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  • Jorge Vieira
  • 6/set/2014

Roseana lidera um governo corrupto

Roseana fazendo teatro quando foi acusada de receber propina da Constran

Quando surgiu o escândalo do precatório da Construtora
Constran e a denúncia formulada, em depoimento à Polícia Federal, pela contadora do doleiro Alberto Youssef,
Meira Poza, de que o Governo do Maranhão levaria R$ 6 milhões de propina
para liberar o pagamento de R$ 120 milhões da empreiteira, a governadora
Roseana Sarney (PMDB) veio a público desafiar qualquer empresa a provar que já tivesse lhe dado
dinheiro. Na maior cara dura, fez pose de indignada e se disse inocente, mesmo
com todas as evidências de que seria ela a principal beneficiada do esquema de
corrupção do governo que comanda.

Arrogante e com dedo em riste, apresentou a versão
de que teria pago parte do precatório com autorização judicial e que “decisão
da Justiça não se discute, se cumpre”. A justificativa de Roseana, no entanto,
não durou 24 horas. O próprio Tribunal de Justiça do Maranhão se encarregou de
desmentir a firmação ao declarar que nunca havia autorizado tal pagamento. Flagrada
na mentira, Roseana silenciou, mas antes prometeu processar todos que a delataram.  Mas como mentira tem perna curta, Roseana é
mais uma vez desmascarada, agora pelo ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto
Costa.

A reportagem da revista Veja que está nas bancas publica
o envolvimento não apenas dela nos esquemas de corrupção da Petrobrás, mas apresenta
também o ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, pai do candidato Edinho
Lobão, o  tresloucado “Edinho 30”, como beneficiário, também, da propinagem que quase quebra
a estatal do petróleo. Logo ele que arrotava ser arauto da moralidade, mesmo com
a sobra do filho responsável pelos negócios não republicanos que movimentavam
os porões do seu governo.

Que vergonha Rosena, Que vergonha ministro Lobão.
Quanta ganância por dinheiro; até parecem que são compulsivos por botar a mão
em recursos que serviriam para livrar milhares de maranhenses do analfabetismo e
da indigência, colocar as unidades de saúde para funcionar e montar infraestrutura para
permitir o desenvolvimento do Estado. Quanta maldade desde grupo oligárquico que
já saqueou o Maranhão durante cinco décadas, formaram fortunas as custas da
miséria do povo e ainda não estão saciados.

E agora governadora? E agora ministro Lobão? Que desculpas
vocês vão encontrar para justificar tamanha vergonha que estão causando a nós
maranhenses? Será que ainda terão coragem de aparecer na televisão defendendo
voto para a cria de vocês?  Na continuidade desde modelo de governo corrupto que levou o estado ao fundo do poço e nos colocou no primeiro lugar do ranking da imoralidade?

Nos depoimentos que prestou até agora à Justiça,
por meio da chamada delação premiada – acordo que prevê a redução da pena do
acusado em caso de colaboração efetiva com as investigações –, Paulo Roberto
apontou o envolvimento de Roseana Sarney e Edison Lobão com recebimento de
propina da estatal, além de outros políticos. Roseana é a única governante no
exercício do mandato apontada como propineira. A Base do PT que apoia o
candidato Edinho Lobão também está envolvida em mais este escândalo de
corrupção.   

  • Jorge Vieira
  • 6/set/2014

Ex-diretor da Petrobrás envolve Roseana e Lobão como beneficiários de esquema de corrupção

Nomes apontados como beneficiários de corrupção na
Petrobras por Paulo Roberto Costa vão de parlamentares, como Renan e Henrique
Alves, a Roseana Sarney, Sérgio Cabral e Eduardo Campos, diz a revista Veja.
Confira a relação dos citados por ele em depoimento, segundo a semanal

 
 Paulo Roberto deixa sua assinatura nas costas de Dilma 

A edição
da revista Veja que começou a circular neste sábado traz a relação de
políticos (confira abaixo) que, segundo a semanal, foram apontados pelo
ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa como beneficiários de um esquema de
corrupção na estatal operado por ele em sua passagem pela diretoria de
Abastecimento, entre 2004 e 2012. Os nomes remetem a aliados das duas
candidatas que lideram as pesquisas eleitorais para a Presidência da República,
Dilma Rousseff (PT) e Marina Silva (PSB).

