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  • Jorge Vieira
  • 16/ago/2021

Weverton Rocha subestima força e liderança do governador Flávio Dino

O lançamento da pré-candidatura do senador Weverton Rocha ao Governo do Estado, com tom acima do que era previsível, além de confirmar que seu projeto político para 2022 não tem recuo, mostrou arrogância e menosprezo  à força política e liderança do governador Flávio Dino, principal responsável pela sua eleição em 2018.

O discurso foi interpretado por quem acompanha a pré-campanha como um recado nada amistoso ao chefe do Executivo estadual e pré-anúncio de um rompimento caso não seja ele o escolhido para representar o grupo que se reuniu em 5 de julho e resolveu entregar ao governador a missão de construir a unidade.

Weverton praticamente comunicou ao governador, ao público presente e a quem acompanhou o ato pelas redes sociais, que não pretende cumprir o pacto assinado por ele, dirigentes partidos, parlamentares e lideranças que apoiam o governo no ato realizado no Palácio dos Leões se não for o indicado.

“Gosto muito do Flávio Dino, é meu amigo, ele tem o reconhecimento de todos nós pelo trabalho que ele fez no Maranhão. Só que eu quero ser candidato de baixo para cima. Eu quero o apoio dele, mas na verdade quem vai me apoiar e me eleger é o povo do Maranhão”, disse para a platéia de políticos.

O senador pedetista já havia sugerido que não pretende recuar da candidatura quando foi perguntado sobre a possibilidade de desistir e responder de forma jocosa: “Vocês já viram foguete dando marcha ré? Então vamos para frente, que o Maranhão tem pressa e quer ser feliz”.

Na nota dos partidos divulgada no início de julho, além de firmar o compromisso de dar continuidade as ações do governo, diz que o “Pacto pela União se baseia no compromisso com a pré-candidatura ao Senado do governador Flávio Dino, na busca de entendimento quanto a governador e vice, sempre com base no diálogo com os partidos e líderes, e na construção de chapas vitoriosas para a Câmara e Assembleia”.

A postura do senador do PDT, de confirmar que seu projeto para 2022 não tem retorno, porém, faz coro à afirmativa do presidente nacional do partido, Carlos Lupi que, em entrevista à TV Meio Norte, disse que ele será candidato com ou sem o apoio do governador.

Para deixar claro que não pretende cumprir o pacto que assinou, em entevista à TV Mirante na sexta-feira (13), véspera do ato em Imperatriz, Weverton disse que o  fato de Dino esta sentado na cadeira de governador não daria a ele o direito de indicar o candidato.

O governador, com uma popularidade que chega 70%, considerado a maior liderança política do estado e com potencial para influenciar muito na eleição do seu sucessor, no entanto, mantem a agenda de trabalho e entrega da obras em todas as regiões do Maranhão. Sabe o momento certo de entrar em cena.

 

 

 

  • Jorge Vieira
  • 16/ago/2021

Senadores indicam veto às coligações proporcionais e contrariam deputados

O Globo — Senadores governistas e da oposição criticam a volta das coligações proporcionais, em consonância com o presidente da Casa, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e sinalizam que votarão contra a medida, se ela entrar em pauta. A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) foi aprovada em primeiro turno pela Câmara na semana passada e a votação em segundo turno está marcada para amanhã. Para valer nas eleições do ano que vem, o texto precisa ser chancelado pelo Senado até outubro. A disposição dos senadores em não dar seguimento à medida promete ser mais uma fonte de atrito entre as duas Casas.

Derrubada pelo Congresso em 2017, a coligação proporcional permite, em sistema de aliança partidária, que candidatos menos votados, e muitas vezes sem afinidade ideológica, se elejam na esteira dos votos computados pelo conjunto de legendas que integram o bloco. Ao acabar com essa possibilidade, o objetivo dos parlamentares foi, junto com a aprovação da cláusula de barreira, reduzir o número de partidos, sobretudo os de aluguel.

Líder do PSDB no Senado, Izalci Lucas (DF) afirma que o apoio à volta das coligações proporcionais na Câmara não encontra eco no Senado, e diz que o modelo privilegia o “cálculo eleitoral” em vez da “afinidade programática”:

— Os parlamentares (da Câmara) pensaram primeiro neles próprios. Qual a forma mais fácil de se reeleger? Com coligação. Ocorre que, pelo sistema de coligação, os partidos fazem aliança com base no cálculo de quantos deputados podem eleger, e não com base em conteúdo programático. São interesses eleitorais. Na Cidade Ocidental, em Goiás, o DEM fez coligação com o PCdoB em 2016. Ou seja, o eleitor vota em um liberal e acaba elegendo um comunista. Ou o contrário.

