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  • Jorge Vieira
  • 3/nov/2014

Prefeitura reduz em 19% o número de casos de dengue na capital

A Prefeitura
de São Luís, através da Secretaria de Saúde (Semus), conseguiu reduzir em 19% o
número de casos de dengue, de janeiro a outubro deste ano em comparação com o
mesmo período do ano passado. Este ano, foram registradas 841 notificações de
dengue na cidade, enquanto que nos primeiros dez meses do ano passado foram
1.038 casos da doença. Os casos graves de dengue também apresentaram redução,
houve uma queda de 66% em relação ao índice registrado em 2013, quando foram 18
casos.
Segundo a
titular da Semus, Helena Duailibe, os índices refletem o empenho da
administração do prefeito Edivaldo em combater a doença. A visita dos agentes
de saúde às residências foi intensificada e este ano já foram eliminados
571.845 focos da doença. “Estes números são a prova da política de combate às
doenças que dão ainda mais segurança para a população de nossa cidade”,
destacou.
A comparação
entre os dados epidemiológicos dos anos 2013 e 2014 reforça a evolução no
alcance da nebulização feita pelo carro fumacê, que este ano atingiu mais de
120 localidades. A população pode ajudar a evitar a dengue com medidas simples,
como fazer armazenamento de água de forma adequada em depósitos cobertos,
acondicionar o lixo corretamente e eliminar todos os recipientes sem uso.
De acordo
com o coordenador do Programa de Combate à Dengue da Semus, Pedro Tavares,
outra ação essencial para o combate é a entrada do agente da dengue –
devidamente identificado – para inspeção das residências. Este ano, a cobertura
das visitas foi estendida a mais de 900 mil domicílios. Destes, 210 mil foram
encontrados fechados. “Nestes casos, notificamos os donos e remarcamos outra
data para visita”, informou o coordenador Pedro Tavares.
Ele frisou
que, atualmente, a Semus realiza visitas domiciliares, inspeção e tratamento em
pontos estratégicos e nebulização espacial, além de ações educativas em escolas
públicas.

  • Jorge Vieira
  • 3/nov/2014

Justiça suspende contrato do governo do MA para alugar imóvel de Edinho Lobão

Carlos Madeiro

Do UOL 
A Justiça do Maranhão determinou a
imediata suspensão do pagamento de aluguel pelo governo do Estado à empresa
ligada ao senador Edison Lobão Filho (PMDB) por um prédio residencial que
abriga uma clínica oncológica no bairro do Turu, em São Luís.

A decisão veio após ação popular, e a
liminar determinando a suspensão do pagamento foi dada nesta segunda-feira (3)
pelo juiz da 4ª Vara da Fazenda Pública de São Luís, Cícero Dias de Sousa
Filho.

O contrato foi fechado em fevereiro
entre o governo e a Difusora Incorporação e Construção Ltda., a qual Lobão
Filho tem 99,43% de participação. O contrato foi feito sem licitação, com
duração de 12 meses, num valor total de R$ 360 mil. O prédio passou a ser usado
como clínica desde agosto.

Segundo a ação, o prédio não tem
estrutura para ser clínica e acusou o governo de começar a pagar pelo aluguel
seis meses antes do início do funcionamento da clínica.

A ação alegou ainda que o contrato foi
fechado como uma forma de enriquecer ilicitamente o senador e então candidato
do grupo Sarney ao governo do Estado.

Edison Lobão Filho foi candidato ao
governo do Estado, com apoio da governadora Roseana Sarney (PMDB), mas acabou
derrotado pelo ex-deputado federal Flávio Dino (PC do B). 

Imóvel encalhou

O imóvel alugado tem cinco andares.
Além de fechar contrato por 12 meses, em um total de R$ 360 mil, o governo
pagou, em julho, R$ 87,9 mil por uma reforma no local, também sem licitação.

Segundo reportagem da
“Folha”, o edifício Paris encalhou no mercado imobiliário local, após
anúncios não resultarem na venda dos apartamentos –problemas como trânsito e
falta de estrutura teriam atrapalhados. 

O juiz da 4ª Vara da Fazenda Público
não só determinou o fim do pagamento do contrato, mas mandou que a Secretaria
de Saúde faça um levantamento de disponibilidade de prédios desocupados do
governo do Estado que possam ser cedidos para o funcionamento da clínica e, em
caso negativo, procure a Secretaria de Patrimônio da União e a Prefeitura de
São Luís.

Caso queira optar por aluguel a
terceiros, determinou que aconteça por meio de licitação de local.

