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  • Jorge Vieira
  • 2/jan/2012

PSDB e PSD lançam 300 sindicalistas candidatos

Partido presidido por Kassab já contabiliza quase 90 pré-candidatos sindicalistas. PSDB deve ter cerca de 200 candidatos
AE
O recém-criado PSD e o veterano PSDB estão mobilizando forças para conquistar espaço no mundo sindical, antigo e influente reduto do PT. O primeiro teste desse esforço está marcado para as eleições municipais deste ano. De acordo com o presidente do PSDB, deputado Sérgio Guerra, no pleito municipal os tucanos vão lançar, em todo o País, cerca de 200 candidatos originários de sindicatos de trabalhadores. A maior parte deve concorrer a cargos em câmaras municipais, mas o grupo também reunirá pretendentes às cadeiras de prefeito e vice.
Na mesma trilha, o partido presidido pelo prefeito paulistano Gilberto Kassab já contabiliza quase 90 pré-candidatos sindicalistas. “Mas esse número deve aumentar”, anuncia, entusiasmado com a ideia, Ricardo Patah, presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT) – uma das seis centrais legalmente constituídas no País, com cerca de mil sindicatos filiados. 
Desde que preencheu a ficha de filiação ao PSD, em setembro, Patah articula a base e as candidaturas sindicalistas do partido. Antes de ser convidado por Kassab, ele foi sondado pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), e pelo vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB). Também preocupados em romper o cerco do PT no meio sindical, os dois manifestaram seu desejo de ter a UGT próxima de seus partidos.
Alianças
A corrida pelos sindicalistas tem boas razões. Uma delas é o bem cimentado casamento entre o PT e a Central Única dos Trabalhadores (CUT), a maior e mais influente, com 3.438 entidades filiadas. Mesmo independentes oficialmente, as duas organizações quase sempre funcionam, na bonança e na crise, sincronizadas como se fossem uma só máquina. 
O PT também é mais hábil e convincente no diálogo com outras correntes. Na eleição presidencial de 2010, para citar um caso, nenhuma central apoiou o tucano José Serra: as seis ficaram ao lado de Dilma Rousseff. “Esse apoio foi fundamental para a vitória de Dilma, da mesma maneira que antes havia garantido a vitória de Lula”, assegura Antonio de Souza Ramalho, presidente do Sindicato da Construção Civil de São Paulo e vice-presidente da Força Sindical – a segunda maior do País, com 2.675 entidades filiadas. As informações são do jornal “O Estado de S. Paulo”.

  • Jorge Vieira
  • 2/jan/2012

STF barra leis que elevam aposentadoria de servidor

Assembleias de PI e MA tentaram atalho para aumentar limite para 75 anos
Supremo anula novo teto, que só poderia vigorar com a “PEC da Bengala”, engavetada na Câmara desde 2005
FELIPE SELIGMAN
ANDREZA MATAIS
de brasília
Alguns Estados brasileiros tentaram no ano passado passar por cima das atribuições do Congresso e esboçaram ou aprovaram leis para elevar de 70 para 75 anos o teto de aposentadoria obrigatória do serviço público.
Decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) de novembro, entretanto, dissolveu a tentativa de cortar caminho para mudar a regra.
Leis aprovadas nas assembleias legislativas do Maranhão e do Piauí haviam definido a elevação.
Amazonas, Distrito Federal, Goiás e Mato Grosso do Sul também esboçaram leis parecidas.
Ao julgar pedidos de liminar contra as leis, o Supremo suspendeu sua validade. A alteração só pode ser feita na Constituição Federal.
A Carta de 1988 determina que aos 70 anos todo servidor público brasileiro será compulsoriamente aposentado.
O Senado já aprovou PEC (Proposta de Emenda à Constituição), em 2005, aumentando para 75 o teto. A chamada “PEC da Bengala”, porém, está engavetada desde então na Câmara.
O presidente da Assembleia do Piauí, Themístocles Filho (PMDB), disse à Folha que o objetivo da iniciativa é fazer com que os deputados federais “se posicionem”. Na mesma linha, o deputado estadual maranhense Tatá Milhomem (DEM) diz que “falta coragem ao Congresso para discutir o assunto”.
Para defensores da medida, ela permitiria aproveitar a longa experiência de servidores ainda em condições de trabalhar. Quem é contra, como a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) e a AMB (Associação dos Magistrados Brasileiros), diz que a mudança trava a renovação de quadros e cria “cargos vitalícios”.
Está em jogo, por exemplo, a extensão do mandato de dois ministros do STF, Cezar Peluso e Ayres Britto, que pela regra atual se aposentam neste ano. Jovens servidores veem no hipotético novo teto um entrave a promoções.

