Logo Blog
aplikasitogel.xyz hasiltogel.xyz paitogel.xyz
  • Jorge Vieira
  • 6/ago/2021

Manifesto que reuniu empresários diz basta às ameaças de Bolsonaro

Estadão – O manifesto que conectou boa parte da elite da sociedade civil em defesa do sistema eleitoral brasileiro teve como objetivo claro dar um basta às constantes ameaças do presidente Jair Bolsonaro à democracia e seus pilares. Na visão dos próprios signatários, esta e outras conclusões podem ser tiradas da contundente mensagem: indica que, para além das diferenças políticas e disputas eleitorais, os segmentos sociais representados no texto estarão unidos quando os princípios constitucionais estiverem sob risco; além disso, a rápida adesão e o fato de pesos pesados dos ambientes empresarial e financeiro terem assinado o comunicado explicitam a perda de apoio de Bolsonaro em setores importantes.

Lançado na mesma semana em que o Judiciário deu respostas duras às declarações do presidente, o manifesto reuniu empresários, banqueiros, economistas, diplomatas, juristas e diversos outros representantes da sociedade civil. Conforme organizadores, após a publicação em jornais, até o fim da tarde de ontem mais de seis mil pessoas haviam apoiado o documento no site do movimento Eleição se Respeita.

“A democracia é um dos pilares fundamentais da sociedade brasileira. E a eleição é a base da nossa democracia; logo, ela precisa ser garantida. O direito ao voto é igualitário a toda a população e cabe à população fazer sua escolha, seja boa ou ruim. Me parece que a questão da eleição virou uma forma de tergiversação em relação aos problemas reais de nossa sociedade, que são o meio ambiente, a educação e as reformas estruturais, como a tributária e a política”, disse o presidente da Suzano, Walter Schalka.

Em março, empresários e banqueiros já haviam aderido a uma carta que cobrava o governo federal por medidas efetivas de combate à pandemia. O manifesto pró-eleições e em defesa da Justiça Eleitoral, porém, representou uma mudança de postura, de acordo com Fábio Barbosa, ex-presidente do Santander e da Federação Brasileira de Bancos (Febraban): “O sistema é confiável, e não há razão para duvidar da legitimidade das eleições que aconteceram. Vamos ficar quietos assistindo a isso aqui ou vamos participar e colocar nosso ponto de vista?”.

O movimento começou com cerca de 30 pessoas ligadas ao Centro de Debate de Políticas Públicas (CDPP) e tomou corpo em 24 horas. “(O manifesto) tem um impacto por ser uma manifestação de empresários que normalmente não se manifestam e evitam entrar em discussões políticas”, avaliou Barbosa.

“O meio empresarial se omitiu durante muito tempo”, disse Schalka. “E isso é reflexo da forte presença do Estado da economia, que está ao redor de 40%. Então existe receio de falar, um medo de retaliação. Mas eu tomei a decisão de falar. Porque, quando nos calamos, ficamos mais expostos à situação de deterioração (do País).”

“O Brasil é um País pródigo em regulações e legislações, e o empresariado pode ter muito trabalho se quem está no poder quiser perturbar. É compreensível a demora”, completou Hélio Mattar, presidente do Instituto Akatu de Consumo Consciente e um dos fundadores da rede de lanchonetes America. “À medida que o presidente faz um acordo com os outros poderes para reduzir os ataques institucionais e, poucas semanas depois, o desrespeita, os riscos à democracia crescem”, destacou Mattar.

Para o presidente do Credit Suisse no Brasil, José Olympio Pereira, que também assinou o documento, constata-se a escalada de uma “crise institucional” , que pode minar ainda mais a imagem do País no exterior. “Estamos vendo ameaças ao estado democrático de direito. O que conquistamos de mais valioso enquanto nação é a nossa reputação de um país com instituições fortes, onde se pode investir, onde a regra do jogo é cumprida, onde não há instabilidade institucional”, afirmou. “Se colocarmos isso a risco, cai o prédio. Não podemos brincar com as fundações do prédio. Se você brinca com as fundações, você sabe o destino do prédio, desmorona.”