A relação dos citados pelo ex-executivo vai dos
atuais presidentes da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), e do Senado,
Renan Calheiros (PMDB-AL) – dois dos principais aliados de Dilma no Congresso –
até o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), morto em um desastre
aéreo no último dia 13 e de quem Marina era candidata a vice-presidente. A
participação de cada um dos mencionados ainda será objeto de investigação.

Nos depoimentos que prestou até agora à Justiça,
por meio da chamada delação premiada – acordo que prevê a redução da pena do
acusado em caso de colaboração efetiva com as investigações –, Paulo Roberto
apontou o envolvimento dos seguintes políticos no desvio de dinheiro público da
estatal:

Edison Lobão (PMDB) – ministro das Minas e Energia

João Vaccari Neto (PT) – secretário nacional de
finanças do partido

Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), presidente da
Câmara

Renan Calheiros (PMDB-AL), presidente do Senado

Ciro Nogueira (PP-PI), senador e presidente
nacional do partido

Romero Jucá (PMDB-RR), senador e ex-líder dos
governos FHC, Lula e Dilma

Cândido Vaccarezza (PT-SP), deputado federal

João Pizzolatti (PP-SC), deputado federal

Mario Negromonte (PP), ex-ministro das Cidades,
ex-deputado e atual conselheiro do TCM-BA

Sergio Cabral (PMDB), ex-governador do Rio de
Janeiro

Roseana Sarney (PMDB), governadora do Maranhão

Eduardo Campos (PSB), ex-governador de Pernambuco e
ex-candidato à Presidência, morto no dia 13 de agosto em um desastre aéreo.
 

Segundo a revista Veja, Paulo Roberto
entregou, ao todo, os nomes de três governadores (considerando-se aí a atual
governadora Roseana Sarney e os ex-governadores Sergio Cabral e Eduardo
Campos), um ministro (Edison Lobão), um ex-ministro (Mário Negromonte), seis
senadores e 25 deputados, além do secretário de finanças do PT. O ex-diretor da
Petrobras também confirma que houve pagamento de propina no negócio que
resultou na polêmica compra da refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos. O
prejuízo bilionário para a empresa brasileira com a compra da unidade
norte-americana motivou a instalação da CPI da Petrobras.

O esquema partia de grandes empresas – a maior
citada por ele é a Camargo Corrêa – que, para fechar contratos milionários com
a Petrobras, transferiam parte do lucro a funcionários da estatal, a partidos
da base do governo e a políticos. Estes, antes de receber, tinham o dinheiro
lavado por doleiros.

De acordo com Paulo Roberto, relata Veja, algumas das
maiores empreiteiras do país, como a Camargo Corrêa, participavam do esquema.
Segundo o ex-diretor contou, elas transferiam parte do lucro a funcionários da
estatal, a partidos e políticos da base aliada para fechar contratos
milionários com a Petrobras. Antes de chegar ao destino final, o dinheiro era
lavado por doleiro, diz a revista.

Os números dos envolvidos pelo ex-diretor no
esquema operado e, agora, delatado por ele variam conforme a apuração. Segundo
o jornal O Estado de S. Paulo, Paulo Roberto disse que 32 parlamentares, um governador e cinco
partidos políticos recebiam 3% de comissão sobre o valor de cada contrato da
estatal no período em que ele comandava a diretoria de Abastecimento. O único nome mencionado na reportagem do Estadão
é o do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).

De acordo com a Folha de S. Paulo, 61
congressistas e pelo menos um governador receberam dinheiro desviado da
empresa. A  exemplo de Veja, a Folha cita o envolvimento
direto de três partidos da base de Dilma: PT, PMDB e PP.

Por envolverem parlamentares e ministro de Estado,
os depoimentos serão remetidos ao Supremo Tribunal Federal (STF), responsável
por andar andamento e julgar processos contra autoridades federais. Réu em duas
ações penais – uma sobre ocultação e destruição de documentos e outra sobre
corrupção –, o ex-diretor da Petrobras aceitou a delação premiada para escapar
de uma pena que poderia chegar a 50 anos.

