Carlos Madeiro
Do UOL
Folha – A PGR
(Procuradoria Geral da República) atacou, em manifestações protocoladas no STF
(Supremo Tribunal Federal), a tentativa de seis políticos de trancar os
inquéritos abertos no tribunal em decorrência da Operação Lava Jato.
A PGR
afirmou que a tentativa de arquivar as apurações deve ser repudiada pelo STF
pela “ausência de pressupostos legais objetivos”. A PGR viu nos
recursos uma tentativa de “burlar” a jurisprudência do STF, que já
teria reconhecido que cabe aos ministros relatores dos inquéritos a decisão
sobre arquivar uma investigação ou ordenar eventuais diligências.
Sobre os
casos de Lobão e Roseana, a procuradora afirmou: “Podem os agravantes
discordar e entender que não haveria elementos para a apuração. Entretanto, os
elementos dos autos impõem a necessidade de apuração integral do que
concretamente referido, inclusive como garantia do próprio investigado, para
que se apure na íntegra o que efetivamente há em seu desfavor”.
O líder do governo na Assembleia Legislativa,
deputado Rogério Cafeteira (PSC), num contundente pronunciamento, nesta tarde
de segunda-feira (04), questionou as constantes acusações feitas pela deputada
Andrea Murad (PMDB) contra o Governo do Estado.
O prefeito Edivaldo recebeu na tarde desta
segunda-feira (4) a visita da ministra da Secretaria de Políticas de Promoção
da Igualdade Racial (Seppir), Nilma Lino Gomes, que veio a São Luís com
atividades da Caravana Pátria Educadora pela Promoção da Igualdade Racial e
Superação do Racismo. A reunião teve como objetivo ampliar o diálogo e firmar
parcerias a fim de fortalecer a pauta de igualdade racial em todo o país.
Após o Supremo Tribunal
Federal acabar com o factoide criado pelo que restou da oligarquia Sarney para
tentar atrapalhar o processo de licitação para a contratação das OS e Oscips
que vão administrar os hospitais da rede estadual, agora foi o Tribunal de
Justiça do Maranhão que impôs mais uma derrota a deputada Andrea Murad (PMDB) em sua
tentativa de cancelar, através de medida liminar, o processo seletivo realizado
pela Secretaria de Saúde para a contratação das entidades que vão administrar
os hospitais da rede estadual.
O
magistrado explica no relatório que a “Constituição Federal estabelece que as
ações e serviços de saúde são de relevância pública, devendo a sua execução ser
feita diretamente (pelo Estado) ou através de terceiros, e, também, por pessoa
física ou jurídica de direito privado (art. 197)”.
Ao
concluir a exposição de motivos pelo qual negou e pedido de medida cautelar,
Velten enfatiza que “pelo que se depreende dos autos, o edital (fls. 51/73)
impugnado na ação popular movida pela Agravante contempla um procedimento de
escolha permeado por critérios objetivamente definidos, muitos dos quais
extraídos da própria Lei 8.666/93, donde concluir que o pedido de tutela
antecipada aqui formulado carece de prova inequívoca da verossimilhança da
alegação, requisito sem o qual não é possível a concessão da tutela de urgência
vindicada”.
Muito se tem falado sobre a necessidade de uma
reforma política no Brasil. O tema que é assunto recorrente entre especialistas
e pessoas que discutem política estará em pauta no fórum de debate “Reforma
Política: Qual o Caminho para Fortalecimento da Democracia Brasileira ?”, que
acontece nesta terça-feira (5), a partir das 19h, no auditório da Faculdade do
Estado do Maranhão – Facem.
Ele lembrou que a discussão iniciou com as
manifestações populares nas ruas em junho de 2013, e ganhou um maior destaque
após o discurso da presidenta Dilma Roussef sobre as mesmas. Nas rádios, canais
de TV, sites e redes sociais o tema foi propagado e bastante discutido.
A reforma política pode ser entendida como um conjunto
de propostas para uma reorganização do sistema político brasileiro que não
foram modificados na Assembleia Nacional Constituinte (1987/1988). Foi no final
da década de 1990 que o debate sobre a reforma política tomou a forma como o
que vem sendo discutindo hoje, se configurando em torno de alguns pontos: a
reorganização ampla das regras do sistema político e da forma de financiamento
de campanha, a criação de novas instituições capazes de aumentar a participação
e os diferentes padrões de interação entre instituições representativas e
participativas.