A piora do ambiente político tem consequências diretas na atividade econômica, alerta a executiva Maria Silvia Bastos Marques, que já presidiu o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômicos e Social (BNDES) e atuou por anos no setor privado, incluindo o comando do banco americano Goldman Sachs no Brasil e da Icatu Seguros. “A economia é feita de expectativas. Se você tiver um cenário previsível, se tiver um ambiente de estabilidade, isso contribui muito para a tomada de decisões, para os investimentos de médio e longo prazos.”

No Brasil, ao contrário, o ambiente tem sido de crescentes ruídos políticos, além da pandemia e de indicadores econômicos que estão piorando, como inflação e juros em alta. “Você tem vários elementos que não contribuem para um ambiente desejável para a tomada de decisão e para novos investimentos”, disse Maria Silvia, para quem a classe empresarial e de executivos do Brasil está ficando mais engajada. “Participo de alguns grupos de discussão do momento do País, do futuro do País e foi onde tomei conhecimento deste manifesto. Chega um momento que é muito importante se manifestar, falar.”

José Olympio entende que é preciso usar as energias para avançar uma agenda positiva. “Temos tanta coisa ainda a fazer, vamos acabar com a radicalização, com o confronto. “Houve avanços importantes na agenda nos últimos anos, como a reforma da Previdência, o marco do saneamento, e agora a privatização da Eletrobras começa a ganhar corpo, e a dos Correios entrou na agenda. Temos uma reforma administrativa que eu adoraria ver ser implementada.”

‘Diversidade’. Economistas como o ex-presidente do Banco Central Arminio Fraga destacam a “diversidade” do manifesto. “Não há substituto para o engajamento das pessoas”, afirmou. “Temos hoje bem consolidado a ideia de que as democracias vão sendo comidas pelas beiras, e é importante que haja um posicionamento mais amplo possível.”

Sócio da Mauá Capital e ex-diretor do BC, Luiz Fernando Figueiredo aponta o sinal de “alerta” da sociedade civil. “Nossa democracia é forte”, disse. “Quando estava no poder, o PT tentou centralizar (com mecanismos para controlar) a imprensa e não conseguiu. O Congresso não aprovou”, disse Figueiredo. Na mesma linha, Carlos Ari Sundfeld, professor de Direito Administrativo da FGV-SP avalia que o recado dado é claro: “A Justiça Eleitoral tem o total apoio dos democratas do País. Existe uma mobilização da sociedade para apoiar a estrutura do Estado que existe para punir abusadores. Se não fica parecendo aos eventuais oportunistas de plantão que o caminho está livre, e não está.” / PEDRO VENCESLAU, FERNANDO SCHELLER, CRISTIANE BARBIERI, KARLA SPOTORNO, ALTAMIRO SILVA JUNIOR e EDUARDO KATTAH

  • Jorge Vieira
  • 6/ago/2021

Pré-candidatos iniciam segundo semestre com intensas articulações

Os pré-candidatos ao governo do estado nas eleições do ano que vem iniciam o segundo semestre intensificando articulações e promovendo atos para demarcar terreno e mostrar força política. Após participar de duas manifestações promovidas por prefeitos aliados em São Mateus e Presidente Dutra, o vice-governador Carlos Brandão (PSDB), estreita relações com partidos da base governista já visando composição de futuras alianças.

Esta semana, por exemplo, Brandão fez vários contatos políticos em Brasília e teve, segundo ele, uma conversa bastante proveitosa com o deputado federal Bira do Pindaré (PSB), assim como já havia tido com o presidente estadual do PT, Augusto Lobato, que já manifestou apoio à sua pré-candidatura e trabalha internamente para que o partido esteja junto com o PSDB, embora esta decisão somente poderá ser confirmada com a autorização da executiva nacional.

Bem afinado com o governador, o vice mantém uma intensa agenda de trabalho e semana que vem à vai ao municípios de Rosário (13) assinar ordens de serviço e, extra agenda, aproveitar para manter contatos políticos com lideranças locais simpáticos à sua pré-candidatura. A maratona tem sequencia dia 14 em São Bernardo, dia 16 em Trizidela do Vale e dia 18 em Morros. Brandão, que assumirá o comando do estado em abril de 2022, é apontado como provável representante do grupo do governador Flávio Dino (PSB),

O principal adversário de Brandão no grupo do governador, o senador Weverton Rocha (PDT) também se movimenta com mais intensidade ainda. Após um ato em Barreirinhas, programou para o próximo dia 14 uma grande mobilização na cidade de Imperatriz onde pretende reunir prefeitos, deputados e lideranças locais e nacionais, numa espécie de contra ataque ao ato político realizado por Brandão em Presidente Dutra semana passada que reuniu 103 chefes de Executivos municipais.

