Nesta segunda-feira (14), o presidente da Câmara Municipal de São Luís, vereador Paulo Victor, consolidou mais um importante apoio em sua caminhada rumo à Assembleia Legislativa do Maranhão. Pré-candidato a deputado estadual, Paulo Victor anunciou o apoio do vereador Wendell Martins, reconhecido pela forte atuação na área Itaqui Bacanga.
A parceria reforça a pré-candidatura de Paulo Victor, que vem dialogando com diferentes lideranças políticas e comunitárias do Maranhão. O apoio de Wendell Martins é estratégico por representar o compromisso com o fortalecimento das pautas populares, especialmente nas áreas mais periféricas da cidade.
“Wendell é um vereador presente nas comunidades e atento às demandas do povo. A união do nosso projeto com o trabalho que ele realiza no Itaqui Bacanga amplia a nossa responsabilidade de construir um mandato que represente verdadeiramente a população de São Luís e do Maranhão”, destacou Paulo Victor.
Wendell Martins também ressaltou a importância da aliança: “Paulo Victor já mostrou sua capacidade de liderança à frente da Câmara e é um nome que tem compromisso com as comunidades. Acredito que juntos podemos fazer ainda mais pela nossa cidade e pelo estado”, afirmou.
Com essa adesão, Paulo Victor segue ampliando sua base de apoio, consolidando-se como um dos nomes em ascensão na disputa eleitoral para a Assembleia Legislativa.
A senadora Eliziane Gama (PSD) passou todo o final de semana em articulações políticas com chefes de Executivos municipais do interior do Estado visando ampliar sua base de apoio para a reeleição. Parlamentar atuante, vice-líder do Governo Lula, Eliziane esteve reunida com pelo menos 20 prefeitos maranhenses.
A senadora foi recebida por gestores da região Tocantina e Sul, num encontro realizado em Imperatriz, onde re3cebeu uma série de demandas que deverão ser viabilizadas com o incremento de recursos federais enviados por meio de emendas e parcerias com o Governo Federal.
Eliziane também foi recebida pelo prefeito de Imperatriz, Rildo Amaral, com quem acertou detalhes sobre como levar melhorias para o município.
A senadora também visitou a Câmara de Vereadores, onde foi recpecionada pelo presidente da Casa, Adhemar Freitas e colegas vereadores.
Em outra agenda em Imperatriz, a senadora foi recebida na sede da AMIRTS (Associação dos Municípios da Região Tocantina e Sul). O encontro, segundo a parlamentar, serviu para fortalecer a parceria com cidades de toda a região.
O prefeito de Amarante, Vanderly Gomes, também se reuniu com Eliziane e aproveitou para agradecer o envio de uma pá carrrgadeira para o município através de emendas parlamentares.
São Luís – Na manhã de sábado (12), Eliziane Gama recebeu prefeitos durante uma café da manhã, ocasião em que falou sobre a importância dos consórcios de municípios.
“É uma união que permite que os municípios otimizem recursos e compartilhem custos. Isso facilita a promoção do desenvolvimento regional”, disse a senadora maranhense.
Os consórcios são associações entre municípios para a gestão compartilhada de atividades de interesse comum, incluindo obras e serviços.
Na reunião com Eliziane, estiveram presentes os prefeitos Aurélio Sousa (Pio XII), Zé Martins (Bequimão), Aldo Brown (Porto Rico), Márcio Flávio (Bacuri), Danilo Moraes (Cedral), Ariomagno Cartagenes (Guimarães), Márcio Hominho (Bacuri) e César Castro (Cachoeira Grande).
Mesmo sem confirma candidatura ao Governo do Estado, o prefeito de São Luís Eduardo Braide (PSD) ,mantém liderança na corrida ao Palácio dos Leões. Pesquisa do Instituto Econométrica divulgada nesta segunda-feira (14), aponta o chefe do Executivo da capital com 30,6% de intenção de votos, seguido pelo secretário de Assuntos Municipalistas do Governo, Orleans Brandão (MDB) com 22,4%. O ex-prefeito de São Pedro dos Crentes, Lahécio Bonfim (Novo) tem 20,7%.
Neste novo levantamento O secretário Orleans Brandão (MDB), sobrinho do governador Carlos Brandão (PSB) ultrapassa Lahécio na segunda colocação, embora tecnicamente empatados.
