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  • Jorge Vieira
  • 23/jul/2014

Em comício, Edinho Lobão diz ter vergonha de Roseana Sarney

Candidato do grupo Sarney a governador, o destrambelhado Edinho Lobão (PMDB) voltou a falar besteira no interior do Maranhão. Em comício na cidade de Sucupira do Norte, no último sábado, o playboy de Brasília afirmou que sente vergonha da aliada Roseana Sarney (PMDB), que governa o estado pela quarta vez seguida e nunca se importou em construir a estrada ligando o município ao vizinho Pastos Bons.
“E já tenho até um pouco de vergonha de chegar numa cidade desta e ouvir que vários e vários governadores passaram por aqui e prometeram fazer a estrada daqui até Pastos Bons, que um governador prometeu, o outro governador prometeu, o governador que era oposição prometeu, depois a governadora prometeu e ninguém cumpriu nada. Dá vergonha um negócio deste. Eu peço desculpas pela classe política – que não tem lado, é o meu lado, é o outro lado, nenhum lado cumpriu”, disse o suplente de senador.
Edinho Lobão tem feito um grande esforço para evitar falar mal de Roseana e cumprir seu acordo com a família, porém com sua conhecida empáfia para dizer que é mais preparado que os outros membros do seu grupo, acabou novamente atacando a governadora, que ontem mesmo fez um jantar com 30 prefeitos com a intenção de puxar as orelhas de quem não estava pedindo voto para ele.
Blog Marrapá

  • Jorge Vieira
  • 23/jul/2014

Prefeita denunciada pelo Fantástico por corrupção recebeu convênios milionários do governo Roseana

Prefeita Carmem Neto e esposo foram agraciados com R$ 16 milhões do governo

A
prefeitura de Mata Roma, cuja prefeita Carmem Neto e seu esposo, o ex-deputado
Paulo Neto, são aliados históricos de Roseana Sarney e Edinho Lobão, não pode
se queixar da falta de dinheiro nos cofres.

A
prefeitura de Mata Roma ganhou visibilidade nacional a partir de matéria do
programa jornalístico Fantástico, exibida no último domingo, dia 20.07.2014,
que mostrou um mar de corrupção que se estende às prefeituras de Anapurus e
Urbano Santos. Os desvios de recursos constatados pelos auditores da
Controladoria Geral da União, a CGU, pode ultrapassar a casa dos 30 milhões de
reais. A análise feita pela CGU, diz respeito apenas às verbas federais,
excluindo os repasses do governo do Estado.

De 2010
até 2014, a prefeitura de Mata Roma recebeu, de acordo com o Porta da
Transparência do Estado, apenas de convênios do governo Roseana Sarney,
inacreditáveis R$ 16.519.135,43 (dezesseis milhões, quinhentos e
dezenove mil, cento e trinta reais e quarenta e três centavos). Isso mesmo, o
município de pouco mais de 15 mil habitantes recebeu, em média, mais de 4
milhões de reais por ano.

Enquanto
isso, a capital do Estado, São Luís, com mais de 1 milhão de habitantes,
governada por prefeitos não alinhados à Oligarquia Sarney, não recebeu um
centavo sequer do governo Roseana. Mesmo o prefeito Edvaldo Holanda tentando
buscar de todas as formas parcerias com o Estado, sempre encontrou as portas
fechadas.

Os
aliados das famílias Sarney/Lobão, como a prefeita Carmen Neto, no entanto, não
tem dificuldade de caixa oferecido pelo Estado.

O
assustador montante de mais de 16 milhões reais repassados por Roseana Sarney à
prefeita de Mata Roma podem ter servido apenas para alavancar candidaturas
alinhadas ao clã Sarney. Em 2010, por exemplo, o Estado repassou às vésperas do
período eleitoral à prefeitura de Mata Roma, a quantia de R$ 5.909.026,60
( cinco milhões novecentos e nove mil, vinte e seis reais e sessenta
centavos). 

