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  • Jorge Vieira
  • 5/nov/2019

A ingratidão de Bolsonaro com São Pedro dos Crentes

O governo Jair Bolsonaro quer extinguir municípios com menos de 5 mil habitantes. A medida, entregue pelo ministro da Economia Paulo Guedes afetaria, pelo menos, quatro municípios maranhenses, entre eles São Pedro dos Crentes, que tem como prefeito Lahesio Bonfim, do PSL, mesmo partido do presidente.

De acordo com o IBGE, o município de São Pedro dos Crentes tem 4.668 habitantes, ou seja, estaria incluído na reforma proposta pelo governo Bolsonaro. A extinção da cidade seria um ato de ingratidão do presidente da República, que inclusive recebeu o prefeito Lahesio no mês passado.

Os outros municípios do Maranhão que podem ser incorporados pelas cidades vizinhas são Nova Iorque, São Félix de Balsas e Junco do Maranhão.

Agora, o prefeito Lahesio, defensor ferrenho do governo Bolsonaro, pode nem conseguir concorrer à reeleição no ano que vem.

Quanta ingratidão!

  • Jorge Vieira
  • 5/nov/2019

Indicação de Othelino Neto garante mais segurança ao povoado Três Furos em Presidente Sarney

Em sua segunda agenda de trabalho na Baixada maranhense, após prestigiar entrega de viaturas policiais em Pinheiro, o presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), também participou, nesta terça-feira (5), da inauguração de um Posto Policial no povoado Três Furos, localizado em Presidente Sarney. O benefício, conquistado por meio de indicação do parlamentar e com apoio do Governo do Estado, foi entregue pela prefeita do município, Valéria Castro,

“É razão de grande satisfação retornar ao município, ajudando a levar benefícios. Contribuir para promover melhorias à cidade é a melhor forma de agradecer e prestar contas à população”, ressaltou Othelino Neto, destacando, ainda, a chegada de mais três policiais fixos e de uma viatura para o povoado.  “A prefeita Valéria tanto nos solicitou, e nós conseguimos mediar esse pleito com o Governo do Estado, que prontamente atendeu. Ficamos muito felizes com a conquista, que irá somar para a melhoria da segurança na região”, acrescentou.

O anúncio dos equipamentos, também frutos de indicação do deputado Othelino Neto, foi feito pelo comandante geral da PMMA, coronel Ismael Fonseca. “É um reforço estratégico não só para eventos sociais, mas também para o dia a dia dos moradores de Três Furos e adjacências”, explicou Fonseca.

Na oportunidade, o presidente da Assembleia Legislativa destacou, ainda, a lei de sua autoria, sancionada recentemente, que permite que prefeituras e Poder Executivo firmem cooperação para reforço na área da Segurança Pública. “A partir desta lei, prefeituras conveniadas poderão contratar policiais, em seus horários de folga, para reforçar a estrutura policial do município em eventos especiais ou quando houver necessidade”, explicou Othelino Neto.

A prefeita Valéria Castro agradeceu a melhoria no policiamento, realizada pelo Governo do Estado, em parceira com o Legislativo Estadual. “Ficamos agradecidos com a chegada do reforço para a segurança dos moradores, que, agora, passam a se sentir mais tranquilos em seus lares. A gente só tem a agradecer a parceria do deputado Othelino Neto, um grande amigo do nosso município”, disse.

Também atuante na região, a deputada estadual Thaiza Hortegal, acompanhada do prefeito de Pinheiro, Luciano Genésio, participou do ato. “Além de ser bastante populoso, é um povoado muito movimentado, principalmente nos fins de semana, por moradores de municípios vizinhos ou de outras localidades próximas. Por isso, precisa de atenção especial no quesito segurança. Com esta ação conseguimos garantir mais tranquilidade tanto para os moradores, quanto para quem circula por aqui”, avaliou a parlamentar.

  • Jorge Vieira
  • 5/nov/2019

Institutos alvo do Gaeco tiveram acesso a recursos públicos entre 2009 e 2018

As investigações sobre os dois institutos alvos da operação “Faz de Conta”, realizada pelo Gaeco e o Ministério Público nesta terça-feira (5), indicam que eles começaram ter acesso a recursos públicos via iniciativa de alguns vereadores de São Luís, após o “Renascer” e “Periferia” serem reconhecido como sendo  a “utilidade pública”, o que lhes permitiu celebrarem convênios com a Prefeitura de São Luís através de emendas parlamentares.
Conforme a investigação do Ministério Público, os institutos passaram a obter benefício após serem declaradas instituições “sem fins lucrativos”, o que ficou está sendo agora questionado diante da suposta fraude para obter por meios ilícitos recursos públicos.