Um dos principais alvos da Operação Lava Jato, da Polícia Federal,
Paulo Roberto é acusado de ter recebido propina e de participar de um esquema
de lavagem de dinheiro e evasão de divisas que teria movimentado cerca de R$ 10
bilhões. Ele está preso em Curitiba, mas, pelo acordo firmado, deverá ser posto
em liberdade com uma tornozeleira assim que concluir a série de depoimentos.

  • Jorge Vieira
  • 5/set/2014

Prefeito Edivaldo atende reivindicação e estende reajuste a todos os servidores

Reunião entre sindicalistas e prefeito foi concluída com
 reajuste a todos os servidores públicos municipais
Representantes do Sindicato dos Funcionários e Servidores Públicos Municipais de São Luís (Sinfusp), dos Guardas Municipais do Maranhão reuniram-se com o prefeito Edivaldo na tarde desta sexta-feira (5) para reivindicar mesmo patamar de reajuste concedido aos professores municipais em 2014. O prefeito Edivaldo  atendeu a solicitação e concedeu aumento de 2,92% a todos os servidores públicos municipais, que somado ao primeiro já acrescentado em folha, de 3% em 2014, corresponde a um aumento real de 5,92%.
O reajuste atende ao compromisso firmado pelo prefeito Edivaldo com os sindicalistas desde o início de 2014, na abertura das rodadas de negociação salarial, e representa a preocupação do prefeito com a valorização do servidor público municipal. “Nossa proposta de gestão é cada vez mais proporcionar justiça social. Desde o início, trabalhamos a valorização do servidor público. Com a recuperação gradativa da receita, podemos avançar com responsabilidade, dentro dos limites estabelecidos pela lei”, afirmou Edivaldo.
Os sindicalistas apontaram que a conquista é dos sindicatos que representam os servidores. Pela proposta da Prefeitura, será concedido reajuste gradativo: 1% em setembro e 1,92% em dezembro. Segundo o secretário de Planejamento e Desenvolvimento, José Cursino Raposo, o aumento só foi possível devido à leve evolução no cenário financeiro do município.
“A situação financeira do município ainda é difícil, porque com o reajuste ficamos na margem da LRF e há diminuição dos recursos para investimento. Mas, é um gesto de boa vontade do prefeito Edivaldo aos servidores”, disse Cursino.
Esta é a primeira vez que o reajuste dos servidores chega a todos equitativamente. “O prefeito, dando essa unicidade salarial, moraliza e dá dignidade aos servidores públicos, evitando assim a discriminação que antes era praticada dentro da esfera municipal. Sei que, a partir de agora, os guardas municipais receberão valorização igual a de qualquer outra categoria”, disse Weber Marques, presidente do Sindicato dos Guardas Municipais do Maranhão (Sigmema).
O secretário de Finanças do Sinfusp, Cristovam de Lima Araújo, considerou acertado o gesto da Prefeitura de São Luís em favor do corpo de servidores. “Estamos satisfeitos de ele ter mantido a posição anterior, o que tínhamos combinado conosco, e que tenha sido igualitário e não discriminatório”, opinou Cristovam.
O compromisso da atual gestão municipal com o quadro de servidores municipais é uma prioridade reconhecida pelos sindicalistas. Desde o início do mandato, além de regularizar o pagamento atrasado dos servidores, o prefeito Edivaldo acordou com os sindicatos de trabalhadores municipais a liberação do pagamento ainda dentro de cada mês. “Quanto ao pagamento em dia, o servidor não tem do que reclamar. Ele é feito no dia certo ou até antecipadamente”, lembra o presidente do Sinfusp, Luís Mariano Nunes Freitas. Estiveram presentes na reunião representando o Sindicato Francisco do Vale (Diretor), Vitório Aguiar (Secretário Geral), Dilma do Nascimento (Secretária de Comunicação). O vereador Osmar Filho (PSB) e o secretário de Comunicação, Robson Paz, também participaram da reunião.
Este ano, os servidores públicos municipais já haviam sido contemplados com reajuste de 3%. O valor retroativo a fevereiro deste ano foi recebido pelos trabalhadores de uma única vez.

