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  • Jorge Vieira
  • 29/set/2014

Veja a degravação do áudio da reunião que tratou sobre compra de votos no Palácio dos Leões

Conceição deu aula de como usar a máquina pública em benefício de Edinho
O blog mostra abaixo a transcrição do áudio da
reunião ocorrida na segunda-feira passada, no Palácio dos Leões, com os
membros do Conselho de Gestão Pública do Governo do Maranhão (Congep), para
tratar sobre compra de votos e o uso da máquina pública com o objetivo de beneficiar
eleitoralmente Edinho Lobão (PMDB) e Gastão Vieira (PMDB), candidatos do grupo
Sarney a governador e senador.
 
Conceição Andrade: Nós olhamos um
determinado povo que tá muito focado, mas você anda nos outros não vê ninguém.
O que nós temos que fazer, no nosso caso aqui, que nós somos plurais, nós temos
que fazer o máximo de atividades possíveis com quem nós influenciamos. É isso
que nós temos que fazer. E fortalecer aquelas coisas que são mais, é digamos
assim, Mais, mais visíveis. A carreata. A carreata, por exemplo, é uma coisa
muito visível. Então, por exemplo, você fortalecer a carreata é importante por
que a informação de que a carreata tinha 200 carros, 300 carros, 700 carros
isso dá um efeito super positivo em nós mesmos. Outra coisa que eu queria pedir
aos companheiros é que nós usássemos a rede social. É fundamental. Vai pra uma
reunião? Tira foto. Bota na rede. Diz onde é. Diz quantas pessoas estavam. Vai
pra um povoado? Vai pra uma reunião em qualquer lugar que seja política? Bota
na rede, isso é fundamental por que um fica olhando o outro, por que nós não
podemos está, nós mesmos. Está em vários lugares ao mesmo tempo, mas nós
enquanto grupos, podemos. Nós podemos. E ai, é que vai fortalecendo um ao
outro. E outra coisa que eu acho fundamental nesse momento, é o seguinte: a
pesquisa, ela, foi um de balde água fria na cabeça de todos nós. Por que nós
esperávamos outro resultado. Mas, a gente não pode falar isso aí.

Anna Graziella: Não pode. – Eles
podem tudo. Por que a gente não pode nada?

Conceição Andrade: Pois, é.  Então,
veja bem. A pesquisa, ela foi um balde de água fria na cabeça de todos nós por
que havia…

Anna Graziella – Espero que não,
né. Só se formos nós mesmos. É claro que não.

