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  • Jorge Vieira
  • 1/jul/2025

Adelmo Soares sugere que “PCdoB entregue os cargos que tem no governo”

Em tom incisivo, o deputado Adelmo Soares (PSB) pediu coerência e fez uma recomendação aos parlamentares comunistas oposicionistas ao governo, na sessão plenária desta terça-feira (1⁰), na Assembleia Legislativa. “O PCdoB devia se reunir e entregar os cargos que tem no governo. E aí, de uma vez por todas, sair do governo”, falou.

Adelmo Soares destacou o caráter democrático do governador Carlos Brandão (PSB) diante dos sucessivos ataques da oposição. “Neste contexto que nós vivemos hoje, Brandão é tão bom que permite uma secretaria do PCdoB, mesmo o PCdoB atacando-o todo dia. Este que é um governador, este que é um republicano. Porque se fosse outro, inclusive se fosse eu, não tinha mais paciência”, disse.

Adelmo ressaltou que, enquanto a oposição apenas reclama e não mostra ações, o chefe do Executivo segue trabalhando pelo Maranhão. “Carlos Brandão é um governador que se mantém na tranquilidade, trabalhando. Todos os dias, a gente vê ações deste governo. É um Governo que mostra responsabilidade com o povo”, assegurou, citando como exemplo um mutirão de consultas oftalmológicas realizado em Caxias, no fim de semana passado, com entrega de mil óculos.

Segundo o deputado, a oposição faz críticas vazias diante do reajuste salarial anunciado pelo governador para a Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros, que pode chegar a 20%. “Eu quero lembrar que o governador Carlos Brandão só tem três anos de mandato. E ele não poderia corrigir tantos anos de erro, em apenas três anos. Então, eu queria, é claro, dizer que 20% é, sim, considerável aumento, é sim mudança total de conjuntura, e é compromisso”.

  • Jorge Vieira
  • 1/jul/2025

Uma história nacional inspiradora: jornalista e escritor Rozalvo Júnior completa 40 anos de superação e de sucesso.

O jornalista, escritor, modelo fotográfico nacional, Rozalvo Júnior, que é autista de alta performance (testes científicos), está há mais de 40 anos no ar.

Rozalvo já passou por vários veículos de comunicação e, com seu talento, com sua criatividade e com sua competência, prima pelo perfeccionismo em tudo o que faz em suas atividades pessoais e profissionais.

Rozalvo Barros Júnior (@rozalvobarrosjunior) já foi premiado pela Academia Maranhense de Letras, com uma Medalha, em razão de seu trabalho literário e histórico, onde entrevistou também personalidades locais e nacionais, tais como: José Sarney, José Chagas, Arlete Nogueira da Cruz, Josué Montello, Zélia Gattai e Lygia Fagundes Telles. Ele recebe sempre muitos elogios por seu trabalho luminoso dedicado ao Jornalismo, à Literatura, à Internet, à Comunicação.

O renomado e conceituado escritor, jornalista e modelo fotográfico nacional (valorizando os Lençóis Maranhenses, o Nordeste, o Brasil, o mundo), Rozalvo Júnior, proveniente de uma família de políticos, está escrevendo também uma biografia, onde vai relatar vários fatos marcantes e especiais sobre sua trajetória, como, por exemplo: o método que utilizou para alcançar o sucesso por meio da superação, do talento, da perseverança e da resiliência.

A história de Rozalvo Júnior é muito inspiradora. Sua trajetória brilhante revela que é possível se reinventar na maturidade, ou seja, inspirando gerações mundo afora…

  • Jorge Vieira
  • 1/jul/2025

Camarão diz que ainda acredita na possibilidade reunificação da base governista

O vice-governador Felipe Camarão (PT) disse nesta manhã de terça-feira (1), em entrevista à TV Mirante (quadro Bastidores do Bom Dia Mirante) que ainda tem esperança na reunificação da base governista, hoje rachada e sem muita perspectiva de reconciliação.

