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  • Jorge Vieira
  • 23/jul/2025

Brandão aposta todas as fichas na candidatura do sobrinho

Finalmente o governador Carlos Brandão (PSB) veio a público confirmar o que era dado como certo nos bastidores da sucessão estadual: vai permanecer até o final do mandato para tentar eleger o sobrinho secretário da Assuntos Municipalistas Orleans Brandão (MDB) governador do estado. Sem dúvida uma aposta arriscada se tratando um quadro até então desconhecido e sem qualquer experiência eleitoral.

Por conta do projeto político para 2026, Brandão tem se esforçado o máximo para tornar conhecido da população o jovem que pretende transformar em liderança o colocando como protagonista principal em todos os eventos do governo. Orleans se apresenta muitas vezes como como se fosse o próprio governador: inaugura obras, dar ordem de serviço, distribui ambulâncias e viaturas aos municípios.

Brandão aposta na força da máquina administrativa, nas patas dos leões para tornar competitiva a candidatura. Politicamente o pré-candidato está viabilizado. Partidos das mais diversas colocação ideológicas estão declarando apoio, um monte prefeitos, de olho em benefícios para seus municípios, seguem na mesma batida, vinte e seis vereadores da capital estão com Orleans, inclusive o presidente da Câmara Municipal Paulo Victor (PSB).

O grupo que está sendo articulado conta com lideranças expressivas, com destaque para a presidente da Assembleia Legislativa, deputada Iracema Vale (PSB), o ministro do Esporte André Fufuca (PP), o deputado federal Pedro Lucas Fernandes, o senador Weverton Rocha (PDT), o presidente da Federação dos Municípios do Maranhão, prefeito de Bacabal Roberto Costa, entre tantos outros que já se prontificaram marchar com ele rumo as urnas. O bloco, liderado pelo governador Carlos Brandão, sem dúvida, torna Orleans competitivo mesmo sem nunca ter disputado uma eleição.

Como a decisão de ficar no cargo, abrir mão de disputar um mandato de senador, tem como único objetivo eleger seu sucessor, ainda que seja um neófito em política, Brandão dá uma cartada de alto risco. Governadores que permaneceram no mandato para eleger seus sucessores no Maranhão passaram por experiências nada agradáveis ao ficarem sem mandato.

Ter a força dos dois leõezinhos que guardam o palácio é ótimo, o desejo de qualquer candidato, mas não é tudo. Essa clima de rolo compressor que estão tentando criar precisa ser combinado com o eleitor.

Empolgado com a articulação que comanda para viabilizar o sobrinho e num rasgo de euforia Brandão iniciou a semana mandando recado para oposição durante a entrega de ambulâncias e viaturas para municípios. Mostrou segurança que deixará na cadeira que ocupa um parente, mandando para o espaço a esperança, se é que ele ainda tinha alguma, de Felipe Camarão colocar a faixa e disputar a eleição de governador.

“Eles estão dizendo aí quando assumir vão acabar o programa Maranhão Livre da Fome. Eu quero garantir que, enquanto eu for governador, eu vou ser governador até o último dia do meu mandato, ninguém acaba o programa até dezembro de 2026. E não vai acabar para a frente, porque nós vamos eleger o nosso sucessor, e o nosso sucessor vai continuar o programa. Enquanto os cães ladram, a carruagem passa. E a carruagem passa mostrando trabalho”.

É aguardar para conferir depois da eleição.

  • Jorge Vieira
  • 22/jul/2025

Eduardo Bolsonaro confirma que suas contas foram bloqueadas por Alexandre de Moraes

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) confirmou, durante entrevista a um podcast nesta segunda-feira (21), que teve suas contas bancárias bloqueadas por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. A informação foi publicada pelo jornal Valor Econômico. Apesar da denúncia feita pelo parlamentar, o STF não confirmou oficialmente a existência da medida até o fechamento da reportagem. Eduardo, porém, optou por tentar transformar a situação em capital político no exterior, protagonizando declarações que alimentam a campanha internacional contra o próprio país.

Na mesma entrevista, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro foi além e admitiu que atuou diretamente para sugerir aos Estados Unidos a adoção de tarifas comerciais contra o Brasil, numa clara afronta aos interesses nacionais. “Não era o meu desejo [as sanções], sempre trabalhei por sanções individuais a Alexandre de Moraes”, declarou. A frase, no entanto, escancara o nível de submissão do parlamentar ao governo estrangeiro, ignorando que qualquer tipo de sanção comercial impacta toda a economia brasileira.