Conceição Andrade: Por que havia uma
expectativa de que nós atingiríamos um digito de diferença. Então, apareceria
lá entre 9%, 7%, o que iria dá um ânimo geral pra todos nós. Não, foi esse o
resultado. Mas, se você analisa as duas pesquisas as duas últimas pesquisas, as
duas últimas pesquisas do IBOPE, você não encontra muito, você não encontra
muita razão pra essa pesquisa ter apresentado um resultado de 21% de diferença.
Então, nós temos que entender que política se muda até a última hora. Quem
participou de campanhas aqui no Estado do Maranhão, já viu essa realidade
acontecer. Às vezes a gente dorme de um jeito e acorda de outro. Agora, o que a
gente não pode perder hora nenhuma, é ânimo. Nós é que somos os líderes dessa
campanha. Se nós enquanto líderes dessa campanha perdermos o ânimo, baixar a
cabeça e nos darmos por pedidos,  nós estamos perdidos mesmos. E, o está
perdido, é muito ruim pra todos nós. Então, eu queria pedir aos companheiros,
tá na hora, tá na hora de nós levantarmos a cabeça.  Cada um de nós aqui.
Não tá na hora se encolher e não mostrar nossa cara, porque perdemos a eleição.
Muito pelo contrário. Tá na hora de todo mundo vestir a camisa. Por que os que estão
lá na ponta fazendo campanha, por exemplo, eu, Luiza, Socorro, é o grupo
da Educação, juntos com vários outros grupos, hoje nós estamos com 1800 pessoas
na rua. 1800 pessoas na rua. Entendeu? Essas 1800 pessoas, espalhadas aqui em
São Luís, em São Luís. É pouco. É pouco, nós atenderíamos pelo triplo, mas é o
que a gente tem. São 1800 pessoas na rua e não são qualquer, não é qualquer
pessoa. São lideranças, são pessoas que estão engajadas, são pessoas que estão
fazendo a campanha com muito zelo, com muita alegria, com muita crença e essas
pessoas estão olhando pra nós. Está olhando pra cada um de nós aqui, que somos
os líderes dessa campanha. Se nós abaixarmos a cabeça, ficarmos tristes,
ficarmos derrotados antes da hora, eles se desmobilizam e se eles desmobilizarem,
aí é pior ainda. Nós temos um governador. Nós temos um candidato a Governador,
que pode crescer muito nesses últimos dias. Nós temos o Senado na nossa mão,
gente. Sabe o que é o Senado? São 8 anos lá dentro. Junto com o Governo Federal
ajudando o Estado do Maranhão. Nós temos que fazer Gastão. Nós temos que fazer
Gastão. Então, nós temos que sair daqui, dessa reunião de hoje, pra fazer isso.
Entendeu? Por que o Governo. Por que o Governo, acabou, entendeu. E que existe
agora são 15 dias de campanha. 15 dias de campanha, não, 13 dias de campanha.
Se a gente meter mesmo a cabeça e tiver garra e força pra ir pra frente, a
gente tem condições de virar o jogo e se não virar o jogo, perder com
dignidade. Entendeu? Por que, ganhar ou perder faz parte do jogo político
democrático desse país. Agora, não faz parte (aplausos). – Agora não faz parte
do  jogo político, sobretudo, num grupo como o nosso, que é um grupo
forte. Não faz parte deste grupo, perder de cabeça baixa. Entendeu, então é
isso que a gente tem que entender. Ganhar, ou perder faz parte do jogo
democrático. O nosso grupo é forte e não vai ser derrotado numa eleição dessa.
Pode até perder, mas pode ganhar e pode virar e jogo. E nós somos os
responsáveis por isso. Antes de eu chamar a atenção dos nossos colegas aqui pra
essa realidade. Se você sair daqui pra trabalhar nas questões burocráticas do
Governo, você está enganado. Se enganando, e enganando a Governadora. A hora
agora é de trabalhar politicamente. Entendeu? É de trabalhar politicamente. Vá
fazer reunião com quem você tem liderança. Vá atrás de quem lhe deve alguma
coisa. Vá atrás de suas comunidades que você serviu ao longo de 4, 8 anos. E vá
atrás dos seus funcionários, das pessoas que estão sentadas a você dentro da
sua Secretaria e que lhe olham todo dia e que lhe dizem assim: ”ele nunca pediu
voto pra mim. Ele nunca me chamou pra uma reunião”. Entendeu? A hora é essa,
meus amigos. Eu não estou aqui pra ser palmatória do mundo. De forma nenhuma,
mas eu tô aqui com a responsabilidade  de quem é liderança política desse
estado. E que sabe, o que vai ser o estado na mão de Flávio Dino. Entendeu? Se
vocês não sabem o que vai ser o estado na mão de Flávio Dino, eu sei, por que
eu já fui prefeita de São Luís, e já sofri e já paguei, e já comi o pão que o
diabo amassou, na mão da oposição que colocou em cima de mim, auditorias e mais
auditorias, que eu respondo ao longo de 20 anos por essas auditorias que foram
feitas pela minha oposição. E a mesma coisa vai acontecer com a nossa governadora
se a gente não tiver cuidado. E não só com ela, mas com todo um conjunto de
secretariado que trabalho com ela e tava de mãos com ela. Então, ou a gente
entende isso e sai daqui de cabeça erguida pra lutar, se é pra morrer, que
morra num campo de batalha. Não morre vestido de pijama em casa. Entendeu?
Então, é isso que eu quero dizer aqui pros meus companheiros e pras minhas
companheiras. A hora é de ir pro campo de batalha com inteligência, com garra
pra que a gente vá e diga quem nós somos. Nós, não somos um grupinho de
frangotes. Nós somos um grupo político que trabalha nesse estado há muito tempo
e temos força, dignidade, respeito, e muito trabalho e muita responsabilidade.
Então eu queria pedir meus amigos, a todos você isso.  A pesquisa foi um
murro no estômago. Você já viram UFC na hora em que o adversário mete um murro
no estômago de um lutador. E o lutador desmaia. Pois, nós não podemos desmaiar
com este murro no estômago. Nós temos que levantar e nós temos que continuar a
luta. É isso que eu queria pedir pra vocês. Eu não sou palmatória do mundo, nem
tô aqui fazendo discurso pra receber aplausos, ou elogios, mas eu to aqui pra
dizer pra vocês que é muito importante ganhar esta eleição. Por todos nós, pela
governadora, pelo nosso estado. E nós ainda podemos virar o jogo e se não
virarmos temos que sair de cabeça erguida. Temos que sair de cabeça erguida. O
mundo não acaba no dia 5 de outubro vai continuar e nós vamos continuar. Era só
isso o que eu queria dizer viu Ana.

