O Município de São Luís já tem nova secretária de Saúde. Neste final de manhã de terça-feira (28), o prefeito Edivaldo Holanda Júnior anunciou Natália Ribeira Mandarino como a nova titular da pasta, em substituição a Lula Fylho.
Natália Ribeiro foi diretora do Hospital da Mulher de 2013 a 2017, quando saiu para assumir a secretaria-adjunta da Semus, cargo que ocupava até o momento. Ela é graduada em enfermagem, Doutora em Ciências da Saúde (UFMA), Mestre em Saúde Materno Infantil (UFMA), entre outras pós-graduações e especializações.
Lula Fylho caiu após uma operação da Polícia Federal que constatou suposto superfaturamento da compra de máscaras de proteção contra a pandemia do coronavírus.
O governador Flávio Dino (PCdoB) bem que tentou colaborar com o Governo Federal apesentado como sugestão ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) um pacto com governadores, presidente de federações empresariais e sindicais para amenizar o desemprego no país, mas acabou não sendo incompreendido por conta da arrogância do chefe da Nação.
Bem ao seu estilo, Bolsonaro recusou a proposta e ainda a considerou contraditória. “Tem governador agora que quer que eu faça um pacto pelo emprego. Mas ele continua com o estado dele fechado”, disse o presidente durante sua costumeira conversa matinal com apoiadores, na residência oficial da Presidência.
A resposta do presidente revela seu total desconhecimento sobre o estado comandado por Dino. O Maranhão, de forma gradual, vem abrindo setores da economia e só ainda não permite aqueles que causam aglomerações para evitar que a pandemia do novo coronavírus volte com força.
Como forma de colaborar para a questão do desemprego que deve se acentuar nos próximos meses, Flávio Dino encaminhou nesta segunda-feira (27) uma carta ao presidente sugerindo o pacto pelo emprego, mas pelo visto Bolsonaro prefere fazer política e tenta jogar para cima dos governadores a responsabilidade pela crise que é do seu governo.
A não pontuação da deputada estadual Detinha na pesquisa divulgada pelo Jornal Pequeno no último domingo representa um duro golpe nas pretensões do deputado federal Josimar de Maranhãozinho concorrer ao Governo do Estado nas eleições 2022, quando estará em jogo a sucessão do governador Flávio Dino (PCdoB).
Em recente entrevista ao programa “Questão de Ordem”, da Mais FM, o parlamentar não deixou dúvida quanto a sua decisão de concorrer ao Palácio dos Leões, tendo como base forte de sua caminhada a Prefeitura de São Luís, maior colégio eleitoral do Estado.
Maranhãozinho, que se disse disposto a conversar ate com o grupo Sarney para colocar em prática seu projeto político para 2022, bem a seu modo interiorano, falou com empolgação sobre as possibilidade de crescimento da esposa, mas acabou tendo que se confrontar com a realidade.
A pesquisa mostrou total falta de sintonia da pré-candidata do PL com a cidade. Não teve sequer uma indicação de voto, ficou zerada junto com outros dois concorrentes da esquerda radical: O jornalista Franklin Douglas (PSOL) e o sindicalista Saulo Arcangeli (PSTU).
Os números apresentados pelo JP não deixaram a menor dúvida que não se faz uma liderança da noite para o dia numa cidade com mais de 1 milhão de habitantes e nem tão pouco se pode recorrer aos mesmo métodos utilizados em municípios dominados pela carência para angariar apoio e votos.
Fica a lição.
O presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão, Eric Costa, pretende mobilizar outras federações e associações de gestores do país para que o Tribunal Superior Eleitoral mantenha a identificação biométrica no processo eleitoral. No entendimento de Eric Costa, não deve haver retrocesso na conquista da lisura do processo, garantido com auxílio da biometria e de outras ferramentas tecnológicas.
“Nós não podemos abrir mão agora dessas ferramentas, desses mecanismos, que traz segurança para o processo eleitoral. É preciso que a Justiça Eleitoral reconheça se há ou não condições de realizar as eleições”, afirma o presidente da Famem, prefeito de Barra do Corda.
A identificação biométrica afasta qualquer possibilidade de fraude com utilização de título de eleitor por terceiros no processo. Por meio da impressão digital o eleitor comprova ao mesário ser dele o título que apresenta na secção eleitoral da zona em que exerce seu direito inalienável.
A exclusão da biometria foi decidida pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Luís Roberto Barroso, a partir da elaboração de uma equipe de médicos dos hospitais Sírio Libanês e Albert Einstein e da Fundação Fiocruz. Segundo o protocolo de segurança, a biometria apresenta elavado risco de contágio pelo fato do leitor digital não permitir higienização frequente.
“O mesmo dedo da biometria vai tocar nas teclas do urna eletrônica, vai pegar na caneta para assinar. Observamos isso com muita preocupação e lamentamos fragilizar. Queremos um processo eleitoral com todas as garantias e menor probabilidade de fraudes, que traduza a vontade da maioria”, argumenta Eric Costa.
