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  • Jorge Vieira
  • 28/fev/2013

Na posse da Famem, Luís Fernando discursa contra suas próprias ações

Luis Fernando praticamente ignorou Roseana no discurso na Famem
A posse da Famem foi uma prova de fogo para Luís
Fernando, candidato inventado pelo grupo Sarney para tentar se manter no poder
na marra. Em quase 13 minutos disse nada com nada, foi enfadonho e praticamente
ignorou Roseana Sarney, a quem só mencionou no finalzinho do discurso e sem
nenhum destaque, apenas como agradecimento.
De interessante mesmo para o público presente, só a
pregação de que os municipios precisam ser livres. Nesse aspecto, que Deus e o
povo o ouçam para que ano que vem os municípios do Maranhão consigam se
libertar do poder do coronel Sarney e seus seguidores.
Mas não é o que os fatos apontam. Com mais de R$ 7
bilhões em dívidas, pedindo irresponsavelmente dinheiro emprestado para
instituições bancárias que têm como único objetivo o lucro às custas do povo
maranhense, o grupo Sarney trabalha para “comprar” o apoio de prefeitos da
maior parte dos municípios maranhenses.
Luís Fernando tenta se vender como “renovação” do
grupo Sarney e adotar um discurso de oposição ao modo de fazer política do
grupo do qual faz parte. Tudo lenga-lenga, já que prepara sua primeira disputa
eleitoral à base do abuso do poder político e econômico, ações tão conhecidas
pelo grupo Sarney.
Utilizando um tom professoral e arrogante, Luís
Fernando deu sono a quem esteve presente porque não apresentou novidades aos
prefeitos presentes. Deu aula sobre a democracia na Roma Antiga e pregou teses
que, se aplicadas ao Maranhão, servirão para derrotar o governo ao qual serve e
o esquema de poder patrimonialista que já está tirando proveito das riquezas
maranhenses há quase 50 anos.

  • Jorge Vieira
  • 28/fev/2013

Dívida impagável

Insaciável, Roseana Sarney vai botar a mão em outra montanha de dinheiro

No ritmo
em que o governo Roseana Sarney faz empréstimos bilionários, o Maranhão não
apenas estará inviabilizado administrativamente em futuro muito próximo; o
Estado corre o risco de ser confiscado. A conta se tornou impagável. Chegou a
R$ 7 bilhões. E disse o deputado Rubens Júnior que se trata de um ato ‘imoral e
covarde’. É tanto dinheiro, que dava para distribuir R$ 1.000 para cada
maranhense vivo e ainda ia sobrar.
Não
bastasse o fato de que o governo simplesmente não presta contas do que faz com
tanto dinheiro, a dívida que contrai parece destinar-se a empastelar o estado
economicamente. Para sempre. Não há notícias em outros estados, proporcionalmente,
de uma dívida tão corrosiva, tão alta, tão constante como essa, nem mesmo em
uma megalópole do tamanho de São Paulo. O governo pretende e está conseguindo
inviabilizar economicamente o Maranhão.
É como se
o governo temesse ou tivesse certeza de que a cassação de Roseana Sarney virá
mais dias menos dias. É como se soubesse que nunca mais vai ganhar uma eleição.
Mas isso é o de menos. O problema maior será a paralisia de todos os
investimentos sociais e em infraestrutura em muito pouco tempo. Mostra também
que o governo não tem nenhuma intenção de combater a pobreza, como tem
alardeado, pois ninguém combate pobreza com endividamento.
É
provável que até o final dessa ciranda de endividamento cada maranhense deva
mais do que pode ganhar em um ano inteiro ou durante todo o mandato de um
governador. Essa dívida é o maior ato de irresponsabilidade da história do
Maranhão. É, como classificou o deputado Marcelo Tavares, um atentado contra a
população maranhense. Vamos pagar isso com fome, desemprego, alienação,
analfabetismo, criminalidade, violência, falta de educação e de perspectiva de
futuro.
Se algum
remédio jurídico houver para que se evite tamanha insanidade, devem os
maranhenses buscar a Justiça antes que o Maranhão não lhes pertença mais e se
torne apenas um depósito em garantia da sobrevivência eterna dos Sarney no
poder. Na semana passada R$ 4 bilhões em empréstimos parcelados estavam postos
na mesa de negociação do BNDES, e já esta semana mais R$ 1,5 bilhão.
Pior é
que, conforme a oposição na Assembleia Legislativa, o governo sequer explica a
que se destina tanto dinheiro e menos ainda presta contas do que faz com ele. E
o deputado Roberto Costa ainda foi para a tribuna reclamar de um empréstimo de
R$ 14 milhões feito no governo Jackson Lago e dizer que a oposição está tendo
ataques de histeria com a candidatura de Luís Fernando. Mas certamente ele sabe
que é o povo e não Luís Fernando Silva quem vai pagar por esse endividamento
que durante décadas há de sufocar o Maranhão.
*Editorial do Jornal Pequeno de ontem (27)