O levantamento foi realizado entre os dias 2 e 7 de julho de 2025, com 1.302 eleitores entrevistados. O erro amostral é de 2,7% e o intervalo de confiança é de 95%. De acordo com os dados, o prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD) mantém folgada liderança.
Surpresa ficou pela terceiro colocação de Lahesio Bonfim (Novo), que vinha aparecendo sempre em segundo lugar. O vice-governador Felipe Camarão (PT), que aparece em quarta colocação com 12,5%. Percentual de 4,9% disse que votaria nulo e de 8,8% que não sabia ou não quis opinar.
Na sondagem para o Senado, em cenário estimulado, o governador Carlos Brandão (PSB) é o primeiro colocado, com 18,6%. O segundo é o senador Weverton Rocha (PDT), com 16,1%; seguido do ex-senador Roberto Rocha (PRD), com 11,8%; do ministro André Fufuca (PP), que soma 11,2%; da senadora Eliziane Gama (PSD), com 9,9%; e do deputado federal Pedro Lucas (União), com 6,1%. Um total de 9,8% afirmou que votaria nulo; e 16,5% disseram não saber ou não quiseram responder.
A pesquisa Econométrica também perguntou se o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Flávio Dino, faz política partidária no Maranhão. Ao todo, 54,5% afirmaram que sim; e 35,1% disseram que não. Além disso, 10,4% disseram não saber ou não opinaram.

Um almoço nesta sexta-feira (11) com vinte e cinco dos 31 vereadores de São Luís, foi mais um avanço na consolidação da pré-candidatura de Orleans Brandão (MDB) ao Governo do Maranhão. Os todos os presentes, inclusive o vereador do PCdoB, Astro de Ogum, manifestaram apoio ao secretário de Assuntos Municipalistas, que vem recebendo adesão de lideranças políticas em diversas regiões do Maranhão.
Antes do encontro com os vereadores da capital, principal colégio eleitoral do estado, Orleans já havia reunidos 26 deputados estaduais num avento em que recebeu manifestação de apoio, dando mais um passo para ser aclamado como representante do grupo governista.
As manifestações de apoio que vem recebendo da classe aliada ao governador Carlos Brandão (PSB) passaram a ter mais constância após fortes indicativos de que o chefe do Executivo vai permanecer no mandato para tentar eleger seus sucessor,
Os vereadores justificaram o apoio à pré-candidatura de Orleans argumentando tratar-se um jovem, segundo eles, preparado, disposto a trabalhar pelo Maranhão, que tem demonstrado compromisso e saberá dar continuidade à gestão do governador Carlos Brandão. O consenso entre eles é que o Maranhão está no rumo certo e que o desenvolvimento do estado terá continuidade com Orleans.
O grupo também reconhece que o governador Carlos Brandão abriu as portas do Palácio dos Leões para os representantes da população de São Luís, e que Orleans tem sido o canal de interlocução da Câmara Municipal com o Governo do Estado. “Queremos continuar tendo voz e sendo ouvidos para que as necessidades do povo da nossa cidade sejam atendidas”, afirmaram.
“Recebo com muita alegria essa importante manifestação de apoio dos vereadores de São Luís, pois vejo como reconhecimento das milhares de pessoas que eles representam. Temos trabalhando incansavelmente, ao lado do governador Carlos Brandão, para que a população da nossa capital tenha melhor qualidade de vida, realizando obras estruturantes com a avenida Metropolitana e a expansão da Litorânea, ampliando serviços como o Viva Procon e os restaurantes populares, investindo na segurança pública e na geração de emprego e renda”, declarou Orleans Brandão.
Vereadores – Marquinhos, Édson Gaguinho, Paulo Victor, Concita Pinto, Astro de Ogum, Andrey, Beto Castro, Octávio Soeiro, Wendel Martins, Nato Jr, Antônio Garcês, Daniel Oliveira, André Campos, Marlon Botão, Thyago Freitas, Marcelo Poeta, Raimundo Júnior, Thay Evangelista, Marcos Castro, Cleber Verde Filho, Fábio Macedo Filho, Rommeo Amin, Professora Magnólia, Júnior Nazaré e Raimundo Penha
NÃO HÁ ALTERNATIVA AO MULTILATERALISMO
O ano de 2025 deveria ser um momento de celebração dedicado às oito décadas de existência da Organização das Nações Unidas (ONU). Mas pode entrar para a história como o ano em que a ordem internacional construída a partir de 1945 desmoronou.