Eduardo Bolsonaro ainda confessou que o objetivo inicial era mirar especificamente Alexandre de Moraes e ampliar depois para outras autoridades do Brasil. “Desde o começo nossa ideia era sancionar o Alexandre de Moraes e depois seguir para outras autoridades”, afirmou, revelando uma escalada autoritária contra o sistema judicial brasileiro. Em seguida, fez um elogio ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que cumpre seu segundo mandato iniciado em 2025. “Trump gosta de ter todas as alternativas na mesa dele, e depois ele decide”, declarou, celebrando a postura de pressão contra o Brasil.

Para Eduardo Bolsonaro, “há uma crise institucional antes da questão comercial”, e o bloqueio econômico seria uma ferramenta legítima de pressão sobre as instituições democráticas brasileiras. “Era para ser o último recurso de um longo processo [as tarifas ao Brasil]”, afirmou, numa fala que escancara a atuação de um parlamentar brasileiro em favor de sanções internacionais contra o próprio país. De maneira alarmante, Eduardo chegou a declarar apoio às medidas de Trump: “Eu concordo e eu chamo de tarifa Moraes”, disse. “Antes de qualquer tipo de questão comercial vem a questão institucional”, completou, minimizando os prejuízos econômicos à população brasileira.

Do lado da oposição, o líder do PT na Câmara, deputado Lindbergh Farias (RJ), criticou a postura do bolsonarista e reforçou pedido para bloqueio de seu salário parlamentar. Segundo Lindbergh, Eduardo utilizou o mandato para atuar no exterior em campanhas contra o Brasil, valendo-se da imunidade parlamentar para proteger ações contrárias aos interesses nacionais.

Em mais um sinal de sua tentativa de manter privilégios, Eduardo afirmou em transmissão ao vivo que poderia “levar o mandato” por pelo menos mais três meses: “Eu não vou fazer nenhum tipo de renúncia. Se eu quiser, eu consigo levar meu mandato, pelo menos, até os próximos três meses”, declarou em seu canal no YouTube. Mesmo com a agenda de oposição programada para segunda-feira (21) na Câmara, Eduardo não participou da reunião virtual em razão de uma medida cautelar do STF que o impede de manter contato com seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que atualmente cumpre medidas restritivas, incluindo o uso de tornozeleira eletrônica.

A entrevista evidencia o papel lamentável desempenhado por Eduardo Bolsonaro: não apenas se coloca contra instituições nacionais, mas também atua como peça auxiliar de um governo estrangeiro para sufocar economicamente o próprio país.

  • Jorge Vieira
  • 21/jul/2025

Bolsonaro pode ser preso se usar rede social de outras pessoas, adverte Alexandre de Moraes

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes advertiu, nesta segunda-feira (21), em Brasília, Jair Bolsonaro sobre o descumprimento das medidas cautelares impostas contra o ex-presidente.

A advertência foi feita após Bolsonaro publicar nas suas redes sociais links de entrevistas concedidas nos últimos dias à imprensa.

Entre as medidas estabelecidas na semana passada contra o ex-presidente figura a proibição de utilização das redes sociais.

Segundo o ministro, o descumprimento da proibição pode acarretar na decretação da prisão preventiva de Bolsonaro.

“A medida cautelar de proibição de utilização de redes sociais – diretamente ou por intermédio de terceiros – imposta a Bolsonaro inclui, obviamente, as transmissões, retransmissões ou veiculação de áudios, vídeos ou transcrições de entrevistas em qualquer das plataformas das redes sociais de terceiros, não podendo o investigado se valer desses meios para burlar a medida, sob pena de imediata revogação e decretação da prisão”, afirmou Moraes.

Investigação

As medidas cautelares foram determinadas no inquérito no qual o filho do ex-presidente, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, é investigado por sua atuação junto ao governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, visando promover medidas de retaliação contra o governo brasileiro e ministros do Supremo Tribunal Federal e tentar barrar o andamento da ação penal sobre a trama golpista.

