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  • Jorge Vieira
  • 18/mar/2014

Osmar Filho destaca empenho do prefeito para garantir recursos de mobilidade

O
vereador Osmar Filho (foto) destacou na tribuna da Câmara Municipal de São Luís
na manhã de segunda-feira (17) o investimento em mobilidade que será feito
na capital maranhense a partir da garantia do recurso no montante de R$ 480
milhões para o corredor de transporte de São Luís como parte do PAC 2
(mobilidade urbana).
              


Para o
vereador, a garantia dos recursos para São Luís é motivo de aplausos pelo
trabalho do prefeito Edivaldo Holanda Júnior, que quando era deputado federal
fazia parte do Conselho Político da presidente Dilma Rousseff (PT). O prefeito
conseguiu a inclusão de São Luís no PAC e a obra irá beneficiar milhares de
ludovicenses. “A presidente Dilma anunciou investimentos na área de transporte
urbano em todo o Brasil. Para São Luís, os investimentos são na ordem de R$480
milhões. Foi fruto de um grande esforço do prefeito Edivaldo Holanda Júnior.
Será uma das maiores obras da história de São Luís. A obra contemplará mais de
600 mil pessoas”, afirmou.
O
vereador socialista explicou que o empréstimo solicitado pela prefeitura faz
parte do conjunto de recursos para a obra do corredor de transporte. A maior parte
do recurso será do Orçamento Geral da União e outra parte do financiamento. O
projeto para a autorização da Câmara Municipal deverá ser votado esta semana.
“R$240 milhões do recurso do Orçamento geral da União. A outra parte será do
financiamento com um prazo de 30 anos. A margem de endividamento é altíssima.
Ainda podemos investir. Todos nós sabemos o problema que a cidade enfrenta e
com certeza esta obra dará mais fluidez ao nosso trânsito. A obra pegará do São
Francisco à Cohab e dará uma maior qualidade de vida à população”.
Osmar
disse que a parte de projeto e o trâmite legal deverão ser finalizados ainda
este ano, e as obras serão iniciadas o mais breve possível. O corredor ligando
os bairros do São Francisco e Cohab prevê faixas exclusivas para ônibus, que
reduzirão significativamente o tempo de deslocamento dos usuários do transporte
público.
O
prefeito Edivaldo ao anunciar o investimento afirmou que esta é apenas o
primeiro de uma série de projetos a serem executados em parceria com o governo
federal. 

  • Jorge Vieira
  • 17/mar/2014

Liderança de Alcântara declara apoio a Othelino

O ex-vereador e ex-candidato a prefeito de Alcântara, Anderson Wilker
(PSB), declarou, nesta segunda-feira (17), apoio à pré-candidatura do deputado
estadual Othelino Neto (PCdoB)  à reeleição na Assembleia
Legislativa.
Na semana passada, a liderança de Alcântara já havia declarado voto
também no pré-candidato do PCdoB ao governo do Estado, Flávio Dino. Em uma
reunião,  que contou com a participação de Othelino, o desenvolvimento
social do município, com distribuição de renda e mais igualdade, foi a maior
preocupação demonstrada, além dos rumos para o Centro de Lançamento de
Alcântara que há dez anos foi destruído após explosão.
Mesmo após uma década, o município ainda espera a construção de um novo
Centro de Lançamento. As obras estão paradas e “precisam de maior esforço do
Poder Público e da iniciativa do Governo do Estado” para que ele receba os
investimentos necessários.