Agora oficializado pré-candidato, o ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior, prepara agenda de visita ao interior do Maranhão e vai definir com a direção estadual do PSD o roteiro da maratona de viagens. Segundo fonte do partido, a agenda será intensa. Edivaldo diz que sua candidatura ao governo é um sonho antigo e que agora terá condições de percorrer o estado como militante do PSD para conversar com as lideranças, a população e levar sua mensagem.

Pré-candidato, embora sem mostrar grande entusiasmo, Josimar de Maranhãozinho (PL) continua sendo uma incógnita. Diz que é candidato, faz live, articula com os prefeitos eleitos com sua ajuda, porém, até o momento, não fez qualquer mobilização ou ato que merecesse destaque.

Já Simplício Araújo (Solidariedade) tem um bom discurso, mostra eficiência no comando da secretaria de Indústria e Comércio, entrou na disputa interna do grupo governista a pedido do governador, usa muito bem a internet, fez esta semana uma live para reafirmar sua candidatura, mantém uma agenda de trabalho junto aos municípios e espera obter o apoio de Flávio Dino.

De todos os considerados pré-candidatos, o bolsonarista Roberto Rocha é o menos ativo. Sem partido e esperando o presidente Jair Bolsonaro ser aceito por alguma legenda, o senador, que teve votação pífia em 2018, ainda não confirmou se pretende, de fato, se pretende concorrer ao governo em 2022. Até o prefeito Lahercio Bonfim, do minúsculo São Pedro dos Crentes, já fez ato para mostrar que é pré-candidato.

  • Jorge Vieira
  • 6/ago/2021

Rubens Jr. volta a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania

De volta ao mandato em Brasília, o deputado federal Rubens Pereira Jr. retorna a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) – a comissão mais importante da Câmara dos Deputados, visto que prepara as matérias para apreciação do plenário. O parlamentar integrou a CCJ em todos os anos do seu mandato.
“Voltar a integrar a CCJ é uma honra. Esta é a comissão que mais contribui no meu mandato, por ser advogado e mestre em Direito Constitucional”, lembrou Rubens Jr.
O parlamentar, que tem se destacado pelas posições que considera prejudicial ao país e em defesa dos menos favorecidos, lamentou ontem a aprovação, na Câmara, da proposta de privatização dos Correios, alertando que os mais prejudicados serão os que mais precisam da empresa estatal.
“Infelizmente, a privatização dos Correios foi aprovada por 286 a 173 votos. Em muitas cidades maranhenses, por exemplo, as agência dos Correios que funcionam como postos bancários. Derrota para os brasileiros que mais precisam”, observou o parlamentar.

  • Jorge Vieira
  • 5/ago/2021

Candidatura de Edivaldo eleva a sucessão estadual a outro patamar

Ao oficializar sua pré-candidatura ao governo do estado nas eleições de 2022 em ato que contou com as presenças das maiores lideranças nacionais e estaduais do PSD, o ex-prefeito de São Luís elevou a sucessão a outro patamar, ao tempo em que oferece uma alternativa ao eleitor maranhense na corrida ao Palácio dos Leões.

Limitada até então a uma queda de braço entre o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) e o senador Weverton Rocha (PDT) pelo apoio do grupo liderado pelo governador Flávio Dino, algo que se mostra cada dia mais difícil, a sucessão muda o curso e passa a contar agora com  um novo personagem, testado a aprovado pela população de São Luís.

Carismático, homem de muita fé, Edivaldo tem um terreno fértil para plantar sua candidatura, as pesquisas dos mais diversos institutos realizadas até agora mostraram que antes mesmo dele anunciar sua condição de pré-candidato, uma parte considerada do eleitorado já o via como alternativa ao que estava posto e tendência é crescer quando começar percorrer o interior do Maranhão.

Nos bastidores da sucessão é quase uma unanimidade a avaliação de que o grupo liderado pelo governador unido é capaz de vencer a eleição no primeiro turno, porém, dividido, torna o pleito completamente aberto e abre a possibilidade para uma terceira via. Como tudo indica que a tão desejada unidade está se tornando praticamente impossível, as chances do ex-prefeito é real.

