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  • Jorge Vieira
  • 18/fev/2021

Com 48% de rejeição, Bolsonaro enfrenta pior momento na Presidência

Em apenas 15 dias, a rejeição ao trabalho de Jair Bolsonaro como presidente cresceu sete pontos percentuais. É o que aponta a nova pesquisa PoderData, realizada entre segunda (15) e quarta-feira (17). Bolsonaro voltou a atingir o patamar recorde já registrado em junho de 2020 – mas agora num momento mais adverso: sem o auxílio emergencial de R$ 600 (nem benefícios alternativos), com a segunda onda da pandemia de Covid-19 e diante das incertezas em relação ao cronograma de vacinação.

Conforme o PoderData, passou de 41% para 48% o número de brasileiros que consideram o desempenho do presidente “ruim” ou “péssimo”. O grupo que o avalia como “regular” também caiu: eram 22%; agora são 18%. Já os que avaliam a atuação de Bolsonaro como “ótima” ou “boa” caiu de 33% para 31%.

Bolsonaro sofre os efeitos do término definitivo do auxílio emergencial (agora sentido por todos que recebiam) e as indefinições a respeito da prorrogação. Até o fim de janeiro, o governo insistia na interrupção. Agora, já fala que o benefício voltará em março, mas não há projeto avançado a respeito. Além disso, diversas cidades anunciaram a suspensão da imunização contra a Covid-19 por falta de doses, em mais uma evidência da incompetência e da negligência do bolsonarismo frente à pandemia.

Não por acaso, a rejeição ultrapassa os 50% em todas as faixas de renda acima de dois salários mínimos. Nas demais, a reprovação também está acima dos que consideram o trabalho de Bolsonaro “ótimo/bom”. O desempenho entre os mais pobres piorou na comparação com a última pesquisa.

Quando o PoderData faz uma pergunta simples (“você aprova ou desaprova o governo?”), as variações ficaram dentro da margem de erro (dois pontos percentuais). Os que desaprovam são 49% (eram 48% há duas semanas). Já os que aprovam somam 43% (antes, eram 40%).

Nos recortes demográficos da pesquisa, é possível identificar maior desaprovação a Bolsonaro entre: mulheres (53%); pessoas de 25 a 44 anos ou com mais de 60 (53%); na região Nordeste (54%); pessoas com nível superior (61%) e com renda de 2 a 5 salários mínimos (60%). O PoderData ouviu 2.500 brasileiros, em 457 municípios, nas 27 unidades da Federação.

Com informações do Poder360/Vermelho

  • Jorge Vieira
  • 18/fev/2021

Oposição ao governo Flávio Dino definha na Assembleia

O surgimentos de novos blocos na Assembleia Legislativa do Estado fez definhar ainda mais oposição ao governo de Flávio Dino (PCdoB). O que já era insignificante, ficou ainda menor e restrita a apenas três parlamentares entre os quarenta e dois que compõem o quadro da Casa: Adriano Sarney (PV), César Pires (PV) e Wellington do Curso (PSDB).

Sem poder formar bloco para atuar em plenário e com apenas Adriano e César Pires mostrado afinidade e equilíbrio, a tendência é que Wellington permaneça com o mesmo discurso agressivo contra o governador, mas de muito pouca utilidade do ponto de vista prático, até porque seus pares pouco prestam atenção no seu palavreado carregado de ódio.

Recentemente o Diário Oficial da Assembleia publicou a nova composição de blocos e os três deputados perderam espaço e poder de influência na indicação para composições das Comissões Permanentes da Casa. Será cada um por si e até o uso da tribuna ficará limitado, pois não poderão falar mais por indicação da liderança do bloco, ou seja, ficaram no prejuízo.

Com oficialização do Bloco Parlamentar Independente (MDB/PRTB/PMN), que não pretende fazer oposição ao governo, quer apenas se manter independente; do Bloco Parlamentar Democrático (PL/Republicanos), que segue orientações do Palácio dos Leões, e da manutenção do bloco o governista Unidos pelo Maranhão (PCdoB, PDT, DEM, PROS, PSB, PTC, PSL e PTB), ficou crítica a situação dos três parlamentares da oposição.