Segundo a investigação em curso, o Instituto Renascer passou a ter acesso a recursos públicos a partir de 2018, após a proposta do vereador Honorato Fernandes (PT) ser aprovada e consequentemente transformar a entidade sob suspeita em instituição de utilidade pública no final de 2017, conforme publicação no Diário Oficial do Município.

O Instituto Periferia, por sua vez, vem se beneficiando da fraude a mais tempo. A entidade foi considerada de utilidade pública desde a gestão do prefeito João Castelo, quando foi considerada de utilidade pública em 2009. Existe suspeita de que o Periferia seja ligado ao vereador Isaías Pereira, o Pereirinha.

Segundo o Gaeco, os institutos eram utilizados para desviar emendas parlamentares.

  • Jorge Vieira
  • 5/nov/2019

Bira propõe diligência ao Maranhão para apurar indícios de violência e violação dos direitos dos povos indígenas

O deputado federal Bira do Pindaré (PSB) ingressou, nesta terça-feira (05), com o requerimento n° 174/2019 junto à Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados solicitando a realização de diligência às terras indígenas do Maranhão para apurar os indícios de violência e violação dos direitos contra a população indígena. Na última sexta-feira (01), o líder indígena Paulo Paulino Guajajara foi morto em uma emboscada na Terra Indígena Araribóia, na região de Bom Jesus das Selvas, entre as aldeias Lagoa Comprida e Jenipapo.

De acordo informações da proposição, ao que tudo indica madeireiros ilegais na Amazônia emboscaram um grupo indígena formado para proteger a floresta. “Mataram a tiros um jovem guerreiro e feriram outro, disseram os líderes da tribo Guajajara no norte do Brasil”, acrescenta.

Ele defende a elucidação rápida e eficaz das investigações do assassinato, que ele classificou como cruel; e que os responsáveis pelo crime sejam levados à justiça.

“Os ataques aos territórios indígenas se intensificaram desde a eleição do presidente Jair Bolsonaro (PSL), quando ele prometeu não demarcar territórios tradicionais, tomou medidas de flexibilização da política ambiental e anunciou que pretende autorizar a mineração nestas áreas. Estas decisões provocaram tensão e crescimento da violência contra os povos indígenas do Brasil”, frisou.

Para Bira, a proteção dos povos indígenas e da terra em que vivem tem sido uma questão importante em todo o mundo, e não se pode permitir que os crimes contra os povos originários fiquem impune. “Julgamos fundamental e urgente uma diligência para apurar os indícios de violência e violação dos direitos indígenas ocorridos nas terras indígenas do Estado do Maranhão”, concluiu.

  • Jorge Vieira
  • 5/nov/2019

Operação faz de conta: Gaeco e Polícia Civil cumprem mandados de prisão, busca e apreensão

O Ministério Público do Maranhão (MPMA) e a Polícia Civil deram cumprimento a dez mandados de busca e apreensão e a um mandado de prisão temporária, na manhã desta terça-feira, 5, na capital, em razão de decisão judicial da 1ª Vara Criminal do Termo Judiciário de São Luís.

A operação teve como alvos as entidades Instituto Social Renascer e Instituto Periferia, e seus responsáveis legais, Izadora Pestana Rocha e Márcio Rogério Leonardi, respectivamente; os contadores Ney Almeida Duarte, Paulo Roberto Barros Gomes e Neuber Dias Ferreira Júnior e seus respectivos escritórios de contabilidade; e o despachante Márcio Jorge Berredo Barbosa.

As medidas foram requeridas pelo MPMA para evitar a destruição ou ocultação de provas, e para instruir o Procedimento Investigatório Criminal instaurado pela 1ª Promotoria de Justiça Criminal do Termo Judiciário de São Luís, que apura a possível falsificação do Atestado de Existência e Regular Funcionamento, regularmente emitido pelas Promotorias de Justiça de Fundações e Entidades de Interesse Social da Capital.

