O ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior (PSD), desde que foificlizou sua pré-candidatira ao Governo do Estado mantém uma agenda intenda com lideranças políticas de todas as regiões e amplia o diálogo antes de iniciar a maratona de visitas ao interior do Maranhão.
Humilde e cativante, Edivaldo esteve reunidos nesta terça-feira (24) com o vice-prefeito de Buriti Jenilson Gouveia e sua esposa Shirlyane; ex-vice-prefeito de Mata Roma Gustavo Corrêa, vereador Netinho, advogado Dr. Ormanne e sua esposa Patrícia, de Chapadinha; vereador Claudemir da Oficina e Monteiro, de São Bernardo.
Todos ficaram encantados com a simplicidade do ex-prefeito e aumentaram ainda mais a convicção que sua acandidatura vai contagiar. “O Maranhão precisa de um político com a estatura de Edivaldo para comandá-lo”, disse o vereador Netinho, de Chapadinha.
Em sua rede social, Edivaldo observou que desde que oficializou sua pré-candidatura ao governo tem ampliado o diálogo com lideranças de vários municípios e vem debatendo ideias para a construção de um projeto para o Maranhão.
“Agradeço o apoio de cada um, bem como a oportunidade desse diálogo produtivo, debatendo boas ideias e construindo conjuntamente um projeto para o nosso Maranhão”, enfatiza o prefeito atraés de sua rede social.
Edivaldo tem conversado com lideranças que estão vindo espontaneamente manifestar apoio à sua candidatura, o que mostra seu pontencial na corrida pelo Palácio dos Leões, ao ponto de já começar incomodar adversários.


O deputado estadual Yglésio Moyses (PROS) utilizou a tribuna da Assembleia Legislativa do Maranhão, na manhã desta terça-feira (24), para fazer uma denúncia sobre a educação municipal ludovicense. Segundo o parlamentar, duas turmas do 3º ano do ensino fundamental da UEB Odylo Costa Filho, no bairro Alto da Esperança, estão sem professor desde o início do ano letivo, conforme informações enviadas pelos pais ao deputado.
Yglésio destacou que esta unidade é a única escola do bairro, com cerca de 50 alunos matriculados. De acordo com o parlamentar, além da falta de professor, os pais também denunciaram a forma como a escola tem conduzido a aplicação do conteúdo aos alunos.
“As aulas estão limitadas ao uso de uma apostila. Os pais pegam o material na escola e levam para casa. Eles ficam, praticamente, com a obrigação de dar aula às crianças em casa. Por quê? Porque não existe um acompanhamento presencial. Essas apostilas são reaproveitas de outras turmas, os pais não são orientados quanto à metodologia das aulas e não possuem nenhum tipo de acompanhamento, nem por WhatsApp”, disse Yglésio.
Ainda durante seu pronunciamento, o deputado ressaltou que os pais têm receio de denunciar e sofrer consequências em função do autoritarismo da atual gestão da escola.
Impactos – Frente a esse caso, Yglésio fez uma comparação entre o ensino privado e o público, destacando o nível dos prejuízos que os alunos da educação pública estão tendo neste momento de pandemia.
“Hoje, quem tem condição de pagar uma escola particular já não consegue ter a mesma qualidade de aprendizado que tinha antes da pandemia. Na escola pública, chega-se ao ponto de não ter o básico, nem o mínimo remoto. Esses alunos, mais na frente, sentirão os efeitos desse prejuízo que sofrem hoje, pois se eles não têm nem o ensino remoto funcionando, a gente não vai poder cobrar desse aluno, mais na frente, um determinado desempenho”, pontuou.
Yglésio destacou, também, que o que ocorre hoje é histórico. “Essa situação que nós vemos hoje não é algo dessa gestão, mas das anteriores. Aprovam-se alunos quase que automaticamente aqui, em São Luís. Nada justifica o IDEB que a gente tem com índice de 96% de aprovação escolar”, frisou.
Por fim, o parlamentar cobrou providências do município de São Luís a fim de sanar essas pendências na educação pública ludovicense.
O deputado federal Bira do Pindaré (PSB) criticou o ministro da Educação, Milton Ribeiro, por voltar a defender, em entrevista à Rádio Jovem Pan, que crianças com deficiências não devem estudar na mesma sala de outros alunos.
“A fala do ministro da Educação, na JP, sobre crianças com deficiência não frequentar escolas é criminosa. Discurso dele é similar aos Nazistas”, disse o parlamentar socialista em sua rede social.