Anna Graziella: No tocante à pesquisa
é , eu não gosta muito de contestar números, por que isso aconteceu quando saiu
o IBOPE passado. Né? Ficamos todos discutindo números, discutindo números,
discutindo números,  e as pesquisas internas também, mas de qualquer
forma, a gente tem uma realidade aí no IBOPE. Existe 16% da população que não
se decidiu. E esses 16% não estão somente no interior, do interior do Maranhão.
Eles estão aqui, no posto de gasolina ao lado. No supermercado que a gente vai,
no salão que a gente frequenta, dentro da nossa casa. Então, esses 16% estão ao
nosso lado, ao nosso alcance. É preciso, como Conceição falou, que a gente se
engaje. Né. A luta não é aqui especificamente e exclusivamente de Edinho. A
luta é nossa. Somos nós que somos atacados. E eles atacam de todas as formas.
Atacam como fizeram esse final de semana, como fizeram na semana do IBOPE, de
repente Pedrinhas desestabiliza. De repente mesmo. É repentinamente. E que o
Sindicato, a presidência do Sindicato. O senhor César Bombeiro que é candidato
a deputado estadual, quer ser candidato a deputado estadual, já surgiu
informação de que ele não é o candidato, mas que ele é um suplente, que tá na
chapa deles, né. E eles invadem a rede social e instalam o caos na cidade.
Invadem a rede social. Alguém de nós contestou essa informação na rede social.
(- Eu). Pois é. E nós somos muito mais que eles. Mas, eles implantam uma
realidade mentirosa e passa a ser verdade. Ao ponto de eu receber uma ligação
da minha mãe. Maria José! Mamãe, pelo amor de Deus, larga de ser doida. Eu tô
aqui dentro da Secretaria de Segurança, estamos aqui o dia inteiro, Afonso, um
guerreiro incansável, Carla Georgina, igualmente, enfrentando uma situação de
caos alastrada pelas falácias que eles inventam. E a gente fica aqui com pudor,
sem querer defender, sem querer se envolver ou se envolvendo um pouquinho, sem
entender que a culpa é nossa. A discussão é nossa. E a Governadora também tá
aqui agindo. Durante todos esses dias, nós todos saímos aqui do Palácio, tarde
da noite. Era fazendo ligações, era interferindo, era buscando estratégias ao
lado do Ministro Lobão, ao lado do Ministro Sarney, tá, tá, trazendo esse ânimo
que acho precisa ser refletido em todos nós. A campanha não está perdida. Este
número do IBOPE é contestado. Eu vou ver que ele foi tirado em uma semana em
que Pedrinhas desestabilizou. Foi feito de forma proposital. É possível virar e
mudar esta realidade. Ontem, eu vi uma estória, ou foi no nosso grupo de
facilitadores que os números em campanha é como nuvem. A gente vira e muda. É
repentinamente. Só que isso não acontece sem trabalho. Não acontecem sem
dinamismo. Não acontece sem engajamento. Isso acontece por um trabalho feito
por todos nós incansavelmente. Eu sei que todo mundo tem uma rotina de trabalho
pesada. Mas é preciso, como Conceição falou. Que nós deixemos de lado, um
pouco, as questões de Estado, infelizmente, mais agente tem uma equipe que toca
isso, pra nos envolvermos diretamente na campanha. Nós temos aqui Secretário
como Fredson, por exemplo, que encabeça uma secretaria que deu um enorme número
de títulos de terra. Cadê esse pessoal? Onde é que tá essa população que foi
diretamente beneficiada com alguma coisa? O Fernando Fialho, que tem uma
Secretaria gigantesca, que tá envolvida nos 216 municípios do Maranhão. Cadê
essa população que nós beneficiamos? Cadê esses povoados que foram, é, é
beneficiados com esses convênios firmados nesse Governo? A Secretaria de Saúde.
Quantos foram beneficiados pela nossa saúde? Quantos atendimentos foram feitos
na UPA? todo lugar que você chega, você escuta o comentário. “A, tive um
problema. Fui ali na UPA e resolvi.” Não é possível que essa população não
sinta o choque direto de uma de uma intervenção de um governo que efetivamente
fez a política pública acontecer. Eu não acredito, que nós não conseguimos
passar a informação pra essa população de que esse governo trabalhou.