Segundo informa a coluna Painel, do jornal Folha de São Paulo, o governador Flávio Dino (PCdoB) encaminhou um ofício ao presidente Jair Bolsonaro sugerindo que ele reúna governadores, presidente de federações empresariais e centrais sindicais para a criação de um “Pacto Nacional pelo Emprego”, com medidas emergenciais de geração de emprego e renda.
Conforme a coluna, a proposta foi encaminhada por Dino depois da entrevista do secretário de Politica Econômica do Governo Federal, Adolfo Sachida para Folha de São Paulo antecipando que “os índices de desemprego vão dar um repique grande no segundo semestre”.
Procurador Regional Eleitoral no Maranhão, Juraci Guimarães Júnior, apresentou pedido à Promotoria de Justiça do município de Tumtum (MA), com atribuição perante a 76ª Zona Eleitoral, para que sejam apuradas possíveis propagandas antecipadas e abuso do poder político e/ou econômico envolvendo o deputado estadual e pré-candidato a prefeito do município de Tumtum, Fernando Pessoa.
De acordo com o ofício, mídia de vídeo e imagens de postagens realizadas na página do deputado estadual, com passeatas e reuniões com apoiadores, podem identificar a possível propaganda eleitoral antecipada e abuso do poder.
Para o procurador regional Eleitoral, “o adiamento da data das eleições e todas as outras medidas adotadas pela Justiça Eleitoral são para garantir a vida e a saúde da população, assim, uma carreata, para além da realização de propaganda eleitoral antes do período permitido, promove aglomeração de pessoas que denota a prática de conduta abusiva e criminosa que será investigada pelo Ministério Público Eleitoral e pode levar à cassação do registro dos pré-candidatos envolvidos”, disse.
Íntegra do Ofício 115/2020 – JGJ/PRE/MA
O governador do Piauí, Wellington Dias (PT), classificou como “espetáculo de investigação” a operação nesta segunda-feira (27) da PF (Polícia Federal) na sua residência e no gabinete, em Brasília, da primeira-dama do estado e deputada federal Rejane Dias (PT). O governador rebateu as acusações de desvios de recursos do Fundeb (Fundo de Desenvolvimento do Ensino Básico) e do Pnate em superfaturamento de contratos de transporte escolar.
“Mais um espetáculo em nome de investigação. Desta operação já é o terceiro espetáculo, um processo que vem de 2013, quando eu nem era governo, em contratos que seguia um padrão nacional, pagamento por quilômetro rodado”, rebateu o governador por meio de nota.
Ele explicou que quando era secretária da Educação em 2015, a atual primeira-dama, tinha que começar as aulas em fevereiro. “Os contratos estavam vencendo e, com base em parecer técnico e na lei, considerando a necessidade de não prejudicar aos alunos que precisavam de transporte escolar, foi renovado o contrato, dando tempo para nova licitação e novos contratos”, lembrou.
“Fica mais ridícula e desnecessária por que estamos falando de um fato de 2013, com operação em 2020, quando a ex-secretária da Educação, hoje deputada federal, se prontificou a colaborar, por duas vezes nos últimos meses se colocou à disposição para prestar depoimento, para repassar todo e qualquer documento ou equipamento que precisar, fez questão de registrar assim, e foi dito que não era possível ela depor agora por que tinha a pandemia e estavam suspensos os depoimentos”, criticou.
Confira a nota na íntegra:
“Mais um espetáculo em nome de investigação. Desta operação já é o terceiro espetáculo, um processo que vem de 2013, quando eu nem era governo, em contratos que seguia um padrão nacional, pagamento por quilômetro rodado. Quando a secretária Rejane assumiu a Secretaria da Educação em 2015, tinha que começar as aulas em fevereiro, os contratos estavam vencendo e, com base em parecer técnico e na lei, considerando a necessidade de não prejudicar aos alunos que precisavam de transporte escolar, foi renovado o contrato, dando tempo para nova licitação e novos contratos. Fizemos uma mudança que hoje é modelo para outros Estados e municípios, em que passamos a pagar por aluno transportado, como se paga uma passagem de ônibus.
Neste caso, como diz o processo, o Estado seria vítima, alegação é que algum contratado pudesse cobrar uma quantidade de km rodado maior que o tamanho das rotas.
Fica mais ridícula e desnecessária por que estamos falando de um fato de 2013, com operação em 2020, quando a ex-secretária da Educação, hoje deputada federal, se prontificou a colaborar, por duas vezes nos últimos meses se colocou à disposição para prestar depoimento, para repassar todo e qualquer documento ou equipamento que precisar, fez questão de registrar assim, e foi dito que não era possível ela depor agora por que tinha a pandemia e estavam suspensos os depoimentos.
A operação na Câmara, na casa onde hoje quem mora é nosso filho e família, que nunca trabalharam para o estado. Ele é médico e salvando vidas pegou coronavirus… o espetáculo está feito. Ela afirma que a vida inteira agiu na forma da lei, está com a consciência tranquila, pronta para colaborar, e espera agora o direito de ser ouvida. (Vermelho)