  • Jorge Vieira
  • 27/fev/2013

Antonio Pereira alerta para novas normas de pactuação do setor de saúde pública

O deputado Antônio
Pereira (DEM) ocupou a tribuna da Assembleia nesta quarta-feira (27) para informar que participou, na terça-feira (19), no hotel Luzeiros, de reunião com prefeitos e secretários
municipais de saúde, para discutir o novo momento da saúde pública do
Maranhão, que deve passar pela pactuação exigida pelo Ministério da Saúde (MS),
agora denominada Programação Geral de Ações e Serviços de Saúde (PGASS).
 O democrata
disse que chamou a atenção dos colegas deputados porque esse é o momento ideal
para discutir a saúde dos municípios que cada um representa nas suas regionais.
A reunião começou com a discussão sobre a regional de Imperatriz, e fecha hoje
com os debates sobre as demais regionais.  “Quem tiver interesse em fazer
alguma modificação ou colocar alguma proposta para a saúde de algum município,
esse é momento ideal, antes da aprovação da CIB”, alertou.
 Antônio
Pereira revelou que hoje o Maranhão dispõe anualmente de R$ 836 milhões e 539 mil
para investir no setor de saúde pública de Média e Alta Complexidade (MAC).
“Desses recursos, cerca de R$ 109 milhões são retirados para a SAMU e TFD e
outros serviços de saúde. No momento, estão sendo pactuados R$ 705 milhões para
serem divididos entre as regionais de saúde. É importante cada deputado saber a
participação das suas regionais nessa pactuação”, disse.
 O parlamentar
informou que a proposta principal é o perfil mínimo que foi votado em 2011,
pela Comissão Bipartite. Segundo ele, ficou definido que cada município do
Estado do Maranhão, por menor que seja, terá um perfil mínimo e, portanto,
receberá para poder fazer e perfazer ações de saúde pública para a população R$
115/mês, recurso que será exatamente retirado dos R$ 705 milhões que o Estado
do Maranhão tem direito do Governo Federal e divide entre 19 regiões, por
habitante.  
Na avaliação de
Antônio Pereira, a segunda proposta principal da nova pactuação é a locação de
recurso. “Imperatriz, por exemplo, atende tomografia computadorizada e
cirurgias de média e alta complexidade. Coloquei meu município para fazer o
serviço e vou responder legalmente pelo que assinar e pactuar. Quem assinar que
tem UTI e faz cirurgia cardíaca terá que fazer e atender o povo. Hoje o
prefeito tem 30 dias para responder a uma suposta ilegalidade nessa questão. As
coisas estão mudando no Brasil”, observa.
Conforme o parlamentar, outra proposta importante da nova pactuação de saúde é a locação de
recursos entre regiões ou cidades que não recebem dinheiro para realizar
determinados serviços de saúde importantes para a população. “Se na cidade de
Imperatriz não fazemos determinados serviços de oncologia, como a radioterapia
quimioterapia, por exemplo, e quisermos locar os recursos para São Luís,
podemos fazer o procedimento dentro de uma pactuação”, explica.  

  • Jorge Vieira
  • 27/fev/2013

Prefeito Edivaldo firma parceria com Alumar

Edivaldo Holanda com auxiliares, representantes da Alcoa e Alumar
O prefeito de São Luís, Edivaldo Holanda Junior,
recebeu nesta quarta-feira (27), no Palácio La Ravardière, representantes da
Alcoa e Alumar. Na pauta, a colaboração com a nova gestão na qualidade de vida
da população e planejamentos para futuros projetos em prol da comunidade
ludovicense.
Estiveram presentes no encontro o presidente da
Alcoa para a América Latina e Caribe, Franklin Feder, o vice-presidente de
desenvolvimento corporativo e assuntos institucionais para América Latina e
Caribe, Aquilino Paolucci, e o diretor da Alcoa, Nilson Ferraz.
Assessor especial da Prefeitura, Ted Lago, falou
sobre o restabelecimento de um relacionamento importante que beneficiará ainda
mais o desenvolvimento de São Luís. “A Alumar e a Alcoa se mostraram à
disposição da gestão para uma agenda positiva. Destacamos nesse encontro a
conclusão da construção para o funcionamento da Unidade de Saúde de Atendimento
Médico Ambulatorial (AMA) na zona rural”, explicou Ted Lago.
O diretor da Alumar, Nilson Ferraz, ressaltou a
ampliação da parceria firmada e o compromisso da empresa e da Prefeitura com o
crescimento da cidade. “Estreitamos a comunicação entre a Prefeitura e Alumar
para dar continuidade e firmar parcerias entre vários projetos nas áreas de
educação, meio ambiente e cultura. Ficamos muito felizes em ver um prefeito
jovem, com uma equipe jovem e, trabalhando em conjunto, iremos transformar São
Luís, para que todo morador tenha orgulho de dizer “Eu sou Ludovicense”,
enfatizou.