  • Jorge Vieira
  • 17/mar/2014

Prefeitos da região metropolitana discutirão saneamento

Prefeitos da região metropolitana de São Luís e de
municípios próximos estarão reunidos nesta terça-feira (18), no WH Rio Poty
Hotel São Luís, durante o I Seminário Interfederativo sobre Saneamento Básico e
Metropolização, que será realizado pelo Consórcio Intermunicipal Metropolitano
de Políticas Articuladas (Cimpra), com apoio da Confederação Nacional de
Consórcios Intermunicipais (Conaci/BR). O evento acontece das 9h às 14h.
Participarão do evento prefeitos e secretários dos
municípios de Axixá, Bacabeira, Icatu, Morros, Paço do Lumiar, Presidente
Juscelino, Raposa, Rosário, Santa Rita, São Luís, São José Ribamar e Alcântara.
O seminário terá como palestrantes nomes
como Wladimir Antonio Ribeiro, mestre em Ciências Jurídico-Políticas,
Direito Constitucional, Administrativo e Fiscal pela Faculdade de Direito da
Universidade de Coimbra, Portugal, e consultor da Associação Nacional dos
Serviços Municipais de Saneamento (Assemae).
Também estarão presentes às mesas-redondas Yuri
Rafael Della Giustina, da Secretaria Nacional de Programas Urbanos; Julio
Kettelhut, Gerente do Departamento de Recursos Hídricos do
Conselho Nacional de Recursos Hídricos do Ministério do Meio
Ambiente; Carlos Alberto Martins, diretor regional da Assemae; Roberto
Rocha, presidente da Confederação Nacional de Consórcios Intermunicipais
(Conaci/BR) e Ronald Damasceno, superintendente da Conaci/BR, além de Maria
Odinea, representante do Governo do Estado.
“Nosso objetivo é reunir os gestores da região para
discutirmos questões que têm reflexos diretos na vida da população, com
garantias de direito e dignidade. O saneamento envolve discussões em torno
abastecimento de água potável, a coleta e tratamento de esgoto, a limpeza
urbana, entre outros temas que precisam se converter em políticas públicas
eficazes. Por isso, estamos trazendo representantes do governo federal para que
saibamos as alternativas viáveis de gestão consorciada”, afirmou Roberto Rocha.

  • Jorge Vieira
  • 17/mar/2014

Reportagem da TV Record mostra maranhense distante do primeiro mundo prometido por Roseana

Três dias
depois da governadora Roseana Sarney (PMDB) afirmar em entrevista a Rádio
Mirante (AM) que vai completar o quarto e último mandato deixando o Maranhão um
estado de “primeiro mundo”, reportagem da TV Record, exibida ontem mostra uma realidade
distante do discurso da governadora
A reportagem retrata o cotidiano da cidade de
Belágua, detentora de um dos piores IDH´s do Brasil, onde a população sobrevive
com uma renda mensal de R$ 150. A reportagem mostra diversas dificuldades
enfrentadas pelos habitantes da cidade, que não tem agua encanada nem
esgotamento sanitário e pessoas literalmente “ sobrevivem” do jeito que podem.
Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e
Estatística)   apontam além de Belágua outros dois municípios
maranhenses na lista dos piores IDH´s do Brasil. Os números indicados pelo IBGE
representam um retrato de um antigo problema: a  situação de indigência
social comum a grande maioria da população maranhense.
*Maranhão da Gente
                