Os tentáculos do marido da prefeita de Mata Roma, ex-deputado Paulo Neto,
cabo eleitoral de Edinho Lobão, se estende ainda ao município de Urbano Santos
onde tem como aliado político a prefeita Iracema do Vale, também investigada
por corrupção. Somente de recursos para a saúde foram repassados R$ 3.980.000,00
e não existe nada no hospital da cidade.

  • Jorge Vieira
  • 23/jul/2014

Prefeito Edivaldo supervisiona obras no Cras da Cidade Operária

Prefeito acompanha serviços de reforma do Cras na Cidade Operária
O prefeito Edivaldo visitou na manhã desta terça-feira (22) as obras de reforma do Centro de Referência da Assistência Social (Cras) da Cidade Operária. A revitalização da unidade, que estava em condições físicas precárias e passará a contar com uma estrutura de primeira qualidade, abrange todo o arcabouço físico, visando garantir um acolhimento de excelência e conforto à população.
“Será o primeiro Cras com sede própria da Prefeitura e temos mais dez para entregar. Estes Centros geram grandes benefícios a comunidade, atendendo famílias do Bolsa Família e de outros programas sociais, além de oferecer, por exemplo, a inclusão em cursos profissionalizantes, como o Pronatec, ou seja, é um importante instrumento social que vai favorecer toda essa região da Cidade Operária”, disse o prefeito, após supervisionar o curso das obras.
O Centro de Referência da Assistência Social da Cidade Operária abrigava o Centro Social Urbano (CSU) do bairro, em terreno de propriedade da Prefeitura. A gestão municipal incorporou toda a estrutura para o funcionamento pleno do Cras e, de imediato, o prefeito Edivaldo autorizou o início dos trabalhos de reforma, que já ocorrem há um mês.
Em São Luís, existem 20 Cras divididos por território, abrigados em espaços alugados pela Prefeitura, exceto o da Cidade Operária. De acordo com o secretário de Urbanismo e Habitação, Diogo Lima, mais dez Cras serão construídos na capital no regime de parceria com o governo federal e estadual.
“A finalidade é contribuir para prevenção e enfrentamento das situações de vulnerabilidade e promoção de protagonismo das famílias, indivíduos e comunidades na melhoria das condições de vida nos territórios”, explicou Diogo Lima.
As intervenções no prédio abrangem reparos na parte elétrica, civil, conserto na cobertura (telhado), rede hidráulica e pinturas. Depois da conclusão dos serviços, a unidade da Cidade Operária será dotada de salas de atendimentos particularizados, coordenação, quadra poliesportiva, sala de atendimento psicossocial, compartimentos para cadastro único (programas sociais) e serviço de convivência.
Para a secretária adjunta da Secretaria da Criança e Assistência Social (Semcas), Nazareth Garcez, a revitalização do espaço otimizará o atendimento, já que a antiga estrutura estava deficitária. “Vamos receber o usuário com mais dignidade, contribuindo com a política de assistência”, destacou Garcez.
A coordenadora do Cras da Cidade Operária, Marina Coelho Souza, explicou que no local são oferecidos serviços de convivência, atividades socioeducativas e oficinas de capacitação.
CRAS
O Centro de Referência da Assistência Social (Cras) é uma unidade pública estatal localizada em áreas de vulnerabilidade social que desenvolve o Programa de Atenção Integral as Famílias (PAIF), atendendo preferencialmente famílias beneficiárias do Programa Bolsa Família (PBF) e do Benefício de Prestação Continuada (BPC), através de serviços socioassistenciais, encaminhamento da população para a rede de proteção social local e para acesso a outras políticas públicas.
Além do acompanhamento socioassistencial das famílias em cada território referenciado, o Cras também é responsável pelo fortalecimento dos vínculos familiares e comunitários e pela articulação de ações com as organizações governamentais e não-governamentais nas áreas de atendimento onde está instalado.

