Morreu nesta quarta-feira (18) o ex-líder camponês Manuel da Conceição (86 anos), fundador do Partido dos Trabalhadores e um dos ícones da resistência contra a Ditadura Militar instalada no Brasil em 1964. .
Segundo mensagem do PT, “depois de mais de 20 dias de luta e esperança, o nosso Manuel da Conceição partiu para o mundo dos justos. Que descanse em paz querido Manuel”.
O presidente estadual do PT, Augusto Lobato, ao tomar conhecimento do falecimento do presidente de honra do partido disse que é motivo de muita tristeza perder a maior liderança camponesa.
“O Maranhão e os camponeses estão de luto”, lamentou Lobato.
“Os materiais de apoio são uma extensão do corpo da pessoa com deficiência. Portanto, foram duas violações graves: a primeira foi a violação das normas da aviação, uma vez que a companhia aérea não observou que a cadeira estava dentro dos padrões. E, a segunda, foi a sugestão para Irenice embarcar sem a cadeira”, lamentou Rubens Jr. O caso Irenice ganhou notoriedade após a advogada publicar desabafo nas redes sociais.
O texto do PL propõe incluir, no Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº. 13.146/2015), a pena de reclusão de 1 a 3 anos e multa para quem impedir, de qualquer modo, a locomoção da pessoa com deficiência nos transportes coletivos.
Protocolado na Câmara dos Deputados, o PL nº 2869/2021 contrapõe a ideia de que pessoas com deficiência atrapalham a sociedade. “Ao criminalizar a negativa do transporte, colaboramos para que jamais haja resistência ao direito de ir e vir do cidadão”, argumentou Rubens Jr.
Em homenagem à mulher que não se calou diante da injustiça e da violência, o deputado Rubens Jr batizou a futura lei de Lei Irenice Candido.
O deputado federal Bira do Pindaré (PSB) denunciou, na sessão desta terça-feira (17), o descaso do presidente Bolsonaro com o Brasil. O parlamentar ressaltou que há uma inversão de prioridades discrepante e sugeriu ao chefe do executivo que vá trabalhar.
“Eu queria pedir ao presidente Bolsonaro que pare de confusão e pelo menos por um instante fizesse algo pela população. Ao invés de ficar criando falsas polêmicas, ele se concentre naquilo que a população precisa. Nós estamos enfrentando um momento muito difícil, a população está precisando de emprego, de renda, de comida. Ele destruiu a economia”, frisou.
Segundo ele, o caso atinge também as estradas, que estão em estado de abandono e cada vez mais intrafegáveis. “A situação é tão grave que o governador Flávio Dino se colocou à disposição e pediu a autorização do Governo Federal para ajudar nos reparos das rodovias; e pasmem o governo não deu nenhuma resposta. Que dizer, não faz, nem deixa fazer”, completou.
Mais cedo nas redes sociais, Bira mostrou o print de uma pesquisa e afirmou que a avaliação do governo Bolsonaro só piora. “Reflexo da corrupção na compra de vacinas, da inflação, do genocídio, da destruição de empregos, da destruição de direitos sociais e trabalhistas, da destruição do meio ambiente e da confusão generalizada e beligerância permanente”.
Uma reportagem da revista Crusoé revelou os gastos do governo no cartão corporativo. “Imagine apenas uma família brasileira gastar R$ 5,8 milhões em oito meses. Irreal, né?! A família Bolsonaro gastou e gastou usando dinheiro público, eles passaram tudo no cartão corporativo da Presidência da República. O Brasil em crise, o povo sem dinheiro para o gás e a mamata bate recorde”, comentou o parlamentar.
A nova rodada da pesquisa XP/Ipespe para a eleição presidencial de 2022, divulgada pelo instituto nesta terça-feira (17),registra a continuidade da tendência de cresceimento das intenções de voto no ex-presidente Lula (PT). No levantamento de agosto, ele aparece com 40%, dois pontos percentuais a mais que na pesquisa anterior, enquanto Jair Bolsonaro (sem partido) tem 24%, dois pontos a menos que na última sondagem.
