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  • Jorge Vieira
  • 22/nov/2011

“Bengala” de Tatá Milhomem gera atrito entre líder do governo e presidente do TJ

Os desdobramentos em torno da “PEC da Bengala”, imoralidade aprovada pelo plenário da Assembleia Legislativa para favorecer juízes e desembargadores que desejarem permanecer exercendo suas funções após completar 70 anos, está gerando atrito entre o presidente do Tribunal de Justiça, Jamil Gedeon, e o líder do governo Manoel Ribeiro (PTB).   
Segundo Ribeiro, o presidente do TJ desrespeitou a Constituição Maranhense ao aposentar compulsoriamente a juíza Florita Castelo Branco. Ele confirmou que vai representar contra Jamil Gedeon no CNJ. “Isso não tem quem tire de minha cabeça. Já contratei advogados, porque não entendo de Direito, e eles estão preparando os argumentos”, adiantou.
Para Manoel Ribeiro, o presidente do Tribunal de Justiça cometeu um ato insensato ao negar o pedido da magistrada para que permancesse exercendo sua função no serviço público, mesmo já tendo completado 70 anos, por conta da “PEC da Bengala”.    
Ribeiro se manifestou ainda sobre o artigo do desembargador José Luís Almeida, defendendo a decisão do presidente do TJ. “Será que ele é o dono do Direito, é o dono da verdade? Não! 
Aquilo é uma opinião dele, isolada, porque eu já tive inúmeros desembargadores solidários com a PEC, inúmeros trabalhadores do Maranhão solidários com a PEC que não obriga ninguém.
O líder do governo disse ainda que votou na PEC e não se arrepende. “Têm muitos desses de 70 anos que não precisam de bengala. Agora esses que estão chamando “PEC da Bengala” estão precisando é de uma bengala moral, estão precisando é de um apoio moral para que possam enfrentar a vida. Era isso que eu queria registrar e dizer que a representação contra o presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão eu irei fazer e não tem ninguém no mundo que me obrigue a não fazer”, enfatizou.

  • Jorge Vieira
  • 22/nov/2011

PPS entra com Adin no Supremo contra ‘estatização’ da Fundação Sarney

Presidente nacional do PPS, Roberto Freire, questiona no Supremo estatização da Fundação José Sarney

O PPS ingressou, na tarde de segunda-feira (21), com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra a lei estadual que transformou a Fundação Sarney, de caráter privado, em Fundação da Memória Republicana, pública.

O partido entende que a medida “representa violação contra os mais comezinhos preceitos que regem o estado democrático de direito”.  A lei já está em vigor. O PPS pede, como medida cautelar, que o Supremo Tribunal Federal determine a suspensão da eficácia dela.

A lei ofende, por exemplo, o princípio da impessoalidade ao tentar, “ainda que de forma dissimulada”, reverenciar a figura do ex-presidente Sarney, argumenta o texto da Adin (confira íntegra abaixo) assinada pelo presidente nacional do PPS, deputado federal Roberto Freire (SP).

Outra inconstitucionalidade apontada pelo PPS é a parte da lei que confere a Sarney a prerrogativa de indicar dois membros do Conselho Curador da Fundação, “com direito de veto no que se refere a deliberações que impliquem alienação patrimonial da entidade”.

Constituição proíbe
A Carta Magna veda o estabelecimento de distinção entre brasileiros. Além de fazer essa deferência ao ex-presidente, a lei estabelece que o direito é hereditário e deve ser repasssado em herança. O PPS argumenta que esta garantia viola o princípio republicano.

Para o PPS, o objetivo da lei é “estatizar” a fundação – que atualmente é de direito privado – e repassar os custos com sua manutenção para o poder público. O texto da ação questiona: “Como poderia o legislador prever que uma fundação de direito privado iria transferir todos os seus bens e direitos para uma fundação de direito público, se tal assunto não tivesse sido objeto de tratativas preliminares, realizadas nos desvãos da política maranhense?”

O PPS salienta que não importa se a governadora Roseana Sarney quis homenagear o pai com a medida. “É vedado à administração pública atuar em relação a algumas pessoas identificadas, devendo a atuação estatal ser voltada para a coletividade”.

