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  • Jorge Vieira
  • 27/abr/2020

Lula critica politicagem de Wellington do Curso com coronavírus: “Há limites para tudo”

O coronavírus é uma ferida aberta no país, assim como no Maranhão. As equipes do Estado estão lutando pela vida da população. Porém, em meio à pandemia, o deputado Wellington do Curso expõe pacientes debilitados com a doença.

A tentativa de travar um embate político com a dor dos pacientes foi rechaçada pelo secretário de Estado da Saúde, Carlos Lula. “[…] Nós vibramos com cada vida salva. Temos foco. E nunca, nunca utilizaremos a dor alheia como instrumento de luta política. Há limites para tudo”, disparou.

No Twitter, o deputado Wellington do Curso questionou: “Queriam que eu fosse um deputado que só bate palminha?”.  Afinal, no cenário de pandemia, quais as propostas, emendas ou projetos de lei de interesse da população apresentados pelo parlamentar na Assembleia Legislativa do Maranhão?

O problema é que não há tempo a perder. Vidas precisam ser salvas. Já existem plantonistas nas UPAs e hospitais. A ajuda do parlamentar pode focar no propósito do seu mandato, e o que se aplica como proposta concreta para o enfrentamento da pandemia.

São muitos os efeitos colaterais da pandemia. Neste momento, uma rede de solidariedade promove o cuidado com os profissionais de saúde que continuam na linha de frente do atendimento.

Muitos profissionais da construção também atuam em regime de plantão para concluir as obras dos novos hospitais. Tem ainda os responsáveis pelo preparo e fornecimento da alimentação, a limpeza cuidadosa das unidades de saúde. São milhares de profissionais concentrados na missão de salvar vidas.

Neste momento, existem escolhas sobre o que vai fazer diferença na vida dos pacientes com Covid-19. A briga esdrúxula por likes não é uma delas

  • Jorge Vieira
  • 27/abr/2020

“Desarquivamento de processo contra Flávio Dino por parte da PGR é absurdo e contraria MPF e STF”, defende Rubens Júnior

O deputado federal licenciado e secretário das Cidades e Desenvolvimento Urbano do Maranhão, Rubens Pereira Júnior (PCdoB), questionou o desarquivamento de um inquerido, por parte da Procuradoria-Geral da República (PGR), contra o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB). O objetivo é apurar suspeitas de irregularidade em um contrato do seu governo para a compra de combustível destinado a abastecer um helicóptero.

Para Rubens, a ação da PGR “é absurda e contraria o parecer do Ministério Público Federal (MPF) e a própria orientação do Superior Tribunal Federal, na Súmula 524”, disse.

Conforme explicou o deputado licenciado, após o arquivamento do inquérito, a ação penal só pode ser retomada com o surgimento de novas provas, o que não é o caso. O inquérito foi arquivado justamente por sua fragilidade probatória.

Ainda segundo Rubens, não há cabimento legal para que a ação prossiga. “É preciso, inclusive, que investiguemos mais as motivações desta medida, em tempos de tanta interferência nos poderes”, complementou.

Segundo a investigação, o governo do Maranhão fez um contrato para comprar 175 mil litros de combustível por ano para abastecer um helicóptero modelo EC-145 usado pela Secretaria de Segurança. De acordo com informações preliminares apuradas pelos investigadores, o consumo anual deste helicóptero, considerado o uso previsto em contrato de 60 horas por mês, seria de 144 mil litros. Para a PGR, há suspeitas de que 31 mil litros tenham sido comprados a mais, o que provocaria prejuízo de R$ 267 mil aos cofres públicos.

Por meio das redes sociais, o governador Flávio Dino disse ser impossível acreditar que alguém imagine que é o governador que cuida de combustível na Polícia Militar. “Petição desprovida de seriedade. Vou representar por abuso de autoridade contra quem subscreveu tamanha indecência. E não mudarei minha conduta séria e corajosa”, afirmou o chefe do executivo maranhense.

PGR – A subprocuradora-geral da República Lindôra Maria Araujo, responsável na PGR pelas investigações de governadores, justificou o desarquivamento: “Veja-se, portanto, que a licitação, ao menos aparentemente, está calcada em elementos incoerentes, não condizentes com o consumo esperado para esse tipo de aeronave, gerando fundada suspeita de ilicitude e, em tese, desvio de recursos públicos.