  • Jorge Vieira
  • 17/fev/2021

Pacientes procuram leitos anunciados por Braide, mas são recusados

Não precisou nem de um dia para que o prefeito Eduardo Braide criasse nova crise no combate ao coronavírus. Na terça-feira (16), ele anunciou a inauguração de 50 leitos para pacientes com Covid-19 no Hospital da Mulher. Mas, então, veio o problema: pacientes começaram a ser recusados pela unidade.
“No momento sem leito para atender a essa demanda” foi a justificativa do Hospital da Mulher para não internar o paciente R.C.R., de acordo com informações inseridas na Central de Regulação de Leitos do Maranhão.
O documento não mostra nenhuma outra justificativa para a recusa do paciente. Logo, fica a pergunta: o que está sendo feito com os 50 leitos que Braide disse ter aberto?

  • Jorge Vieira
  • 17/fev/2021

Rubens Jr. avalia prisão do deputado Daniel Silveira e ressalta importância da democracia

Em entrevista concedida ao programa Contraponto, da rádio Timbira AM, na tarde desta quarta-feira (17), o secretário estadual de Articulação Política e deputado federal licenciado, Rubens Pereira Jr. (PCdoB), comentou a prisão do também deputado federal, Daniel Silveira (PSL-RJ), após reiterados ataques ao Supremo Tribunal Federal – STF e a Constituição Federal.

Daniel Silveira foi preso no fim da noite de terça-feira (16) após determinação do ministro Alexandre de Moraes, que enxergou crime em vídeo publicado pelo parlamentar bolsonarista, que “por 19 minutos e 9 segundos”, diz Moraes, defendeu “a substituição imediata de todos os ministros [do STF]” e “propagou a adoção de medidas antidemocráticas contra o Supremo Tribunal Federal, defendendo o AI-5”, o Ato que intensificou a repressão da ditadura militar no Brasil.

Mestre em Direito Constitucional, Rubens falou aos apresentadores Edvaldo Oliveira e Renato Sousa Jr, que apesar da imunidade parlamentar concedida aos parlamentares, a Constituição assegura que parlamentares podem ser presos em caso de flagrante delito e crimes inafiançáveis, com no caso de ataques ao regime democrático. “Como os ataques aconteceram no ambiente virtual, entende-se que é configurado o flagrante delito durante o tempo em que o vídeo ou as ofensas em questão permaneçam no ar. Contra o deputado pesa o fato de que os ataques aconteceram de maneira recorrente e reiterada” explicou.

Rubens destacou ainda que a Constituição atual é do ano de 1988, sendo criada logo após a Ditadura Militar e foi concebida com o objetivo proteger os parlamentares de possível perseguição política, garantindo assim a democracia e a própria sociedade. “Acredito que a prisão deva ser mantida pela Câmara Federal, até mesmo para evitar a sensação de impunidade e que esse tipo de comportamento seja incentivado e ganhe força nas ruas. Imunidade não pode ser sinônimo de impunidade e o deputado atentou contra nossa suprema corte, usando expressões chulas, incitando a violência contra os ministros do supremo e o discurso de ódio que já tem trazido tantos prejuízos ao nosso país” declarou Rubens.

O secretário ressaltou seu posicionamento em defesa da constituição e da independência entre os poderes contanto que haja o devido respeito e decoro entre seus representantes. “A constituição é nosso principal instrumento democrático e temos que defendê-la mesmo em tempos tão espúrios”, finalizou Rubens.

  • Jorge Vieira
  • 17/fev/2021

Pré-candidatura de Josimar de Maranhãozinho não passou de jogada para se valorizar

Acusado pela Polícia Federal de desviar recursos de emendas parlamentares, o deputado federal Josimar de Maranhãozinho, presidente estadual do PL, anunciou sua pré-candidatura ao governo, num suposto afastamento do vice-governador Carlos Brandão (Republicanos), mas pelo visto tudo não passou de uma jogada do parlamentar para tentar se valorizar e garantir privilégios na aliança que está sendo articulada entre Republicanos e o Partido Liberal para a disputa do Governo do Estado.

O projeto de Maranhãozinho, conforme comentam nos bastidores da política local, é se aliar com Brandão, este sim, candidatíssimo pois substituirá Flávio Dino e poderá concorrer à reeleição, garantir a eleição da esposa Detinha para a Câmara Federal, se eleger deputado estadual e ter o aval do governo, em caso de vitória de Brandão, para disputar a presidência da Assembleia Legislativa.

As peças do xadrez político começaram se mexer com a formação do Bloco Democrático, composto por sete parlamentares do PL e Republicanos, para atuar no plenário da Assembleia Legislativa. Seria o embrião da aliança que está sendo costurada e que teria feito Maranhãozinho desistir com tanta facilidade da pré-candidatura que já nasceu morta.