Uso de tornozeleira eletrônica;
Recolhimento domiciliar noturno entre 19h e 6h, de segunda a sexta-feira, e integral nos fins de semana e feriados;
Proibição de aproximação e de acesso a embaixadas e consulados de países estrangeiros;
Proibição de manter contato com embaixadores ou autoridades estrangeiras;
Proibição de uso de redes sociais, diretamente ou por intermédio de terceiros.
Proibição de manter contato com Eduardo Bolsonaro e investigados dos quatro núcleos da trama golpista. Agência Brasil –

  • Jorge Vieira
  • 21/jul/2025

82% dos brasileiros acreditam que emendas parlamentares são alvo de corrupção, diz Quaest

Uma pesquisa divulgada nesta segunda-feira (21) pela Genial/Quaest revela um elevado nível de desconfiança da população brasileira em relação ao uso das emendas parlamentares. Segundo o levantamento, 82% dos entrevistados acreditam que esses recursos são alvo de corrupção e não chegam aos seus destinos finais.

A pesquisa, realizada entre os dias 10 e 14 de julho com 2.004 pessoas, tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. A informação foi publicada originalmente pela Genial/Quaest em boletim de opinião pública.

Apenas 9% dos brasileiros acreditam que as emendas chegam de fato às cidades para as quais são direcionadas. Outros 9% disseram não saber ou preferiram não responder à pergunta.

Além da percepção negativa sobre o uso das emendas, o levantamento também aponta um desconhecimento generalizado sobre o volume de recursos sob controle dos parlamentares. Ao serem questionados se sabiam que deputados e senadores têm, juntos, R$ 50 bilhões em emendas para destinar a municípios, 72% responderam que não sabiam, enquanto 27% afirmaram ter conhecimento do valor. Apenas 1% não respondeu ou não soube opinar.

  • Jorge Vieira
  • 21/jul/2025

Discurso de Rueda serve de alerta para Weverton

O senador Weverton Rocha, presidente estadual do PDT, apoiador do governador Carlos Brandão (PSB) e da pré-candidatura ao governo do secretário de Assuntos Municipalistas Orleans Brandão (MDB), corre o risco de ser alijado chapa majoritária governista, caso a Federação União Progressista (União Brasil|PP), hoje o maior partido de centro direita do país, mantenha a decisão de reivindicar as duas vagas para o Senado ao ministro do Esporte André Fufuca (PP) e para o deputado federal Pedro Lucas Fernandes (União), conforme defende Antônio de Rueda, presidente da federação que reúne as duas poderosas legendas.

A reivindicação da federação causou desconforto aos líderes da articulação pró Orleans, principalmente a presidente da Assembleia Legislativa, deputada Iracema Vale (PSB), que já declarou apoio à reeleição do senador Weverton Rocha. Em mensagem postada na rede social no sábado (19), um dia após Rueda defender as duas vagas na chapa para Fufuca e Pedro Lucas, Iracema reafirmou seu compromisso com o pedetista. Em mensagem na rede social, Iracema mandou o seguinte recado: “Política se faz com diálogo, lealdade e respeito às construções coletivas. Acredito em composição, e não em imposição. Seguimos construindo”. Para ela, uma vaga deve ser garantida à Weverton, conforme seu compromissos assumido publicamente com seu grupo político.

Pré-candidato a governador, Orleans, ao ser questionado sobre a proposta de Rueda das duas vagas ao Senado serem entregues aos representantes da Federação União Progressista, saiu pela tangente, se esquivando de externar sua posição sobre o que está sendo colocado na mesa para negociação. Parte interessada na articulação, Weverton se manteve em silêncio. Conta com aliada de peso, que defende inclusive que um das vagas seja oferecida à União Progressista “pela força que representa”, ou seja que uma das duas vagas na chapa reservada para o senador do PDT.

Acordos feitos com muita antecedência das eleições nem sempre se concretizam e tudo indica que essa reivindicação da União Progressista de indicar os dois representantes na chapa que vai concorrer ao Senado tendo Orleans como candidato a governador ainda será motivo de muito debate interno, mas é fato que a proposta causou certo desconforto ao ponto da presidente do Poder Legislativo vir a público exigir cumprimento do acordo e deixar bem claro sua posição de entregar apenas uma vaga para a Federação escolher entre Fufuca e Pedro Lucas.