Segundo Bira “as pessoas com deficiência foram alvo do 3º Reich, da ″Lei para prevenir doenças hereditárias” e exterminadas. Ele tem que responder”.
Na entrevista à Jovem Pan, segunda-feira (23), o ministro disse que o governo não quer “inclusivismo” e argumentou que certos graus e tipos de deficiência necessitam de classes especiais.
O deputado estadual César Pires, que aguarda a janela partidária para mudar a filiação do PV para o PSD, após uma série de visitas a lideranças políticas no interior do Maranhão, voltou bastante animado com a receptividade do nome do ex-prefeito de São Luís Edivaldo Holanda Junior (PSD), pré-candidato ao Governo do Estado nas eleições de 2022.
“Realmente fiquei impressionado com o nível de aceitação de Edivaldo nos municípios que visitei no último final de semana. É um nome muito leve, tem um terreno muito fértil para crescer, tenho certeza que quando começar percorrer o Maranhão, com o carisma que possui, vai contagiar o eleitorado”, disse Pires ao blog do Jorge Vieira nesta manhã de terça-feira (24).
Desde que se filiou ao PSD, em uma concorrida solenidade, em Brasília, com as presenças da cúpula nacional do partido, Edivaldo tem recebido em seu escritório políticos caravanas de lideranças políticas do interior do estado, ex-prefeitos, vereadores e líderes comunitários que veem em sua candidatura uma alternativa viável e confiável.
O ex-prefeito, que deixou o comando da capital após dois mandatos com índices de popularidade elevado e aceitação de sua gestão jamais visto em São Luís, é considerado prioridade do PSD, partido com forte representação no Congresso Nacional e, consequentemente com fundo eleitoral e tempo de televisão, prepara extensa agenda de visita aos municípios junto com os líderes estaduais do partido.
Edivaldo faz parte do plano nacional do PSD, legenda comandada pelo ex-ministro e ex-prefeito de São Paulo Gilberto Kassab, que abanou sua ficha de filiação, e deve começar sua pré-campanha ainda em setembro.
“Estou bastante otimista, pois temos um candidato competitivo, carismático e muito querido pela população, um líder que estou tendo o maior prazer em acompanha-lo e apresenta-lo por onde ando, pois só tenho recebido elogios pela a minha escolha”, disse César Pires.
O ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva praticamente pôs fim às esperanças de setores do PT apresentar candidato próprio a governador do estado nas eleições de 2022. Em entrevista gravada quando o líder petista esteve em São Luís e levada ao ar nesta segunda-feira (23) pela TV Mirante, ele foi taxativo ao afirmar que no Maranhão o partido vai compor aliança, porém, advertiu que ainda não sabe com quem.
Em resposta a uma pergunta da jornalista Carla Lima sobre a possibilidade do PT lançar candidatura própria no Maranhão, Lula foi enfático: “Eu acho que o PT tem o direito de tomar posição de ter candidato, mas não é o caso do Maranhão. Eu acho que o PT vai pretender fazer um acordo, ainda não se sabe com quem”.
Lula disse ainda: “A presidenta Gleisi (Hoffmann) tem orientado o partido para que a gente pense que nos estados onde não puder ter chance de ter um candidato a governador, que a gente possa reforçar a possibilidade de eleição de deputados federais porque você precisa ter um presidente da República e uma bancada capaz de dar sustentação às inovações e as coisas novas que você quer colocar em votação, senão você não aprova”.
Pelas palavras do ex-presidente, zera a possibilidade do secretário de Educação do estado, Felipe Camarão, ser candidato ao Governo do Estado, conforme vinha sendo especulado nos bastidores da sucessão e aumentam ainda mais a perspectiva de sua candidatura à Câmara Federal, seu projeto original.
Não está descarta, o entanto, a possibilidade de Camarão compor uma majoritária como vice, apesar da prioridade, segundo Lula, ser eleger deputados federais para dar sustentação a um provável governo do PT a partir de 2023, caso seja confirmado os resultados das pesquisas realizadas até agora.
Em entrevista ao UOL News nesta segunda-feira (23), o governador Flávio Dino (PSB), afirmou que, diante do clima que está sendo criado em torno das eleições de 2022, “tudo indica” que Jair Bolsonaro irá promover uma tentativa de golpe, e tentará invadir o Congresso Nacional ou o Supremo Tribunal Federal (STF), a exemplo do feito pelo ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump com a invasão do Capitólio em janeiro passado.
