Gardênia Castelo discursa na Assembleia, mas não diz onde está o dinheiro – Jorge Vieira

21 de novembro de 2011

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21/11/2011 -

Jorge Vieira -

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Gardênia Castelo discursa na Assembleia, mas não diz onde está o dinheiro

A deputada Gardênia Castelo (PSDB), finalmente usou a tribuna da Assembleia Legislativa esta tarde (21) para falar sobre os R$ 73 milhões que sumiram da conta que a Prefeitura de São Luís possui no Banco do Brasil.
A parlamentar falou dos convênios assinados com o governo, das perseguições políticas promovidas pelo grupo Sarney contra  a administração municipal, mas não disse onde o prefeito João Castelo escondeu o dinheiro.    
A parlamentar confirmou que os convênios foram assinados com o governo Jackson Lago em janeiro de 2009 e suspensos por conta de uma decisão judicial após a cassação do governador. Ela explicou que a prefeitura recorreu da decisão e está aguardando o julgamento do mérito do processo. A parlamentar, no entanto, nada falou sobre o paradeiro do recurso que deveria ser usado no prolongamento da Avenida Litorânea, construção de dois viadutos e asfaltamento de ruas.
Gardênia preferiu partir prá cima dos adversários e acusar o grupo que está no poder de promover desvios de recursos público. “Em mais de 40 anos de vida pública, o prefeito João Castelo (PSDB) nuncas precisou usar habeas corpus preventivo para não ser preso”.
O discurso da parlamentar teve com alvo o empresário Fernando Sarney, irmão da governadora, que teve que recorrer a este expediente para se esconder da Polícia Federal no processo em que é acusado de evasão de divisa, peculato e formação de quadrilha. 
A parlamentar, no entanto, defendeu a constituição de uma CPI – Comissão Parlamentar de Inquérito – para investigar todos os convênios assinados pelo governo Jackson Lago e pela governadora Roseana Sarney. Para Gardênia, investigar apenas os convênios de São Luís é discriinação. 
Existem atualmente em tramitação na Assembleia Legislativa duas propostas de CPI. Uma defendida pelo líder da oposilção Marcelo Tavares, que abrange todos os municípios que firmaram convênio, e um outra defendida pelo deputado Roberto Costa (PMDB) deseja averiguar apenas o que ocorreu com os R$ 73 milhões da Prefeitura de São Luís.      

 

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