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  • Jorge Vieira
  • 16/jun/2014

Deputada gaúcha destaca apoio nacional a Dino

A deputada federal Manuela d’Ávila
(PCdoB-RS) destacou nesta segunda-feira (16) que o Brasil inteiro está com
Flávio Dino para derrotar a oligarquia que ainda governa o Maranhão. Forte
liderança nacional, a parlamentar escreveu em sua página pessoal no twitter que
acredita no trabalho de Dino para governar o estado.

                  
Nesta segunda, a deputada Manuela fez
menção à oficialização das candidaturas nas eleições no Rio Grande do Sul. No
twitter, ela se referiu a Abgail Pereira (PCdoB), que teve a candidatura
confirmada como vice na chapa do governador Tarso Genro (PT). Na mensagem
direcionada a Flávio Dino, que terá a candidatura ao governo do estado
homologada durante convenção no dia 29, Manuela falou de uma declaração dada ao
portal de notícias G1.

“@FlavioDino sabe o q não saiu no g1? Q
eu disse q junto a ti, ele seria o mais avançado dos governadores!”, escreveu. A deputada ainda
completou: “@FlavioDino vamos derrotar a oligarquia! O Brasil inteiro esta
contigo!”.

Manuela d’Ávila e Flávio Dino foram
deputados na mesma legislatura de 2007 a 2011, quando também dividiram o Prêmio
Congresso em Foco, eleitos pelos internautas como parlamentares de destaque na
atuação política e forte representação da população na Câmara.

  • Jorge Vieira
  • 16/jun/2014

Definido quadro de candidatos a sucessão estadual

O prazo para a realização das convenções partidárias expira dia 30 de junho, mas as que foram realizadas no final de semana começaram desenhar o quadro da sucessão estadual.
Pelo o que saiu dos encontros do PSOL e PPL, a eleição caminha para o que todos
os analistas políticos vêm alertando: o pleito será definido no primeiro turno.
A fragilidade
dos representantes dos partidos considerados da esquerda radical não dar margem
a outra interpretação. Antônio Pedrosa (PSOL) e Zé Luís Lago (PPL) e Saulo
Ancanjo (PSTU) representam nesta disputa o peso de uma pena de Juriti.
Historicamente
estas candidaturas alternativas, que servem apenas para os pequenos partidos apresentarem
suas convicções ideológicas no horário da propaganda eleitoral, nunca
conseguiram reunir cinco por cento dos votos, o que deve transformar a eleição
numa disputa entre Flávio Dino e Edinho Lobão, o “Edinho 30”.
Como
até o momento apenas PCdoB, PMDB, PSTU, PSOL e PPL indicaram seus representantes
e não se tem conhecimento de outro pretendente, tudo indica que o pleito será
plebiscitário e com forte tendência para o representante das oposições, que mantém
uma margem de 30 pontos de diferença para o candidato da oligarquia Sarney,
segundo as últimas pesquisas.
Com o
quadro para governador praticamente definido as atenções se voltam agora para
a eleição de senador. Quase todos partidos ou coligações enfrentam problemas para
a composição das chapas.
No
PMDB, o ex-ministro Gastão Vieira conseguiu derrotar internamente o presidente da Assembleia
Legislativa, Arnaldo Melo, e se viabilizar como candidato do grupo, mas ainda falta
definir os suplentes.
Complicação
maior enfrentar o PSDB, que já confirmou participação na aliança de oposição,
mas enfrenta um problema chamado João Castelo, que tenta se impor como
candidato ao Senado contra os partidos que formam a coligação oposicionista.
O
ex-prefeito que transformou a cidade de São Luís num caos e saiu pela porta do
fundo da prefeitura, no entanto, é repudiado pelos partidos de oposição e deve
ser despachado na convenção do próximo domingo (22) quando os tucanos vão
reunir para sacramentar a aliança com Flávio ao governo e Roberto Rocha ao
Senado.

Outro
partido que indicou o representante ao governo, mas deixou a questão do Senado
aberta foi o PPL. Já PSTU, com a desistência de Noleto disputar o Senado,
transferiu para sindicalista Marcos Silva a missão de representar a legenda, o
mesmo ocorrendo com Haroldo Sabóia, já lançado candidato a senador pelo PSOL.    