Pré-candidato ao governo, mesmo sem contar com o apoio do governador Carlos  Brandão (PSB), que incentiva o sobrinho Orleans Brandão (MDB), secretário de Assuntos Municipalistas, a viabilizar sua candidatura, Camarão observou que tem feito reuniões pelo interior do Maranhão para tratar de sua pré-candidatura, o mesmo que Brandão fazia quando era vice de Flávio Dino.

“Eu me mantenho no meu papel, que é de vice-governador. O próprio Brandão teve esse papel que eu tenho hoje, e fazia o papel como vice-governador; nessa época, em 2021, ele já tinha feito reuniões em São Mateus, em vários municípios, para tratar de sua pré-candidatura. E é isso que eu procuro fazer”, afirmou Camarão.

Quanto as possibilidade de reconciliação da base formada em 2014 pelo ex-governador Flávio Dino, atual ministro do Supremo Tribunal Federal, vencedora das últimas três eleições para o Governo do Estado,   Felipe disse que mantém a esperança de continuidade do projeto, mas observou que a decisão de quem terá o apoio do governo é de Brandão.

“Política, assim como na vida, a gente tem que construir pontes, não muros. A decisão é de Brandão, de ficar, de sair e de quem vai apoiar. É um projeto que começou lá atrás, ainda em 2014. Foi vitorioso em 2018, venceu em 2022. E temos tudo para continuar ajudando o povo do Maranhão”, afirmou.

A esperança do vice faz sentido, a final o governador, embora incentive a pré-candidatura do sobrinho, ainda não decidiu nada sobre sucessão e continua afirmando que somente tratará sobre o assunto em 2026, ou seja tudo está para ser construído e em política nada é impossível.

  • Jorge Vieira
  • 1/jul/2025

STF valida decretos do presidente da República que restringem acesso a armas e munições

O Supremo Tribunal Federal (STF) validou dois decretos do presidente da República que restringiram o acesso a armas e munições. Por unanimidade, os ministros acompanharam o voto do relator, ministro Gilmar Mendes, decano da Corte, que declarou as normas constitucionais. A decisão se deu na sessão virtual encerrada em 24/6.

Na Ação Declaratória de Constitucionalidade (ADC) 85, a Presidência da República pedia ao Supremo que reconhecesse a legalidade dos Decretos 11.366/2023 e 11.615/2023, assinados pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que tratam, respectivamente, da suspensão e da restrição de registro para aquisição e transferência de armas e munições por caçadores, colecionadores, atiradores e particulares (CACs), além de estabelecer regras e procedimentos para aquisição destes equipamentos, entre outras medidas.

Em seu voto, o ministro Gilmar Mendes considerou que a Presidência não extrapolou sua competência ao editar as normas e que não há inconstitucionalidade em seu conteúdo. Para o relator, as normas revertem o panorama de fragilização do controle de armas de fogo no Brasil.

O relator citou dados do Exército para ilustrar que o número das armas registradas por CACs quase triplicou entre dezembro de 2018 e julho de 2022, saltando de 350 mil para mais de um milhão.

Neste contexto, o ministro Gilmar Mendes considera que os decretos da Presidência priorizam direitos previstos na Constituição, como o direito à vida e à segurança pública, além de seguir entendimentos firmados pelo STF ao avaliar decretos que flexibilizaram o acesso às armas.

O relator igualmente considerou que as normas contidas nos decretos não violam o direito adquirido. Para o decano, os decretos adotaram medidas para preservar a segurança jurídica nos casos em que a nova regulamentação incidir sobre situações constituídas com base nas normas anteriores.

A posição foi acompanhada, de forma unânime, pelos demais ministros do Supremo.

  • Jorge Vieira
  • 30/jun/2025

Fracasso de público no ato de Bolsonaro sinaliza o “fim” do bolsonarismo?

Se no Congresso Nacional o bolsonarismo ainda tenta uma sobrevida ao articular uma ofensiva com o centrão para sangrar o governo Lula e inviabilizar a reeleição do presidente em 2026, nas ruas o movimento liderado por Jair Bolsonaro — inelegível e prestes a ser preso — começa a dar sinais de que pode estar caminhando para o seu fim.

