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  • Jorge Vieira
  • 24/nov/2011

Flávio Dino condena intransigência do governo e declara apoio aos policiais e bombeiros

O presidente da Embratur Flávio Dino, via Facebook, condena a intransigência do governo de Roseana Sarney,  em não negociar com a categoria e declara apoio aos policiais e bombeiros e demais famílias que sofre com a falta de politicas publicas na segurança do nosso estado.

Veja a declaração

Acompanho com preocupacão a crise com policiais e bombeiros do Maranhão, causada pela insensibilidade e omissão do governo estadual.

Expresso meu desejo de que o diálogo democrático prevaleça entre as partes e que se encontre uma solucão adequada às reivindicações.

Manifesto minha solidariedade às famílias dos policiais e bombeiros, assim como às demais famílias que sofrem grave insegurança.

Medidas autoritárias não solucionarão a crise. Colegas parlamentares da oposição estão atuando corretamente em busca de caminho democrático.

  • Jorge Vieira
  • 24/nov/2011

Desembargadores discutem greve com o comando da Segurança do Estado

O presidente em exercício  do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA), desembargador Bayma Araújo, e o corregedor-geral de Justiça, Guerreiro Júnior, receberam na manhã desta quinta-feira, 24, o secretário de Segurança Pública do Estado, Aluízio Mendes, o comandante da Polícia Militar do Maranhão, coronel Franklin Pacheco, e o subcomandante Edílson Gomes, para tratar sobre a greve dos policiais militares e do Corpo de Bombeiros do Maranhão, decretada na quarta-feira, 23.

Durante a reunião, as autoridades fizeram uma consulta ao presidente do TJ sobre a legalidade das ações do movimento, que atinge cerca de 40% do efetivo de 7 mil homens, incluindo policiais e bombeiros, principalmente na região de Imperatriz.
Bayma Araújo informou, na reunião, sobre a decisão do desembargador Stélio Muniz, que deferiu liminar durante o plantão judiciário determinando a imediata suspensão do movimento, sob pena de multa diária de R$ 200,00 por integrante das forças, e o desconto da remuneração pelos dias parados.
O pedido foi ajuizado pelo Estado do Maranhão, alegando que o movimento seria ilegal, segundo decisão anterior do ministro Eros Grau, do Supremo Tribunal Federal (STF), em matéria semelhante, considerando a atividade de segurança pública como serviço público essencial, não alcançável pelo direito de greve.
Bayma observou que cabe ao Poder Judiciário, neste momento, analisar a aplicabilidade do Código de Processo Penal Militar, que regulamenta o exercício do cargo dos militares, e encontrar uma solução viável, coibindo possível ilegalidade, mas sem violência e de modo que não prejudique à sociedade.
Medidas – o secretário Aluízio Mendes afirmou que o Governo do Estado está avaliando outros instrumentos jurídicos – além da medida cautelar -, para o enfrentamento da greve, caso a decretação da ilegalidade pelo Judiciário não seja suficiente para dar fim à paralisação.
De acordo com o secretário, uma das medidas analisadas seria uma representação com pedido de prisão dos líderes do movimento. Quanto à segurança da população, o secretário afirmou que o quadro é de normalidade, vez que o Governo conta com o apoio de policias da Força Nacional e de soldados do Exército na garantia da ordem.
Segundo o desembargador Stélio Muniz, a decisão liminar para a suspensão da greve foi tomada dentro da legalidade, no prazo que o plantão judiciário exige para assuntos de urgência, e considerando, ainda, a segurança pública como atividade essencial ao Estado e jurisprudência do Supremo Tribunal Federal.