  • Jorge Vieira
  • 17/mar/2014

Prefeito Edivaldo reinaugura Unidade Mista do Coroadinho

A comunidade do Coroadinho e bairros adjacentes
comemoraram a reinauguração da Unidade Mista do Coroadinho na manhã desta
segunda-feira (17). O prefeito Edivaldo Holanda Júnior, acompanhado da
secretária Helena Duailibe (Saúde), secretários, vereadores e deputados
realizou uma visita técnica e conversou com pacientes e acompanhantes para
atestar a satisfação com a qualidade do atendimento.
“Este é um dia muito alegre em que marcamos mais
uma ação de investimento em saúde, como parte do Programa Avança São Luís. Com
essa reforma, conseguimos fortalecer a retaguarda da rede de urgência e
emergência. Estamos trabalhando incansavelmente para oferecer hospitais
equipados, do jeito que cada cidadão merece, e hoje aqui cumprimos mais um
compromisso firmado, e podemos constatar a satisfação no olho de cada
paciente”, afirmou o prefeito Edivaldo Holanda Júnior.
A unidade de saúde funciona ainda como
urgência/emergência 24 horas e passa a contar com 26 novos leitos para
internação, laboratório e pequenas cirurgias. No local, são realizados mais de
3,5 mil atendimentos de urgência e emergência. Além do próprio bairro, a
Unidade também é referência no atendimento a pacientes de bairros como o João
Paulo, Filipinho, Anil e Fátima.
“Além dos reparos e da compra de equipamentos que
irão trazer mais qualidade de vida e conforto para a comunidade, também
realizamos adequações para receber pacientes portadores de necessidades
especiais. São ações que reforçam o compromisso da gestão Edivaldo Holanda
Júnior em cuidar de São Luís, humanizar o atendimento médico com unidades
equipadas e revitalizadas”, destacou.
A Unidade Mista do Coroadinho recebeu reforma
completa, com adequação em todos os espaços da estrutura física, que abrangem
reparos na parte elétrica, cobertura (telhado) e rede hidráulica, além de novos
equipamentos. A secretária de saúde, Helena Duailibe, destacou a importância da
reforma para adequar a unidade ao atendimento de todos os pacientes, observando
critérios de acessibilidade.
Para reforma da Unidade Mista do Coroadinho, foram
empregados recursos próprios do município da ordem de R$ 650 mil. A ala de
internação hospitalar, estava desativada desde 2012, agora está reformada e
equipada com novas macas e aparelhos de ar-condicionado, garantindo o conforto
e bem-estar de todos os pacientes internados.
“Excelente!” foi a palavra utilizada pela dona de
casa Antônia da Silva Botão para definir as novas instalações e o atendimento
oferecido na unidade. O marido de Antônia está internado há quatro dias com
pneumonia e tem recebido atendimento intensivo desde o primeiro dia de
internação. “Nós estamos surpresos com a qualidade do atendimento, somos muito
bem tratados e temos médicos à nossa disposição o dia inteiro. O leito onde meu
marido está internado é muito confortável, então isso contribui muito para o
tratamento e recuperação dele”, enfatizou.
SAMU – A Unidade Mista do Coroadinho recebeu também uma
ambulância do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Ambulância) para atuar no
transporte de pacientes. 
“Eu, como líder comunitário, que ouvia os pedidos
dos pacientes que não tinham conforto com a antiga unidade, me sinto emocionado
em ver tudo organizado, com estrutura digna para todos”, afirmou o presidente
do conselho gestor da Unidade Mista do Coroadinho, José Conceição Pereira.
Também acompanharam o prefeito Edivaldo Holanda
Júnior os deputados estaduais Othelino Neto (PCdoB), Bira do Pindaré (PSB), os
vereadores Pavão Filho (PDT), Josué Pinheiro (PSDC), Osmar Filho (PSB), Estevão
Aragão (SDD) e Manoel Rêgo (PRP), além dos secretários Rodrigo Marques
(Governo), José Cursino (Planejamento e Desenvolvimento), Geraldo Castro
(Educação), Andrea Lauande (Criança e Assistência Social) e Fátima Ribeiro
(Segurança Alimentar).