A unidade do grupo palaciano, articulada e trabalhada pelo governador, enfrenta um sério problema: a pré-candidatura do senador Weverton Rocha, segundo seus aliados, não tem como retroceder, seria um desastre político depois de tantos prefeitos e lideranças políticas se comprometerem publicamente com ele; garantem que o pedetista será candidato em qualquer situação.

No outro lado da corda, o vice-governador Carlos Brandão vai assumir o comando do estado em abril de 2022, vai está sentado na cadeira de governador, somente podendo disputar a reeleição e está em pré-campanha. Já participou de dois atos políticos organizados por prefeitos aliados e, segundo fontes do blog não admite abrir de disputar a reeleição.

Como a unidade depende que um dos lados ceda e, pelo menos o que deixam transparecer, nenhum dos dois estaria disposto, será impossível fazer esse omelete sem quebra os ovos. E Edivaldo que não tem nada com essa confusão no grupo palaciano pode ser o grande beneficiado.

 

  • Jorge Vieira
  • 5/ago/2021

Deputados repercutem assassinato de médico em Imperatriz; Yglésio diz que sofre perseguição de integrantes da PMMA

Os deputados Dr. Yglésio (PROS), Rildo Amaral (Solidariedade) e Wellington do Curso (PSDB) repercutiram, na sessão plenária desta quarta-feira (4), o assassinato do médico Bruno Calaça Barbosa, 24 anos, cometido pelo soldado da Polícia Militar Adonias Sadda, na madrugada do dia 26 de julho, durante festa realizada no município de Imperatriz.

Yglésio afirmou estar sofrendo perseguições por parte de integrantes da PMMA, por meio das redes sociais, após criticar a atitude do militar. Ele enfatizou que o ato praticado pelo executor não pode levar toda tropa a ser considerada criminosa.

“Tenho recebido ameaças nas minhas redes sociais. Claro que por perfis fakes, pois as pessoas não se identificam para esse tipo de ação criminosa. Mas o que tenho a dizer é que nós reconhecemos o trabalho dos bons policiais, que são aqueles que formam a maior parte do contingente. Nossa defesa sempre foi em favor da corporação”, disse Yglésio.

Episódio – Rildo Amaral, por sua vez, afirmou que Bruno Calaça era um jovem muito querido em Imperatriz, mas acrescentou que não se pode atribuir à Polícia Militar um episódio isolado.

“Ainda estamos de luto. No entanto, em nenhum momento a sociedade de Imperatriz atribuiu o fato à instituição militar, pois sabe diferenciar uma ação tresloucada de um ato impensado, exagerado e irresponsável, que ceifa a vida de um médico tão jovem, de um filho, de um homem”, enfatizou.

O deputado destacou, também, que não concorda com aquelas pessoas as quais, diante de um ato como esse, passam a afirmar que a PMMA está repleta de assassinos, milicianos e pessoas de má índole. “Toda instituição, seja eclesiástica, militar, civil, judiciária ou legislativa, tem bons e maus profissionais”, disse Rildo Amaral.

repercussão

Na mesma linha de raciocínio, Wellington do Curso ressaltou que um fato isolado como o assassinato do médico por um soldado não pode macular a imagem da PMMA. Ele disse que aquele foi um episódio triste, de muita repercussão, mas enfatizou que a Polícia Militar é uma instituição de respeito.

“Nós somos defensores do povo. Eu defendo a Polícia Militar, a Polícia Civil e o Corpo de Bombeiros do Maranhão. A voz do deputado Wellington é a voz dos policiais”, ressaltou. O parlamentar pediu, ainda, um minuto de silêncio em memória do sargento Da Fé, membro da Polícia Militar do Estado do Pará, assassinado nesta quarta-feira (4), em Belém.

  • Jorge Vieira
  • 4/ago/2021

Edivaldo confirma pré-candidatura ao governo em 2022 durante ato de filiação ao PSD

O ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior, se filiou nesta quarta-feira (4) ao Partido Social Democrático (PSD), em sua sede em Brasília (DF), e confirmou a sua pré-candidatura ao Governo do Maranhão em 2022.