Na semana passada, o presidente do Senado disse considerar a retomada das coligações proporcionais um “retrocesso”. Sobre a tramitação no Senado, afirmou que consultará os colegas para definir um encaminhamento. Logo após a votação, em um jantar, o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), pediu a Pacheco que paute o projeto assim que recebê-lo.

Líder do PT, o senador Paulo Rocha (PA) disse que o partido está unificado, no Senado, contra a medida. Na Câmara, os petistas fizeram parte do acordo para aprovar a proposta, apresentado como alternativa à adoção do distritão, também criticado por especialistas.

No distritão, a eleição para os legislativos seria majoritária, ou seja, os mais votados de cada estado seriam eleitos, sem levar em conta os votos nos partidos, como é hoje no sistema proporcional. Críticos do distritão afirmam que ele enfraquece os partidos e dificulta a renovação de vagas.

— Nós, do PT, somos contra (a volta das coligações proporcionais). É um retrocesso. Seria um retorno dos partidos cartoriais, que existem só para fazer coligação. Partidos que não têm força nenhuma pegam carona naqueles que têm força política e organização perante a sociedade — disse Paulo Rocha.

O líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), mostrou-se contrário à aprovação da medida às pressas, o que faria com que já vigorasse no ano que vem:

— Causa suspeita quando se faz reforma política de dois em dois anos. Fica parecendo que o Congresso fez de cobaia os vereadores na eleição de 2020. Sou favorável à análise de uma reforma política, inclusive com a questão das coligações, mas sou contra aprovar qualquer mudança às pressas, até outubro deste ano, para que já entre em vigor no pleito do ano que vem. Acho que para haver reforma política tem que ter diálogo e sintonia entre Câmara e Senado.

Após a eleição municipal do ano passado, a primeira sem coligações proporcionais, a fragmentação partidária diminuiu nas Câmaras de Vereadores. Levantamento feito pelo GLOBO apontou que isso aconteceu em sete de cada dez cidades.

Também alinhado ao Palácio do Planalto, o senador Jorginho Melo (PL-SC) endossou as crítica à proposta:

— Isso não tem a menor chance de ser aprovado no Senado.

Sem alinhamento

A disposição dos senadores de derrubar ou engavetar a volta das coligações proporcionais deve piorar ainda mais o clima entre as duas Casas, que não têm mostrado alinhamento na pauta legislativa.

O Senado, por exemplo, deu um freio na nova Lei de Segurança Nacional (LSN) que havia sido aprovada em maio pela Câmara sob críticas por ter tido uma tramitação rápida. A proposta só foi chancelada pelos senadores na semana passada, três meses depois.

Outro episódio girou em torno da PEC do voto impresso. Enquanto Arthur Lira, em um gesto incomum, levou para o plenário a proposta, mesmo após ser rejeitada em comissão especial, Pacheco descartou ressuscitar iniciativa semelhante engavetada no Senado.

Relatora da reforma na Câmara, a deputada Renata Abreu (Podemos-SP), já reagiu à sinalização contrária do Senado, afirmando que essa postura “vai gerar uma crise institucional”.

  • Jorge Vieira
  • 14/ago/2021

Domingos Dutra deverá coordenar a campanha de Lobato a deputado federal

De volta ao Partido dos Trabalhadores, legenda que ajudou a construir no Maranhão no início da década de 1980, o ex-deputado estadual e federal, ex-prefeito de Paço Lumiar, Domingos Dutra, praticamente recuperado de um AVC (Acidente Vascular Cerebral) que o afastou do comando do município vizinho a São Luís, retorna à rena política e deverá coordenar a campanha do presidente estadual do PT, Augusto Lobato, a deputado federal nas eleições de 2022.

Lobato deixará a presidência do PT em março de 2022, passará a integrar o Diretório Nacional, assume como vice do futuro presidente estadual Francimar Melo e vai se dedicar integralmente à sua campanha, tendo na coordenação a experiência de Dutra. O retorno do ex-prefeito de Paço do Lumiar ao partido foi uma articulação de Lobato pelo histórico dele na legenda, sendo que ambos defendem o mesmo posicionamento em relação a sucessão estadual.

O presidente do PT costura com habilidade sua pré-candidatura, inclusive, é um dos convidados para o jantar que o governador Flávio Dino vai oferecer ao ex-presidente Lula dia 18 no Palácio dos Leões e já organizou uma agenda do provável próximo presidente da República com o PT local. Lula receberá representantes dos movimentos sociais a pedido de Lobato no hotel em que ficará hospedado.