Ao menos é o que vêm avaliando lideranças e parlamentares do campo progressista após o ato realizado por Bolsonaro e aliados na avenida Paulista, em São Paulo, neste domingo (29). A “manifestação”, se comparada a outros atos bolsonaristas deste ano, foi um fiasco de público, reunindo majoritariamente radicais saudosistas da ditadura com ideias tresloucadas e bandeiras confusas — até mesmo a pauta da anistia aos golpistas perdeu força.

Lideranças do próprio bolsonarismo admitem que a micareta fascista “flopou”. O deputado Sóstenes Cavalcante (RJ), líder do PL no Congresso, por exemplo, atribuiu o fiasco ao “fim do mês”.

“Acho interessante quem fala que está mais esvaziado. Realmente, é o penúltimo dia do mês, o nosso povo vem sempre pagando passagem, mais as despesas de Uber”, declarou o extremista, do alto do trio elétrico.

A “micareta golpista” registrou um novo recorde negativo de adesão. Imagens transmitidas até por sites bolsonaristas mostram que os apoiadores presentes não chegaram a ocupar sequer dois quarteirões da avenida.

De acordo com estimativa do Monitor do Debate Político da USP e da ONG More in Common, o ato “Justiça Já” reuniu aproximadamente 12,4 mil pessoas na Paulista, com base em imagens de drones e análise por inteligência artificial feitas às 15h40. A margem de erro é de cerca de 12% (cerca de 1.500 pessoas).

O número representa uma queda drástica em comparação ao protesto anterior, realizado em 6 de abril, que reuniu cerca de 45 mil pessoas no mesmo local. Até o momento, a Polícia Militar de São Paulo não divulgou estimativa oficial de público.

Imagens registradas pela Fórum no momento em que Bolsonaro começou a discursar confirmam o cenário esvaziado — mais um indício de que a “micareta” golpista segue perdendo força nas ruas.

Além disso, a “invasão” de um grupo de skatistas à manifestação, gritando “ei, Bolsonaro, vai tomar no c*”, mostrou que a extrema direita já não domina mais as ruas.

“Fim” do bolsonarismo?

Nas redes sociais, lideranças, parlamentares e outras personalidades do campo progressista avaliam que a baixa adesão ao ato de Jair Bolsonaro aponta, supostamente, para o “fim” do bolsonarismo.

Para o deputado Guilherme Boulos (PSOL-SP), “o recado começou a ser dado”.

“PAULISTA VAZIA no ato do Bolsonaro O povo não aceita mais a manutenção de privilégios! Só nos últimos dias, a aliança do bolsonarismo com o centrão aprovou: Aumento do número de deputados, aumento da conta de luz e, agora, ameaça aprovar o fim do descanso remunerado. O recado começa a ser dado”, escreveu.

“O bolsonarismo perde força nas ruas, o PL da anistia saiu da pauta da Câmara, o julgamento anda a passos largos e a prisão já é perspectiva real. Podem escrever, em pouco tempo Bolsonaro não envolverá mais pessoas e sua prisão será comemorada nas ruas”, disse, por sua vez, o deputado federal Rogério Correia (PT-MG).

O cineasta Kleber Mendonça Filho foi mais direto: “Daqui a uns 3 anos vai ter jovem perguntando o que foi o bolsonarismo e se era pago”.

Já o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) avaliou que o ato esvaziado representou uma derrota política para Bolsonaro.
“O ATO FOI UM FRACASSO! Mas sobrou delírio… No ato esvaziado da Paulista, teve reza, teoria da conspiração, ataques ao STF, defesa de golpistas e até pedido de sanções contra o Brasil”, destacou. (Da Revista Fórum)

  • Jorge Vieira
  • 27/jun/2025

STF abre fase de alegações finais em ação penal sobre tentativa de golpe de Estado

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, nesta sexta-feira (27), a intimação das partes para a apresentação das alegações finais na Ação Penal (AP) 2668, que apura a atuação do Núcleo 1 na suposta tentativa de golpe de Estado. Trata-se da última etapa na tramitação do processo, antes do seu julgamento. As partes — acusação e defesas — terão 15 dias, sucessivamente, para apresentar suas últimas manifestações sobre o caso.