A cerimônia teve a presença do presidente nacional do partido, Gilberto Kassab, e do presidente estadual, Edilázio Júnior, e foi prestigiada pelos senadores Antonio Anastasia (Minas Gerais), Lucas Barreto (Amapá), Nelson Trad (Mato Grosso do Sul) e Carlos Fávaro (Mato Grosso), os deputados federais Hildo Rocha (Maranhão), Joaquim Passarinho (Pará), Carlos Leal (Bahia) e Antonio Brito (Bahia), o deputado estadual César Pires (Maranhão), a vereadora de São Luís Karla Sarney, além de prefeitos e vereadores maranhenses, entre outras lideranças do estado e membros e apoiadores do partido.

“A minha filiação no PSD marca o início de uma nova etapa na minha trajetória pública, onde já fui vereador, deputado federal e prefeito da capital por dois mandatos. Fico muito feliz em saber que, fruto dessa caminhada, meu nome seja bem avaliado pela população como pré-candidato ao governo nas próximas eleições, como tem mostrado as pesquisas. A partir de agora, com a permissão de Deus, vamos percorrer o Maranhão, dialogando com as lideranças e ouvindo a população”, disse Edivaldo.

A filiação de Edivaldo e sua pré-candidatura ao Governo do Estado integram um projeto nacional do PSD, o quarto maior partido do país, de ampliar o seu quadro de governadores em estados estratégicos como o Maranhão, Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.

“Num gesto de muita confiança, o Edivaldo faz uma escolha que muito nos honra, de se filiar ao PSD, para ser candidato a governador pelo partido, e inquestionavelmente será o futuro governador do Maranhão”, afirmou Kassab reafirmando o projeto nacional do partido de eleger governadores em vários estados e que, no Maranhão, o ex-prefeito Edivaldo terá todo o apoio necessário.

Edilázio Júnior também ressaltou a importância de ter um nome como o de Edivaldo no PSD. “Ter Edivaldo nos quadros do nosso partido é uma honra muito grande, ainda mais ele tendo saído da Prefeitura com mais de 70% de aprovação da população”, afirmou o deputado federal e presidente estadual do PSD.

“Sua trajetória e tudo que realizou como prefeito, aplaudido por dois mandatos em São Luís, é mais uma vitrine e referência do seu futuro”, disse o senador Antonio Anastasia

Edivaldo Holanda Junior anunciou seu ingresso no PSD há cerca de um mês, logo após deixar o PDT. Desde que encerrou o segundo mandato como prefeito da capital, ele vem pontuando muito bem em todas as pesquisas de intenção de voto para o Governo do Estado.

Edivaldo comandou a Prefeitura de São Luís por oito anos e encerrou a sua gestão, em 2020, com uma ótima avaliação da população. A sua administração foi marcada, sobretudo, por contas públicas equilibradas e centenas de obras que puseram fim em problemas históricos na cidade em diversas áreas, da infraestrutura à assistência social. Em sua trajetória política, o ex-prefeito já foi ainda vereador por dois mandatos consecutivos e deputado federal.

  • Jorge Vieira
  • 4/ago/2021

Lula vence Bolsonaro no primeiro turno e em todas as simulações de segundo, diz pesquisa Quaest

247 – Pesquisa Quaest Consultoria, divulgada nesta quarta-feira (4), apontou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na liderança isolada, com 46% dos votos na simulação de primeiro turno. Jair Bolsonaro apareceu na segunda posição, com 29%, seguido pelo ex-ministro Ciro Gomes (PDT), com 12%.

Em um segundo cenário, com Sérgio Moro, José Luiz Datena (PSL) e João Doria (PSDB), o petista varia dentro da margem de erro, ficando com 44%. Com Eduardo Leite (PSDB) e Luiz Henrique Mandetta (DEM) na disputa, Lula atinge 45%.

O ex-presidente vence em todas as simulações de segundo turno. Contra Bolsonaro, o petista alcança 54% contra 33%. Contra Ciro, vence por 53% a 23%, e Mandetta, por 58% a 14%.

De acordo com a pesquisa, Lula é o único entre os pré-candidatos em que o potencial de voto é maior que a taxa de rejeição. Ao todo, 58% dizem que podem votar nele, contra 41% que dizem que não.

O levantamento foi feito com 1.500 entrevistados, de 29 de julho a 1 de agosto em 95 cidades das 27 unidades da federação. O nível de confiança é de 95% e a margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

1 535 536 537 538 539 2.796

Buscar

aplikasitogel.xyz hasiltogel.xyz paitogel.xyz