Esta é a quinta pesquisa em que o ex-presidente repete a tendência de alta – ele tinha 25% em março, quando seu nome voltou a ser testado. Atrás dele e de Bolsonaro aparecem Ciro Gomes (10%), Sérgio Moro (9%), Mandetta e Eduardo Leite (4%). O petista também lidera cenário alternativo, em que João Doria (5%) é testado no lugar de Leite e em que são incluídos Datena (5%) e Rodrigo Pacheco (1%) e é excluído Sérgio Moro.
Nesse cenário, Lula tem 37% e Bolsonaro, 28%. Lula também continua registrando crescimento no levantamento espontâneo, quando o nome dos candidatos não é apresentado ao entrevistado: ele passou de 25% para 28%, enquanto Bolsonaro segue estável com 22%.

Ciro Gomes (PDT) e Sergio Moro (sem partido) são os dois nomes melhor colocados na chamada “terceira via” / XP
No principal cenário de segundo turno, Lula ampliou vantagem sobre Bolsonaro. O petista oscilou dois pontos para mais, e Bolsonaro, três para menos. Agora o ex-presidente venceria com 51% contra 32% do atual presidente. O interesse em relação ao pleito está em alta. Hoje são 49% os que dizem estar muito interessados na eleição, contra 46% na pesquisa anterior.
A rodada de agosto da pesquisa XP/Ipespe mostra continuidade na tendência de crescimento das avaliações negativas do governo Jair Bolsonaro. No levantamento atual são 54% os que dizem considerar o governo ruim ou péssimo contra 52% no mês passado.
O crescimento na rejeição é constante desde outubro de 2020, quando 31% diziam considerar a gestão ruim ou péssima. Na outra ponta, os que veem o governo como bom ou ótimo somam 23%, dois pontos a menos que na pesquisa de julho. Os dois números são os piores para o governo desde o início da série.
A visão contrasta com outros indicadores sobre a situação econômica: a percepção sobre as chances de manutenção de emprego, por exemplo, segue em tendência de alta desde maio. O grupo que vê possibilidade grande ou muito grande de continuar empregado chega a 56%.
A pesquisa registrou também estabilidade sobre o sentimento da população em relação à pandemia: o grupo dos que dizem estar com muito medo do surto oscilou de 38% para 39% — esta é a primeira vez desde abril que essa fatia dos entrevistados não reduz seu tamanho. No mesmo assunto, a soma das pessoas que já se vacinaram com as que dizem que vão se vacinar com certeza atingiu seu maior patamar, chegando a 96%
Foram realizadas 1.000 entrevistas, de abrangência nacional, de 11 a 14 de agosto. A margem de erro é de 3,2 pontos percentuais. (Brasil de Fato)
Pré-candidato ao Governo do Estado pelo partido Solidariedade, o secretário de Indústria, Comércio e Energia, Simplício Araújo, que trabalha para se viabilizar como representante do grupo do governador Flávio Dino (PSB), aposta na iniciativa privada com agente gerador de desenvolvimento e fonte de emprego e renda para a população.
Em conversa com o titular deste blog nesta manhã de terça-feira (17), Simplíco mostrou entusiásmo com a possibilidade de unidade do grupo em torno de sua candidatura, com a pré-campanha que desenvolve, como os apoios que tem recebido e principalmente pelo reconhecimento do seu trabalho como gestor.
O secretário, que defende o consenso e trava uma disputa interna com o vice-governador Carlos Brandão (PSDB), o senador Weverton Rocha (PDT) e deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL) observa que seu perfil está dentro dos critérios a serem observados pelo governador, que já é do conheicmento dos pré-candidatos do grupo.
“Existe um acordo com os quatro pré-candidatos, onde será avaliado adesão popular. Existe candidaturas, eu não vou citar o nome, que já estão a dois anos e ainda não decolaram, então nós precisamos que o povo entre no processo, que aponte para o governador quem de nós verdadeiramente tem mais condições de ser o seu sucessor. Outro ponto é o legado, as coisas importantes que o governador fez, e quem representar melhor esse caminho
“Caso eu seja o governador do Estado do Maranhão eu jamais tiraria da pauta o programa escola digna, a ampliação dos restaurantes populares, os IEMAS, a série de programas importantes que o governado tá deixando, focado principalmente em que mais precisa. As classes média e alta sempre buscam a sua saída, mas os pobres precisam realmente do governo para que seguir suas vidas”.