  • Jorge Vieira
  • 16/jun/2014

A idade e o risco de Sarney perder a eleição é destaque em O Globo

POR CHICO DE GOIS
(O GLOBO)
MACAPÁ – Com 84
anos, a saúde um pouco abalada e seis décadas de trajetória política, o senador
José Sarney (PMDB-AP) encontra-se num dilema de vida: ser ou não ser candidato
a mais um mandato de senador pelo Amapá, estado que adotou para angariar votos.
Por enquanto, o mistério se mantém. Sarney não diz que sim nem que não. Há
cerca de 15 dias, segundo políticos locais, ele enviou ao Amapá um de seus
colaboradores, que se dedica às reivindicações do estado — do Maranhão, ele
mesmo cuida. O enviado conversou com aliados do velho cacique, ouviu
ponderações e as repassou ao chefe.
Uma das preocupações que estão
atormentando a cabeça do longevo líder político é que, se concorrer, corre
risco de perder. E sair da vida pública vitoriosa — na qual foi tudo o que
quis, inclusive presidente da República — com uma derrota não seria um bom
final. Além disso, a filha, a governadora Roseana Sarney (PMDB), também
desistiu de concorrer ao Senado pelo Maranhão e, a partir do ano que vem,
pretende passar uma temporada nos Estados Unidos — o destino seria Miami, como
vêm dizendo às rodas políticas maranhenses. Uma derrota de Sarney, somada ao
afastamento de Roseana, deixaria a família longe do poder pela primeira vez na
vida. O único representante do clã que pode se eleger com uma certa facilidade
é o deputado Zequinha Sarney (PV-MA).
No Amapá, o candidato que mais
preocupa Sarney é cria sua. Trata-se do deputado federal Davi Alcolumbre (DEM).
Davi era sobrinho de Salomão Alcolumbre, que foi suplente de Sarney e morreu em
abril de 2011, aos 65 anos, de um ataque cardíaco. Davi entende que chegou a
hora de tocar a vida sozinho. Embora jovem, com 37 anos a se completarem dia 19
deste mês, ele não é neófito. Deputado federal por três mandatos seguidos, na
eleição passada para prefeito ficou em quarto lugar no primeiro turno. Acabou
apoiando Clécio Luis (PSOL), ajudando-o a vencer o pleito contra Roberto Góes
(PDT).
Troco à falta de
apoio do PMDB
O deputado afirmou que tomou a
decisão de se lançar ao Senado há oito meses. Ele se ressentiu do fato de que o
PMDB não apoiou sua candidatura a prefeito no ano passado, embora ele próprio
tenha se unido aos peemedebistas em outras eleições. Embora declare que
respeita a história de Sarney, Davi dá a entender que o senador maranhense é
passado.
— Na vida tudo passa. O país mudou
desde junho do ano passado, quando aconteceram as manifestações. E a classe
política precisa dar uma resposta à população — disse ele, e prometeu: — Se
tiver de enfrentar Sarney, vou enfrentar.
Senador quer que PT
impeça candidatura de vice-governadora
Pesquisas informais em posse de
candidatos a senador e a governador apontam que há um empate técnico entre Davi
Alcolumbre (DEM) e José Sarney (PMDB). A diferença varia pouco, segundo essas
sondagens, chegando a no máximo dois pontos percentuais.
Na eleição de 2006, o velho cacique
por pouco não perdeu para uma estreante, a hoje deputada estadual Cristina
Almeida (PSB). Sentindo-se ameaçado, Sarney teve de intensificar o corpo a
corpo no estado, contando com a ajuda do ex-presidente Lula. No final, obteve
53,87% dos votos válidos, contra 43,59% de Cristina e 1,27% de Celisa Penna
(PSOL).
Agora, Sarney dá alguns passos para
se precaver: quer que o PT impeça que a vice-governadora, Dalva Figueiredo
(PT), lance sua candidatura ao Senado. O PT também emite sinais contraditórios
sobre o assunto, à espera da decisão de Sarney. Se ele decidir ser candidato, a
Executiva Nacional petista deve impedir que Dalva se lance.
Na disputa para o governo do Amapá,
Sarney vai subir no palanque do ex-governador Waldez Goes (PDT), preso em
setembro de 2010 pela Polícia Federal na Operação Mãos Limpas. Waldez foi
detido com outras 17 pessoas, incluindo seu vice na época, Pedro Paulo Dias
(PP), e sua mulher, a deputada estadual Marília Góes (PDT). A PF os acusa de
integrar um esquema de desvio de verbas da Educação, com prejuízo aos cofres
públicos estimado em R$ 300 milhões.
— O senador Sarney é nosso candidato
natural. Tem força de trabalho e reconhecimento do povo pelo que fez pelo
Amapá. Ele não vive aqui e nem precisa. O importante é que o gabinete dele está
aberto às pautas do Amapá — disse Waldez.
O ex-governador afirmou que seu grupo
não trabalha com plano B, caso Sarney não queira entrar na disputa. Mesmo
assim, há outros interessados. Um deles é o ex-senador Gilvam Borges (PMDB),
que tem dito a interlocutores que pretende assumir a candidatura caso Sarney desista.
Se o senador lançar seu nome, Gilvan tenta vaga na Câmara.
Influência à
distância
Mesmo ausente fisicamente do estado,
Sarney exerce influência sobre toda a política amapaense. Um exemplo é o
deputado estadual Bruno Mineiro (PTdoB), que lançou sua candidatura ao governo
do estado semana passada. Antes do anúncio, Mineiro foi ao gabinete do senador
em Brasília. Sarney ouviu, disse que seria bom tê-lo como candidato, mas não
anunciou apoio. Nem disse se sairia candidato. A decisão só deve ser conhecida
no fim do mês. Por sua assessoria, o senador afirmou que ainda não decidiu se
será ou não candidato.
Segundo pesquisas informais, não
registradas na Justiça Eleitoral, Waldez Góes aparece na frente; os próprios
adversários admitem a vantagem dele. Precavido, Waldez sabe que a Operação Mãos
Limpas voltará a ser debatida:
— Aquilo foi um estelionato político.
Nunca fui ouvido sobre esse processo. Já faz quatro anos. Minha prisão e a da
minha mulher foram arbitrárias — declarou ao GLOBO.
A prisão e os desdobramentos do
escândalo tiraram Waldez de uma quase certa vitória para o Senado há quatro
anos e derrotaram seu candidato ao governo, Pedro Paulo Dias (PP), que havia
sido seu vice. Ele acabou em terceiro, e o eleito para governar Amapá foi
Camilo Capiberibe (PSB), cuja família é adversária histórica de Waldez e de
José Sarney. Capiberibe admite que a campanha será dura, porque enfrentará
vários adversários. Ele reuniu em torno de si poucas legendas: além do seu
próprio partido, o PSB, terá PT, PCdoB e PSOL.
— É uma aliança muito boa — afirmou.
O deputado estadual Bruno Mineiro,
que há cerca de 15 dias anunciou que também vai concorrer ao governo do estado,
foi secretário dos Transportes de Capiberibe; saiu em abril para poder se
tornar candidato.
— Temos um vácuo de lideranças no
estado, por isso resolvi me apresentar para a disputa — afirmou o deputado.