  • Jorge Vieira
  • 22/nov/2011

Rei da imoralidade, Sarney faz consultoria de imagem com verba pública

DE BRASÍLIA
Madre Superiora teve nova recaída
Envolvido em escândalos administrativos nos últimos anos, o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), quer mudar sua imagem pública e decidiu contratar uma empresa de consultoria para propor uma repaginação.
O serviço foi pago com recursos da verba indenizatória do Senado -benefício a que todo congressista tem direito para custear despesas com o exercício da atividade parlamentar.
Foram duas parcelas de R$ 12 mil pagas em julho e agosto para a empresa Prole Consultoria em Marketing. As normas que regulamentam o uso da verba permitem a “contratação de consultorias”. O serviço foi realizado em maio e junho.
Segundo a assessoria de Sarney, foi feita uma avaliação do trabalho parlamentar dele por especialistas. A Folha pediu para ter acesso ao material, mas segundo a assessoria as informações são “reservadas”.
Em nota, a assessoria afirma que “Sarney, no exercício de seu mandato, não utilizou recursos públicos para fins particulares”.
A Prole informou que fez uma avaliação da estratégia de comunicação do senador com a imprensa.
A tentativa de mudar a imagem de Sarney já pode ser vista na internet. Foi criada uma nova página virtual do senador (josesarney.org), chamada de “O presidente da democracia”.
A assessoria de Sarney afirma que o site está em caráter experimental, foi pago “pessoalmente pelo senador e contempla, além da divulgação da atividade parlamentar, aspectos de sua obra acadêmica, sem nenhum tipo de custo para o Senado”.
Além de elogios ao senador, a página apresenta versões amenizadas de escândalos, como o da edição dos atos secretos (decisões administrativas que não eram publicadas e envolviam nepotismo, por exemplo) do Senado em 2009.
Em outro trecho, o site diz que “em diversos mandatos, como presidente do Senado Federal, Sarney implantou o mais amplo sistema de transparência das instituições governamentais brasileiras”.
Há ainda afagos ao ex-presidente Lula e a Dilma.

  • Jorge Vieira
  • 22/nov/2011

Peluso protege identidade de juízes sob investigação

AMB afirma que site revelou nomes de magistrados processados em tribunais
Presidente do STF recua depois de publicar iniciais de juízes investigados por corregedores estaduais
FREDERICO VASCONCELOS
DE SÃO PAULO
O Conselho Nacional de Justiça tirou ontem do site as iniciais de magistrados que respondem a processos disciplinares em tribunais estaduais -o que atende em parte a um pedido da Associação dos Magistrados Brasileiros.
Na semana passada, o presidente da entidade, Henrique Nelson Calandra, enviou ofício ao ministro Cezar Peluso, presidente do CNJ, alegando que a abreviatura poderia levar à identificação dos magistrados, constrangendo-os, e pediu a retirada da lista.
A iniciativa de Peluso foi tomada em outubro, depois que vieram à tona as divergências com a corregedora nacional, Eliana Calmon, que afirmara a existência de “bandidos” atrás da toga.
Na ocasião, Peluso recebeu 15 corregedores e anunciou que centralizaria a divulgação de dados no site do CNJ na área da presidência, para dar maior transparência.
A comunicação direta entre o CNJ e as corregedorias estaduais é atribuição da ministra Calmon. Ela tem evitado expor publicamente as divergências com Peluso. No dia 14, ela disse que os dados da corregedoria são mais precisos que os divulgados pela presidência do CNJ e sugeriu que havia riscos na divulgação das iniciais dos juízes.
No ofício que enviou a Peluso, o presidente da AMB citou que um site havia listado nomes de juízes sob investigação a partir das iniciais.
A lista começou a ser divulgada em 12 de novembro. Por ela, havia 1.353 processos em tribunais estaduais. A corregedoria nacional tem em seus cadastros 2.300 processos.

  • Jorge Vieira
  • 22/nov/2011

Deputada chama governadora de mesquinha e diz que prefeito nunca precisou de habeas corpus para não ser preso

A deputada Gardênia Castelo (PSDB), embora não tenha revelado onde estão guardados os R$ 73 milhões dos convênios assinados entre a Prefeitura de São Luís e o governo Jackson Lago, no início de 2009, para a construção de obras viárias na cidade, foi dura com o empresário Fernando Sarney e com o governo da irmã Roseana.
Segundo Gardênia, a governadora foi mesquinha ao recorrer à Justiça para suspender os convênios, quando, em seu entendimento, o correto seria regularizá-los e deixar que os municípios pudessem realizar as obras e prestar contas ao Tribunal de Contas do Estado.
O chumbo grosso do discurso, no entanto, foi reservado ao enrolado empresário Fernando Sarney, flagrado na “Operação Boi Barrica” em crimes financeiros de evasão de divisa.
“Eu tenho a convicção de que o prefeito é um homem sério e nunca se meteu em nenhuma falcatrua. Em 40 anos de vida pública o prefeito de São Luís nunca precisou sequer andar com habeas corpus para não ser preso, nunca desviou recurso público do Maranhão para o exterior, nunca fez privatização fraudulenta de nenhuma empresa, que foi vendida a um real como a CEMAR, foi.
Para não ser preso na Operação “Boi Barrica”, Fernando recorreu a habeas corpus preventivo, que nunca tirava do bolso, com medo de ser preso pela Polícia Federal.  
Para a parlamentar, a Assembleia deve forma uma CPI é para investigar os escândalos do governo, “como o desvio de R$ 800 milhões de reais, contratados na Saúde sem licitação, ou melhor, com dispensa de licitação. Isso sim é caso de CPI”, defendeu.
Gardênia desafiou o deputado Roberto Costa a criar com ela uma CPI para apurar a questão dos convênios.
“Vamos fazer uma CPI que pegue todos os convênios realizados, a partir do dia 1º de janeiro de 2009, até a presente data, incluindo inclusive os de São Luís, eu topo assinar. Agora, é preciso que peguem todos os convênios, nós não podemos fazer uma discriminação, e usar da CPI como um instrumento de marola, um instrumento de politicagem, esta Casa realmente não merece isso”,enfatizou.
O deputado Roberto Costa, pelo visto, não topou o desafio. Sua assessoria distribuiu nota à imprensa afirmando que ele apresentará amanhã a proposta de CPI para investigar apenas os convênios de São Luís, ou seja, uma CPI para tentar fazer nascer a natimorta candidatura de Max Barros.  

