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  • Jorge Vieira
  • 6/jun/2014

Edinho Lobão abre processo contra seis jornalistas e pede censura prévia

Maranhão da Gente
O pré-candidato Edinho Lobão (PMDB) iniciou uma espécie de temporada de
caça a jornalistas. A reportagem apurou que pelo menos seis profissionais de
imprensa já foram notificados pela Justiça Eleitoral, somente esta semana, a
pedido do peemedebista. São eles Gilberto Lima, JM Cunha Santos, Raimundo
Garrone, John Cutrim, Leandro Miranda e Ivison Lima.
O jornalista e
blogueiro JM Cunha Santos foi notificado ontem pela segunda vez. Atendendo a
decisão prolatada pela juíza Maria José França Ribeiro, ele foi obrigado a
deletar um texto.
Na representação,
Edinho pede que Cunha Santos seja multado em R$ 25 mil e faz um apelo de
censura prévia, inclusive no “Facebook, Twitter ou qualquer outra rede social”,
que foi negado pela juíza.
Um dia antes,
também a pedido de Edinho, Cunha Santos foi obrigado a deletar postagem sob o
título “Dilma manda o PT se afastar de Edinho Lobão”. O argumento foi de que o
texto incorria em propaganda eleitoral antecipada negativa.

Em relação aos
blogueiros John Cutrim, Raimundo Garrone e Leandro Miranda, o pré-candidato do
grupo Sarney pede que eles sejam obrigados a retirar do blog matéria que trata
da condenação de Edinho Lobão por pirataria, ocorrido em 2010. No caso de
Leandro, pede também a exclusão de matéria sobre o doleiro e uma charge. Eles
ainda não foram intimados.

  • Jorge Vieira
  • 6/jun/2014

Prefeitura economiza R$ 7 mi e mantem a passagem de ônibus entre as mais baixas do país

O prefeito
Edivaldo Holanda Júnior resistiu a pressão dos empresários e do Ministério
Público para proteger a população e os cofres da prefeitura. Conseguiu negociar
um acordo satisfatório mantendo a tarifa dos transportes coletivos de São Luís
em entre as menores do país, como mostra o quadro abaixo.  Os empresários queriam reajustar as passagens de
R$ 2,10 para R$ 2,80, mas tiveram que se contentar com R$ R$ 2,40. Repasse de
R$ 7 milhões para ser rateado entre as empresas do SET, como exigia a promotora
Lítia Cavalcante, nem pensar.   

Deve-se
destacar que desde o início da crise entre rodoviários e patrões, o prefeito
Edivaldo agiu com firmeza, não permitindo o reajuste pretendido, com o único
propósito de proteger a renda do trabalhador, como já fez ano passado quando
não autorizou aumento. Agora concede reajuste de penas R$ 30 centavos de
aumento, mas está exigindo dos empresários a renovação da frota e melhoria da
qualidade do serviço prestado à população e pôs fim a transferência de R$ 2
milhões mensalmente para as empresas de transporte.
O que deve ser lavado em conta é que a
prefeitura não terá mais que repassar os R$ 7 milhões do famigerado TAC (Termo
de Ajustamento de Conduta), assinado ainda na administração irresponsável do
ex-prefeito João Castelo, e que a promotora estava obrigando o prefeito a
repassar para os empresários fazerem a festa. O dinheiro servirá agora para ajudar as obras de saneamento que a cidade está precisando.   
Louve-se a determinação e sensibilidade
do prefeito Edivaldo em intermediar as negociações para fim da greve que trouxe
graves prejuízos à população e à economia local. Foram 15 dias de exaustivas
reuniões e estudos, intermediada pela Prefeitura e pela Justiça do Trabalho, restaurando
como soluções para equilibrar o sistema o subsídio mensal de R$ 4,5 milhões ou
aumento reivindicado pelos empresários de R$ 2,79.
O saldo positivo das negociações são
exigências da prefeitura para conceder o reajuste, dentre os quais colocar em circulação 250 ônibus novos
em seis meses e mais 250 ao longo do próximo ano, início da implantação da
biometria facial, que permitirá a realização do compromisso de implantar o
bilhete único; e inicio do processo de licitação com publicação de edital para
os estudos;
Ranking Nacional        
Teresina – 2,10             
São Luís – 2,10
Recife – 2,15
Fortaleza – 2,20
João Pessoa – 2,20
Macapá – 2,20
Natal – 2,20                                                                                   
Aracaju – 2,35
Belém – 2,40
Rio Branco – 2,40
Vitória – 2,40
Maceió – 2,50
Palmas – 2,50
Boa Vista – 2,60
Porto Velho – 2,60
Curitiba – 2,70
Campo Grande – 2,70
Manaus – 2,75
Goiânia – 2,80
Salvador – 2,80
Belo Horizonte – 2,85
Cuiabá – 2,85
Florianópolis – 2,90
Porto Alegre – 2,95
Rio de Janeiro – 3,00