  • Jorge Vieira
  • 5/set/2014

Deu na Folha: Flávio Dino vence eleição no primeiro turno

Só 11 disputas para
governos estaduais devem terminar no 1º turno
FERNANDO
RODRIGUES

DE BRASÍLIA
As
eleições caminham para ser concluídas em turno único em apenas 11 unidades da
Federação. Nessas localidades, o primeiro colocado ultrapassa as intenções de
voto de todos os seus adversários somados, além da margem erro das pesquisas.
Trata-se
de uma um número historicamente baixo de eleições de governadores em turno
único. Desde 1990, quando passou a vigorar esse formato de escolha para chefes
do Executivo, só em 1994 houve um número menor de eleitos no primeiro turno
(foram nove naquela disputa). Eis os dados históricos:
Blog do Fernando
Rodrigues
Na
regra eleitoral atual, é necessário ter, pelo menos, 50% mais um dos votos
válidos para ficar com a vaga na primeira votação. Quando isso não ocorre, os 2
mais bem colocados se enfrentam novamente num segundo turno.
O
primeiro turno é sempre, como definido na regra legal, no primeiro domingo do
mês de outubro. O segundo turno, se necessário, é no último domingo de outubro.
Neste ano de 2014, as datas são 5 e 26 de outubro.

curiosidades e coincidências sobre as eleições de governadores. Por exemplo, em
apenas em dois Estados o governador sempre foi eleito no primeiro turno:
Amazonas e Mato Grosso. Neste ano, segundo a pesquisa disponível, é possível
que o Mato Grosso mantenha a tradição e encerre a disputa já no dia 5 de
outubro, com a vitória do primeiro colocado (no momento), Pedro Taques (PDT).
No
Amazonas, a decisão no primeiro turno ainda é incerta. Eduardo Braga (PMDB)
está empatado tecnicamente com a soma de todos os seus adversários -o que pode
levar a disputa para uma segunda votação.

um Estado nunca teve até hoje uma eleição decidida no primeiro turno: Pará.
Neste ano de 2014, os paraenses têm, de acordo com as pesquisas, dois
candidatos empatados em primeiro lugar: Helder Barbalho (PMDB) e Simão Jatene
(PSDB), ambos com 40% no Ibope.
Quando
se observa quais partidos mais venceram eleições de governadores no primeiro
turno, nota-se uma pulverização.
Na
soma geral, de 1990 até 2010, as siglas que mais tiveram candidatos eleitos no
primeiro turno foram PMDB, com 17 vitoriosos na primeira votação em todas as
eleições; PSDB, com 16, e DEM (incluindo o antigo PFL), também com 15.
Neste
ano de 2014, o partido que mais pode eleger governadores no primeiro turno é o
PMDB (em quatro Estados) e o PSDB (em dois Estados) (tabela abaixo).
Blog do Fernando
Rodrigues
REELEIÇÃO DIFÍCIL
Entre
os 18 governadores candidatos à reeleição, apenas 6 estão em primeiro lugar nas
pesquisas. E só 2 devem garantir uma vitória no 1º turno, considerados os
levantamentos mais recentes de intenção de votos: Geraldo Alckmin (PSDB), em
São Paulo, e Raimundo Colombo (PSD), em Santa Catarina. Todos os outros 16
enfrentam disputas acirradas.
Se
as urnas confirmarem essa dificuldade de governadores que tentam se reeleger,
há duas leituras mais óbvias para esse fato.
Primeiro,
que o vento de mudança que assola o país não se aplica apenas ao plano federal.
Nos Estados os eleitores parecem também desejar uma troca das forças no poder.
Segundo,
que o senso comum contra o mecanismo da reeleição é falho -quando o eleitor não
gosta do chefe do Executivo local, nunca há uma reeleição automática,
independentemente da força da máquina eleitoral governista.
De
acordo com as pesquisas, há também 4 governadores que disputam um novo mandato
e estão em primeiro lugar, mas tendem a enfrentar um segundo turno: Marconi
Perillo (PSDB), em Goiás, Simão Jatene (PSDB), no Pará, Beto Richa (PSDB), no
Paraná, e Jackson Barreto (PMDB), em Sergipe. O blog compilou os resultados das
últimas pesquisas
disponíveis
 :
Blog do Fernando
Rodrigues