No mundo da política é voz corrente que Josimar, após entrar no radar da PF e ter seus negócios investigados, anda querendo distância de Brasília.

  • Jorge Vieira
  • 17/fev/2021

Prefeitos e prefeitas do país pedem saída imediata do ministro da Saúde

A Confederação Nacional de Municípios, entidade que lidera o movimento municipalista no país, está solicitando a troca de comando do Ministério da Saúde. Em nota publicada nesta terça-feira, 16, a CNM atribui a incompetência na condução da pasta o sofrimento da população brasileiras nas filas em busca da vacina contra a covid-19.

O ministro Eduardo Pazuello é alvo de inquérito que investiga responsabilidades da autoridade sanitária do país na crise de oxigênio em Manaus (AM) que resultou em mortes de centenas de pessoas.

Em algumas cidades do país, a falta de vacina provoca a campanha de imunização ainda do primeiro grupo prioritário. O ritmo de vacinação tem contribuído para aumentar ainda mais o número de infectados pela nova variante do coronavírus. A falta de informações por parte do Ministério da Saúde aos prefeitos e prefeitos vem gerando crise entre gestores e a população.

Na manifestação, a CNM cita a descrença irresponsável do Ministério da Saúde, como órgão de estado, na vacinação da população brasileira.

Nota da CNM

O movimento municipalista, por meio da Confederação Nacional de Municípios (CNM), vem a público, em nome dos gestores locais que assistem e vivem desesperadamente a angústia e o sofrimento da população que corre aos postos de saúde na busca de vacinas contra a Covid-19, manifestar sua indignação com a condução da crise sanitária pelo Ministério da Saúde e solicitar a troca de comando da pasta. A entidade tem acolhido relatos de prefeitas e prefeitos de várias partes de país, indicando a suspensão da vacinação dos grupos prioritários a partir desta semana, em consequência da interrupção da reposição das doses e da falta de previsão de novas remessas pelo Ministério.

Foram várias as tentativas de diálogo com a atual gestão do Ministério, entre pedidos de agenda e de informação. A pasta tem reiteradamente ignorado os prefeitos do Brasil, com uma total inexistência de diálogo. Seu comando não acreditou na vacinação como saída para a crise e não realizou o planejamento necessário para a aquisição de vacinas. Todas as iniciativas adotadas até aqui foram realizadas apenas como reação à pressão política e social, sem qualquer cronograma de distribuição para Estados e Municípios. Com uma postura passiva, a atual gestão não atende à expectativa da Federação brasileira, a qual deveria ter liderado, frustrando assim a população do País.

Por considerar que a vacinação é o único caminho para superar a crise sanitária e possibilitar a retomada do desenvolvimento econômico e social e por não acreditar que a atual gestão reúna as condições para conduzir este processo, o movimento municipalista entende necessária, urgente e inevitável a troca de comando da pasta para o bem dos brasileiros.

  • Jorge Vieira
  • 17/fev/2021

“Imunidade não é impunidade”, diz Flávio Dino sobre prisão do deputado que insultou os ministros do STF

O governador Flávio Dino usou sua rede social para se manifestar sobre a prisão em flagrante do deputado federal Daniel Silveira (PSL-RJ), na noite desta terça-feira (16) por insultos aos ministro do Supremo Tribunal Federal. Na avaliação do chefe do Executivo maranhense “o STF não pode ser coagido em sua missão constitucional”

“Sobre prisão de deputado, importante notar que a imunidade parlamentar não é absoluta, conforme ampla jurisprudência. IMUNIDADE NÃO É IMPUNIDADE. Há um evidente ataque de milícias contra a democracia, que deve ser repelido. O STF não pode ser coagido na sua missão constitucional”, disse o governador.

Silveira foi preso pela Polícia Federal por ordem do ministro Alexandre de Morais após ter divulgado um vídeo com ataques e ofensas ao ministros do STF, defendendo agressão aos ministros da corte e fazendo apologia ao retorno da ditadura militar.

O parlamentar, que defendeu a destituição dos ministros do Supremo, é investigado no inquérito dos atos antidemocráticos que apura, que apura a organização e realização com ataques aos poderes Legislativo e Judiciário. O deputado é investigado ainda no inquérito das fake news que apura ataques aos ministros do STF.

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