São Paulo – 3,00

  • Jorge Vieira
  • 6/jun/2014

Hospitais de Santa Inês são equipados

A Prefeitura de Santa Inês, através da
Secretaria Municipal de Saúde, tem desenvolvido várias ações para melhorar a
prestação do serviço que é um dos mais importantes. Além de medidas
administrativas, como atendimento médico especializado, a saúde tem sido mais
estruturada.
Na última terça-feira, 3, foi iniciado
o trabalho de troca de colchões nos hospitais que atendem a saúde pública de
Santa Inês. No Hospital Tomaz Martins foram trocados todos os colchões da UCI –
Unidade de Cuidados Intensivos.  Outro setor que teve a necessidade
suprida foi o de obstetrícia. De acordo com a direção do hospital, a
reestruturação será feita conforme a demanda.
No SPA – Serviço de Pronto Atendimento
– as enfermarias de observação também tiveram os colchões trocados. Segundo o
Prefeito, Ribamar Alves, a medida visa oferecer qualidade de vida à população.
No entanto, este trabalho de equipar
não se limita somente aos hospitais. Todo o setor passa por reestruturação,
sete Unidades de Saúde já foram reformadas e 12 serão construídas, além de uma
Academia e um Centro de Saúde.

  • Jorge Vieira
  • 6/jun/2014

Edinho Trinta vai fazer turismo no interior do MA

Faltando menos de quatro meses para as eleições
de outubro próximo, o pré-candidato da oligarquia Sarney, Edinho Lobão, o “Edinho
30”, anuncia que pretende viajar pelo interior do Maranhão para conversar com
os eleitores e colher sugestões.
Na realidade Edinho vai aproveitar o
período eleitoral para tentar conhecer o Estado, visto que é de Brasília e só
descobriu o Maranhão quando comandou os negócios não republicanos do governo do
pai, o hoje ministro das Minas e Energia, Edison Lobão.  
Segundo a assessoria do pré-candidato,
ainda nesta sexta, Edinho visita o município de Pedreiras e no sábado as
cidades de Presidente Dutra e Tuntum.

Lobinho vai de helicóptero porque tem
piloto para leva-lo. Se fosse por terra, dirigindo, certamente se perderia no
caminho, pois nunca pisou nestes lugares.

  • Jorge Vieira
  • 6/jun/2014

Edinho pede Segredo de Justiça em investigação por formação de quadrilha e falsidade ideológica

A participação de
Edinho Lobão em esquemas envolvendo crimes de toda sorte não para de
surpreender o eleitor maranhense. Agora, Edinho pede “Segredo de Justiça” para
abafar um grande escândalo em uma empresa de distribuição de bebidas, do qual
era proprietário.
Acionado por dívida
de mais de R$ 6 milhões junto ao Banco do Nordeste, além de não pagar o que
deve ao Banco, Edinho foi pego em uma grande trama que trazia desde sócios
“laranjas” até uma fazenda-fantasma na Bahia. Tudo em seu nome.
Todo esse caso foi
revelado em inúmeras reportagens quando o brasiliense Edinho Lobão assumiu pela
primeira vez a vaga do Senado no lugar do pai.
Para não prestar
contas à sociedade, Edinho pediu “Segredo de Justiça” para que o público não
soubesse em que pé andava a apuração de seus crimes.
Acusado por crime
contra a Ordem Tributária, Falsidade Ideológica, Uso de Documentos Falsos e
pior: por Formação de Quadrilha ou Bando.
Trata-se de apenas
mais um caso na extensa lista de processos e condenações envolvendo o candidato
da família Sarney.
Com tantas coisas a
explicar à Justiça e ao povo do Maranhão, por que Edinho prefere esconder sua
longa ficha corrida na Justiça?
Haveria algo de
podre no Reino do Lobão?
*Blog Marrapá