A
reeleição está praticamente perdida para 4 candidatos à reeleição, já que seus
adversários estão em posição de vencer a disputa no primeiro turno de 5 de
outubro. Esse é o panorama para Renato Casagrande (PSB), no Espírito Santo,
Ricardo Coutinho (PSB), na Paraíba, Zé Filho (PMDB), do Piauí, e Sandoval
Cardoso (SDD-TO).
O
candidato a vice-presidente pelo PSB, Beto Albuquerque, afirmou em entrevista
ao Poder e Política
na quarta-feira (3)
 que conta com a onda marinista para
reverter o resultado ruim de Casagrande e Coutinho.
O
PMDB é a legenda com mais candidatos em primeiro lugar. São oito nomes nessa
situação. Em seguida vem o PSDB, com seis tucanos liderando as pesquisas. O PT
tem três candidatos próprios puxando a fila nas disputas estaduais.

ALIANÇAS
Na
conta que soma os candidatos próprios de cada partido aos candidatos coligados,
o PT influi sobre líderes de pesquisas em 14 Estados, incluindo nomes do PMDB,
PR, PTB, PSD, PDT e PC do B.
O
melhor desempenho de um cabeça de chapa petista é de Wellington Dias, no Piauí,
que ganharia no primeiro turno se as eleições fossem hoje. É o único nome do
partido hoje nessa situação confortável. O cenário também é bom para os
petistas Fernando Pimentel, em Minas Gerais, e Delcídio do Amaral, no Mato
Grosso do Sul. Eles lideram a disputa isolados, com vantagem sobre o segundo
colocado superior à margem de erro.
O
PSDB tem candidatos próprios ou coligados em 13 unidades da Federação. Essa
conta inclui nomes do DEM, PR, PMDB, PC do B, PDT e PP. Há 2 tucanos com chance
de vencer em turno único: Alckmin, em São Paulo, e Cássio Cunha Lima, na
Paraíba. Outros três filiados ao partido estão em primeiro lugar isolados:
Marconi Perillo, em Goiás, Beto Richa, no Paraná, e Expedito Júnior, em
Rondônia.
O
PSB, que projeta dobrar sua bancada ao Senado, está em situação muito mais
difícil na disputa pelos governos. Tem três candidatos próprios ou coligados em
primeiro lugar, sendo que apenas um deles é do PSB: Paulo Câmara, em
Pernambuco, que lidera a disputa empatado numericamente com Armando Monteiro
(PTB).
Colaborou
Bruno Lupion

As informações são do Blog do jornalista
Fernando Rodrigues, no UOL, empresa do Grupo Folha
 

  • Jorge Vieira
  • 5/set/2014

Ministério Público vai investigar operação ilegal para prejudicar campanha de Flávio Dino

A coligação “Todos pelo
Maranhão” pediu ao Ministério Público Eleitoral a investigação dos motivos que
levaram a Polícia Militar a realizar operação contra irmão de Flávio Dino.
Segundo a coligação, Saulo Dino (irmão mais novo do candidato) foi seguido por
um carro descaracterizado da saída do hotel em que estava hospedado até o
bairro Estiva, onde foi parado por policiais. O carro que o seguia também
participou da operação.