Joaquim Haickel: Todo mundo já me
conhece, sabe que eu não consigo ficar quieto. É, sobre números, eu não
contesto pesquisa, não. Eu não sou cientista, mas tenho, mas sempre vejo
pesquisa um pouquinho com certa desconfiança. Por que, se você quiser
manipulá-la é facílimo. Você faz a pesquisa onde melhor lhe a prouver, no dia
que melhor é lhe satisfizer e ela não consegue entrar. Eu como político, não
gosto usar isso não. É feio. Não é democrático, nem republicano. A pesquisa não
entra nos currais. E eu não quero ofender ninguém aqui. Este não é o foro pra
ganhar eleição. Nós não vamos ganhar aqui uma eleição aqui numa reunião de
Secretário, infelizmente. Esse não é o foro. Não é secretário de estado que
ganha eleição. Que ganha eleição, é Governo em si. É ação do Governo. A última
reunião de que eu participei, a Governadora e o Senador Lobão, cobrou da gente
uma coisa que eles não podiam cobrar. Todo mundo aqui, ninguém aqui é criança.
Todo mundo aqui sabe o que tem que fazer. Uns não fazem por que não sabem, uns
não fazem por que não podem. Mas, isso tudo que foi dito aqui por Conceição e
por Ana, é a mais pura verdade. Qual é em relação à pesquisa, pra ajudar o meu
raciocínio, pra ajudar. A pesquisa não consegue adentrar nos grotões, como a
gente chama. Acontece que nós somos atacados nos nossos grotões. E aí, não
adianta dizer isso agora. Nós falhamos enquanto Governo. Nós não tratamos dos
nossos grotões. Nós não tratamos dos nossos aliados. Ainda há tempo? Há tempo
sim. Não é 19% que vai fazer a gente ganhar a eleição. Não são os indecisos. Se
a gente depender os indecisos, nós estamos mortos. Por que se fizermos uma
matemática simples. 21 pra 16 vai ficar faltando 5 ainda. O que nós temos que
fazer é ir pro segundo turno. Se a gente vai chegar lá de tanga, de calcinha,
sem sutiã, não interessa. É guerra. A gente só não pode fazer nada ilegal. O
resto tudo pode. Esqueçam qualquer coisa ilegal. Não façam nada ilegal. O
resto, no menu das ações políticas façam tudo. Por que, não é por medo não. Eu
não tenho nenhum medo de ir pra oposição, eu te aplaudir Conceição, naquela
hora, por que eu não posso olhar alguém que se locupletou deste grupo durante
30 anos pular o mudo como se anda tivesse acontecido. Eu sei que vocês sabem
que eu sou um crítico socrático de algumas ações do meu próprio governo. Mas eu
crítico aqui dentro. Eu tenho coragem de dizer e apontar o meu dedo sujo no
nariz dos nossos próprios líderes. E não tenho medo de fazer isso. Teria pavor
de fazer do lado de lá. Lá, não se respira. Se faz o que eles querem, ou não se
faz. Tá? Isso tem aqui. A gente nem sempre acerta. O nosso, o nosso grupo nem
sempre é perfeito, na verdade não é perfeito nunca. Eu escrevi essa semana, eu
agora sou tuiteiro, tu não me acompanha, mas agora eu sou tuiteiro. Eu, teve um
dia de eu tá me digladiando com 6 ao mesmo tempo, pegando cacete, porrada de 6
caras debatendo comigo. A gente tem que fazer isso. Eu sei que a Conceição não tem
tempo de fazer isso. Eu faço isso, às vezes eu ligo pro meu Secretário “ó
fulano de tal tá dizendo isso, assim, assim, assim… – diz isso, assim, assim,
assim…” Por quê? Uma Conceição Andrade no Twitter tem respeitabilidade. Um
Joaquim Haickel no twitter tem responsabilidade. (Telefone toca). – Essas
coisas, essa guerra se a gente for depender disso, a rede social, nós já
perdemos. Essa guerra tá perdida. Só precisa gan… nós só temos dois jeitos de
ganhar essa guerra. Levando ela, primeiro lugar, levando ela pro segundo turno,
tá? Segundo lugar, fazendo com que o Governo funcione. Eu sei que a
Governadora, han, obras pra encerrar,mas não estamos fazendo isso tudo. Não
tamos não. Podemos fazer mais. Nós podemos resgatar o  que a gente não fez
durante muito tempo. Que deveria ter sido feito. Aí, eu não quero aqui criticar
mais do que o necessário. Mas, a gente tem que fazer essa mea culpa, tem que
fazer. Não sei o que, que pode ser feito. Na minha pobre Secretaria pode-se
fazer muito pouco. Eu to andando em cima de um fio de navalha. Eu não consigo,
se eu eu brincar eu faço alguma coisa ilegal.  Mas, eu estou andando em
cima do fio da navalha. Eu acho que você todos devem andar em cima do fio… eu
fico imaginando uma Secretaria como a de Luiza, que é impossível eu não
aceitaria ser Secretário da tua pasta nunca, minha filha. É só problema. Não
tem um, um joguinho. Como eu tenho na minha um 2 a 1 Sampaio e a ABC. Não tem
uma felicidade. É só coisa ruim. A gente tem que fazer, transformar isso de
alguma maneira, tá. É, é muita coragem de Conceição, de Olga e de Ana e de nós
todos falarmos deste assunto aqui. Em casa de enforcado não se fala em corda.
Eu já muita gente aqui em outras reuniões todo mundo mais alegres. Não adianta
fica triste. A fala de Conceição é nesse sentido. Aqui não tem nenhum bandido,
aqui não tem nenhum ladrão, aqui não tem nenhum vigarista, nós temos que ter a
cabeça erguida e saber que em política uns lutam pelo azul e outros pelo
vermelho. É assim que é. Fazer, defender um grupo envergonhado. Ser
envergonhado. É um absurdo. É a pior coisa que pode existir na vida da pessoa é
uma defesa envergonhada. Você imagina, um advogado que não acredita na causa
que ele tá defendendo. É melhor ele não defender. Não é isso? Essa, essa, essa
minha posição no sentido de dizer pra vocês, acreditem. Todo mundo liga pra
mim. “ E aí Joaquim, eu acredito em ti. O quê que tu ta dizendo aí?” É difícil.
Alguém aqui disse que não é difícil. É muito difícil a gente ganharmos a
eleição. É impossível? Não. Não é impossível. É possível sim. Nós temos duas ou
três saídas que não pode falhar. Há seis meses atrás eu disse que ganharia a
eleição quem errasse menos. Gente, Pedrinhas não é um erro nosso, é um erro de
qualquer governo. Eu hoje, de, de sacanagem eu sei que não pode dizer isso
aqui, eu fiz uma pergunta lá no twitter. É vem cá alguém aí da oposição pode me
dá uma resposta do que a gente pode fazer pra resolver o problema lá de
Pedrinhas? Ah, me elege. Digo, é bom. Esse é que é o problema. É fácil falar
quando tá na oposição, difícil é falar quando tá no governo. Quero ver o bom
pra resolver um problema desse. É difícil. Nós caímos na pesquisa. Aquela
pesquisa que teve 42 a 30 eu fui esculhambado por que disseram naquele dia, lá,
que nós tivemos reunião lá no hotel, que eu tinha antecipado a pesquisa do
IBOPE. Eu não conheço, nem ninguém do IBOPE. A pesquisa de 12% é muito mais
plausível do que a 30 como eles dizem. E o que aconteceu nessa última pesquisa
não é mentira. Nós caímos e eles subiram. Muito simples, por causa da Petrobras
e por causa de Pedrinhas. É sintomático. Ah, foi pra 21? Não sei. Tenho minhas
dúvidas. Vou dizer pra vocês o que, que eu acho. Por favor, não pensem que é um
derrotismo. Eu não sou, eu morro com a espada na mão. A nossa situação hoje, nós
estamos atrás entre 12 e 18 %. Essa é o meu feeling. Sem contar a capacidade
que nós temos de ir lá no interior de Bacabal, ou lá no interior de Vitorino
Freire e resgatar os nossos grotões. Queremos isso? Teremos condições de fazer
isso? Vamos fazer isso? não sei, se for dado condições de que se faça isso, é
possível.

