A campanha eleitoral para prefeito de São Luís e Câmara Municipal entra hoje, dia 9 de outubro, em sua fase decisiva com o início da propaganda eleitoral no rádio e televisão. Até o dia 12 de novembro, os candidatos com direito ao horário gratuito terão espaço nestas duas mídias tradicionais para exporem seus ideias e convencerem os eleitores que possuem as melhores propostas para a administrarem a cidade pelos próximos quatro anos.
Serão 20 minutos no Rádio (das 07h às 7h10m e de 12h às 12h10m) e 20 minutos na TV (13h às 13h10m e das 20h30m às 20h40m), em que os concorrente a comandar a maior colégio eleitoral do Estado terão para se comunicar com o eleitorado e mudar o quadro da pré-campanha mostrando propostas concretas e viáveis. Para esta nova etapa da campanha espera-se que os candidatos realmente use o espaço do horário gratuito para discutir e apresentar soluções para os problemas da cidade.
Conforme a divisão do tempo, que levou em consideração a representação do partidos do candidato ou coligações no Congresso Nacional, o tempo que cada postulante terá é o seguinte: Neto Evangelista 2 minutos e 54 segundos, Rubens Júnior 2m07s, Eduardo Braide 1m44s, Duarte Júnior 1m33s, Bira do Pindaré 44s, Franklin Douglas 18s e Yglésio Moises 16s. Já Jeisael Marx, Hertz Dias e Silvio Antônio não terão tempo no rádio e na TV.
Pela divisão do tempo que cada candidato terá para apresentar suas propostas e convencer o eleitor Evangelista, Rubens e Braide levam vantagem sobre os demais, principalmente sobre aqueles que se limitaram divulgarem suas propostas pelas redes sociais, o que, de fato, já estão fazendo desde o dia 26 de setembro, data em que os candidatos receberam o sinal livre da justiça eleitoral para fazerem suas campanhas.
Como os concorrentes são quase todos de mesa geração, possuidores de mandatos e acostumados aos debates, inclusive acalorados, espera-se que utilizem os tempo no Rádio e TV para apresentação de propostas concretas e viáveis.
O candidato Rubens, por exemplo, tem tudo para mudar o quadro e chegar ao segundo turno, pois tem o que apresentar como gestor e parlamentar, além de possui um discurso bastante afinado com os tempos modernos. O representante da coligação do “Do Lado do Povo” entra na fase decisiva da campanha em fase de crescimento e mostrando capacidade de superação.
O candidato a prefeito de São Luís pelo PCdoB, Rubens Jr, continua se articulando para angariar mais apoios tanto políticos, como sociais. Depois de receber o reforço do Solidariedade, após a desistência de Carlos Madeira ao pleito de São Luís, o candidato do partido de Flávio Dino ganhou um apoio de peso: a Igreja Evangélica Assembleia de Deus Vida.
A decisão de apoiar Rubens foi selada em encontro com pastor Romualdo Fernandes, que contou com as presenças da senadora Eliziane Gama (Cidadania), do empresário Inacio Cavalcante, do pastor Eliel Gama e do candidato a vice-prefeito, o vereador Honorato Fernandes (PT) e do deputado federal Márcio Jerry (PcdoB), que representaram Rubens Jr, em quarentena devido ao coronavírus.
Rubens é um notório entusiasta da participação da comunidade evangélica em políticas públicas. Prova disso é que em seu plano de governo está a proposta para as instituições religiosas atuarem em conjunto à administração municipal para oferecimento de qualificação profissional e acolhimento de pessoas em situação de vulnerabilidade socioeconômica.
Com a chegada do Solidaridade, Rubens Jr alcança sete partidos em sua coligação junto ao PCdoB, Partido dos Trabalhadores, Cidadania, Partido Progressistas, Partido da Mulher Brasileira e Democracia Cristã, tendo a maior coligação das eleições deste ano.
Entrevista para a TV Guará desta quinta-feira (08), mostrou que o vereador Honorato Fernandes (PT), candidato a vice-prefeito na chapa liderada pelo deputado federal Rubens Jr (PCdoB), mostra que ele é o vice mais eloquente e alinhado nas eleições deste ano na capital maranhense.
Na conversa com o jornalista João Carvalho, Honorato teve um discurso propositivo e falou do legado que os partidos da chapa têm com as políticas públicas voltadas para quem mais precisa.