  • Jorge Vieira
  • 22/jul/2014

Para entender Flávio Dino e Edinho Lobão

O pai de Flávio Dino, advogado Sálvio Dino, foi
cassado e perseguido pela ditadura.

O pai de Edinho Lobão, senador Edison Lobão, foi
aliado e apadrinhado pelos ditadores.

Flávio Dino foi líder estudantil no antigo 2º grau e
na Universidade Federal do Maranhão.

Antes de o pai, Edison Lobão, ser governador, Edinho
Lobão possuía uma padaria em Marabá, no Pará.

Flavio Dino foi advogado de movimentos sociais,
sindicatos, e de quilombolas.

Com pai Lobão no governo do Estado, Edinho
Lobão, ascendeu no meio empresarial, adquirindo emissoras de TV, rádios,
helicópteros, construtoras, etc.

Flávio Dino, aos 23 anos, foi aprovado em concurso
para Professor da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Maranhão; aos
25 anos de idade, foi aprovado em primeiro lugar em concurso para juiz federal.

Como juiz federal, Flávio Dino foi presidente da
AJUFE, Associação dos Juízes Federais do Brasil, por dois mandatos, em eleição
direta.

Flávio Dino foi Secretário Geral do Conselho Nacional
de Justiça, e atuou de forma decisiva para combater o nepotismo no Judiciário,
na elaboração da Sumula 07/CNJ;

Edinho Lobão se valeu do nepotismo para ser lançado
suplente de senador na chapa do pai, senador Edison Lobão e, hoje, diante do
afastamento do pai para exercer o cargo de ministro de minas e energia, Edinho
ocupa a vaga de senador.

Flávio Dino deixou o judiciário federal e foi eleito
deputado federal em 2006, tendo sido o deputado mais atuante do Maranhão
no Congresso Nacional. 

Flávio Dino foi presidente da Embratur.

Ambos são candidatos a governador.

 

  • Jorge Vieira
  • 22/jul/2014

Campanha do deputado Bira cresce no Maranhão

A campanha do Bira, que já está nas ruas de São
Luís, começa a alcançar as cidades do interior do Maranhão. Desde o dia 05 de
julho a militância do 40100 já levou as propostas do Bira e o ideal de mudança
política às cidades de Santo Antônio dos Lopes, Mirinzal, Cururupu, Santa
Helena, Carutapera, Nunes Freire e Guimarães.

Na próxima terça-feira (29), acontecerá a Plenária
de Lançamento da Candidatura do 40100 e a inauguração do Comitê Central de
campanha. O candidato a Governador pela coligação “O Maranhão é de todos nós”,
Flávio Dino 65, confirmou presença ao lançamento.

O Comitê fica localizado em frente ao plantão central
da Reffsa e o evento será realizado às 18 horas com a presença dos apoiadores
da campanha do Bira 40100 na região metropolitana de São Luís.

  • Jorge Vieira
  • 22/jul/2014

Movimentos sociais propõem pacto pela cidadania com Flávio Dino para mudar o Maranhão

Dezenas
de movimentos sociais estão preparando uma carta ao candidato Flávio Dino para
ressaltar e apoiar as mudanças que melhorem a qualidade de vida no Maranhão. O
pacto é uma união de esforços para reverter o baixo IDH (Índice de
Desenvolvimento Humano) do Estado.

O
Maranhão tem o segundo pior IDH do Brasil. Essa nota mede a qualidade de vida
da população.

Os
representantes dos movimentos sociais vão convidar Flávio para assinar um
documento com as principais propostas, no dia 30 deste mês. Esse documento vem
sendo construído ao longo dos últimos meses em diversos encontros das
entidades.