As rachaduras já estavam visíveis. Desde a invasão do Iraque e do Afeganistão, a intervenção na Líbia e a guerra na Ucrânia, alguns membros permanentes do Conselho de Segurança banalizaram o uso ilegal da força. A omissão frente ao genocídio em Gaza é a negação dos valores mais basilares da humanidade. A incapacidade de superar diferenças fomenta nova escalada da violência no Oriente Médio, cujo capítulo mais recente inclui o ataque ao Irã.
A lei do mais forte também ameaça o sistema multilateral de comércio. Tarifaços desorganizam cadeias de valor e lançam a economia mundial em uma espiral de preços altos e estagnação. A Organização Mundial do Comércio foi esvaziada e ninguém se recorda da Rodada de Desenvolvimento de Doha.
O colapso financeiro de 2008 evidenciou o fracasso da globalização neoliberal, mas o mundo permaneceu preso ao receituário da austeridade. A opção de socorrer super-ricos e grandes corporações às custas de cidadãos comuns e pequenos negócios aprofundou desigualdades. Nos últimos 10 anos, os US$ 33,9 trilhões acumulados pelo 1% mais rico do planeta é equivalente a 22 vezes os recursos necessários para erradicar a pobreza no mundo.
O estrangulamento da capacidade de ação do Estado redundou no descrédito das instituições. A insatisfação tornou-se terreno fértil para as narrativas extremistas que ameaçam a democracia e fomentam o ódio como projeto político.
Muitos países cortaram programas de cooperação em vez de redobrar esforços para implementar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável até 2030. Os recursos são insuficientes, seu custo é elevado, o acesso é burocrático e as condições impostas não respeitam as realidades locais.
Não se trata de fazer caridade, mas de corrigir disparidades que têm raízes em séculos de exploração, ingerência e violência contra povos da América Latina e do Caribe, da África e da Ásia. Em um mundo com um PIB combinado de mais de 100 trilhões de dólares, é inaceitável que mais de 700 milhões de pessoas continuem passando fome e vivam sem eletricidade e água.
Os países ricos são os maiores responsáveis históricos pelas emissões de carbono, mas serão os mais pobres quem mais sofrerão com a mudança do clima. O ano de 2024 foi o mais quente da história, mostrando que a realidade está se movendo mais rápido do que o Acordo de Paris. As obrigações vinculantes do Protocolo de Quioto foram substituídas por compromissos voluntários e as promessas de financiamento assumidas na COP15 de Copenhague, que prenunciavam cem bilhões de dólares anuais, nunca se concretizaram. O recente aumento de gastos militares anunciado pela OTAN torna essa possibilidade ainda mais remota.
Os ataques às instituições internacionais ignoram os benefícios concretos trazidos pelo sistema multilateral à vida das pessoas. Se hoje a varíola está erradicada, a camada de ozônio está preservada e os direitos dos trabalhadores ainda estão assegurados em boa parte do mundo, é graças ao esforço dessas instituições.
Em tempos de crescente polarização, expressões como “desglobalização” se tornaram corriqueiras. Mas é impossível “desplanetizar” nossa vida em comum. Não existem muros altos o bastante para manter ilhas de paz e prosperidade cercadas de violência e miséria.
O mundo de hoje é muito diferente do de 1945. Novas forças emergiram e novos desafios se impuseram. Se as organizações internacionais parecem ineficazes, é porque sua estrutura não reflete a atualidade. Ações unilaterais e excludentes são agravadas pelo vácuo de liderança coletiva. A solução para a crise do multilateralismo não é abandoná-lo, mas refundá-lo sob bases mais justas e inclusivas.
É este entendimento que o Brasil – cuja vocação sempre será a de contribuir pela colaboração entre as nações – mostrou na presidência no G20, no ano passado, e segue mostrando nas presidências do BRICS e da COP30, neste ano: o de que é possível encontrar convergências mesmo em cenários adversos.
É urgente insistir na diplomacia e refundar as estruturas de um verdadeiro multilateralismo, capaz de atender aos clamores de uma humanidade que teme pelo seu futuro. Apenas assim deixaremos de assistir, passivos, ao aumento da desigualdade, à insensatez das guerras e à própria destruição de nosso planeta.