Na representação entregue
ao Procurador Regional Eleitoral, Régis Richael Primo da Silva, a coligação
informou os detalhes da operação que tinha como objetivo intimidar familiares
de Flávio Dino. A coligação pede que sejam investigados os motivos que levaram
a Polícia a fazer a perseguição e os integrantes da PM que estiveram presentes
no local.
Segundo o deputado
estadual Marcelo Tavares, a elucidação do caso é fundamental para evitar que
outras ações de abuso de poder sejam observadas com o intuito de interferir na
opinião pública no período eleitoral. “O caso é grave e indica que o grupo
Sarney pode forjar situações para prejudicar a candidatura de Flávio Dino,”
disse ao procurador eleitoral.
O uso do aparelho estatal
para fins político-partidários é prática ilegal. No entanto, a coligação afirma
que a estranha blitz montada na saída da capital e que teve como único
revistado o advogado Saulo Dino dão mostras de que pode estar sendo formada uma
ação para prejudicar o grupo oposicionista.
O caso tornou-se ainda
mais grave quando jornalistas ligados ao grupo Sarney afirmaram que o irmão de
Flávio Dino já vinha sendo monitorado pelo Serviço de Inteligência da Polícia
Militar. “A PM não possui a prerrogativa de investigar. No mínimo, o caso
configura abuso de poder político e isso não pode passar impune,” analisou o
advogado da coligação, Carlos Eduardo Lula.
O procurador eleitoral
informou a Marcelo Tavares (coordenador da campanha) e a Carlos Lula que a
partir da representação irá convocar as testemunhas para prestar
esclarecimentos, que são: Saulo Dino e os jornalistas que informaram haver
monitoramento do irmão de Flávio Dino.
Entenda o caso
Saulo Dino, advogado e
irmão de Flávio Dino, foi seguido por carro descaracterizado na madrugada da
última quarta (03). Saulo foi parado em uma blitz na saída de São Luís, quando
retornava a Imperatriz com materiais de campanha do irmão. O veículo dele foi o
único parado e revistado pelos PMs no local, o que levanta suspeitas graves de
direcionamento da operação.
Durante uma hora, o irmão
de Flávio Dino foi revistado e todo o material de campanha foi vistoriado. O
carro que seguiu Saulo Dino tem indícios de fazer parte do “Serviço Velado” da
Polícia Militar, uma espécie de departamento de operações secretas. Os
integrantes do veículo descaracterizado acompanhou toda a operação e, segundo a
coligação, filmou a abordagem.
Na última quinta (04), o
caso foi denunciado pela Coligação “Todos pelo Maranhão”, que também foi
recebida pelo secretário de Segurança, Marcos Affonso, que informou já ter
aberto investigação interna para apurar os motivos da operação direcionada ao
irmão do candidato do PCdoB.

Para a coligação, trata-se
de monitoramento ilegal de familiares de Flávio Dino por integrantes da Polícia
Militar em nome da governadora Roseana Sarney. O pedido de providências tem
como objetivo impedir que novas situações sejam forjadas e que o aparelho
estatal não seja usado ilegalmente. A coligação reitera confiança na Polícia
Militar e na certeza de que a maior parte da corporação não compactua com o ato
ilícito cometido contra familiares de Dino.

  • Jorge Vieira
  • 5/set/2014

Prefeitura garante integralidade do calendário escolar na rede municipal


 
A
Prefeitura de São Luís, por meio da Secretaria de Educação (Semed), divulgou
nesta sexta-feira (5) a proposta de recomposição curricular para garantir a
integralidade do calendário da rede municipal de ensino, bem como cumprir a
determinação do Ministério da Educação (MEC) de totalizar 200 dias letivos por
ano para os estudantes. A regularização do calendário escolar é prioridade da
gestão municipal.

O
secretário municipal de Educação, Geraldo Castro Sobrinho, destacou a
importância de, além de recuperar os dias de aula, garantir que todo o conteúdo
escolar seja ministrado com qualidade. “Trabalhamos sempre para conseguir o
melhor para os nossos estudantes. A qualidade do ensino e a requalificação
estrutural de nossas escolas são compromissos de gestão, e avançaremos cada vez
mais no sentido de cumprir cada um deles”, destacou o titular da Semed.

O
calendário proposto para as escolas do município prevê o encerramento do ano
letivo de 2014 entre os dias 4 de fevereiro e 21 de março de 2015. A data varia
em função da quantidade de dias letivos a repor em cada escola. Para garantir o
cumprimento da carga horária e os conteúdos escolares determinados pela Lei de
Diretrizes e Bases da Educação (LDB), as aulas também serão ministradas em
sábados alternados.

A
Prefeitura de São Luís dará ainda acompanhamento especial aos estudantes do 9º
ano para garantir as condições de ingresso em escolas de Ensino Médio, que não
pertencem à rede municipal de ensino e, portanto, possuem calendário escolar
diferenciado. Esses estudantes terão aulas todos os sábados do mês com
alternância das equipes de professores. O início do ano letivo seguinte fica
garantido para o período de 9 de março a 13 de abril, após as férias escolares.