“Acho que a atitude nesse momento deve ser de serenidade, porém, de firmeza porque mesmo que ele [Bolsonaro] não tenha êxito nessas tentativas de invadir o Congresso, invadir o Supremo, coisas desse tipo, tudo indica que algo desse tipo será tentado. E ao tentar, já há vítimas. Nós vimos isso no Capitólio, nos EUA. E temos que evitar essa confrontação entre brasileiros. A paz deve prevalecer, o respeito às regras da democracia deve prevalecer”, disse Dino.
“Nossa preocupação é até onde isso vai. Essa campanha de desmoralização, de agressões contra os ministros do Supremo, contra as suas famílias, por exemplo, vai conduzindo, mediante à deslegitimação dessas instituições, ao seu enfraquecimento, e, por conseguinte, golpes podem ser tentados. Eu até acho improvável, eu até acho que o Bolsonaro não consegue, porém, não convém experimentar porque os ônus dessas tentativas já são muito grandes. Então, nós temos que ter uma atitude séria porque essa gente, infelizmente, não conhece limites”, ressaltou o governador.
O governador disse ainda que é preciso uma articulação política entre governadores e parlamentares estaduais e federais, além de manter o controle sobre as polícias estaduais, para evitar os riscos de um golpe de estado.
Os pré-candidatos ao Governo do Estado se movimentam em público e nos bastidores já preparando terreno para 2022 quando deverão cair em campo em busca da conquista do eleitorado para seus projetos políticos. Carlos Brandão (PSDB), Weverton Rocha (PDT), Edivaldo Holanda Junior (PSD), Simplício Araújo (Solidariedade) e Josimar de Maranhãozinho, cada a um seu modo, ensaiam movimentos e mobilizam estruturas para um contato mais direto com quem decide eleição: o povo.
Brandão cumpre nesta segunda-feira (23) uma extensa agenda de trabalho no município de Timon, onde representará o governador Flávio Dino (PSB) na assinatura de ordem de serviço para a construção de quatro pontes rodoviárias na MA-040, interligando Timon a Matões, fará vistoria de obras, inaugurará o Galpão Multiuso da Seape e receberá título de Cidadão Timonense.
Seu principal adversário no grupo do governador, o senador Weverton, com seu movimento Maranhão Mais Feliz, esteve no última final de semana em São Bernardo onde realizou um ato político, se apresentou como candidato e voltou a reafirmar que seu projeto não tem recuo. “O senador Weverton é amigo do Lula, é amigo do Flávio Dino, mas de verdade, minha gente, eu quero é ser candidato é do povo do Maranhão”, voltou a repetir o que já havia dito em Imperatriz.
O ex-prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior, que antes mesmo de assumir a pré-candidatura já aparecia em situação de empate técnico com Weverton e Brandão, sem fazer o menor alarde, tem recebido diariamente em seu escritório apoio político de ex-prefeitos, vice-prefeitos, presidente de Câmara Municipais, vereadores e lideranças políticas da capital e interior do Estado e prepara uma vasta agenda de visitas aos municípios.
Anunciado com um dos pré-candidatos do grupo do governador Flávio Dino, o secretário de Indústria e Comércio, Simplício Araújo também se movimenta e tem sido presença constante em lives da Internet e grupo de WhastApp mostrando sua incansável luta pela geração de emprego e renda e defendendo projetos que visam o desenvolvimento do Maranhão.
Josimar de Maranhãozinho, segue mantendo seus redutos eleitorais sob controle. Os quarenta e dois prefeitos que PL elegeu em 2020, continuam fiéis ao parlamentar o que lhe cacifa no jogo eleitoral como pré-candidato ou como capital político para composição de alianças.
Lahércio Bonfim, prefeito de São Pedro dos Crentes, um pequeno município da região tocantina, que surpreendeu na última pesquisa também se movimenta, embora suas articulações se limitam à região. Dos prováveis concorrentes ao Palácio dos Leões, apenas o senador Roberto Rocha ainda não disse o que pretende, embora seu nome conste nos bastidores da política como pré-candidato.
Por enquanto o que está sendo feito pelos pré-candidatos declarados até agora (Felipe Camarão é candidato a deputado federal, mas pode ser vice de Brandão) é apenas um treino, já que o jogo pra valer ainda está longe de começar e, ao que tudo indica, o apito inicial somente será dado a partir do momento que o governador Flávio Dino decidir quem terá o seu apoio. Ai vamos vê se os projetos de candidaturas postas no grupo até agora são pra valer.