  • Jorge Vieira
  • 5/jun/2014

Empresário admite alinhamento de preços dos combustíveis em depoimento na CPI

Empresário confirma na CPI alianhamento de preços
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que investiga o aumento abusivo dos
preços dos combustíveis em São Luís ouviu, na tarde desta quinta-feira (05),
mais duas testemunhas. O primeiro a depor foi Jean Fábio Ramos, 
representante legal do posto Makro na capital maranhense. Ele foi o único
interrogado, até agora, a admitir que houve mesmo um alinhamento de preços de
combustíveis nos postos da cidade, mas não afirmou que se trate de cartel.
O
empresário disse ainda que, até novembro de 2013, percebia-se uma guerra de
preços no setor só que puxados para baixo. E que depois disso, observou-se o
alinhamento dos preços para cima.
Para
o deputado Othelino Neto (PCdoB), presidente da CPI, a declaração de Jean Fábio
vai contribuir com as investigações da Comissão sobre a cartelização entre os
postos de combustíveis da cidade. “O depoimento do representante do posto Makro
é muito importante, principalmente por se tratar de uma empresa que não está
atrelada ao mercado local. Os preços são definidos pela matriz em São Paulo. E
essa foi a primeira vez que alguém do empresariado admite a possibilidade de
alinhamento”, analisou.
O
último interrogado desta semana foi o empresário João Moreno Rolim,
proprietário de 15 postos de combustíveis no Maranhão. Ele afirmou que acompanha
os preços dos concorrentes, mas nunca combinou valores com outros empresários.
Assim
como os outros empresários do setor ouvidos pela CPI, João Rolim negou a
existência de formação de cartel na capital maranhense. Usando do mesmo
argumento, o empresário disse que “o mercado é livre e é o mercado  quem
dita as regras”. 
João
Rolim disse ainda que nunca foi procurado para combinar preço e muito menos
recebeu planilha para orientar o valor de seu produto. “Na minha empresa quem
faz a planilha de preços somos nós”, afirmou.
Mercado
centralizado – 
Na
última terça-feira (03), o presidente da CPI disse, após mais uma fase de
oitivas, que, em dois meses de investigação, a impressão é de que o mercado de
São Luís está mesmo cartelizado. Os deputados analisam também depoimentos de
empresários, dando conta que o setor sofreria pressão de distribuidoras para
majoração dos valores cobrados na capital maranhense.
A
CPI iniciou a fase de oitivas desta semana ouvindo os empresários Oswaldo
Salomão, do posto Americano, e Sebastião Murad, do posto São Francisco. Os dois
negaram que esteja havendo combinação de preços entre os donos de postos de
combustíveis. Mas o último depoente levantou a suspeita, já cogitada por outros
proprietários, de que haveria pressão por parte das distribuidoras para a
majoração dos valores.
Segundo
o presidente da CPI, nas próximas oitivas, também poderão ser ouvidos
representantes de distribuidoras de combustíveis sobre a denúncia de que
haveria algum tipo de pressão para aumentar os preços na capital maranhense.

As
oitivas recomeçam na tarde da próxima terça-feira (10). Até agora, mais de 15
empresários foram ouvidos pelos deputados da Comissão. Mesmo as investigações
apontando para a formação de cartel em São Luís, todos os interrogados negaram
combinação nos preços dos combustíveis.

  • Jorge Vieira
  • 5/jun/2014

Assembleia desarquiva projeto que cria taxa sobre minério e Vale pressiona pela rejeição

A Mesa Diretora da Assembleia
Legislativa, de forma surpreendente, mandou desarquivar o projeto de lei nº
106/2014, de autoria do deputado Max Barros (PMDB), que institui a Taxa de
Controle, Monitoramento e Fiscalização das atividades de Transporte, Manuseio,
Armazenagem e Aproveitamento de Recursos Minerários.
Pela proposta, a TFRM passa
a ter poder de polícia conferido ao Estado sobre as atividades de transporte,
manuseio, armazenamento e aproveitamento realizado no Estado dos minérios de
ferro, bauxita, minerais ou minérios tais como chumbo, cobre, zinco, estanho,
lítio, níquel, manganês, tântalo e zircônio.
A proposta, ao ser apreciada
pela Comissão de Constituição e Justiça, estranhamente foi arquivada, segundo
apurou o blog, após pressão da mineradora Vale, que paga taxas aos estados de
Minas Gerais, Pará e Amapá, que ainda recebem royalties do governo federal, mas não recolhe um único centavo ao Maranhão,
que serve apenas de corredor de exportação.
As atenções nos bastidores da
Assembleia estão voltadas para a votação deste projeto que deverá receber a deliberação
do plenário na próxima semana, pois a Vale estaria pressionando pela rejeição
da matéria.
A mineradora alega que já
ajuda os municípios cortados pela Ferrovia Carajás, mas o autor do projeto
observa que faz sem compromisso e deseja que a taxa seja paga de forma oficial
e os recursos divididos 50% para os municípios do corredor da estrada de ferro,
20% para São Luís e ou outros 30% para o governo fazer a administração do
serviço.    
   

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