  • Jorge Vieira
  • 24/nov/2011

Prefeitos de Apicum-Açu e Buriticupu responderão a ações penais

Os prefeitos dos municípios de Apicum-Açu, Sebastião Lopes Monteiro, e de Buriticupu, Antônio Marcos de Oliveira, vão responder a ações penais por supostas irregularidades em processos licitatórios. A 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Maranhão (TJMA) recebeu denúncias feitas pelo Ministério Público estadual (MPE) contra os dois gestores, nesta quinta-feira (25). No caso de Buriticupu, também foi denunciado o empresário Eliel Duarte de Sousa, supostamente favorecido em processo de tomada de preços.
A primeira denúncia recebida foi contra o prefeito de Apicum-Açu. O MPE informou existir nos autos vasta documentação, a maior parte oriunda do Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA), que comprovaria a conduta delituosa de Sebastião Monteiro no exercício financeiro de 2003. O prefeito teria praticado vários atos com fragmentação de despesas, para não superar, em cada uma delas, o limite permitido para a dispensa de licitação. O Ministério Público alega que a soma dos valores, no montante de R$ 478.752,00, supera a limitação legal e diz não ter dúvidas de que o denunciado deveria ter realizado o processo licitatório.

A defesa de Sebastião Lopes disse que os crimes atribuídos ao prefeito têm que ter comprovada conduta dolosa, quando há intenção de prejudicar o município, e que não há prova de dolo na acusação. Creditou parte dos problemas detectados à falta de mão-de-obra qualificada no município e alegou não ter havido fragmentação de despesas nem prejuízo ao erário, já que o TCE teria aplicado apenas multa por irregularidades formais ao gestor.

A 2ª Câmara Criminal do TJMA entendeu haver necessidade do prosseguimento da ação, principalmente no tocante à suposta fragmentação de despesas, para apurar a possibilidade de o erário público ter sido prejudicado. O órgão recebeu a denúncia para instauração da ação penal.

ILEGALIDADES – Na denúncia contra o prefeito de Buriticupu, Antônio Marcos de Oliveira, e o empresário Eliel de Sousa, o Ministério Público sustentou que a prefeitura teria cometido várias ilegalidades na tomada de preços para implantação de sistema de abastecimento de água em cinco povoados do município, no valor total de R$ 1.402.683,09.

A denúncia acusa o prefeito de não cumprir a obrigação legal de mandar publicar resumo do edital em jornal diário de grande circulação no estado; de reduzir o caráter competitivo com a cobrança de R$ 3 mil por exemplar do edital; e de não disponibilizar o projeto básico para exame dos interessados em participar da licitação.

O MPE argumenta que manifestações do Ministério Público de Contas e do TCE apontam que o prefeito teria usado expedientes para frustrar a competição, com clara intenção de afastar competidores indesejáveis, e dirigir o resultado da licitação para escolha da STAC Engenharia, da qual Eliel de Sousa é sócio-proprietário. O MPE alega que a anulação posterior da tomada de preços não elimina as responsabilidades dos denunciados.

Tanto no caso de Buriticupu quanto no de Apicum-Açu, as denúncias foram recebidas por unanimidade pelos desembargadores Bernardo Rodrigues (relator de ambas), Maria dos Remédios Buna e Raimundo Nonato de Souza. O parecer da Procuradoria Geral de Justiça também foi pelo recebimento.

  • Jorge Vieira
  • 24/nov/2011

Militares permancem na AL aguardando negociação

Jacqueline Heluy/Agência Assembleia

Os policiais militares e bombeiros, em greve desde a noite desta quarta-feira (23), continuam acampados no prédio da Assembleia Legislativa, aguardando uma negociação com o governo do Estado sobre a pauta de reajuste salarial. A ocupação se deu de forma pacífica desde às 21h de ontem. A entrada da Assembleia, que durante a noite havia sido bloqueada por veículos dos grevistas, já está liberada.