Conceição Andrade: Só pra dizer um
fato real, concreto. Em, em 80 , deixa eu ver quando foi, foi em, quando
Cafeteira disputou com Roseana pela primeira vez? 90, não, 94. 94,
perfeitamente 94 o IBOPE três dias antes, três dias antes das eleições, eu sei
disso porque eu tava apoiando Cafeteira, e estava na frente da campanha de
Cafeteira. Eu era coordenadora da Campanha de Cafeteira três dias antes o IBOPE
deu 10 pontos de diferença a nosso favor três dias antes. No dia da eleição
Roseana ganhou por 1.4 %. Entendeu? três dias antes o IBOPE, eu me lembro disso
por que eu tava lá…

Joaquim Haickel: Nós ganhamos a
eleição passada, no primeiro turno. Não houve segundo turno por causa de 4.778
votos. 7878, esse número nunca saiu da minha cabeça. 4.778 votos. 4878 votos.
Nós ganhamos no primeiro turno.

Conceição Andrade: Agora, o que
derrotou um dos itens que eu avaliei que derrotou, que nos derrotou na época.
Cafeteira ficou em cima das tamancas pensando que tava eleito e que não
precisava de mais ninguém.

Conceição Andrade: Então, a
estratégia agora é essa. É elevar o ego deles e deixar eles dizer que já
ganharam e nós trabalharmos até o último minuto desta campanha. É isso. Nós
temos que influenciá-los da forma que for possível dizendo que eles já
ganharam. Entendeu? Mas, nós temos que sair daqui trabalha todos os minutos em
todos os cantos que a gente puder, atendeu. Por que nada derrota mais uma
pessoa do que o já ganhou. E eles estão, nessa postura do já ganhou, atendeu.

Anna Graziella: Momento e que
mostrando o que foi feito nesse governo é possível sim convencer as pessoas e
obrigá-las a pensar a um pouquinho a se aprofundar um pouquinho ao invés de
ficar, infelizmente, feito papagaio que não é o 15, repetindo né a onda da
oligarquia Sarney, que eu sinceramente acho que a população deve está
igualmente cansada de ouvir. Então, eu ainda acredito que há argumento pra
vencer votos. E vou permanecer achando isso. E acho que é obrigação nossa
trazer de volta ao debate idéias e proposições, porque agora por exemplos não
há compra de votos que resolva Pedrinhas. Então, isso infelizmente não é o
caminho pra ser trilhado. Apesar de ser o caminho que hoje existe. Eu sei que
hoje o grande discurso hoje, e o que se fala no interior do estado, que se fala
na capital que é exclusivamente isso. Mas, a gente não tem o Banco Central e se
tivesse certamente a Governadora Roseana Sarney com o compromisso que tem não
faria nesse governo como foi feito no outro governo. Então, essa não é a nossa
realidade. O esforço, nesse sentido está sendo feito. Nós pagamos os convênios
que estão em ordem nas duas Secretarias. No mais gente, é realmente a execução
de tudo que nós já fizemos. É esse o nosso argumento e é por aí que eu acredito
que a gente ainda vai conseguir  conquistar os votos necessários. Né,
claro os empenhos dos prefeitos, que agora começam a cair em campo com os
facilitadores que Olga, teve a brilhante idéia de criar, são as pessoas que
sempre trabalharam pela eleição da Governadora, que sempre, já conhecem as
nossas lideranças por todo o interior a 10 dias e nós vemos aqui no grupo que
foi criado no Whats App é realmente a sensação de que a gora a campanha entrou
na rua pela presença dessas pessoas que têm motivados os líderes, motivado os
prefeitos pra eles entrarem campo, que também esse discurso deles, de que não
há dinheiro, é um absurdo. Apesar de não achar que campanha não só se faz
exclusivamente com dinheiro, nesse sentido de compra de voto, a estrutura de
Governo a estrutura de campanha tem que existir. Carro de som, santinho,
papelaria, enfim, isso é obvio que tem que existir. E acho que os prefeitos
reclamam sim de barriga até por que outro dias no grupo, gente vamos xxx pra
ele. Né? Eles realmente reclamam de barriga cheia. Tem muito prefeito aqui que
foi muito agraciado não apenas no último mês, como durante os 4 anos desse
governo. Né? Então eu queria agradecer a participação política de todos vocês e
volto a pedir o empenho de cada um, dentro das suas possibilidades, o que pode
ser feito e acho que pode muito por que a gente tem muito servidor, por que a
gente tem empresas contratadas, por que a gente tem terceirizados, enfim existe
essa cadeia, né. Empregatícia que contorna, que permeia  esse governo.
Isso é uma realidade. E vai existir nos próximos. Eu acho que essa é uma força.
Conceição Andrade: É esse o
raciocínio que eu acho que eles têm dificuldade de fazer, que pra mim parece
tão óbvio. Né, a luta é nossa não é deles, mas daqui a um ano e meio eu quero
saber como é que vai ser feito. Então, é esse raciocínio que eu não consigo entender.
Que ruim ou bom, com atraso de pagamento, não atraso de pagamento, é o que eu
digo pra eles, eles sempre tiveram uma aliada política que não falha. Né?
Problemas no governo nós temos, esses problemas inclusive muitas vezes são
oriundo da falta de competência deles próprios. É, por que a gente ver aqui
existe a impossibilidade de  42 milhões pra pagar, bloqueado na Secretaria
de Fernando , obras visitadas e as prefeituras com certidão negativa de todos
os jeitos e formas, pendências de tudo quanto é jeito.  Então a gente não
consegue pagar, não por falta de dinheiro, mas por falta de possibilidade, por
que ninguém xxxx, é o que eu digo pra eles. Então, realmente, esse esforço foi
feito. Os engenheiros da secretaria de Fernando sequer voltam pra São Luís a
mais de um mês.