Em seu despacho, o ministro declarou encerrada a instrução processual penal, fase em que são produzidas as provas perante o Judiciário. Nesse período, foram ouvidas as testemunhas, interrogados os réus e realizadas todas as diligências solicitadas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) e pelas defesas, devidamente autorizadas pelo relator.

O prazo de 15 dias para as alegações finais é contado de forma sucessiva, iniciando-se para a PGR. Após a apresentação das alegações pela PGR, a defesa do réu tenente-coronel Mauro Cid terá 15 dias para sua manifestação. Como o militar firmou acordo de colaboração premiada, deve se manifestar antes dos demais réus. Por fim, o restante das defesas terá um prazo conjunto de mais 15 dias para apresentar suas alegações.

Os prazos não serão suspensos durante o recesso do Judiciário, de 2 a 31 de julho, já que um dos réus, o general e ex-ministro Walter Braga Netto, está preso.

Núcleo 1 – São réus na ação penal o ex-presidente da República Jair Bolsonaro e outras sete pessoas: Alexandre Ramagem (deputado federal e ex-diretor da Abin), Almir Garnier Santos (ex-comandante da Marinha), Anderson Torres (ex-ministro da Justiça), Augusto Heleno (ex-chefe do Gabinete de Segurança Institucional), Mauro Cid (ex-ajudante de ordens da Presidência), Paulo Sérgio Nogueira (ex-ministro da Defesa) e Walter Braga Netto (ex-ministro da Defesa e da Casa Civil). O grupo é considerado pela PGR como “núcleo crucial” da tentativa de golpe, e a denúncia contra ele foi recebida pela Primeira Turma do STF em março.

Todos foram denunciados por cinco crimes: tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, tentativa de golpe de Estado, participação em organização criminosa armada, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.

  • Jorge Vieira
  • 27/jun/2025

Recomposição da base parlamentar governista confirma liderança de Iracema Vale

A articulação de levou à eleição do deputado Catulé Junior (PP) para compor a Mesa Diretora da Assembleia Legislativa do Maranhão como terceiro vice-presidente mostrou a capacidade de liderança da presidente da Casa, deputada Iracema Vale (PSB) na recomposição da base parlamentar do governo de Carlos Brandão (PSB), colocada a prova em novembro de 2024 no empate em 21X21 na eleição para presidente da Casa e que manteve Iracema no cargo pelo critério da maior idade.

Filiado ao PP, partido que integra a base aliada do governo, Catulé, embora tenha sido eleito para um cargo praticamente simbólico, sem nenhum importância para a condução da trabalhos legislativos, reconheceu a importância da deputada Iracema na condução do processo que contou com a concorrência do deputado Fernando Braide (PSD), integrante do bloco que faz oposição à gestão de Carlos Brandão, que contou como apoio de apernas nove parlamentares

“Esse resultado representa o reforço na unidade da base do governo aqui na Assembleia e, mais que isso, da liderança da presidente Iracema Vale. Eu acho que esse resultado demonstra que, cada vez, a Casa confia na sua liderança, na sua presidência”, declarou Catulé Júnior.

Para a presidente do legislativo, o episódio do ano passado que colocou à prova sua liderança no processo da reeleição ficou no passado e que a eleição de Catulé por ampla maioria mostra a força da bancada governista.

“Totalmente superado, base do governo recomposta, demonstração de força, de unidade. A base do governo Carlos Brandão demonstra, hoje, para o povo do Maranhão a sua unidade, a sua força, colocando uma maioria ampla na votação para o deputado Catulé Júnior”, afirmou Iracema Vale.

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