  • Jorge Vieira
  • 16/jun/2014

Hilton Gonçalo diz que PDT não cumpriu acordo

O ex-pré-candidato ao governo, Hilton
Gonçalo (PDT), revelou neste fim de semana, que aguarda a convenção estadual do
seu partido para que seja anunciado o rumo oficial da legenda nesta eleição. 
O
ex-prefeito de Santa Rita fez questão de lembrar do acordo celebrado, entre a
direção estadual e ele: “o partido me prometeu a legenda, caso não indicasse a
vaga de vice-governador, isto não ocorreu e o acordo não foi cumprido”.
Hilton lembra que o PDT foi
protagonista nas últimas três eleições para governador e após 12 anos, ficará
de fora da disputa majoritária sem indicar sequer o candidato vice-governador,
como foi prometido pelo grupo oposicionista ainda em 2012.
“O PDT está perdendo espaço na política
maranhense, perdemos a prefeitura de São Luís e agora não teremos mais nem
representatividade majoritária, lamento profundamente, que o legado e a memória
de Jackson Lago não esteja sendo respeitado”, declarou.
Ele ainda falou sobre a preocupação ser
maior com os interesses pessoais dentro do seu partido. “Percebo que preferem
priorizar as eleições dos seus deputados à eleição majoritária”, completou.

Sobre seu futuro no PDT, Hilton Gonçalo
anuncia que passará por um momento de reflexão e logo após as eleições, deve
definir seu futuro. Em 2013, o ex-prefeito de Santa Rita, recebeu convites de
diversos partidos para se filiar, entre eles: PV, PP, PR, PRP, PSDC, PPL e
outros.