Resistência
às injustiças –
“Precisamos
dizer que este candidato é nosso, que é o candidato em quem temos esperança de
mudar esses indicadores que estão aí, contra nós, as pessoas mais humildes. E o
candidato Flávio Dino tem um histórico muito grande de resistência às
injustiças, a vitória dele tem um significado extraordinário. A gente vai estar
do lado de um cara que já conhece as nossas dificuldades”, afirma Joel
Nascimento, presidente da Central dos Trabalhadores no Brasil.

Os
movimentos sociais que preparam a carta são de educadores, trabalhadores
rurais, religiosos, funcionários da Saúde e da Cultura, representantes da
moradia popular, dos direitos humanos e das pastorais, militantes e muitos
outros.

Todos se
uniram em torno do objetivo de mudar os índices sociais do Maranhão. A ênfase é
em torno de quatro grandes temas: Educação, Saúde, Habitação e Direitos
Humanos.

Mudança
pela política –
“Quando
ostentamos os piores índices de desenvolvimento humano, isso significa dizer
que as pessoas estão morrendo. Por concentração de renda, terra e poder. E
único modo de mudar isso é mudar a política. A causa se encontra na política,
no modo que o Maranhão vem sendo governado nas últimas décadas, pelo sistema
oligárquico”, afirma o professor e secretário de Cultura de São Luis, Francisco
Gonçalves.

Ele
acrescenta que “num Estado que ostenta os piores índices de desenvolvimento
humano, qualquer campanha que queria ser consequente precisa ganhar uma
dimensão humanitária, que é de defesa da vida”.

“E a
campanha de Flávio é a da defesa da vida, e por isso os movimentos vão se
reunir com Flávio para propor um pacto pela cidadania, para mudar a vida das
pessoas.”

  • Jorge Vieira
  • 22/jul/2014

O Globo denuncia privilégios de Edmar Cutrim no TCE-MA

← Posts mais antigosVolte para a pagina inic POR CHICO DE GOIS

Edmar Cutrim, ladeado  pelo irmão Raimundo e pelo sobrinho Fróz Sobrinho 
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BRASÍLIA, SÃO LUÍS,
FLORIANÓPOLIS, CUIABÁ E CURITIBA
 — Os salários ultrapassam R$ 26
mil. A eles, somam-se auxílio-alimentação que chega a R$ 1.000 por mês;
auxílio-moradia que, em alguns casos, ultrapassa R$ 7 mil por mês; R$ 2.924 por
abono de permanência, pago ao magistrado que, aposentado, continua trabalhando;
e 14º e 15º salários camuflados sob a rubrica de “aquisição de obras técnicas”.
É a folha dos conselheiros dos Tribunais de Contas dos estados no país.

Em Mato Grosso, por exemplo, o auxílio-moradia
é de R$ 7.235 — mais que o dobro do que têm direito os deputados federais, que
podem receber até R$ 3 mil. Mesmo com as regalias, há diversos casos de
conselheiros acusados de desvios de verba pública, como mostrou O GLOBO neste
domingo. Além disso, os tribunais, que cobram a prestação de contas de vários
entes governamentais, não são transparentes.
NA PRESIDÊNCIA DO
TCE-MA DESDE 2005 –
Alguns conselheiros quase se perpetuam
na presidência do órgão. O ex-deputado Edmar Serra Cutrim, pai do prefeito de
São José do Ribamar, Gil Cutrim, e um dos maiores defensores do clã Sarney,
preside o TCE do Maranhão desde 2005. O único biênio em que não estava à frente
da entidade — por imposição regimental — foi entre 2009 e 2010. Mas ele ficou
como vice, mantendo o poder de decisão.
 