Mas por via das dúvidas, é bom o senador do PDT botar sua barba de molho; o caso do vice-governador Felipe Camarão (PT), que tinha como certo o apoio do Palácio dos Leões para sua candidatura ao governo e lhe puxaram o tapete,  deve servir de exemplo.

  • Jorge Vieira
  • 19/jul/2025

Lei cria Selo para premiar instituições que incluem pessoas com deficiência intelectual no Maranhão

O deputado estadual Neto Evangelista (UNIÃO) é o autor da nova lei sancionada no Maranhão que cria o Selo da Instituição Inclusiva, voltado a reconhecer empresas e instituições que adotam políticas de inclusão para pessoas com deficiência intelectual (PCDI) no mercado de trabalho.

A iniciativa contempla escolas, indústrias, empresas, sindicatos, órgãos públicos, instituições religiosas, entre outros, que promovam ações efetivas como a formação profissional, geração de renda, adequação de vagas às competências dos PCDIs e campanhas de conscientização.

O selo terá validade de dois anos, com possibilidade de renovação, e poderá ser usado em campanhas publicitárias pelas instituições vencedoras. A entrega será feita anualmente, durante a Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, em agosto.

Para Neto Evangelista, a lei vai além do cumprimento de cotas obrigatórias. “Queremos incentivar instituições que realmente acreditam na inclusão como parte do seu compromisso social e estratégico”, afirma.

Ficam de fora da premiação instituições com denúncias trabalhistas relacionadas à inclusão, ou que limitem suas ações à exigência mínima da lei de cotas. A escolha das instituições será feita por uma comissão intersetorial do Poder Executivo.

Com o selo, o Maranhão dá um passo importante no combate ao preconceito e para a valorização das pessoas com deficiência intelectual como sujeitos de direitos, profissionais capazes e cidadãos plenos.

  • Jorge Vieira
  • 18/jul/2025

Pré-candidatura de Orleans Brandão recebe apoio da Federação União Progressista

Em um ato político realizado nesta sexta-feira (18) em São Luís, o União Brasil e o PP declararam apoio à pré-candidatura do secretário de Assuntos Municipalistas, Orleans Brandão, ao governo do Maranhão nas eleições de 2026. No evento que consolida a adesão da futura Federação União Progressista (União/PP), as lideranças destacaram a unidade do grupo e a parceria com os municípios como fundamentais para o processo de desenvolvimento do Maranhão.

“O União Brasil tem hoje 1.400 prefeitos, 7 mil vereadores, sete governadores e mais de 120 deputados. E esta é a primeira pré-candidatura a governador que declaramos apoio, por acreditar na continuidade de uma gestão que tem apresentado resultados muito positivos para a população”, declarou Antônio de Rueda, presidente nacional da legenda.

Em nome do PP, o deputado André Fufuca ressaltou que seu partido está na base liderada pelo governador Carlos Brandão desde 2022, e apoiará a pré-candidatura de Orleans Brandão pela continuidade de um governo que está dando certo.

“Estamos aqui hoje para reafirmar que acreditamos no governo Brandão e em Orleans Brandão, que tem diálogo e compromisso com o povo do Maranhão”, afirmou André Fufuca.

Orleans Brandão, diante da manifestação de apoio  disse que a união do grupo e o diálogo permanente têm fortalecido a sua atuação em prol dos maranhenses.

“Fico muito feliz em ver que continuamos unidos como sempre estivemos, desde 2022. Com os deputados Pedro Lucas, Amanda Gentil e André Fufuca, o deputado Neto Evangelista e todos os prefeitos e vereadores, que todos os dias nos ajudam a transformar este estado. Temos um time forte, unido, que sabe somar esforços e trabalhar pelo Maranhão”, afirmou.

A presidente da Assembleia Legislativa, Iracema Vale, também justificou o apoio do seu grupo político à pré-candidatura de Orleans Brandão. “Ele está todos os dias ao lado do governador Carlos Brandão, superando as dificuldades e as perseguições, propondo soluções, acolhendo a todos e trabalhando pelo povo do Maranhão. É o homem do diálogo, que respeita o povo e a classe política, porque nós somos os representantes da população e temos que ser respeitados”, enfatizou ela.

A declaração de apoio do União Brasil fortalece a pré-candidatura de Orleans Brandão, que segue recebendo adesões de expressivas lideranças políticas do estado.

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