Por volta das 8h30, os grevistas, que até então mantinham-se apenas na área externa do prédio da Assembléia, em barracas, ocuparam a Praça do Rangedor (hall principal), em clima de tranqüilidade. Os acessos ao plenário, aos gabinetes e às outras áreas funcionais estão fechadas por orientação do chefe da Casa Militar, coronel Pinheiro Filho, que acompanhou a ocupação desde o primeiro instante, garantindo o clima de estabilidade e segurança.
Por volta das 9h de hoje , os policiais hastearam as bandeiras do Brasil, do Maranhão e de São Luís em frente ao prédio, entoando o hino nacional e da Polícia Militar. Durante toda a madrugada, as bandeiras ficaram hasteadas a meio palmo, por decisão dos próprios grevistas.
Deputados da  Oposição e do governo estão reunidos no gabinete da Presidência,  a fim de avaliar como o Legislativo vai atuar nas negociações com os grevistas. O primeiro deputado a chegar ao acampamento foi Bira do Pindaré (PT), que conversou com os policiais. Bira disse que defende o diálogo e que a sua maior preocupação é a segurança da população.
O Comando de Greve informou que os policiais só sairão do prédio após a votação do Orçamento 2012, cujo projeto que já foi dado entrada na Casa para os trâmites legais.
Neste momento, o presidente das Assembleia Legislativa, Arnaldo Melo, comanda uma reunião, em seu gabinete, com o comanda da greve.

  • Jorge Vieira
  • 24/nov/2011

Pressão do governo via Justiça não intimida comando de greve da PM

A iniciativa do governo do Estado recorrer à Justiça para declarar a ilegalidade da greve da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros, não intimidou o comando do movimento. As duas corporações estão de braços cruzados e ameaçam permancer assim até que o governo sente para negociar as reivindicações.
“Não adianta intimidar que nós não vamos voltar. Nosso movimento não recua, podem nos tirar o que quiser, inclusive todo o salário, mas a greve continua”, disse um dos líderes do movimento agora a pouco, antes de entrar para uma reunião com parlamentares no gabinete do presidente da Assembleia Legislativa, Arnaldo Melo (PMDB).
Um dos pontos da reunião, a porta fechada, que acontece neste instante, é a decisão da Justiça, que declarou ilegal a greve e estabeleceu multa de R$ 200,00 por dia a cada um dos grevistas.
“Nós vamos aguardar a notificação oficial, mas a greve vai continuar”, adiantou o coronel Ivaldo Barbosa”, líder do movimento.  

  • Jorge Vieira
  • 24/nov/2011

Policiais militares interditam BR -010

Policiais militares interditaram esta manhã a BR-010, no trecho que passa por Imperatriz, provocando enorme engarrafamento ao longo da estrada Belém/Brasília.

Em todo Maranhão o clima é de intraquilidade. Em Imperatriz a população está apresensiva, principalmente após a declaração da governadora de que não negocia sob pressão.

Por conta da interdição, ninguém consegue passar, o trânsito está um caos na cidade. Viaturas foram atravessadas na BR, impedido a livre circulação de veículos.

  • Jorge Vieira
  • 24/nov/2011

CPI dos R$ 73 milhões já está composta

O deputado Roberto Costa (PMDB), provável presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito, que vai investigar o sumiço dos R$ 73 milhões, informou agora a pouco os nomes dos sete parmentares encarregados de descobrir o paradeiro do dinheiro que sumiu da conta da Prefeitura de São Luís.
Estão responsáveis pela investigação os deputados Roberto Costa (PMDB), Magno Bacelar (PV), Vianey Bringel (PMDB), Rogério Cafeteira (PMN), Leo Cunha ( PSC), Raimundo CUtrim (PSD) e Marcelo Tavares (PSB).
A presença do deputado Marcelo Tavares na CPI ainda não está garantida. O autor da proposta, deputado Roberto Costa, disse que ainda vai conversar com o companheiro de plenário, em função dele não ter assinado o documento que criou a Comissão.
Os trabalhos da CPI, segundo Costa, iniciam semana que vem. Ele não adiantou por onde pretende começar.

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