Lindôra é vista pelos colegas como um nome associado ao bolsonarismo. Em uma manifestação recente ao STJ, ela defendeu a federalização das investigações do caso do assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes. A família de Marielle é contra a federalização.

  • Jorge Vieira
  • 27/abr/2020

Assembleia aprova MP que isenta do ICMS mercadorias relacionadas ao combate da COVID-19 até final de julho

A Assembleia aprovou, por unanimidade, na quarta Sessão Extraordinária com Votação Remota por Videoconferência, realizada nesta segunda-feira (27), comandada pelo presidente da Casa, deputado Othelino Neto (PCdoB), a Medida Provisória nº 310/2020, encaminhada pelo Executivo Estadual, isentando, até 31 de julho de 2020, o pagamento do Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação – ICMS, sobre insumos e equipamentos relacionadas ao combate, prevenção, enfrentamento e contingenciamento da pandemia da COVID-19.

A MP foi transformada na Lei 11.256, que foi promulgada ao final da sessão pelo presidente da Assembleia. Portanto, entra em vigor a partir desta segunda-feira (27).

Dessa forma, a medida estabelece que as operações internas interestaduais e de importação, bem como as correspondentes prestações de serviço de transporte praticadas por pessoas físicas e jurídicas, contribuintes ou não do imposto, realizadas com os equipamentos, insumos e mercadorias destinados ao enfrentamento do novo coronavírus, ficam isentas do pagamento de ICMS.

Dispõe também a MP que a isenção se aplica, inclusive, à diferença das alíquotas interestadual e interna.

“Excepcionalmente, até 31 de julho de 2020, não será aplicada a cobrança sobre o álcool para fins não carburantes do percentual adicional na alíquota do ICMS destinado ao Fundo Maranhense de Combate à Pobreza – FUMACOP”, assim estabelece a MP em seu artigo terceiro.

Importância – O deputado Roberto Costa (MDB) justificou seu voto favorável à MP afirmando ser uma medida de fundamental importância na vida da população, neste momento de pandemia da Covid-19, e elogiou o governador Flávio Dino (PCdoB) pelas medidas adotadas de enfrentamento da doença no estado. “Medidas como essa são importantes para fazer renascer a esperança na população maranhense”, ressaltou.

O líder do Governo, deputado Rafael Leitoa (PCdoB), disse que a isenção de impostos para os itens especificados na MP é mais uma das medidas acertadas tomadas pelo governador, assim como tantas outras já adotadas, como por exemplo, a aquisição de respiradores. “É uma ação da mais alta importância para o enfrentamento da pandemia do coronavírus no Estado do Maranhão”, frisou o parlamentar.

“Agradeço ao governador Flávio Dino por atender à nossa indicação de reduzir impostos. Sempre votamos contra aumento de impostos nesta Casa”, afirmou o deputado Wellington do Curso (PSDB) ao justificar seu voto favorável à proposição.

Para o deputado Zito Rolim (PDT), a MP nº 310/2020 é uma medida justa e que vem na hora certa. “Parabenizo o governador pelas medidas adotadas no sentido de buscar soluções para o enfretamento dessa pandemia”, complementou.

“Fico feliz em contribuir com o Estado do Maranhão neste momento difícil, votando favorável a essa matéria de fundamental importância”, declarou o deputado Vinicius Louro (PL).

Equipamentos e insumos – Dentre a relação de equipamentos, insumos e mercadorias abrangidos pela MP, destaca-se a cloroquina, azitromicina, kit de teste para a Covid-19, baseados em reações imunológicas, vestuário e seus acessórios de proteção de plástico, luvas de proteção de plástico, kits de intubação, máscaras faciais de uso único, de tecidos; termômetros clínicos, instrumentos e aparelhos utilizados em laboratórios clínicos para diagnóstico in vitro da Covi-19.

 

  • Jorge Vieira
  • 27/abr/2020

Deputado diz que “Bolsonaro quer atender caprichos dos filhos” com nomeações na PF e no Ministério da Justiça

A escolha de Jorge Oliveira para suceder Sério Moro no ministério da Justiça, e de Alexandre Ramagem para o cargo de diretor-geral da Polícia Federal, no lugar de Maurício Valeixo, deve se confirmar nesta segunda-feira (27). Mesmo sem a oficialização dos nomes, as indicações feitas pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) devem criar um novo escândalo no cenário político do país, já que os dois escolhidos são amigos diretos do clã Bolsonaro.