  • Jorge Vieira
  • 17/mar/2014

Candidatura própria do PT/MA: uma saída viável

*Genilson Alves

A menos de quatro meses de
iniciar a campanha eleitoral de 2014, o Partido dos Trabalhadores (PT) caminha
para decidir seu rumo nas eleições deste ano: desempenhará decisivo e
importante papel em eventual aliança com a oposição, em adesão ao PMDB ou
apresentando uma candidatura própria, posto que possui base social e inserção
partidária estadualizada, o maior tempo de televisão na propaganda partidária,
o legado dos governos Lula/Dilma (pleno emprego, inclusão social com redução da
miséria, valorização do salário mínimo, aumento do mercado consumidor, acesso
ao ensino superior (Prouni, Fies, Sisu, Brasil sem Fronteiras), UPAs, Mais
Médicos e o Bolsa Família), e o maior patrimônio do partido, sua aguerrida
militância.
Na perspectiva de abrir o
debate, advogo a tese de o partido apresentar uma candidatura própria a
governador para disputar as eleições de outubro. Assim, o PT se reinseriria com
altivez no debate político estadual, fortaleceria a disputa proporcional com a
entrada de mais candidatos petistas e com possibilidade de eleger três
estaduais e dois federais, garantia efetividade na campanha de reeleição da
Presidenta Dilma e apresentaria um projeto democrático e popular para o
Maranhão, alternativo à disputa plebiscitária anunciada (PMDB x PC do B).
O PT tem calendário e fóruns
próprios para definir sua tática eleitoral. Nos dias 28 e 29 de março o
colegiado de 260 delegados, representando todas as forças políticas internas de
diferentes regiões do estado, definirá, no Encontro de Tática Eleitoral, seu
caminho nestas eleições: apoio a candidato de fora (PC do B ou PMDB) ou lançar
candidatura própria.
Muito embora o Diretório
Nacional avoque para si os poderes de definição da política de alianças nos
estados, cabe aos petistas das terras de Negro Cosme resistir à imposição da
aliança com o PMDB. O PT/MA já cumpriu sua cota de sacrifício em 2010, quando
da intervenção favorável ao Sarney. Fazer o que Rondônia, Goiás, Amapá e Pará
já fazem, construindo candidaturas majoritárias em oposição ao PMDB. E
compreender que em muitos estados os peemedebistas serão nossos adversários
como no Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Bahia e
Ceará.
Não prospera o argumento de
que não há mais tempo ou de que essa eleição se resume a um plebiscito, de quem
é a favor ou contra o sarneísmo. Em 2002, somente em junho o PT apresentou sua
candidatura e obteve mais de 6% dos votos válidos (Monteiro); em 2006 a força
política do PT provocou a realização do 2º turno com o alcance de mais de 14%
na chapa Vidigal/Terezinha Fernandes (PT), que levou a vitória do Dr. Jackson
Lago, além dos mais de meio milhão de votos dados ao Bira para o senado. Como
se falar em plebiscito com as candidaturas já colocadas de Eliziane Gama (PPS),
Luis Pedrosa (PSOL) e Saulo Arcangeli (PSTU)? No Maranhão a eleição é de dois
turnos e, em última análise, o partido dialogaria em outro patamar no 2º turno.
Uma proposta capaz de superar os indicadores
sociais negativos do estado, universalizar os direitos, ampliar o alcance e a
qualidade das políticas públicas implantadas nestes 10 anos de governo federal
no Maranhão, resgatar o protagonismo juvenil, inserindo a juventude nos espaços
de decisão. Um modelo de desenvolvimento econômico sustentável, com
distribuição de renda e inclusão social, enfrentando as enormes desigualdades
de gênero, racial e social, combatendo a homofobia e qualquer forma de
discriminação.
Se, por um lado, o nome que
representará esse projeto não pode ser vinculado à prática do mandonismo, que
marca a vida política do estado nas últimas décadas, produzindo pobreza e concentração
de renda, por outro, este nome não pode ser atrelado ao projeto que reúne
setores atrasados da política maranhense. Do contrário, a eventual candidatura
petista não terá o respeito da sociedade maranhense.
A única certeza nesse
cenário é a disposição do povo maranhense em abrir uma nova janela política
para o estado, na perspectiva da universalização dos direitos e da promoção da
cidadania. Cabe à militância petista refletir profundamente seu papel nessa
nova possibilidade histórica. O PT não pode abrir mão de contribuir na
construção de um estado livre, justo e fraterno.
*Genilson Alves é jornalista e membro da Executiva
Estadual do PT/MA  

  • Jorge Vieira
  • 17/mar/2014

Ignacio Rangel: 100 anos

Flávio Dino
“O Brasil é uma dualidade e, se não
o estudarmos assim, háde parecer-nos uma construção caótica, sem nexos internos
estabelecidos e, sobretudo, sem história”