  • Jorge Vieira
  • 21/nov/2011

Presidente do PCdoB responde a Ricardo Murad sobre “nojo” da oposição

O presidente do diretório municipal do PCdoB, Márcio Jerry, rebateu as críticas do secretário de Saúde, Ricardo Murad (PMDB), que disse ter nojo dos maranhenses que criticam a oligarquia Sarney
Através da rede social Facebook, o dirigente comunista respondeu sobre o “nojo” que Murad diz ter dos que criticam o governo da filha do oligarca José Sarney. Postei abaixo as declarações se Márcio Jerry sobre o arroubo do secretário acusado de corrupção pela oposição.

“Dá nojo aos maranhenses, Ricardo Murad, e aos brasileiros também, é a existência de um enclave oligárquico como esse no qual te locupletas.

Dá nojo aos maranhenses, Ricardo Murad, é perceber que vocês continuam saqueando um estado rico de povo submetido à pobreza.
há 10 minutos Favorito Responder Excluir

Dá nojo aos maranhenses, Ricardo Murad, é constatar que a miséria da maioria de nosso povo sustenta a tua opulência e da tua oligarquia

Dá nojo aos maranhenses, Ricardo Murad, é a tua tentativa de desqualificar pessoas que têm coragem de enfrentar a tua oligarquia decadente

Dá nojo aos maranhenses, Ricardo Murad,é a truculência politica, o autoritarismo e a corrupção…marcas do poder patrimonialista da famiglia

Dá nojo aos maranhenses, Ricardo Murad, é assisitir neste momento os vts em que você desancava a famiglia…Só “migué”…

Dá nojo aos maranhenses, Ricardo Murad, é a forma como vocês “ganharam” uma eleição às 20:45 h da forma como você sabe tão bem…

Dá nojo aos maranhenses, Ricardo Murad, é a existência de uma oligarquia partrimonialista, corrupta e incompetente como essa que integras.

Dá nojo aos maranhenses, Ricardo Murad, é todo dia ver nosso estado no noticiário nacional ostentando péssimos indicadores sociais.

Dá nojo aos maranhenses, Ricardo Murad, é ver tanta demagogia e tanto despreparo no comando da saúde em nosso estado.

Dá nojo aos maranhenses, Ricardo Murad, é ver a contradição do seu discurso de outro dia contra a oligarquia e a sua postura de agora,…”

  • Jorge Vieira
  • 21/nov/2011

Gardênia Castelo discursa na Assembleia, mas não diz onde está o dinheiro

A deputada Gardênia Castelo (PSDB), finalmente usou a tribuna da Assembleia Legislativa esta tarde (21) para falar sobre os R$ 73 milhões que sumiram da conta que a Prefeitura de São Luís possui no Banco do Brasil.
A parlamentar falou dos convênios assinados com o governo, das perseguições políticas promovidas pelo grupo Sarney contra  a administração municipal, mas não disse onde o prefeito João Castelo escondeu o dinheiro.    
A parlamentar confirmou que os convênios foram assinados com o governo Jackson Lago em janeiro de 2009 e suspensos por conta de uma decisão judicial após a cassação do governador. Ela explicou que a prefeitura recorreu da decisão e está aguardando o julgamento do mérito do processo. A parlamentar, no entanto, nada falou sobre o paradeiro do recurso que deveria ser usado no prolongamento da Avenida Litorânea, construção de dois viadutos e asfaltamento de ruas.
Gardênia preferiu partir prá cima dos adversários e acusar o grupo que está no poder de promover desvios de recursos público. “Em mais de 40 anos de vida pública, o prefeito João Castelo (PSDB) nuncas precisou usar habeas corpus preventivo para não ser preso”.
O discurso da parlamentar teve com alvo o empresário Fernando Sarney, irmão da governadora, que teve que recorrer a este expediente para se esconder da Polícia Federal no processo em que é acusado de evasão de divisa, peculato e formação de quadrilha. 
A parlamentar, no entanto, defendeu a constituição de uma CPI – Comissão Parlamentar de Inquérito – para investigar todos os convênios assinados pelo governo Jackson Lago e pela governadora Roseana Sarney. Para Gardênia, investigar apenas os convênios de São Luís é discriinação. 
Existem atualmente em tramitação na Assembleia Legislativa duas propostas de CPI. Uma defendida pelo líder da oposilção Marcelo Tavares, que abrange todos os municípios que firmaram convênio, e um outra defendida pelo deputado Roberto Costa (PMDB) deseja averiguar apenas o que ocorreu com os R$ 73 milhões da Prefeitura de São Luís.      

 

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