“A melhor forma de escolher é verificar o histórico de cada um. O que o vereador Honorato Fernandes fez? O que foi que Rubens prefeito 65 fez pela cidade de São Luís? Rubens tem dois mandatos de deputado estadual, dois de federal, foi secretário do governador Flavio Dino e está do lado do governador e do presidente Lula, que ajudou a transformar a realidade e combater a pobreza”, disse.
Em debates recentes, Rubens tem reforçado a necessidade de os eleitores observarem com quem os candidatos andam e têm como aliados. E sempre lembra que um dos seus principais adversários, o candidato Eduardo Braide, tenta sempre esconder as alianças que fez com o grupo Sarney e do número de projetos do governo Bolsonaro que ele apoiou.
Foi com este mesmo argumento que Honorato deixou claro como pensa a disputa e de que lado está. “É preciso saber também com quem se anda. É fundamental além de conhecer o candidato e as propostas, é saber qual é lado dele. Nós temos um lado, o nosso lado é o lado do povo, é o lado de Flávio Dino é o lado do Lula”, frisou.
Com Rubens cumprindo isolamento devido o teste positivo para Covid-19, Honorato, junto ao coordenador da campanha do PCdoB, o deputado federal Márcio Jerry, e a militância, mostram a importância de continuar discutindo as propostas dentro de uma campanha que diz ser de todos.
Além disso, e com o reforço de figuras como a senadora Eliziane Gama, o PCdoB e aliados, mostram que a principal chapa da esquerda em São Luís, de fato trabalha em união.
Presidente do PCdoB Maranhão e coordenador-geral da campanha de Rubens Júnior à prefeitura de São Luís, o deputado federal Márcio Jerry reforçou, nesta quinta-feira (8), a necessidade e a importância de estabelecer um debate transparente entre os candidatos para seguir promovendo a boa política no Estado.
Ontem, Jerry, que é também vice-líder de seu partido na Câmara dos Deputados, criticou, em um artigo, a postura do também deputado Eduardo Braide (Podemos) a respeito das alianças políticas construídas pelo pretenso prefeito na corrida eleitoral pelo comando do executivo da capital.
“Fazer debate político não é baixar o nível de campanha. Candidato precisa dizer claramente o que pensa e propõe e em que companhias anda. O Braide tem medo de debate, eis a verdade. E tem medo do debate franco e sincero porque mais que ninguém conhece as fragilidades que tem”, reforçou.
No texto, Jerry expõe os verdadeiros alicerces do candidato do Podemos, que segue se esquivando de respostas efetivas sobre sua coalizações e flertes com o bolsonarismo. “Braide é bolsonarista, mas finge que não é. Braide é o candidato do senador Roberto Rocha (PSDB-MA), mas também esconde o fato; Braide tem um passivo de suspeitas graves de corrupção, mas ameaça com processos quem tocar no assunto; Braide arrota competência, mas nunca provou que a tenha nos cargos que ocupou”, disse em um trecho.
Temporariamente à frente das ações da campanha, enquanto Rubens Júnior se recupera da Covid-19, nesta quarta Jerry comemorou a adesão de mais um partido do estado à coligação “Ao lado do povo”. Agora, participam da campanha de Rubens o PCdoB, PT, PP, Cidadania, PMB, Solidariedade e DC.
Ex-candidato a prefeito de São Luís Carlos Madeira (Solidariedade), que desistiu da disputa por questões de saúde, diante de uma nota falaciosa emitidas na tarde de quarta-feira (7) por supostos integrantes da campanha, emitiu comunicado afirmando sua decisão de apoiar a candidatura do representante do PCdoB, Rubens Jr.
O agora ex-candidato reconhece o direito daqueles que não concordam com sua decisão seguirem outros caminhos, mas confirma sua posição de seguir a determinação do Solidariedade de manifestar apoio a Rubens.
Leia a nota na íntegra:
Essa nota é de parte de grupo que coordenou minha campanha.
Tínhamos um grupo muito heterogêneo. Gente de todas as tendências, que se uniram em favor do nosso projeto.
Minha posição é a posição do partido: seguir com Rubens Júnior!
Deixei esta decisão para o partido, por dever de lealdade ao partido e por não dispor de legitimidade para apontar outro caminho.
No estado em que fiquei, em condições físicas e mentais de muita fadiga, deixei ao partido a condução deste tema, ou seja, com quem seguir após minha desistência; o partido tomou uma decisão. Essa é a minha decisão.
Os que, por outros motivos, não se entenderem confortáveis para seguir essa decisão, naturalmente buscarão outros caminhos. Assim é na democracia.
Agradeci a todos que estiveram comigo nessa curta jornada; foram amigos, voluntariosos e acreditaram em nosso projeto.