  • Jorge Vieira
  • 2/jan/2012

PF flagra desvio recorde de recursos públicos em 2011

FERNANDO MELLO
DE BRASÍLIA
Operações da Polícia Federal flagraram desvio de R$ 3,2 bilhões de recursos públicos em 2011, dinheiro que teria alimentado, por exemplo, o pagamentos de propina a funcionários públicos, empresários e políticos.
O valor é mais do que o dobro do apurado pela polícia em 2010 (R$ 1,5 bilhão) e 15 vezes o apontado em 2009 (R$ 219 milhões). A título de comparação, representa quase metade do dinheiro previsto para as obras de transposição do rio São Francisco.
O total de servidores públicos presos também aumentou: de 124, em 2010, para 225, no ano passado.
Os números, a que a Folha teve acesso, estão em um relatório produzido a partir apenas das operações. Segundo a PF, trata-se do valor provado nas investigações, que são repassadas para o Ministério Público tentar reaver o dinheiro.
Apesar de coincidir com o ano em que houve a chamada “faxina” no ministério de Dilma Rousseff, com a queda de seis ministros sob suspeitas de irregularidades, não há relação causal -as grandes operações decorrem de investigações mais antigas.
Para delegados de Polícia Fazendária, área que investiga os desvios de verbas, o aumento da comprovação do rombo deve-se à formação de equipes especializadas.
É o caso de Bahia, Ceará, Maranhão, Rio Grande do Sul e São Paulo.
Nas próximas semanas será criada unidade específica, em Brasília, de Repressão a Desvios de Verbas Públicas.
Também em 2011, a PF produziu seu primeiro manual de investigação de desvios de recursos, distribuído para as sedes estaduais.
“As técnicas de investigação têm sido aprimoradas. Afinal, crimes envolvendo verbas públicas ocorrem em áreas sensíveis para a sociedade”, diz o delegado Rodrigo Bastos, da Coordenação-Geral de Polícia Fazendária.
A PF realizou, em 2011, a maior apreensão de dinheiro da história das investigações no Brasil: o equivalente a R$ 13,7 milhões foi encontrado nas casas de auditores da Receita Federal em Osasco (SP).
Foi durante a Operação Paraíso Fiscal. O dinheiro estava em caixas de leite, fundos falsos de armário e em forros.
Em quatro meses, a PF flagrou um dos acusados comprando três carros de luxo à vista e em dinheiro vivo.
A partir da operação, o Ministério Público Federal denunciou oito auditores, acusados de selecionar empresas para fiscalização e exigir delas propina para engavetar ou relaxar a cobrança de débitos tributários. Eles negam.
Em outra operação, a Casa 101, a PF descobriu que, na região de Recife, quase todos os contratos entre Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte) e construtoras eram fiscalizados por apenas um servidor.
Pagamentos eram liberados mesmo com fortes indícios de superfaturamento.
Resultado: em um contrato, a PF calculou prejuízo de R$ 67 milhões. Segundo a investigação, o servidor do Dnit recebeu um pedaço do butim.
Na Operação Saúde, do Rio Grande do Sul, 34 funcionários públicos municipais foram presos, acusados de desviar verbas federais destinadas à compra de medicamentos. Em um ano, o grupo teria movimentado um total de R$ 70 milhões.

  • Jorge Vieira
  • 31/dez/2011

Oligarquia Sarney quer se livrar de Washington a qualquer custo

A abertura de negociações para a manutenção da aliança PT/PMDB na sucessão municipal e o desprendimento dos peemdebistas em ceder a cabeça da chapa aos petistas trata-se, na verdade, apenas de um gesto de boa vontade do Palácio dos Leões ao vice-governador Washington Luís, a ser cobrado num futuro bem próximo.
Quem acompanha o cenário da política local nunca engoliu a história de que Roseana vai se aposentar após o final do atual mandato. A governadora é candidata sim ao Senado e para concorrer terá que se afastar e entregar a faixa governamental ao petista.
O problema está justamente ai. Washington governador e com direito a reeleição é impensável para a oligarquia Sarney. Farão de tudo para tirá-lo do caminho e a primeira tentativa será elegê-lo prefeito de São Luís em 2012, tendo como sustentáculo da candidatura os governos federal e estadual, duas máquinas poderosas. Se não der, uma cadeira de conselheiro do TCE (Tribunal de Contas do Estado) será ofertada para que ele não assuma o cargo.
Conversei ontem pela manhã com o pré-candidato do PMDB, Max Barros, e em nenhum momento ele afirmou que será candidato a prefeito de São Luís, até falou na existência de outros nomes que poderão representar bem o grupo. Sinceramente não vi nele disposição para encarar o desafio, embora o considere um bom nome para administrar São Luís.
Já apresentaram pré-candidaturas no PT os deputados Bira do Pinderá e José Carlos da Caixa e os secretários José Antonio Heluy  e Rodrigo Comerciário. Com exceção de Bira, os outros três são do time do vice-governador e não teriam muita dificuldade em derrotá-lo, caso ocorra prévias.
Embora Washington tenha declarado recentemente apoio a Bira, o fato é que nos bastidores são fortes os comentários de que a aliança PT/PMDB é uma realidade e que o vice-governador poderá ser o candidato do consenso do grupo da governadora.
O deputado Domingos Dutra, que já andava chateado com a aproximação de Bira com Washington, agora mesmo que vai espernear mais que “siri na lata”. Se prevalecer a articulação, pode acontecer o mesmo que aconteceu em 2010, ou seja, um novo racha. A banda pobre petista acompanhará a aliança e os autênticos declararão voto a um candidato de oposição ao prefeito e a governadora.             