Ignácio Rangel

O pensador maranhense Ignacio Rangel completou 100
anos de nascimento. A mente do economista Ignácio Rangel seguiu o destino de
sua cidade-natal, Mirador: esta fornece água para formar o majestoso Rio
Itapecuru, enquanto que aquela verteu sobre o país fecundas teses acerca da
natureza dos problemas e das soluções para o Brasil.
“Um mestre da economia brasileira”, definiu o
ex-ministro e professor da USP Bresser Pereira. Suas ideias impressionaram
intelectuais dos mais diferentes matizes, como Delfim Netto e o geógrafo Elias
Jabbour, que o considera o mais inovador pensador brasileiro de todo o século
20. No grupo de assessoramento econômico de Getúlio, Rangel foi um dos
redatores dos projetos de criação da Petrobras e Eletrobras, duas das mais
importantes estatais brasileiras e que são essenciais na história do
desenvolvimento do país.
O pensamento de Ignácio Rangel ganhou peso no meio
acadêmico brasileiro nos anos 50 e 60, por sua análise das causas da inflação
no Brasil, da questão agrária e dos métodos científicos de análise dos
problemas sociais. No entanto, sua principal contribuição está incluída na
obra “Dualidade Básica da Economia Brasileira”, de 1953.
Nesta obra, Rangel parte da ideia marxista de que
vários sistemas sociais coexistem no mesmo período de tempo. Ou seja, o
capitalismo não surgiu da noite para o dia. Mas vai nascendo e desenvolvendo-se
enquanto ainda existia o feudalismo. A originalidade de Rangel está em
perceber que o desenvolvimento brasileiro, resultante de uma história de
séculos de colonização e produção exportadora, gerou uma economia com centros
produtivos altamente sofisticados envoltos e convivendo com relações sociais de
natureza diversa.
Esses núcleos de excelência ajustam-se “a uma
economia externa diferente da sua”. Mas não são capazes de gerar, sozinhos, a
riqueza suficiente para superar a pobreza de milhões de pessoas. A convivência
dessas duas realidades é a contradição central que o Brasil tem de
enfrentar. Como escreveu Rangel: “(…) todos os nossos institutos, todas
as nossas categorias – o latifúndio, a indústria, o comércio, o
capital, o trabalho e a nossa própria economia nacional – são mistos,
têm dupla natureza, e se nos figuram coisas diversas, se vistas do interior ou
do exterior, respectivamente”. 
Uma das questões que deriva daí é:
como fazer com que esses núcleos sofisticados de produção de riqueza também
possam alimentar a economia interna, e não apenas se relacionar com os centros
de consumo no exterior?
Se olharmos para o caso específico do Maranhão,
constatamos quão úteis são as ferramentas de análise expostas por Rangel.
Temos uma das maiores desigualdades do país em um estado que produz tantas
riquezas, forjadas com amparo em máquinas sofisticadas, levadas ao exterior por
trilhos e portos, enquanto largas parcelas do povo maranhense não participam
dos pactos de poder e de estruturas modernas.
Essas e outras reflexões emergem da fecunda vida
intelectual desse grande maranhense. Louvo a iniciativa do Conselho Regional de
Economia e da Universidade Federal do Maranhão, entre outras instituições, em
realizar seminários e lançamento de livros que permitam a maior difusão de
diálogos e interpretações acerca da obra de Ignácio Rangel.
Nesse momento em que se anuncia uma luta de idéias
essencial para o futuro do Maranhão, creio ser interessante recordar outra
característica de Rangel, qual seja a de que ele foi um “teórico
não-acadêmico”. Isto é: todas suas teorias surgiam da análise dos problemas da
realidade brasileira, com o objetivo de resolvê-los. Exercícios similares são
muito importantes para que possamos avançar na estratégia de liquidação da
dualidade básica da economia brasileira (e maranhense).

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