Já no domingo, o vice-líder do PCdoB, deputado federal Márcio Jerry (MA) criticou a indicação dos novos representantes. “Muito grave!! Jair Bolsonaro quer levar de vez o Governo Federal para dentro da cozinha dele, para atender caprichos e acobertar malfeitorias praticadas por filhos e amigos. Absurdo, inaceitável! Isso só reforça a necessidade de afastar Bolsonaro”, definiu o parlamentar.

Ontem, ao ser questionado sobre a escolha de Ramagem, amigo próximo de seu filho, o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ), o presidente respondeu “E daí? Antes de conhecer meus filhos, eu conheci o Ramagem. Por isso deve ser vetado? Devo escolher alguém amigo de quem?”. Em inquérito sigiloso conduzido pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a Polícia Federal identificou o vereador como um dos articuladores de um esquema criminoso de fake news.

A escolha de Jorge Oliveira para o comando do ministério da Justiça também contrariou recomendação do núcleo militar do governo. “Jorginho”- como o presidente se dirige ao auxiliar – começou a trabalhar com Bolsonaro em seu gabinete de deputado federal há 17 anos, dando continuidade a uma amizade iniciada pelo seu pai, que foi assessor e conselheiro de Bolsonaro por 29 anos.

  • Jorge Vieira
  • 27/abr/2020

Flávio não descarta tomada de medidas mais duras para combater o Covid-19

O governador Flávio Dino, em entrevista coletiva nesta manhã de segunda-feira (27), descartou o uso de força policial contra pessoas que insistem em fazer aglomerações, inclusive nas filas de banco, mas pediu que todos colaborem e sigam as recomendações  das autoridades sanitárias no que diz respeito ao distanciamento social e uso de máscaras.

Dino advertiu, no entanto, que, caso a pandemia continue se espalhando em ritmo acelerado ao ponto de levar a saturação da capacidade de atendimento em  leitos clínicos e de UTI não restará outra alternativa se não editar medidas mais duras, paralisação total das atividades, inclusive deslocamento de pessoas.

De imediato o governador adiantou que não existe prazo para a rede estadual de ensino volte a funcionar e que a partir do dia 5 de maio, quando vence o decreto que estabeleceu o funcionamento de serviços essenciais e limitou o comércio, deverá ser revisto. “Diria que estamos mais para o bloqueio total do que para o relaxamento”, adiantou Dino.

Conforme o governador as avaliações sobre o propagação da pandemia é feita semanalmente e se em cinco de maio avaliar que não é possível garantir vagas na rede de saúde para os contaminados, medidas mais duras terão que ser tomadas, inclusive de contenção de deslocamento de pessoas, para evitar mais impactos na saúde.

“Respeito os direitos individuais, mas nenhum direito pode ser exercido contra a coletividade”, observou Dino ao destacar a possibilidade de restringir a circulação de pessoas.

O governador, sem cita nomes, condenou o que chamou de “vozes antipatrióticas que estão efetivamente  sabotando o combate ao coronavírus”.

Flávio Dino chamou a atenção para a precariedade da oferta de leitos de UTI. Até a noite de domingo (26) existiam apenas 112 leitos de UTI e 106 ocupados, mas que já estariam sendo colocados à disposição da população  mais 40, sendo 20 no Hospital Real e outros 20 no Hospital Universitário e que o governo está trabalhando para colocar mais leitos a serviço da população.

 

  • Jorge Vieira
  • 27/abr/2020

Pré-candidatos querem usar coronavírus para fazer politicagem

Lamentavelmente existe alguns pré-candidatos a prefeito de São Luís usando o novo coronavírus para fazer politicagem e atirar contra o prefeito Edivaldo Holanda e o governador Flávio Dino, ainda que os mesmos estejam dando tudo de si para evitar a proliferação da pandemia na capital e no interior do estado.