O pré-candidato acredita que não haverá briga no grupo e que caso seja o escolhido dará total a geração de emprego e renda. “Nós fizemos durante o governo Flávio Dino uma gestão do segumento relacionado ao comério, indústria, prestação de serviço e energia no estado e hoje acreditamos muito nesse potencial, a gente precisa de muita geração de empregos e isso só será possível pela classe empreendedora do estado”.
Segundo Araújo, a inicitiva privada movimenta a economia três vezes mais que os poderes públicos e que é essa iniciativa privada que pode gerar emprego, desenvolvimento e o crescimento do Estado. “É nisso que eu estou apostando é com esse segumentos que eu estou conversando mais nesse momento porque eu entendo que não é apenas com aclasse política que a gente precisa conversar”.
Para o secretário, o Governo do Maranhão, como de qualquer outro estado, é uma prioridade da população, é que vai definir quem será o próximo governador e ele quer se apresentar porque tem histótia de vida, de gestão de resultados e está sendo incentivado para que seja um dos pré-candidatos. “Eu sou um dos pré-candidatos da base do governador Flávio Dino, respeito muito o senador Weverton, o vice-governador Carlos Brandão e o deputado federal Josimar, mas eu também estarei colocando o meu nome para apreciação e julgamento da população do Maranhão”.
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O ex-prefeito de São Luís, Edivado Holanda Junior (PSD), pré-candidato ao Governo do Estado, mantém uma intensa agenda de conversações com lideranças políticas do interior do Estado e aproveita o restante do mês de agosto para articular o roteiro de visitas aos municípios a partir de setembro.
Edivaldo tem recebido manifestações de apoio de lideranças de várias regiões, o que tem lhe deixado muito animado com o início de sua pré-campanha rumo ao Palácio dos Leões. O ex-prefeito tem recebido muitos convites e já trabalha na montagem do roteiro de viagens.
Bem avaliado e respaldado pela administração transparente e eficiente que lhe concederam expressivos índices de aprovação ao final dos seus dois mandatos como chefe do Executivo da capital, Edivaldo tem conversado com a classe política e diz está preparado para colocar o Maranhão no caminho do desenvolvimento.
Considerado hoje a terceira via com amplas possibilidade de chegar ao segundo turno, Edivaldo conta com a estrutura do PSD, tereiro partido em termos de representação na Câmara Federal, o que que lhe garante um tempo extraordinário no horário eleitoral no rádio e na televisão, dois veículos essenciais para divulgação de suas propostas.
Dono de um carisma incomum e cativante, o ex-prefeito de São Luís entra na disputa pelo governo bem situado no maior colégio eleitoral, conversando com lideranças de todas as regiões do Maranhão e tendo a retaguarda de um partido com estrura nacional que o coloca como prioridade para as eleições de 2022.
O governador Flávio Dino (PSB), outros doze chefes de Executivos estaduais e mais o Distrito Federal lançaram manifesto de solidariedade ao Supremo Tribuna Federal (STF) e seus ministros em ração às ameaças do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) contra a Corte.
“14 governadores assinam nota em defesa do Supremo Tribunal Federal, dos seus ministros e das suas famílias, diante de ameaças e agressões. Não será por falta de proteção policial que vão acabar com a independência do Judiciário no Brasil”, disse Dino em sua rede social. O govrnador postou também a carta.
Conforme o documento, “o Estado Democrático de Direito só existe com Judiciário independente, livre para decidir de acordo com a Constituição e com as leis”.
“No âmbito dos nossos Estados, tudo faremos para ajudar a preservar a dignidade e a integridade do Poder Judiciário. Renovamos o chamamento à serenidade e à paz que a nossa Nação tanto necessita”, diz o texto.
Assinam o documento os governadores do DF, de Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Sergipe, São Paulo, Rio Grande do Sul, Espírito Santo e Amapá.
Alvo de mais de cem pedidos de impeachment, Jair Bolsonaro anunciou que irá ao Senado entregar pedido de impeachment dos ministros do STF Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso. A iniciativa foi uma resposta à determinação de Moraes para a prisão do presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, acusado de participação em um esquema de milícias digitais.
Bolsonaro tem colocado em dúvida a confiabilidade das urnas eletrônicas e criticado o STF e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) como uma demonstração de que não aceitará uma derrota em 2022. A possibilidade de um golpe vem acontecendo em contexto de alta da rejeição dele e liderança isolada do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em pesquisas eleitorais.