que assola o país.
A internauta Elza Cavalcanti, por exemplo, postou a seguinte mensagem: “Mais claro do isso não tem. Governo antidemocrático! Brasil está perdido nas mãos desses loucos. Enquanto pensam só em manter o governo deles os brasileiros estão morrendo”.
Em outra resposta à publicação de Flávio Dino, Luiz Fernando Santos observa: “A confissão de fato que agora se tornou notório: há um Estado paralelo, com um sistema de informações e, também, armado. A foto de “apoiadores” fardados em frente ao palácio fazendo flexões, comprova”.
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