Colega de Cutrim, Raimundo Nonato do
Lago Neto é um dos conselheiros mais longevos do país. Está na função desde
1989. Formado em Medicina, presidiu a entidade por três biênios — menos,
portanto, que Cutrim, que, apesar de ter menos tempo de casa, ao final deste
biênio terá presidido a entidade por oito anos. Os conselheiros do Maranhão
recebem auxílio-moradia de R$ 3.988, auxílio-refeição de R$ 800 por mês e abono
de permanência de R$ 2.924.
Em Santa Catarina, cada conselheiro
dispõe de R$ 49 por dia para almoçar. De acordo com pesquisa da Associação das
Empresas de Refeição e Alimentação (Assert), o preço médio de uma refeição
(prato principal, bebida, sobremesa e café) em Florianópolis, em 2014, varia
entre R$ 36,41 (comercial) e R$ 61,24 (à la carte). Os conselheiros, porém,
podem almoçar no próprio gabinete, uma vez que há serviço de garçons e um
restaurante no prédio do tribunal.
Em Mato Grosso, o auxílio-moradia é de
R$ 7.235 (mais que o dobro daquele dos deputados federais); em Santa Catarina,
é de R$ 4.377. Os conselheiros mato-grossenses também recebem, na prática, 14º
e 15º salários. A cada semestre, eles têm direito a um subsídio mensal para
“aquisição de obras técnicas”. Ou, traduzindo, livros.
Mesmo não sendo parlamentares, os
conselheiros do Mato Grosso têm também um benefício dado àqueles: verba
indenizatória. Mas o cidadão pode procurar à vontade no site da entidade que não
encontrará prestação de contas sobre os gastos realizados com esse dinheiro
público — ao contrário da Câmara, onde é possível saber nome do
estabelecimento, tipo de serviço, número da nota fiscal e valor. A lista dos
carros à disposição do tribunal também é antiga — maio de 2013.
Os conselheiros do Paraná recebem
mensalmente, além dos R$ 26.589 de salário, mais R$ 2.924 de abono permanência
e outros R$ 5.317 de vantagens transitórias. Mensalmente, a soma de todos esses
benefícios, em vários casos, ultrapassa R$ 35.000. Com o abate-teto
constitucional, o salário líquido quase equipara-se ao bruto: R$ 22.800, no
mínimo; em alguns casos, vai além dos R$ 25 mil. Os R$ 5.317 pagos a título de
“vantagens transitórias” não têm nada de passageiro. Todos os conselheiros
titulares recebem.

Ainda no TCE-PR, o conselheiro Fábio de
Souza Camargo, que foi vereador e deputado estadual, teve a nomeação contestada
na Justiça em novembro passado e foi afastado. Ele recorreu e conseguiu
reverter a decisão. A Justiça lhe garantiu o recebimento dos atrasados; em maio
deste ano, recebeu, de uma vez, R$ 112 mil líquidos. Ele é filho do
desembargador Clayton Camargo, que presidia o tribunal quando o filho foi
nomeado, mas que renunciou ao cargo depois do imbróglio. O Conselho Nacional de
Justiça abriu uma investigação para saber se Clayton, de alguma forma,
interferiu a favor do filho.
EM CASA, RECEBENDO
SALÁRIO –
Em 10 de junho deste ano, o ministro
Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, reconsiderou sua própria decisão de
conceder uma liminar para Camargo se manter no cargo, e mandou afastá-lo
novamente de suas funções, mas sem prejuízo dos recebimentos dos vencimentos.
Ou seja: fica em casa, mas continua recebendo o salário.
Camargo foi eleito em junho do ano
passado por 27 votos de seus colegas de Assembleia Legislativa. Logo após a
posse, surgiram as contestações. Ele teria apresentado certidão criminal
positiva, o que o impediria de assumir o cargo. O documento refere-se a um
crime contra a honra, mas não há condenação no caso. Além disso, ele não teria
tido o número mínimo de votos para elegê-lo. A Assembleia tem 54 deputados, e
ele teria de ter 28 votos — metade mais um. Como ele mesmo não pode votar, e
outro parlamentar se absteve, não somou os 28 votos

1 2.050 2.051 2.052 2.053 2.054 2.781

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