  • Jorge Vieira
  • 14/jun/2014

Em convenção, PP oficializa apoio a Flávio Dino e Roberto Rocha

Lideranças políticas, militantes e
representantes de movimentos sociais compareceram neste sábado (14) à convenção
estadual do Partido Progressista (PP) que confirmou os nomes de 23 candidatos a
deputados estaduais e três federais da legenda para as eleições de outubro e
reafirmou o apoio a Flávio Dino (PCdoB) para o governo do estado e a Roberto
Rocha (PSB) para a disputa ao Senado. A convenção foi realizada no Centro de
Convenções Pedro Neiva de Santana, do Sebrae, em São Luís.
“Estamos aqui reunidos para mostrarmos
ao Maranhão, ao Brasil e para o mundo que pulsa no coração de cada um o
sentimento da mudança, da conquista e transformação”, disse o deputado federal
e presidente estadual do PP, Waldir Maranhão. “Esse ato político representa a
unidade das oposições para que tenhamos uma mudança no Maranhão”.
As lideranças do PP manifestaram
confiança na unidade da oposição para renovar a política do estado. Foi o caso
de Lilian de Oliveira, vereadora de São Pedro da Água Branca, que falou em nome
dos demais vereadores progressistas. “Estamos participando desse projeto de
mudança do nosso estado. Quando ela acontecer, vai alcançar todos os
municípios. Nós precisamos de uma nova realidade para o nosso estado. A causa
de Flávio Dino é a nossa, porque ele é um homem que sonha com a mudança no
Maranhão”, defendeu Lilian.
A convenção estadual do PP reuniu
caravanas de 200 municípios maranhenses, com lideranças evangélicas da Igreja
Mundial e mais de 100 municípios com representantes dos agentes comunitários de
saúde.
Na presença do presidente nacional da
legenda, Ciro Nogueira, e dos deputados estaduais Eliziane Gama (PPS), Marcelo
Tavares (PSB) e Raimundo Cutrim (PCdoB) e dos deputados federais Domingos Dutra
(SDD) e Simplício Araújo (SDD), além de centenas de outras lideranças
políticas, os progressistas reafirmaram o compromisso com a mudança do
Maranhão.
Ao reforçar a contribuição do PP para a
unidade do campo oposicionista, o presidente nacional do partido reafirmou o
compromisso da legenda com a mudança no estado. “A transformação está chegando
ao Maranhão. A união dessas nove legendas trará, eu tenho certeza, um novo
momento para a história desse estado”, declarou Ciro Nogueira. O
secretário-geral do PP no estado também partilhou do mesmo sentimento, “Estamos
apostando na alternância de poder. Juntos, estamos mais fortes”, disse Amilton
Ferreira.
A importância da unidade das oposições
também foi abordada pelo pré-candidato Flávio Dino (PCdoB) que agradeceu o
gesto de todos os que contribuíram com essa unidade em busca de um Maranhão
diferente. “Vamos caminhar juntos para construirmos um Maranhão de justiça,
oportunidades e igualdade”, defendeu.

O pré-candidato ao senado, Roberto
Rocha (PSB), avaliou que a união do PDT, PSB, PTC, PP, PROS, SDD, PSDB e PPS
traz esperança para um novo momento na política do estado. “A união reforça a
esperança de Maranhão com oportunidades e justiça social”, disse ele.

  • Jorge Vieira
  • 14/jun/2014

Prefeito Edivaldo determina celeridade em obras de mobilidade urbana

O prefeito Edivaldo determinou a
agilidade nas obras de intervenções para melhorias no trânsito da capital.
Neste fim de semana,  a Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos
(Semosp) concluiu as obras do trecho da Avenida dos Holandeses, na Ponta do
Farol, com a pavimentação na ampliação de faixas da via. As ações integram o
Plano Estratégico de Melhorias do Trânsito. Em paralelo, equipes trabalharam na
recuperação de vias nos bairros da cidade.
Esta semana, o prefeito vistoriou os
trabalhos da Semosp na Avenida dos Holandeses. “Nós começamos uma série de
obras em toda a cidade, temos trabalhado muito e estamos avançando passo a
passo. O que pretendemos, a partir das intervenções, é proporcionar à população
maior mobilidade urbana”, afirmou o prefeito Edivaldo.
No trecho do cruzamento da Avenida dos
Holandeses com a entrada para a Avenida Litorânea, houve redução do canteiro
central e colocação de sinalização semafórica, medidas necessárias para dar
maior fluidez ao trânsito e segurança no acesso à Litorânea. O Plano
Estratégico de Melhorias do Trânsito vai realizar, ao todo, 26 intervenções em
vários pontos da cidade. A partir destas medidas, a Prefeitura proporciona
maior fluidez no trânsito do transporte público e veículos em geral. 
RECUPERAÇÃO ASFÁLTICA – Durante toda a semana, a Prefeitura
intensificou os serviços de requalificação asfáltica de ruas e avenidas de São
Luís. O trabalho consiste em recompor a camada asfáltica a fim de
reparar o desgaste da malha viária. Além do serviço tradicional com a
utilização do concreto betuminoso usinado a quente (CBUQ), a Prefeitura
utiliza o método de injeção por spray a quente com aplicação mecanizada para
dar agilidade à operação.
“Após o período chuvoso, estamos dando
continuidade ao programa de recuperação de vias urbanas na cidade de São
Luís. O prefeito tem a preocupação de propiciar trafegabilidade à malha
viária do nosso município. Dessa forma, cuidamos da segurança de quem conduz os
veículos e também da nossa população”, disse o secretário Antonio
Araújo.