O dirigente estadual petista, que trabalha internamente para compor aliança com o pré-candidato do PSDB, Carlos Brandão, esteve com ele na última quinta-feira (12), em companhia de Domingos Dutra e do secretário de Educação Felipe Camarão, deixando o encontro bastante animado com a possibilidade de receber o apoio do vice-governador.

O secretário Felipe Camarão, que já anunciou sua pré-candidatura de deputado federal, mas é cotado para ser vice na chapa de Brandão, caso se confirme sua presença na chapa majoritária, também teria o compromisso de apoiar a candidatura de Lobato. Camarão, segundo fonte do blog, estaria pronto para aceitar o convite caso este seja o desejo do PT.

  • Jorge Vieira
  • 13/ago/2021

Câmara de Imperatriz concede Titulo de Cidadão a Othelino por serviços à cidade

A Câmara Municipal de Imperatriz homenageou, nesta sexta-feira (13), o presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto (PCdoB), com o Título de Cidadão Imperatrizense. A comenda foi um reconhecimento aos relevantes serviços prestados pelo chefe do Parlamento Estadual à cidade, que já foi beneficiada com diversas ações do parlamentar para a execução de benfeitorias à população.

Na solenidade, Othelino Neto afirmou que tornar-se cidadão imperatrizense só reforça o seu compromisso e o vínculo afetivo que tem com o a cidade. “Fico muito grato por esse momento importante na minha vida. Esse título muito me honra e reforça a minha disposição para trabalhar a favor dos interesses da cidade”, disse o parlamentar, ao lado de sua esposa e vice-prefeita de Pinheiro, Ana Paula Lobato.

O chefe do Legislativo maranhense lembrou, ainda, algumas ações em prol do município, como a destinação de emendas, de sua autoria, para a execução de obras de infraestrutura, a exemplo da pavimentação de ruas, além do seu permanente apoio na discussão e aprovação de projetos, na Assembleia Legislativa, pertinentes não só a Imperatriz, mas a toda Região Tocantina.

“Em todos os momentos que a cidade de Imperatriz precisou, a bancada de deputados do município, como os deputados Marco Aurélio, Rildo Amaral e Antônio Pereira, sempre contou com a solidariedade de todos os colegas, reconhecendo a importância que Imperatriz tem para o Maranhão”, completou Othelino.

A honraria foi proposta pelo vereador Carlos Hermes (PCdoB) e entregue em sessão solene, no Palácio Dorgival Pinheiro de Sousa, sede do Poder Legislativo Municipal. A cerimônia, conduzida pelo presidente da Casa, vereador Alberto Sousa (PDT), contou com a presença de vereadores de Imperatriz, de deputados estaduais, do senador Weverton Rocha (PDT), do deputado federal Juscelino Filho (DEM), além de outras autoridades.

Reconhecimento – O vereador Carlos Hermes disse que a entrega do Título de Cidadão Imperatrizense a Othelino Neto foi um reconhecimento à grande liderança que ele exerce no Maranhão e a atenção que dispensa a Imperatriz. “Ele é sempre muito presente na nossa cidade, destinando emendas e apoiando os deputados que são da região para que os recursos cheguem e beneficiem o povo de Imperatriz”, afirmou o autor da proposição.

O presidente da Câmara Municipal de Imperatriz, vereador Alberto Sousa, falou que a aprovação por unanimidade da comenda demonstra a gratidão dos imperatrizenses com o chefe do Parlamento Estadual. “É um gesto de gratidão, que aumenta a responsabilidade para que ele possa continuar olhando com muito carinho para a Região Tocantina e, em especial, para Imperatriz”, destacou.

O deputado Marco Aurélio (PCdoB), que tem forte atuação no município, também frisou o trabalho de Othelino Neto em Imperatriz. “Ele  não só destinou emendas para importantes obras de infraestrutura, mas também estimulou para que os representantes daqui tivessem mais força política para ajudar a cidade”, disse.

O senador Weverton Rocha, também filho de Imperatriz, afirmou que o deputado Othelino tem se destacado com muita responsabilidade na sua atuação parlamentar. “Imperatriz o recebe com muito carinho, pois ele já ajudou muito a região”, finalizou.

  • Jorge Vieira
  • 13/ago/2021

Em entrevista para o jornal o Globo, Rubens Jr. defende aprovação do Princípio da Anualidade Eleitoral

Para garantir a segurança jurídica do processo eleitoral de 2022, o deputado federal Rubens Pereira Jr. (PCdoB) votou pelo  Princípio da Anualidade Eleitoral em sessão na Câmara dos Deputados nesta quinta-feira (12).