  • Jorge Vieira
  • 27/fev/2013

Flávio Dino visita Região dos Cocais neste fim de semana

Inauguração
de escolas, quadras e reunião com lideranças comunitárias locais marcarão o
final de semana da região leste do estado
Matões
inaugura mais uma escola, duas quadras esportivas cobertas e se destaca como
uma das mais ousadas gestões de educação no Maranhão. Administradas por Suely
Pereira (PSB), a cidade conta hoje com 30 escolas funcionando em tempo
integral. A escola rural será implantada no povoado Mandacaru (20 km da sede do
município) e deve dar mais qualidade de vida às crianças e famílias da região.
A
inauguração da nova unidade escolar e dos espaços de esporte e lazer em Matões
acontecerá na noite desta sexta (1º) e contará com a presença de lideranças da
oposição estadual, como o presidente da Embratur, Flávio Dino (PCdoB) e os
deputados estaduais Rubens Pereira Júnior (PCdoB) e Bira do Pindaré (PT).
Líderes regionais e comunitários também marcarão presença no evento.
A gestão
da Educação Pública em Matões tem sido um dos pontos fortes da administração da
cidade, beneficiando mais de 5 mil crianças com a educação em tempo integral. A
escola do povoado Mandacaru é o exemplo de mais um avanço na educação pública
oferecida ao povo de Matões.
Ato em
Caxias
O PDT faz
mais um encontro regional para discutir a realidade maranhense. Neste fim de
semana, o evento ocorre em Caxias. A convite do diretório estadual do PDT,
Flávio Dino também marcará presença no evento junto com lideranças da região
dos Cocais e Maranhão Central.
Em
reunião regional do PDT no último sábado (23), Flávio Dino fez um convite à
 população do Maranhão pela celebração da esperança, para virar a página
do domínio oligárquico no Maranhão.
“Precisamos
pôr fim a essas páginas tristes, de abandono e de exclusão que acompanham o
nosso estado. O Maranhão não pode mais esperar pelas grandes promessas que são
feitas e não são cumpridas. As crianças que morrem nos hospitais à espera de
atendimento, as pessoas que estão sofrendo nos hospitais, os jovens de
Imperatriz que não têm aula por falta de escola não podem mais esperar,”
enfatizou Flávio.

  • Jorge Vieira
  • 27/fev/2013

Prefeitura paga servidores nesta quinta-feira (28)

O pagamento do mês de fevereiro dos
servidores da Prefeitura de São Luís será efetuado nesta quinta-feira (28).
Desta forma, o prefeito Edivaldo Holanda Júnior cumpre o compromisso de efetuar
o pagamento ainda dentro do mês. Efetivos, comissionados, contratados e
pensionistas receberão os vencimentos integrais.
Os salários estarão creditados
nas respectivas contas dos servidores, podendo ser sacado logo às primeiras
horas desta quinta.
Desde que assumiu a Prefeitura,
Edivaldo Holanda Júnior deu prioridade ao pagamento regular dos servidores,
embora tenha recebido a folha de pagamento em atraso da gestão anterior.
Em acordo com os dirigentes
sindicais e representantes de diversas categorias profissionais, o prefeito se
comprometeu a efetuar o pagamento dos salários atrasados em três parcelas. Duas
parcelas já foram pagas, a terceira vence no dia 11 de março.

  • Jorge Vieira
  • 27/fev/2013

Líder do governo reclama de paralisação da Refinaria e oposição diz que promessa de Roseana Sarney foi estelionato eleitoral

Deputado César Pires, líder do governo

Num discurso considerado bombástico pela
oposição, o líder do governo,  deputado
César Pires (DEM), cobrou nesta manhã de quarta-feira (27), da tribuna, explicações do
governo federal sobre a paralisação das obras da refinaria Premium, da
Petrobras, no município de Bacabeira. “Gritei pelo aeroporto, gritei pela
estrada e estou falando agora pela refinaria de Bacabeira. Quem quiser
silenciar que silencie”, declarou.

César Pires disse que a instalação da refinaria
Premium vem sendo colocada como um dos carros-chefe do desenvolvimento do
Estado, mas parece que isso não será realidade nos próximos mandatos. “Temos
que lutar por tudo isso, sob pena de um Ceará gritar e ser ouvido, de um
Pernambuco conseguir gritar. Independente da posição política que ocupemos,
nada pode nos levar a silenciar em ver a situação que se encontram as obras da
refinaria. Estou errado como governista em dizer isso?”, comentou.
O deputado Marcelo Tavares (PSB) comentou a
manifestação do líder do governo: “Prometeram ao Maranhão que iriam dar mais de
200 mil empregos, para ganhar uma eleição. Agora o líder do governo vem aqui e
diz que o sonho acabou. Será que a governadora Roseana teria vencido a eleição
por 2 mil votos sem essa mentira da refinaria de Bacabeira?”.
Por conta do discurso do líder do governo e da
reação da oposição, o presidente da Assembleia, deputado Arnaldo Melo (PMDB), se
comprometeu em enviar um requerimento ao ministro das Minas e Energia, o
senador Edson Lobão (PMDB), pedindo informações concretas sobre a situação das
obras de instalação da refinaria Premium.
Para os deputados Marcelo Tavares, Bira do
Pindaré e Othelino Neto a promessa da Refinaria Premium foi o maior estelionato
eleitoral da história política do Maranhão. Tavares lembrou que até a placa que
colocaram para quem passasse na BR-135 ver, prometendo 200 mil empregos, enferrujou
e caiu.  

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