Entre as vias que passaram pela
requalificação estão as avenidas General Arthur Carvalho (Turu), Tales Neto
(João de Deus), Presidente José Sarney (Jardim São Cristóvão), São Marçal (João
Paulo), Rua Boa Esperança (Cohama/ Turu), Santos Dumont (São Cristóvão),
Antares (Recanto dos Vinhais), Estrada Nova do Vinhais e Estrada do
Vinhais Velho, além das ruas São Carmelo (Pirapora), Inglês
de Sousa (Liberdade), Sambaquis (Calhau) e das ruas 06 e 07 do São Francisco.

  • Jorge Vieira
  • 14/jun/2014

Prefeitura de Santa Inês investe na educação

A Prefeitura de Santa Inês continua
modernizando as escolas da rede municipal de ensino. Além da reconstrução,
reforma e ampliação de várias unidades escolares nas zonas urbana e rural do
município, a modernização vem sendo realizada através do reaparelhamento  que
estão sendo equipadas com material de primeira qualidade.
Para incrementar essas melhorias, a
Secretaria de Educação de Santa Inês disponibilizou esta semana mais um lote de
novas carteiras, beneficiando escolas da zona urbana.
De acordo com o prefeito de Santa Inês,
José de Ribamar Costa Alves, esse trabalho de modernização  vem corroborar
com a total reestruturação que está sendo feita pela atual administração na
Educação no município.
Ribamar Alves explicou que apesar das
dificuldades financeiras, o Município de Santa Inês, com recursos próprios,
implantou no ano passado sete creches, as quais atendem a cerca de 1.600 com
idade entre dois e quatro anos.
Dentre essas creches, uma cultiva uma
horta que fornece o complemento alimentar que é servido diariamente aos alunos.
Outra unidade está dotada de piscina, onde as crianças praticam iniciação à
natação.
Além dessas sete creches já em
funcionamento, a Prefeitura de Santa Inês está finalizando a terraplanagem para
a construção de mais três creches, de um total de cinco já conveniadas para
serem erguidas na cidade.
Segundo Ribamar Alves, as creches foram
conseguidas através de convênio com o Ministério da Educação (MEC), por meio do
Programa Proinfância, com contrapartida da Prefeitura. O prefeito diz que
a construção será feita pelo Governo Federal, através do Plano de Ações
Articuladas (PAR).
ALIMENTAÇÃO ESCOLAR – Outro fator que para o município é
novidade é a aquisição de produtos cultivados pelos pequenos agricultores de
Santa Inês, que estão sendo beneficiados através do Programa Nacional de
Alimentação Escolar (Pnae) e do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA).
Ribamar Alves ressalta que em gestões
anteriores as famílias dos pequenos produtores não participavam desses
programas devido a falta de incentivo e principalmente pela ausência de uma
Secretaria Municipal de Agricultura para atuar junto à classe produtiva.
AVANÇOS
Ainda na área da Educação, o prefeito
Ribamar Alves cita avanços que vão além da estruturação da rede ensino, como é
o caso da aprovação do Plano de Cargos, Carreira e Remuneração do
Magistério Público de Santa Inês. O Projeto de Lei foi aprovado pela Câmara de
Vereadores, valorizando a classe educadora da rede municipal de ensino.

O prefeito destaca que fatores como
capacitação de professores; distribuição de livros específicos para cada série
do nível fundamental; novos ônibus para o transporte escolar e construção de
novas escolas estão mudando a realidade da Educação no município de Santa Inês.

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