Mesmo sem saber o que anda falando, o deputado e pré-candidato do Podemos, Eduardo Braide, que deveria está atuando em Brasília junto ao Ministério da Saúde para evitar perseguição ao Maranhão e conseguir recursos para ajudar no combate a pandemia, resolveu usar a situação delicada para tentar se promover.

Braide, que andava sumido, resolveu exercitar seu oportunismo postando mensagem no Twitter, sábado (25), recomendando que o governador e o prefeito solicitassem a vinda da Força Nacional do SUS (Sistema único de Saúde) “para auxiliar os nossos profissionais da saúde a salvarem mais vidas”.

A atitude até seria louvável se a tal força do SUS tivesse realmente condições de ajudar em alguma coisa, pois o que se viu em Manus foi um piada. Na capital do Amazonas, onde já morreram mais de 300 e não existe leito de UTI, a Força do SUS mandou apenas três médicos, ou seja, muito pouco para uma situação de caos.

O parlamentar perdeu a oportunidade de permanecer calado, pois acabou foi levando uma enquadrada do deputado e médico Dr. Yglésio Moisés que tem acompanhado de perto o esforço do poder público estadual e municipal e dos profissionais da saúde no combate ao novo coronavírus.

“És irresponsável e oportunista. Vai arrumar recursos em Brasília ou vem dar uma volta comigo nos hospitais antes de falar do que não entendes. Mandaram FORÇA NACIONAL DE SAÚDE com 3 médicos pra Manaus, que registra 300 óbitos. Não vou aceitar estimulares politicagem em pandemia”, disparou Yglésio.

Eduardo Braide, pelo visto, resolveu usar o mesmo caminho do outro pré-candidato Wellington do Curso, que mesmo com todo esforço do prefeito e do governador e criar condições para o enfrentamento da doença tem usado as redes sociais para atribuir de forma irresponsável a Edivaldo e Flávio Dino a responsabilidade pela pandemia e pelas mortes causadas pela doença.

Esses parlamentares, que querem se promover a qualquer custo, deveria ter mais respeito com as famílias da vítimas e com so profissionais que estão n linha de frente no combate a pandemia no estado.

  • Jorge Vieira
  • 25/abr/2020

“Saída hoje não o absolve de nada”, diz deputado sobre exoneração de Moro

Em meio à mais grave crise institucional já vivida pelo Governo de Jair Bolsonaro (sem partido) também não faltaram críticas à postura do ex-juiz da Operação Lava Jato e agora ex-ministro da Justiça, Sérgio Moro. Nesta sexta-feira (24), logo após o anúncio de sua saída da pasta, o vice-líder do PCdoB, deputado federal Márcio Jerry (MA) recordou o jogo político em que Moro esteve envolvido.

“O ex-juiz parcial e adepto de ilegalidades, Sérgio Moro participou de uma armação gigantesca para eleger Jair Bolsonaro. A saída hoje não o absolve de nada, ele é parte do esquema criminoso que conduziu o Brasil a esse pesadelo chamado Bolsonaro”, apontou o parlamentar maranhense, referindo-se à parcialidade de Moro durante a condução do processo que culminou na prisão do ex-presidente Lula.

Crimes – Conforme o deputado do PCdoB, alçado ao cargo de “herói” em virtude do combate à corrupção durante a Operação Lava Jato, Moro deixou o ministério nesta sexta após acusar Bolsonaro de interferir nos trabalhos da Polícia Federal e cometer uma série de ações que sugerem crime de responsabilidade.

Lamentando a realização da coletiva um dia após o Brasil registrar o recorde de 407 novos óbitos pelo coronavírus em 24 horas, Moro também fez referência, por três vezes, à autonomia garantida às organizações de controle durante o Governo de Luís Inácio Lula da Silva (PT). “A despeito dos problemas nos governos anteriores, nunca houve interferência política. Isso é ilustrativo da importância de garantir o estado de direito, a autonomia das instituições”.

Vaza Jato – Conforme Márcio Jerry, Moro também protagonizou um dos maiores escândalos da política brasileira, quando diálogos ilegais entre ele e o procurador Deltan Dallagnol vieram à tona pela imprensa. No episódio que ficou conhecido como Vaza Jato, inúmeros áudios e mensagens comprovaram que a dupla tentou favorecer um grupo político em detrimento de outro, prejudicando partidos de esquerda na corrida eleitoral de 2018.

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