Luiz Inácio Lula da Silva
Presidente da República do Brasil
Horas após a deputada Iracema Vale (PSB), presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, denunciar na tribuna da Casa o conflito agrário envolvendo a área conhecida como “Fazenda Jurema”, a empresa Suzano S.A., a União e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) anunciaram um Termo de Acordo Extrajudicial para tentar resolver a disputa. O conflito se arrasta há mais de 15 anos e afeta cerca de 600 famílias nos municípios de Vila Nova dos Martírios e São Pedro da Água Branca.
Segundo o documento, o Incra e a União, por meio do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), iniciarão um processo administrativo para a aquisição, pelo Incra, da área ocupada pelas famílias, que, segundo a Suzano S.A., é parte das terras que pertencem à empresa. Ao todo, a área soma mais de 23 mil hectares. Destes, menos de 3 mil são ocupados pelas famílias para moradia e agricultura de subsistência.
Durante as negociações, a empresa chegou a apresentar um “Plano de Reintegração Humanizado”, que foi duramente criticado pela deputada Iracema Vale em seu pronunciamento. Segundo a parlamentar, a Suzano oferecia às famílias que há 50 anos ocupam a terra, apenas um aluguel social de R$ 180,00 por seis meses e cestas básicas pelo mesmo período.
“Estamos falando de famílias humildes que vivem há mais de 50 anos nessa terra, que nela cultivam, criam seus filhos e que dependem diretamente da agricultura familiar. São pessoas que têm o sentimento de pertencimento e que estão sendo ameaçadas de perder suas casas, roças e suas histórias”, declarou Iracema Vale em seu pronunciamento, no qual destacou ainda que a situação está sendo acompanhada pelo Governo do Estado, além de ter ganhado repercussão internacional. Na ocasião, a deputada cobrou posicionamento enérgico também do Parlamento Estadual.
Antes da apresentação do Termo de Acordo, estava em curso a ação de reintegração de posse em desfavor das famílias. A ação de despejo estava marcada, inicialmente, para o dia 30 de junho, mas havia sido adiada para o próximo dia 15 de julho.
Discurso –Em seu discurso, Iracema Vale cobrou respeito aos direitos humanos e à dignidade do povo maranhense. Ela também falou de sua experiência como ex-prefeita do município de Urbano Santos e relatou as consequências dos impactos causados pela empresa.
“Lá ficaram apenas as florestas de eucalipto. Os empregos saíram, a promessa da fábrica não se concretizou e a população foi abandonada. Mas não deixamos nosso povo à deriva. Reerguemos o município com a agricultura familiar, com trabalho e dignidade”, relembrou.
Por fim, Iracema Vale pediu a colaboração de seus pares para que o caso seja revisto e que seja apresentada uma solução que respeite os direitos das famílias envolvidas.
“Peço que a Suzano reflita, que reveja sua posição. Se quer ser respeitada como uma empresa internacional, que também cumpra sua função social. Porque com a vida, com o lar, com a dignidade do povo do Maranhão não se negocia”, concluiu Iracema.
A Assembleia Legislativa aprovou, na sessão plenária desta quinta-feira (10), o Projeto de Lei nº 239/2025, de autoria do Poder Executivo, que dispõe sobre as diretrizes para elaboração e execução da Lei Orçamentária (LDO) para o exercício financeiro de 2026. A matéria foi encaminhada à sanção do governador Calor Brandão (PSB) pela presidente da Assembleia, deputada Iracema Vale (PSB). A proposição passou por ampla discussão e recebeu pareceres favoráveis nas Comissões de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e de Orçamento, Finanças, Fiscalização e Controle da Casa. Na Mensagem Governamental de encaminhamento do projeto à Assembleia Legislativa do Estado do Maranhão, o governador Carlos Brandão afirma que a LDO é o instrumento que estabelece metas e prioridades da administração pública, tendo como base uma gestão fiscal responsável. “Essa gestão fiscal responsável está focada nos compromissos com a população, com a qualidade do gasto público e nas parcerias que possibilitem manter e ampliar os importantes investimentos fomentadores do desenvolvimento e da melhoria da qualidade de vida da população”, complementou o governador. O referido projeto de lei foi elaborado em consonância com o § 2º do art. 136 da Constituição Estadual; § 2º, inciso II, do art. 165 da Constituição Federal; art. 4º da Lei Complementar Federal nº 101/2000 bem como a Lei Federal nº 4.320/1964.