Segundo as investigações, o Instituto Renascer e o Instituto Periferia acima teriam utilizado o Atestado de Existência e Regular Funcionamento para se beneficiarem mediante a celebração de convênios junto a Secretarias Municipais de São Luís, com aplicação de recursos de emendas parlamentares da Casa Legislativa da Capital.

Paulo Roberto Barros Gomes foi preso temporariamente pelo prazo de cinco dias. Também foram apreendidos computadores e diversos documentos, que serão periciados.

Coordenaram a operação as unidades do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), bem como a Superintendência de Prevenção e Combate à Corrupção (Seccor) e a Superintendência de Polícia Civil da Capital (SPCC).

 

  • Jorge Vieira
  • 5/nov/2019

Imprensa internacional destaca criação de força tarefa do governo do MA para proteger índios

Diante da letargia do governo federal em proteger a Terra Indígena Arariboia da ação de madeireiros, o governador Flávio Dino editou decreto que cria força-tarefa para ajudar a proteger terras indígenas e os índios guardiões da floresta. A ação do governo do Maranhão repercutiu na imprensa internacional.

Agências de notícias como Reuters, EuroNews, The New York Times, Financial Post, entre outros, destacaram a criação do decreto e criticaram a inércia do governo Bolsonaro na proteção dos indígenas.

“O governo do Maranhão criou uma força-tarefa policial na segunda-feira para proteger a tribo Guajajara de madeireiros ilegais que mataram um de seus guerreiros em um confronto pelo desmatamento em sua reserva na Amazônia”, destacou a Reuters.

Já o The New York Times explicou que a aplicação da lei em reservas indígenas é uma responsabilidade federal, mas os “guardiões da floresta” Guajajaras “assumiram a tarefa na ausência de proteção federal e em face do aumento de invasões por madeireiros armados desde que o presidente de direita Jair Bolsonaro assumiu o cargo em janeiro”.

  • Jorge Vieira
  • 4/nov/2019

Governo do Maranhão cria força-tarefa para proteger índios

O governador Flávio Dino editou decreto nesta segunda-feira (4) determinando a criação de uma força-tarefa para ajudar a proteger terras indígenas e os índios guardiões da floresta.

A medida cria a Força-Tarefa de Proteção à Vida Indígena (FT-Vida), formada por Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros. A FT-Vida está sob a competência da Secretaria de Segurança Pública (SSP), com assessoramento da Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihpop).

A duração da força-tarefa é indeterminada e tem como um dos objetivos colaborar com os órgãos federais, a quem compete proteger os índios e suas terras, bem como demarcá-las, de acordo com a Constituição.

“Vamos tentar ajudar ainda mais os servidores federais e os índios guardiões da floresta, no limite da competência constitucional e legal do Governo do Maranhão”, disse o governador.

“Não obstante ser uma responsabilidade federal, o Estado está plenamente equipado e à disposição para ajudar o governo federal em favor dos povos indígenas, para que a Constituição e as leis sejam cumpridas também em relação a essas populações”, acrescentou.

O decreto prevê a orientação, a capacitação e a comunicação com grupos específicos dos povos indígenas que, sem o uso de armas de fogo, façam ações preventivas de vigilância em terras tradicionalmente ocupadas pelos índios.

Esse é o caso dos agentes florestais indígenas Guardiões da Floresta, na Terra Indígena Araribóia, na região de Bom Jesus das Selvas. Eles foram vítimas de emboscada na última sexta-feira (1), resultando na morte de um indígena e de um dos envolvidos no ataque.

A força-tarefa fará ações fora das terras indígenas para prevenir conflitos e violações a direitos desses povos.

E também agirá emergencialmente em terras indígenas, mediante solicitação da Funai, do Ibama, da Defensoria Pública da União, da Polícia Federal, do Ministério Público Federal ou da Comissão Estadual de Políticas Públicas para os Povos Indígenas do Estado do Maranhão (Coepi/MA), quando houver ameaça ou violação de direitos.

O decreto deixa claro que a atuação emergencial não vai prejudicar a atuação de órgãos federais, dando-se no limite das competências institucionais do Estado do Maranhão.

A FT-Vida também tem o objetivo de auxiliar na prevenção e no combate à exploração ilegal de madeira em terras indígenas.

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