  • Jorge Vieira
  • 29/set/2014

Advogados públicos federais paralizam atividades nesta quarta-feira (01)

Para alertar a população sobre a carência
estrutural e a defasagem salarial sofridas pelos membros da Advocacia Geral da
União (AGU), Advogados da União, Procuradores da Fazenda Nacional e Procuradores
Federais com atuação no Maranhão vão paralisar suas atividades, nesta
quarta-feira (1º de outubro).

A mobilização é parte do Dia Nacional de
Paralisação da Advocacia Pública Federal. Em São Luís, os participantes se
concentrarão na seção maranhense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MA), no
Calhau, a partir das 10h.

No Maranhão, as atividades da AGU são exercidas por
68 membros, sendo 13 Advogados da União, 20 Procuradores da Fazenda Nacional e
35 Procuradores Federais, todos genericamente denominados advogados públicos
federais. Em todo Brasil se encontram em atividade mais de 7.000 advogados
públicos federais.

Os Advogados públicos federais orientam
governantes, principalmente, nos atos que geram despesas para os cofres
públicos, evitando a má aplicação dos recursos públicos e defendem a União
Federal em causas judiciais. Esses advogados garantem a execução de políticas
públicas (conjunto de ações do Estado para o bem coletivo), seja pela defesa
judicial ou pelo assessoramento jurídico aos dirigentes do governo federal. Por
exemplo: assessorando a criação e defendendo o sistema de cotas e o ENEM, na
área educacional; assessorando a criação e execução das obras do PAC, na área
de infraestrutura, assessorando e defendendo a implementação do programa bolsa
família e minha casa minha vida, na área social, a demarcação de áreas
indígenas e de territórios de quilombolas, entre outras políticas públicas.
Atuam, ainda, na cobrança e recuperação dos créditos públicos (da União e de
suas autarquias e fundações públicas), bem como no combate ao mau uso do
dinheiro público.

REIVINDICAÇÕESNo centro das reivindicações da mobilização desta
quarta está a concessão da autonomia à Advocacia-Geral da União, como já ocorre
com a Magistratura, com o Ministério Público e, mais recentemente, como à
Defensoria Pública. Este é um dos objetivos da Proposta de Emenda à
Constituição nº 82/2007.

“Esta falta de autonomia resulta em problemas como
ausência de estrutura predial, de logística e de pessoal. Os advogados públicos
federais vêm sendo remunerados com subsídios e até mesmo verbas indenizatórias
inferiores aos que são pagos às demais carreiras jurídicas”, explica o Advogado
da União e um dos líderes da paralisação da categoria no Maranhão, Leonardo
Marques.

Segundo os advogados públicos federais, o Governo
Federal trata a AGU de modo discriminatório e insensível, apesar das três
greves deflagradas pela categoria em menos de uma década. “Se estas greves não
tivessem ocorrido, o cenário da AGU seria ainda mais dramático”, completa
Marques.

A categoria também defende o Projeto do Novo Código
de Processo Civil, que modifica os honorários de sucumbência e garante que o
advogado público também possam recebê-los . Honorário de sucumbência é o valor
pago ao advogado da parte vencedora pela parte vencida em uma disputa judicial.
Atualmente, os únicos advogados a não receberem os honorários são os advogados
públicos federais, uma vez que todos os advogados privados e a grande maioria
dos advogados públicos estaduais e municipais já recebem.

  • Jorge Vieira
  • 29/set/2014

Tentativa de ligar Flávio Dino a caos na segurança não tem cabimento, diz Justiça

Juiz eleitoral, Clodomir Reis negou o pedido de liminar

A Justiça Eleitoral negou o pedido da campanha de
Edinho Lobão contra o programa na TV em que Flávio Dino denunciou os ataques
que vêm sofrendo nesta reta final das eleições. Na propaganda que foi ao ar no
horário eleitoral gratuito da noite da última quarta-feira, Flávio cita o vídeo
forjado contra ele.

A Justiça também ressaltou que não há fundamento em
atribuir à campanha de Flávio Dino responsabilidade pelo caos na segurança
pública maranhense.

No programa, Dino lembra que a TV Difusora, de
Edinho, divulgou intensamente o vídeo em que um presidiário faz acusações
falsas contra o candidato do PCdoB.

A coligação de Edinho entrou na Justiça para
impedir que Dino reproduzisse novamente o material. Também disse que o apoio
pessoal demonstrado por Paulo Abrão, secretário nacional de Justiça, a Dino
revelaria “clara influência” do rival junto ao governo federal, da presidente
Dilma Rousseff.

A campanha de Edinho sugeriu ainda que a coligação
de Flávio Dino fosse a responsável por ataques a ônibus em São Luís. E também
pela blitz da Polícia Federal no avião de Edinho Lobão nesta semana.

Apenas ilações – O juiz Clodomir Sebastião Reis, do Tribunal
Regional Eleitoral, negou o pedido. “O Representante [campanha de Edinho]
utiliza-se de meras suposições e ilações, sem nenhum supedâneo probatório, para
atribuir ao candidato Flávio Dino a responsabilidade pelos acontecimentos
mencionados, seja referente aos atos de vandalismo, violência e boatos
disseminados em São Luís, seja referente à abordagem feita pela Policia Federal
ao candidato Edson Lobão e membros de sua comitiva de campanha”, afirma a
decisão.

“Ademais, quanto às ações de grupos criminosos na
capital, não vejo conotação politica na medida em que é notória a crise pela
qual vem passando o sistema penitenciário no Estado, o que tem culminado com
reiteradas ações criminosas ocorridas nos últimos anos, não se limitando ao
período eleitoral.”