 
REQUALIFICAÇÃO – Atendendo
ao acordo firmado com o Ministério Público Estadual (MPE), a Prefeitura dará
seguimento à requalificação estrutural de mais de 50 unidades de ensino,
intensificando um trabalho que já estava em curso desde o início da gestão do
prefeito Edivaldo. “Já estávamos executando vários serviços de requalificação,
para entregar uma rede em melhores condições de funcionamento, pautados que
estamos pelo respeito aos professores, aos estudantes e suas famílias”, enfatizou
Geraldo Castro Sobrinho. Outro avanço concretizado pela atual gestão é a
reorganização funcional do quadro de servidores, corrigindo inconsistências e
permitindo, entre outros fatores, o avanço de centenas de processos de
aposentadoria que estavam parados desde 2006.

  • Jorge Vieira
  • 5/set/2014

Flávio Dino inicia nova maratona de caminhadas e comícios no interior do MA

Uma carreata pelas ruas de Tufilândia deu início à
programação deste final de semana da coligação “Todos pelo Maranhão”. Os
candidatos a governador Flávio Dino, vice Roberto Rocha e a senador Roberto
Rocha percorreram também as cidades de Santa Inês e Pindaré Mirim.

O candidato a governador do Estado relembrou a
importância do investimento em ações que estimulem a produção no campo e o
reforço a políticas sociais para assegurar igualdade aos maranhenses.

“Nosso objetivo é levar a justiça para todos
os municípios maranhenses, com reforço da agricultura, produção no campo e
políticas sociais. O povo tem força e fé em um Maranhão melhor”, defendeu.

De Santa Inês, Carol Lopes, 19 anos, disse que
apoia a candidatura de Flávio e Roberto porque deseja um Maranhão melhor para
todos e com mais oportunidade para os jovens. “Chega de tanta promessa,
agora é Flávio Dino”, afirmou.

Da mesma cidade, o vigilante Bruno Francisco, 25
anos, defendeu o nome dos candidatos da coligação. “Estou nessa luta por
um novo Maranhão”, disse.

Da cidade de Pindaré, o apoio também veio de
Miércio Lima, 28 anos, vigilante: “Quero a mudança no Maranhão com Flávio.
Melhorando o Maranhão, Pindaré vai melhorar”.

Participação popular

O candidato a vice Carlos Brandão ressaltou a
participação popular na campanha e pediu engajamento da população no
acompanhamento do processo eleitoral. “Tomem de conta para fazer a mudança
que o Maranhão tanto quer. O Flávio está com 35 pontos à frente, mas não
podemos achar que a eleição está ganha. Temos que tomar de conta”, disse.

Moradora de Tufilândia, Denise Correia, 19 anos,
espera um governo que ajude os municípios a desenvolver ações com parceria.
“Espero que ele reconheça o município, já foram muitas promessas e
Tufilândia ficou esquecida. Seria bom implantar polos para trabalhar a educação
e ajudar as pessoas de baixa renda”, sugeriu.

A professora Isaura Gomes acredita que Flávio
desempenhará ações importantes para a saúde, a fim de que a população não
precise mais se deslocar para cidades vizinhas, como Santa Inês e Monção.
“Ele vai ser eleito dessa vez e Tufilândia vai dar uma boa votação a
ele”, confia.

Compromisso

Roberto Rocha, que disputa uma vaga ao Senado,
agradeceu a presença de todos que participam da caminhada da libertação do
Estado. “Vamos chegar ao Senado para mostrar que ali não pode ser lugar
para aposentadoria de luxo. Dessa vez, haverá um senador para representar o
Estado e municípios”, disse, comprometendo-se a trabalhar pelo acesso à
água em todas as residências e investimento em segurança.

Nas cidades visitadas, a comitiva recebeu apoio de
lideranças, entre elas a ex-prefeita Marinalva Sobrinho e o vice-prefeito
Vildimar Ricardo, ambos de Tufilândia, o vereador Marcos, o Dr. Alexandre, o
prefeito de Pindaré, Henrique Salgado, e o prefeito de Santa Inês, Ribamar
Alves. A atividade foi acompanhada pelos candidatos a deputado estadual Bira do
Pindaré, Fernanda Moraes, Camilo Figueiredo, Silvano e Franklin Silva, e os
federais Luana Alves, Lindemberg.

Nesta sexta (5), a comitiva da mudança segue na
estrada com atividades nas cidades de Santa Luzia, São João do Carú, Alto
Alegre do Pindaré, Buriticupu e Bom Jesus das Selvas.

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