Procurado pelo UOL, o governo do
Maranhão informou que ainda não foi notificado e só vai se pronunciar quando
tiver conhecimento da decisão. A reportagem também telefonou para a Difusora
Incorporação e Construtora, mas as ligações não foram atendidas.

À “Folha”, o senador Edison
Lobão Filho disse que o contrato é legal e que o prédio foi escolhido por ser
“próximo de bairros muito populosos e com muita facilidade de acesso”
e que o valor do aluguel é “compatível com o de mercado”.

“Não sendo eu o gestor, por que
não alugar um prédio com aquela localização, por esse preço, para fazer a
clínica?”, questionou, no início de outubro.

 

  • Jorge Vieira
  • 3/nov/2014

Sarney justifica voto em Aécio: questão de gratidão

Aos
mais próximos, antes mesmo de circular na internet um vídeo da repetidora da TV
Globo no Amapá sugerindo seu voto em Aécio Neves, José Sarney justificou
por que escolhera o tucano:

–
Foi um voto de gratidão ao Tancredo.

Pode
até ter sido. Mas  também foi um voto de raiva ao que considera falta de
apoio de Dilma Rousseff.

Por Lauro Jardim

  • Jorge Vieira
  • 3/nov/2014

Fiema organiza exposição sobre indústria maranhense


Dezenas de lideranças empresariais,
industriais e representantes do setor público e do sistema bancário
participaram do lançamento da 1ª Expo Indústria Maranhão. Trata-se de uma feira
da indústria que a Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema)
programou para acontecer de 23 a 25 de setembro de 2015, no Centro de
Convenções Governador Pedro Neiva de Santana.

Segundo o presidente da Fiema, Edilson Baldez das
Neves, o Sistema Fiema – por meio de ações do Serviço Nacional de Aprendizagem
Industrial (Senai), do Serviço Social da Indústria (Sesi), do Instituto Euvaldo
Lodi (IEL) e da própria Fiema – em parceria com o poder público e diversas
entidades fizeram esforços nos últimos anos para preparação de um ambiente de
negócios favorável para a indústria.

“Todo o esforço feito pelo Sistema Fiema e
parceiros teve um efeito no desenvolvimento da indústria maranhense e agora é
chegada a hora de mostrar os resultados. Com a Expo Indústria Maranhão,
queremos mostrar aos maranhenses a diversidade do parque industrial e abrir
oportunidades para que novos negócios possam ser feitos por nossas empresas”,
afirmou Baldez.

Ao todo, a Expo Indústria Maranhão terá 47
estandes, com espaços que variam de 12 metros quadrados a 32 metros quadrados.
Na programação, ainda está previsto um seminário com palestras e debates sobre
assuntos que afetam o setor. Hoje há 6,4 mil empresas registradas no Maranhão
como indústria. Além disso, o setor emprega cerca de 106 mil trabalhadores,
movimenta cerca de R$ 11 bilhões por ano e representa 17,5% do Produto Interno
Bruto (PIB) estadual.

 

 

 

  • Jorge Vieira
  • 3/nov/2014

Transito e transporte na Grande Ilha terão tenção especial no governo Flávio Dino

O governador eleito Flávio Dino destacou as áreas
de trânsito e transporte como uma das prioridades de sua administração para os
municípios da Grande Ilha a partir de 1º de janeiro. Prometendo adotar uma
gestão de diálogo, anunciou que ouvirá os prefeitos dos quatro municípios – São
Luís, São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa – para avaliar ações
articuladas e firmar parcerias a fim de melhorar o setor até 2018.

Para desempenhar as ações pretendidas, Flávio Dino
anunciou a indicação do engenheiro José Artur Cabral Marques para presidir a
Empresa Estadual de Transportes Urbanos – que será criada no próximo governo. O
novo órgão será vinculado à Secretaria de Infraestrutura (Sinfra) e terá
objetivos específicos de articular ações com os municípios das regiões
metropolitanas, captar recursos junto ao Governo Federal e prestar assistência
aos municípios.

“Nos quatro municípios da Ilha, temos compromissos
específicos para a mobilidade urbana. Vamos avançar no transporte sob trilhos,
como prioridade e caminho para enfrentar congestionamentos que progressivamente
paralisam a circulação de pessoas, bens e serviços na Ilha de São Luís”,
pontuou Flávio Dino.

 

  • Jorge Vieira
  • 3/nov/2014

Anacleto Araújo tem morte cerebral confirmada

O
radialista Anacleto Araújo, que estava internado desde o último dia 25 de
outubro, após uma parada cardíaca, teve morte cerebral confirmada nesta manhã
de segunda-feira (3).