“A utilização de tais fatos como temas de
campanhas, não só pelo Representado como por outros candidatos, é justificável
ante a notoriedade e repercussão que lhes foram dadas no meio social, não
havendo como se estabelecer uma relação daqueles com os acontecimentos.”

 

  • Jorge Vieira
  • 29/set/2014

Deputados Raimundo Cutrim e Waldir Maranhão realizam mega carreata em São Luís

A cidade de São Luis teve sua rotina quebrada neste domingo (28) em
decorrência da grande manifestação de apoio a reeleição dos deputados Raimundo
Cutrim e Waldir Maranhão, que juntos percorreram as principais avenidas da cidade
em uma gigantesca carreata que juntou mais de mil veículos.

O evento foi organizado pelas assessorias dos parlamentares e teve sua
concentração no Aterro do Bacanga próximo ao (TRE). Já por volta das 8h o
espaço se tornou pequeno para estacionar tantos veículos com adesivos dos
candidatos Cutrim, Waldir Maranhão e o candidato ao governo do Maranhão Flávio
Dino 65.

No final do percurso, Raimundo Cutrim agradeceu a todos que os
acompanharam no trajeto, e deixou uma mensagem de esperança: “Eu entrego a
minha campanha nas mãos dos senhores, sei que dia 5 de outubro sairemos das
urnas com mais um vitória, elegendo Flávio governador do Maranhão”.

  • Jorge Vieira
  • 28/set/2014

Reunião de secretários no Palácio dos Leões definiu estratégias para reverter derrota de Edinho Lobão

Jornal Pequeno
“Não há compra de votos
que resolva Pedrinhas”. Esta foi uma das várias afirmações feitas em reunião do
Conselho de Gestão Pública do Estado do Maranhão, na última segunda-feira. A
reportagem do Jornal Pequeno teve acesso a trechos do diálogo, que aconteceu na
presença de boa parte do secretariado da governadora Roseana Sarney, no início
da semana. A frase acima foi dita pela chefe da Casa Civil, Anna Graziella (foto).

Em reunião do Congep,
secretários do Governo do Estado discutiram as táticas que pretendem adotar
para reverter o baixo índice nas pesquisas do candidato Lobão Filho, do PMDB.

Após receberem o resultado
da pesquisa Ibope, que apontou crescimento de Flávio Dino e queda de Lobão
Filho, os secretários se reuniram para definir que ações seriam tomadas para
reverter o quadro eleitoral do Maranhão.

A reunião, no entanto, é
de um órgão governamental e acontece em horário de expediente. Para participar
desta reunião, os secretários recebem um abono do salário – chamado ‘jeton’ –
equivalente ao valor do salário de Secretário de Estado. Com ele, cada gestor
de pasta passa a receber o equivalente a dois salários por mês.

Nas palavras da chefe da
Casa Civil, Anna Graziella, é hora dos prefeitos entrarem em campo para pedir
votos. Mas boa parte deles tem alegado não ter verba para ‘entrar em campo’, o
que é contestado pela principal secretária do Governo do Estado.

Ela afirma que os
‘facilitadores’ criados por Conceição Andrade deram ânimo aos prefeitos e que
“esse discurso deles (prefeitos), de que não há dinheiro, é um absurdo. Apesar
de não achar que campanha não só se faz exclusivamente com dinheiro, nesse
sentido de compra de voto, a estrutura de governo, a estrutura de campanha tem
que existir”. A afirmação pode ser atribuída a abuso de poder político, a
exemplo do que ocorreu em 2010.

Na mesma reunião, a
secretária-adjunta de Educação Conceição Andrade chegou a ir mais longe.
Segundo ela, é necessário “parar com o trabalho burocrático e começar o
trabalho político”. Os detalhes dados pela adjunta são que os secretários devem
usar sua influência junto aos funcionários e aos cidadãos que já foram
atendidos por algum serviço estatal para que reconheçam o trabalho de Roseana
Sarney e continuem votando no grupo político.

Ela aconselha os demais
secretários presentes na reunião: “Vá atrás de quem lhe deve alguma coisa. Vá
atrás de suas comunidades, que você serviu ao longo de 4, 8 anos. E vá atrás
dos seus funcionários, das pessoas que estão sentadas a você dentro da sua
secretaria”.

Já Anna Graziella volta ao
tema e aponta que apenas “compra de voto” não seria o suficiente para resolver
o cenário eleitoral: “Mas, a gente não tem o Banco Central e se tivesse
certamente a governadora Roseana, com o compromisso que tem, não faria nesse
governo como foi feito no outro governo. Então, essa não é a nossa realidade. O
esforço, nesse sentido está sendo feito. Nós pagamos os convênios que estão em
ordem nas duas secretarias”.

Outros trechos fazem
referência ao uso de convênios que vêm sendo liberados nos últimos dias para
prefeituras de todo o Maranhão. “O Fernando Fialho, que tem uma secretaria
gigantesca, que tá envolvida nos 216 municípios do Maranhão. Cadê essa
população que nós beneficiamos? Cadê esses povoados que foram, é, é
beneficiados com esses convênios firmados nesse governo? A Secretaria de Saúde.
Quantos foram beneficiados pela nossa saúde? Quantos atendimentos foram feitos
na UPA”?

Uso do Palácio – Anna Graziella relata,
ainda, as diversas reuniões acontecidas entre ela, Roseana Sarney, o ministro
Edison Lobão e o senador José Sarney, na sede do Palácio dos Leões. Segundo
ela, os quatro têm intensificado o trabalho dentro das dependências da sede do
Governo do Estado, inclusive disparando ligações.