Viramos a chave; o jogo segue sem minha presença em campo.
Fico com a decisão do partido e com os projetos do partido para as próximas eleições.
Faltando pouco mais de um mês para o primeiro turno das eleições municipais, o quadro de candidato deu uma enxugada e, se não houve mais desistência até o dia 15 de novembro, o eleitor ludovicense poderá escolher entre dez nomes aquele que comandará o destinos da capital maranhense, maior colégio eleitoral do Estado, a partir de janeiro de 2021.
A movimentação para a corrida ao Palácio de La Ravardiére, que começou ainda em 2019 com uma penca de pré-candidatos, que incluía até a possibilidade da ex-governadora Roseana Sarney entrar no páreo como uma espécie tábua da salvação para eleger representantes do MDB à Câmara Municipal, começou a reduzir antes mesmo das convenções partidárias.
O ex-prefeito Tadeu Palácio ensaiou se candidatar pelo PSL, mas diante da realidade conjuntural preferiu se esconder quando os dirigentes do partido, mesmo sem poder de decisão, o procuraram para firmar compromisso. Foi o primeiro a desistir da candidatura. Outros nomes também ficaram pelo caminho, como Wellington do Curso e Detinha. WC por conta da puxada de tapete do PSDB de Roberto Rocha, enquanto Detinha numa negociata articulada pelo marido Josimar de Maranhãozinho com o Republicanos de Duarte Júnior.
O fato é que a Prefeitura de São Luís chegou a ser cobiçada por até 15 pretendentes. Deste número sobreviveram doze nas convenções, dois desistiram e a campanha entra na reta final com dez candidatos na disputa e tendo que enfrentar uma eleição atípica, cheia de limitações por conta da pandemia, o que levou já a desistência de um dos concorrentes.
Carlos Madeira contraiu Covid-19 e saiu da disputa. Após período de internação em UTI se recuperou, tentou retomar a campanha, mas diante do quadro debilitado de saúde preferiu desistir da candidatura e anunciar apoio ao candidato da aliança PCdoB, PT, PP, Cidadania, PMB, DC, que também contraiu a doença e está em quarentena, em casa.
Já Adriano Sarney, primeiro candidato a realizar convenção, por conta da legislação eleitoral que desobrigava as emissoras de Rádio e Televisão lhe convidar para debates, considerados fundamentais nestes tempos de pandemia, preferiu jogar a toalha. Outro fator que pesava era o elevado índice de rejeição do neto de José Sarney.
Por conta das desistências motivadas por doença, conjuntura eleitoral ou puxada de tapete, o quadro de candidato ficou assim: Rubens (PCdoB), Yglésio Moisés (PROS) Bira do Pindaré (PSB), Duarte Júnior (Republicanos), Eduardo Braide (Podemos), Franklin Douglas (PSOL), Hertz Dias (PSTU), Jeisael Marx (Rede), Neto Evangelista (DEM) e Silvio Antônio (PRTB).
Pesquisa Escutec contratada pelo jornal O Estado do Maranhão para prefeito de São Luís, divulgada nesta quinta-feira (8), apresenta, se aplicada a margem de erro de três pontos percentuais, praticamente repete os números de pesquisas anteriores.
O resultado da sondagem realizada entre os dias 2 e 6 de outubro Eduardo Braide (Podemos) continua liderando a liderança de Eduardo Braide com 42% das intenções de votos, seguido por Duarte Júnior (Republicanos) e 15%, Neto Evangelista (DEM)11%.
Rubens (PCdoB) apresentam 4% no cenário estimulado. Na pesquisa do Instituto Data Ilha, o candidato da aliança do PCdoB objete 7% das intenções de voto. Agora aparece empatado com Bira (PSB) que obteve também 4%.
Logo depois estão Jeisael, Yglésio e Madeira, ambos pontuaram com 2%. O candidato do Solidariedade, no entanto, ainda constou na pesquisa porque desistiu da candidatura apenas nesta quarta-feira (7), por conta de problemas de saúde, e declarou apoio a Rubens.
No último pelotão ficaram Sílvio Antônio (PRTB), Professor Franklin (PSOL) e Hertz Dias (PSTU) que somaram juntos 1%. A novidade neste time é que pela primeira vez Franklin pontuou.
A pesquisa do Instituto Escutec ouviu 1000 eleitores entre os dias 2 a 6 de outubro, com margem de erro de 3 pontos percentuais, para mais, ou para menos, e intervalo de confiança de 90%. O registro na Justiça Eleitoral foi feito sob o número MA-03412/2020