É de estarrecer o comportamento de membros da oligarquia que se propõem ao serviço ‘sujo’ de atingir pessoas meramente por perseguição ou interesses políticos contrariados.
Desqualificar o prefeito Edivaldo Holanda Júnior por não ter participado de um evento de carnaval querendo associar, de maneira torpe, tal fato a sua condição religiosa é no mínimo desleal, rasteiro, jogar baixo.
É notório que o atual prefeito é evangélico. Foi criado no evangelho, desde criança, e assim continuou durante sua carreira política como vereador, deputado federal e agora prefeito. A população, sabendo disso, não por menos lhe fez o vereador e, por conseguinte, o deputado mais votado de São Luís, independente do seu credo e apeguismo a Deus.
Agora, em 2012, na campanha de prefeito, não foi diferente. Edivaldo foi eleito e todos já sabiam da sua fé, cantada e decantada durante toda a eleição. Afinal, qual o problema nisso? Ser um servo de Deus, seguidor – de verdade – dos seus ensinamentos é uma grande virtude, e não defeito! Não há nada que desabone Edivaldo neste item. É conferido em um estado laico em que vivemos o cidadão optar pelo que achar melhor no campo religioso. Seja católico, espírita, judeu etc.
Dizer que foi desrespeito à população o prefeito não ter ido ao evento de entrega da chave da cidade é querer distorcer, descontextualizar e manipular os fatos. Todos esses termos desairosos aí.
Vejamos bem. Provando que seu credo religioso não se misturará com os atos da sua gestão, uma vez que governa para todos (não somente um segmento), Edivaldo investiu na realização do carnaval. Além do circuito da praça Maria Aragão, ele descentralizou a festa em vários bairros da cidade.
A intenção é levar para mais perto dos moradores as brincadeiras, atitude enaltecida pelos brincantes.
Assim sendo, pois bem, cai por terra o argumento de que o prefeito, por ser ‘crente’, não iria realizar a festa momesca. A fez e ainda equacionou parte dos recursos a Saúde, medida correta/sensata aprovada pela população.
Quanto às críticas de que não foi à cerimônia de entrega simbólica da chave da cidade à Corte Momesca de 2013, Edivaldo (certamente trabalhando) designou como autoridade para tal o vice-prefeito, Roberto Rocha, que legitimamente abriu oficialmente o carnaval de São Luís.
Neste caso, a prefeitura esteve representada. Nenhum problema nisso, nenhum desrespeito. Ou a ausência de Edivaldo prejudicou a população e a cidade? Houve mortos e feridos, prejudicados ou lesionados por conta disso? Evidente que não. Nem poderia.
Seria falta de respeito, sim, todos nós concordaríamos, se a Prefeitura ficasse alheia ao Carnaval bem como não direcionasse nenhum investimento ou estrutura para a festa pagã. Daí os críticos teriam toda razão. O que não ocorreu.
Vale ressaltar que há católicos, espíritas, budistas etc. que não gostam do carnaval, preferem se recolher, ler, orar, rezar, meditar em vez da prática do hedonismo, aos prazeres da carne que em nada colaboram para o crescimento espiritual. Sem falar de todos os abusos, práticas de violência e, até às vezes, mortes que ocorrem neste período. Vale aqui meditação: se fosse um prefeito católico, caso faltasse no evento citado acima, será se falariam também que este não teria comparecido por ser católico? Hum…
Se a simples presença em festas e eventos carnavalescos significasse algo, o Maranhão não seria um estado atrasado, pobre, ocupando sempre os últimos lugares nos indicadores sociais, pois quando o assunto é show, baladas e zoação a governadora Roseana é frequentadora assídua, expert no assunto. Já quando é para trabalhar… É preferível o trabalho às festividades.
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| No Anjo da Guarda a população caiu na folia |
Eis que de repente blogs
patrocinados pela oligarquia Sarney se arvoram de defensores da ética e isenção
no jornalismo. Dá pra acreditar? Nada mais inusitado e falso. Chega a causar náuseas
ver os serviçais da oligarquia cinquentona forjados num jornalismo de
perseguição implacável a adversários políticos defendendo algo que desconhecem.
Fizeram o mesmo quando atacaram em outra matéria
“Pacientes reclamam de atendimento no Socorrão II” (07/02/13). E numa outra com
o título “Teminal da integração é alvo de reclamação de usuários e funcionários”
(05/02/13). Chegaram ao absurdo de insinuar mesmo que a prefeitura seria
responsável pela segurança publica, quando todos sabem ser este um dever do
Estado.
Como é tempo
de carnaval nada mais atual que o verso cantado pela marron Alcione: ‘Eu te
conheço carnaval, eu te conheço carnaval não adianta tirar a máscara”.
Astuto, frio, dissimulado, um verdadeiro discípulo de
Maquiavel, o octogenário José Sarney não se sente nem um pouco
constrangido em receber uma comissão de seu Estado, firmar um compromisso e
depois fazer de conta que nada aconteceu.
Depois
veio a eleição de Jackson Lago, saudada no Brasil inteiro pelo fim de um ciclo,
a derrota da Oligarquia Sarney! Achando que não retomariam mais o mando no
Maranhão, um dos vassalos sarneysistas de alta patente, o senador Edison Lobão,
vislumbrou a chance de virar governador do futuro Maranhão do Sul e deu entrada
num projeto no senado. Mesmo com essa possibilidade de continuarmos sob o
domínio sarneysista, os sul maranhenses se alegraram novamente e festejaram.
“Agora vai”, diziam novamente os líderes do movimento, pois tinham a
certeza que Lobão não entraria com um projeto no Senado sem a permissão de seu
chefe.
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Em 2011, o deputado Lourival Mendes
(PTdoB-MA), entrou com um novo projeto, veio aqui na região e novamente rescendeu as esperanças. Depois Lourival criou uma Frente Parlamentar pró-Maranhão do Sul e chegou a realizar um almoço com deputados na casa do líder da bancada maranhense na Câmara, deputado Sarney Filho. |
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Depois veio o período eleitoral, cada
um foi atras de votos e o Maranhão do Sul foi mais uma vez esquecido – a não
ser por mim, um pingo d’água nesse mar da política. Lourival sequer atende
recados quando o assunto é o Maranhão do Sul. O que houve, deputado?