“A Justiça Eleitoral não poderá mudar as regras do jogo em cima da hora. A regra tem que valer para os dois lados, Congresso e Judiciário” Disse Rubens Jr ao Jornal o Globo.

O princípio da anualidade eleitoral (também chamado de anterioridade eleitoral) garante que mudanças na legislação eleitoral somente entrem em vigor se aprovadas até um ano antes do pleito. Ou seja,  para ser adotada nas Eleições 2022, qualquer mudança na regra eleitoral precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada pelo presidente da República no próximo mês, uma vez que as eleições estão marcadas para o dia 2 de outubro de 2022.

  • Jorge Vieira
  • 13/ago/2021

Weverton diz que está sentado na cadeira de governador não deve ser critério único para a escolha do candidato

O senador Weveeton Rocha (PDT), que oficializa sua pré-candidatura ao Governo do Estado em grande ato politico que será realizado em Imperatriz, sua cidade natal, neste sábado (14), em enrevista à TV Miarante nesta sexta-fera (13), saiu pela tangente e não respondeu se aceitará abrir mão da candidatura se não for o escolhido para ser o representes do grupo do governador Flávio Dino (PSB) na sucessão estadual de 2022.

“Caso não seja o escolhidos do grupo o senhor vaia acatar essa decisão; faço essa pergunta porque o presidente nacional do seu partido, Carlos Lupi, mencionou em uma entrevista que o senhor será candidato mesmo sem o apoio do governador”, questionou o jornalista Clovis Cabalau, apresentador do quadro Bastidores do programa Bom Dia Mirante.

“O governador Flávio Dino me conhece e sabe que eu sou uma pessoa de grupo e grupo para mim se chama coletividade. Ele sabe que ele não foi escolhido dentro do Palácio dos Leões, ao contrário, a cadeira no Palácio dos Leões era de outro grupo político. No momento de sua eleição ele tinha duzentos prefeitos contra seu projeto e um projeto de grupo coletivo construído através do Diálogos do Maranhão, viabilizou a sua eleição, então o governador Flávio Dino sabe mais do que nunca que o critério único e exclusivo de está sentado na cadeira ele é bom, mas ele não resolve”

O senador disse ainda que “a sua excelência que é o povo já mostrou como é que se faz, sempre mostrou e quando ela quer decidir vai para a frente, então eu quero repetir, eu quero muito ser candidato do presidente Lula, do Ciro Gomes e todos os candidatos a presidente da República e quero ter o apoio do Flávio Dino como quero ter o apoio, do prefeitos Eduardo Braide, do ex-prefeito Edivaldo Holanda, de todos. Ele vão compreender que neste momento quem consegue melhor articular a bancada federal, quem conseguem melhor abrir portas em Brasília, seja o presidente que for” é o senador Weverton.

Weverton falou de todas as suas qualidades, que vai percorrer o Maranhão, que o governador possui um grupo plural e que todos os pré-candidatos possuem legitimidade para construíram suas candidaturas, só não respondeu se acatará o resultado se ele não for o escolhido para ser o candidato do grupo do governador, disse apenas que quer o apoio.

  • Jorge Vieira
  • 12/ago/2021

Carlos Brandão faz o L de Lula e está cada mais próximo do PT

Política se faz com gesto e muito diálogo. Nesta quinta-feira (12) o vice-governador Carlos Brandão (PSDB) recebeu na residência oficial o presidente estadual do Partido dos Trabalhadores, Augusto Lobato, acompanhado do ex-prefeito de Paço do Lumiar Domingos Dutra e do secretário de Educação do Estado, Felipe Camarão. Participou do encontro também do encontro o ex-deputado Rubens Pereira, um dos coordenadores da pré-campanha do tucano.

Segundo Augusto Lobato, foi um encontro bastante descontraído onde foi tratado assuntos de interesse do Maranhão, da política e serviu para estreitar ainda mais a boa relação com o vice-governador e pré-candidato ao governo nas eleições de 2022. O grupo inclusive posou para fotografia fazendo o “L” de Lula.

“Brandão ficou feliz ao rever Dutra em plena recuperação de sua saúde (ambos foram contemporâreno de parlamento na Câmara Federal) e ao fazer o L de Lula, Brandão sinalizou de que lado está nesta luta pela continuidade da transformação do Maranhão liderado pelo governador Flávio Dino e demonstrou que quer ajudar a reconstruir o Brasil”, disse Lobato após a reunião.

O secretário Felipe Camarão é cotado para ser vice de Brandão numa provável aliança com o PSDB no Maranhão. Também não está descartada a possibilidade de Brandão mudar para o PSB para facilitar a coligação com o PT.

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