Diabético,
Anacleto estava internado na UTI do Hospital do Servidor, onde apresentou
complicações renais e voltou a sofreu um novo infarto.

A esposa do radialista, em contato com a Rádio Mirante AM a poucos instantes, disse que a família é contra desligar os aparelhos e que continua rezando pelo restabelecimento da saúde de Anacleto.
 
*Matéria revisada às 13h30 para correção de informações.
 

  • Jorge Vieira
  • 3/nov/2014

Preteridos na eleição, aliados ameaçam rebelião contra o PT

 Folha de São Paulo

Eles são aliados da presidente Dilma
Rousseff, pertencem a partidos da base de apoio do governo federal no
Congresso, mas não digeriram o comportamento do PT e do Palácio do
Planalto nas eleições deste ano.

Um grupo de congressistas, a maioria
do PMDB, forma um “exército” de magoados com o governo, com potencial
para dificultar a vida da petista no início de seu segundo mandato no
Planalto.

Os deputados e senadores não admitem
oficialmente a irritação, mas nos bastidores disparam contra Dilma e o
ex-presidente Lula. A principal crítica é o que chamam de “traição
petista” diante das alianças com os seus principais adversários nas
eleições estaduais, das quais saíram derrotados.

Descontentes, reforçam a ameaça de
rebelião para pressionar o governo a dialogar mais e ampliar o espaço de suas
legendas na mudança ministerial. Outra demanda é a ampliação de verbas do
Orçamento para seus redutos políticos.

É o caso de Eunício Oliveira (CE),
líder do PMDB no Senado, que não engoliu o apoio de Dilma ao candidato que
acabou vencedor ao governo do Ceará, Camilo Santana (PT). A irritação começou
quando o Palácio do Planalto patrocinou a candidatura do petista por ser aliado
do governador Cid Gomes (Pros), desafeto de Eunício. Por meses, o Planalto
pressionou o peemedebista a sair do páreo, mas Eunício foi em frente e se aliou
ao PSDB no Estado, que elegeu Tasso Jereissati (PSDB-CE) ao Senado.

Eunício, porém, sustenta que se
manteve fiel ao apoio a Dilma, sem declarar voto em Aécio Neves (PSDB),
adversário da presidente. “O governo vai ter que dialogar mais. Não tem
como sair sem atrito de um processo político complexo”, afirmou.

MUITOS PALANQUES
O excesso de aliados também irritou o
petista Lindbergh Farias, que dividiu o apoio da presidente Dilma com os
adversários Marcelo Crivella (PRB), Luiz Fernando Pezão (PMDB) e Anthony
Garotinho (PR) na disputa pelo Palácio das Laranjeiras, no Rio de Janeiro.
 
Antes do início da campanha, o PT
tentou forçar um recuo de Lindbergh, mas o petista manteve o seu nome e
acabou em quarto lugar no primeiro turno.
O grupo de insatisfeitos também
inclui o senador Lobão Filho (PMDB), derrotado ao governo do Maranhão.
Como os petistas são aliados do PC do B de Flávio Dino –que derrotou o
peemedebista e foi eleito governador–, Lobão Filho atribui parte de sua
derrota à falta de empenho da presidente.
 
“Essas mágoas existem. Todos têm as
suas. A presidente não gravou para mim, não veio aqui. Faz parte do jogo,
eu pessoalmente não fiquei magoado com ela. Mas é preciso que o governo dê
valor ao seu Congresso para que ela possa governar”, afirmou.
 
Alguns aliados deram o tom do
comportamento dos “magoados” já na primeira semana de atividade do
Congresso depois das eleições, como o presidente da Câmara, Henrique
Eduardo Alves (PMDB-RN).
Sob seu comando, os deputados
derrubaram o decreto presidencial que vinculava decisões governamentais de
interesse social à opinião de conselhos e outras formas de participação
popular.
 
Derrotado na disputa pelo governo do
Rio Grande do Norte, Alves disse que já “deletou” o apoio que o
ex-presidente Lula deu a seu adversário, mas não esconde de interlocutores
a insatisfação.
 
O PMDB também lançou Eduardo Cunha (RJ), desafeto
do PT, como candidato para comandar a Câmara dos Deputados. A ala mais
rebelde da sigla não descarta, no Senado, lançar como candidato à
Presidência da Casa um nome menos alinhado com o Planalto –embora nos
bastidores o senador Renan Calheiros (PMDB-AL) trabalhe por sua reeleição.

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