“A Governadora também tá
aqui agindo. Durante todos esses dias, nós todos saímos aqui do Palácio, tarde
da noite. Ela fazendo ligações, ela interferindo, ela buscando estratégias ao
lado do ministro Lobão, ao lado do ministro Sarney, tá, tá, trazendo esse ânimo
que acho precisa ser refletido em todos nós. A campanha não está perdida”.

A reunião aconteceu entre
os secretários para discutir as estratégias a serem usadas para influenciar no
processo eleitoral em favor da candidatura de Lobão Filho. Além de Anna Graziella,
Conceição Andrade e Joaquim Haickel, são citados no áudio como participantes da
reunião José Márcio Leite (adjunto de Saúde), Fredson Froes (secretário de
Cidades) e Fernando Fialho (secretário de Desenvolvimento Social).

 

  • Jorge Vieira
  • 27/set/2014

Prefeito Edivaldo participa de encontro com pastores

O prefeito Edivaldo reuniu-se com pastores na
manhã deste sábado (27). Durante o encontro, organizado pelos líderes
religiosos, no Grand São Luís Hotel, foi apresentada a programação da Marcha
para Jesus, que será realizada no dia 29 de novembro, evento já consagrado no
calendário religioso ludovicense. Os pastores também aproveitaram o momento
para aprofundarem o conhecimento das ações da gestão e estreitarem o diálogo.

Na ocasião, o prefeito também destacou a
participação da sociedade civil como forma de integrar a população nas decisões
da cidade e na construção coletiva das melhorias. “É característica da nossa
gestão promover o envolvimento da sociedade com as ações da Prefeitura de São
Luís. É por meio de diálogos como esse que a gente consegue avançar e
desenvolver outros projetos que beneficiem ainda mais a população”, afirmou o prefeito.

Também foram citadas algumas iniciativas de
programas que enfatizem a gestão compartilhada. Ações que reforçam o trabalho
da Prefeitura em desenvolver atividades que envolvam a população em ações que
favoreçam o resgate do amor pela cidade.

O pastor Francisco Moraes apontou que a reunião
despertou essa importância de maior valorização de São Luís por parte dos seus
moradores. “O encontro foi muito proveitoso. Além de estarmos reunidos
agradecendo a Deus pela vida fomos sensibilizados a olhar para a nossa cidade
com mais amor e buscar cada vez mais ser um bom cidadão ludovicense,
contribuindo para a construção de uma cidade melhor”, afirmou o líder
religioso.

  • Jorge Vieira
  • 27/set/2014

Caxias e Coelho Neto lotam as ruas com Flávio Dino e Roberto Rocha

As ruas das cidades de Caxias e Coelho Neto ficaram
cheias de esperança e desejo de dias melhores para todos os maranhenses. Foi
assim que os candidatos a governador Flávio Dino e senador Roberto Rocha foram
recebidos nesta sexta-feira (26).

Em Caxias, o trabalho de Flávio Dino pela cidade
foi lembrado pela dona de casa Paula Regina Alves, 24 anos. O compromisso com a
região foi um dos pontos marcantes para definir o voto dela no dia 5 de
outubro. “Ele destinou muito recurso para ginásio esportivo, campo de
futebol, posto de saúde, Veneza, unidades habitacionais. Nas palavras dele tem
muita verdade”, disse.

As propostas para a área da saúde chamaram a
atenção do enfermeiro Hyago Bezerra, 22 anos. Destaque para o Mais Médicos
Estadual, que vai estimular a formação de profissionais e garantir a presença
em todas as regiões com estabilidade, remuneração adequada e promoção por
mérito. “É um bom programa”, definiu. Sobre a recepção em Caxias,
Hyago resumiu: “É uma campanha calorosa”.

“A esperança é muito grande”

Observando também a participação popular no
movimento de mudança política no Estado, o estudante Weberth Marques, 27 anos,
disse estar cheio de expectativa com o novo governo. Ele espera a retribuição
ao povo do Maranhão com trabalho. “A esperança é muito grande. Vai acabar
a era Sarney e começar a era do povo”, acredita. Weberth é morador de Duque
Bacelar, cidade vizinha a Coelho Neto, mas fez questão de participar do comício
para ouvir as propostas de melhoria da qualidade de vida dos maranhenses.

Citando um problema crônico de grande parte da
população do Estado, a dona de casa Francisca Sousa, 35 anos, destacou a
importância do Programa Água para Todos. “Já vi os outros e nunca muda,
agora quero ver Flávio Dino”, apontou.

Quem também destacou o Programa de Governo foi a
agente comunitária de endemias Francinete Leal. Ela ressaltou as garantias de
melhoria das condições de trabalho e a contrapartida do Estado quanto ao piso
salarial. “É o candidato que tem proposta e compromisso com o povo, de
ajudar não só os coelhonetenses, mas todos os maranhenses”, concluiu.

O poder passa

Na visita às cidades, faltando nove dias para as
eleições, Flávio Dino voltou a defender que não basta apenas mudar os
políticos. “Não penso no exercício do poder, porque o poder passa.
Importante é cuidar das pessoas e não vou envergonhar o povo do Maranhão”,
disse sob aplausos. Na mesma linha, o candidato ao Senado acredita que o dia 5
de outubro será a vez de a população dizer que o Estado não tem dono.

As atividades foram acompanhadas pelos candidatos a
deputado estadual Humberto Coutinho, Rafael Leitoa, Fernanda Morais, Albino,
Levi Pontes, Fábio Macedo, Américo de Sousa, e a federal Zé Reinaldo, Rubens
Júnior, Simplício Araújo e Cláudio Furtado.

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