  • Jorge Vieira
  • 30/dez/2011

Edinho Lobão não comprova propriedade de terreno desapropriado pela Via Expressa

O secretário de Infraestrutura, Max Barros (PMDB), fez esta manhã (30) uma revelação surpreendente em relação a uma suposta indenização milionária que estaria sendo reivindicada pelo senador Edison Lobão Filho (PMDB) por uma área onde passará a Via Expressa, no Cohafuma. Segundo Max, embora tenha sido notificado, Edinho não apresentou documentação comprovando a propriedade do terreno e nem solicitou pagamento pela desapropriação.
“Tive conhecimento de que o terreno pertencia ao senador, mandei o Dr. Aparício Bandeira procurá-lo e informá-lo que área estava sendo desapropriada e que ele apresentasse a comprovação da propriedade para que a Caixa Econômica Federal procedesse a avaliação, mas até o momento não recebemos nenhum documento e nem pedido de indenização. A Via Expressa, inclusive, já passou por lá e vai continua avançando para cumprir seu cronograma”, enfatizou Max Barros.
Max fez a revelação durante confraternização com a imprensa, no hotel da orla, quando aproveitou para fazer um balanço das atividades de sua pasta e anunciar algumas novidades para 2012, como a construção da Avenida Metropolitana, um projeto desenvolvido para criar o anel viário da Ilha de São Luís e que consumirá R$ 450 milhões na primeira etapa.
O esclarecimento sobre a suposta indenização pela área desapropriada foi solicitado pelos jornalistas em função das especulações de que o senador estaria pleiteando R$ 100 milhões pelo imóvel. 
“A Via Expressa já passou por este terreno e estamos aguardando que o proprietário se manifeste e apresente a documentação para que possamos autorizar a CEF proceder a avaliação do bem, como está sendo feito com todas as casas que estão no trajeto da obra, mas até agora ele não nos procurou”, informou Barros.    
  

  • Jorge Vieira
  • 30/dez/2011

Beija-Flor vai levar em último carro o Cristo Mendigo de 89 para homenagear Joãosinho Trinta

Fabíola OrtizLuiz Caversan/Folhapress
  • Carro "Cristo Mendigo" da escola de samba Beija-Flor de Nilópolis, envolto em plástico preto e com uma faixa com a inscrição "Mesmo proibido, olhai por nós!", durante o desfile no sambódromo do Rio de Janeiro (7/2/1989) Carro “Cristo Mendigo” da escola de samba Beija-Flor de Nilópolis, envolto em plástico preto e com uma faixa com a inscrição “Mesmo proibido, olhai por nós!”, durante o desfile no sambódromo do Rio de Janeiro (7/2/1989)
Para homenagear Joãosinho Trinta, a Beija-Flor vai levar no seu último carro alegórico uma das mais célebres criações do carnavalesco, o Cristo Mendigo.

O carnavalesco Joãosinho Trinta seria um dos destaques no espetáculo da escola de Nilópolis no próximo Carnaval, que levará à Sapucaí o enredo dos 400 anos de fundação de São Luís do Maranhão, cidade natal do artista.

Morto na manhã de sábado do dia 17 de dezembro aos 78 anos, a escola de samba Beija-Flor esperava contar com a sua presença no desfile no dia 19 de fevereiro. Para preencher a sua ausência e prestar uma grande homenagem ao carnavalesco que revolucionou a estética do carnaval, a escola do Grupo Especial divulgou nesta sexta (30) que a última alegoria do desfile da Beija-Flor em 2012 fará uma alusão ao Cristo Mendigo, carro que abriu o desfile “Ratos e urubus rasguem a minha fantasia”, que a escola de Nilópolis, na Baixada Fluminense, levou à Marquês de Sapucaí no Carnaval de 1989.

Naquele ano, a Beija-Flor foi vice-campeã mas o desfile continua sendo lembrado como um dos mais marcantes da história da passarela do samba carioca.

A convite do diretor de carnaval da escola, Laíla, o professor e dramaturgo Amir Haddad participará da homenagem ao ilustre maranhense. Haddad foi responsável pela comissão de frente e pela preparação dos componentes que cruzaram a Avenida na alegoria naquele ano de 89.

“Recebi o convite do Laíla com muita emoção, porque minha relação com o João foi muito intensa naquele ano. Quando me chamou para fazer parte do desfile, o João me disse que eu carnavalizava o teatro e que ele queria que eu teatralizasse o carnaval dele”, comentou o criador do grupo de teatro ‘Tá na rua’.

Os mesmos integrantes do grupo que desfilaram há 23 anos devem voltar ao Sambódromo em 2012.

Além do pessoal do ‘Tá na rua’, atores da ‘Companhia Amor e Arte’ também vão participar da homenagem a Joãosinho, que assinou os desfiles da Beija-Flor de 1976 a 1992, período em que a escola conquistou cinco campeonatos.

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