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  • Jorge Vieira
  • 21/jul/2016

Senador pressiona direção do PSB para rifar Bira da sucessão municipal em troca do voto a favor do impeachment de Dilma

Roberto RochaO senador Roberto Rocha resolveu jogar sujo para satisfazer seus interesses pessoais na sucessão municipal. Rocha tem pressionando fortemente a direção do Diretório Nacional do PSB, barganhando o voto no impeachment em troca de uma declaração do dirigente rifando o deputado Bira do Pindaré do processo eleitoral.

O senador, conhecido nos bastidores da política como “asa de avião” usa seu voto a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff para conseguir uma declaração de Carlos Siqueira descartando a candidatura própria e respaldando o filho, vereador Roberto Rocha Junior, como vice na chapa que lhe aceitar.

“O que ele quer é se eximir da responsabilidade, no estilo atirar pedra e esconder as mãos. Em ato covarde, faz isso porque não tem coragem de assumir os próprios atos”, disse um militante do partido.

A informação colhida pelo blog é que essa declaração pode sair ainda hoje. Já tentaram por diversas formas fazer com que o Bira desistisse da candidatura pra facilitar as coisas pra ele. Dado os últimos acontecimentos, isso é óbvio que não vai ocorrer.

  • Jorge Vieira
  • 21/jul/2016

Pesquisa mostra Luciano Leitoa com 18% na frente dos adversários

Do Portal AZ – A primeira pesquisa Data AZ para as eleições em Timon, em 2016, aponta vantagem de até 18 pontos percentuais do atual prefeito Luciano Leitoa (PSB) em relação ao candidato melhor situado na oposição, o deputado estadual Alexandre Almeida (PSD). A ex-prefeita Socorro Waquim (PMDB) aparece em terceiro lugar, bem distante dos dois primeiros colocados na sondagem.

Pesquisa Data AZ em Timon: Luciano Leitoa (42,60%), Alexandre Almeida (28,80%) e Socorro Waquim (11,60%)

A pesquisa realizada no dia 14 de julho, com 500 eleitores em 40 bairros e localidades rurais, aponta Leitoa com 42,60% das intenções de voto em sondagem estimulada, contra 28,80% de Alexandre Almeida. Socorro Waquim aparece com 11,60%.

Na pesquisa estimulada, quando são apresentados os nomes dos prováveis postulantes ao cargo de prefeito, são ainda citados, com até um ponto percentual, o empresário Ramon Alves de Sousa (PP), da empresa Timon City, com 3,60% e Irmão William (PSC), com 1,20%.

Os que dizem não saber ou não opinam sobre a eleição chegam a 4,40%, enquanto aqueles que não escolheriam nenhum dos nomes chegam a 5,60%. Somados esses dois percentuais como eleitores indecisos, chega-se a 10%.

Pesquisa espontânea

Luciano Leitoa aparece com 38,40% na sondagem espontânea, ou seja, quando o eleitor diz o nome do candidato sem que lhe seja apresentada uma lista de postulantes. Alexandre Almeida aparece com 20% e Socorro Waquim tem 7,20%. Os indecisos (soma de nenhum candidato e não sabem ou não opina), tem-se um terço dos eleitores: 33,4%.

Mesmo tendo menor percentual de intenções de voto na pesquisa estimulada em relação à espontânea (42,60% contra 38,40%), o prefeito Luciano Leitoa tem maior margem sobre o principal adversário na declaração espontânea de voto: 18,40% sobre o deputado Alexandre Almeida.

Alexandre Almeida é o menos rejeitado

Ex-vereador de Timon e deputado estadual, Alexandre Almeida tem a favor dele na sondagem a menor taxa de rejeição entre os três principais postulantes à Prefeitura de Timon. Somente 10,60% dos eleitores dizem que não votariam nele de jeito nenhum para ocupar o cargo.

A mais rejeitada na sondagem feita pelo Data AZ é a ex-prefeita de Timon, Socorro Waquim. Se a eleição fosse hoje, ela apareceria com 30,20% de rejeição, seguida do atual prefeito Luciano Leitoa, com 26%.

Os menos rejeitados na pesquisa são também aqueles candidatos com menores percentuais das intenções de voto tanto na sondagem estimulada quanto na espontânea: Ramon da Timon City (3,40%), Dimas Casimiro (1,20%), Eliésio Silva e Irmão William (1%).

Os eleitores que não sabem, não opinam ou não rejeitam nenhum dos candidatos somam 25,80%.
Socorro Waquim perde para Almeida e Leitoa

O Data AZ simulou cenários de disputa direta entre os candidatos em Timon e neles a ex-prefeita Socorro Waquim perderia tanto se disputasse com Luciano Leitoa, seu sucessor na Prefeitura, quanto para o deputado Alexandre Almeida, que poderá vir a ser aliado dela na campanha.

No cenário em que fosse candidata contra Luciano Leitoa, Socorro teria menos da metade dos votos do adversário. Leitoa aparece com 53,20% das intenções de voto, contra 25,40% da peemedebista.

Num embate com Almeida, Socorro teria ainda menos votos. O deputado estadual seria votado por 54,60% dos eleitores consultados contra 21% de intenções de voto para a ex-prefeita.

O cenário no qual há mais equilíbrio é o de uma disputa direta entre Luciano Leitoa e Alexandre Almeida. Neste caso, o prefeito venceria com 42,20% das intenções de voto, uma diferença de 3,2% em relação ao deputado estadual, que surge com 39%.
Certeza do voto é elevada

Mais da metade dos timonenses ouvidos pela Data AZ (58%) diz já ter definido o voto para prefeito, contra 25,60% que ainda não estão decididos sobre em quem votar.

Há 15% de eleitores declarando que talvez tenham definido voto.

Então, chega a 40,60% a soma dos que ainda não definiram voto com aqueles que estão numa zona de indecisão sobre definir ou não o candidato como uma certeza.

Sistema de Pesquisa

Sistema de PesquisaFicha técnica da pesquisa

Registro na Justiça Eleitoral: MA-01126/2016.

Tamanho da mostra – 500 pessoas, sendo 450 na zona urbana e 50 na zona rural.

Número de bairros e localidades pesquisadas – 40.

Data de realização – 14 de julho de 2016.

Margem de erro – 4,4% para mais ou para menos.

Contratante: Portal AZ

  • Jorge Vieira
  • 20/jul/2016

Justiça divulga limite de gastos nas eleições municipais

Uol – A Justiça Eleitoral divulgou nesta quarta-feira (20) os limites de gastos nas eleições municipais que serão realizadas em outubro em todo o país.

Os valores máximos para os gastos de campanha variam em cada município. O teto máximo é o da cidade de São Paulo, que possui o maior número de eleitores. Na capital paulista, cada candidato a prefeito poderá gastar até R$ 45,4 milhões no primeiro turno, e R$ 13,6 milhões no segundo turno.

Os menores limites de gasto estão nos 3.794 municípios com até 10 mil eleitores, onde os candidatos a prefeito poderão gastar até R$ 108 mil. Nessas cidades não há previsão de segundo turno, que só é realizado em cidades com mais de 200 mil eleitores.

Nestas eleições, passa a valer a proibição de doações de empresas privadas aos partidos e candidatos. A restrição foi determinada por julgamento do STF (Supremo Tribunal Federal) que entendeu que o financiamento privado seria inconstitucional por favorecer o poder econômico e desequilibrar a disputa.

A proibição tem levado candidatos a estimarem que o total de gastos ficará bem abaixo do teto. Serão permitidas apenas doações de pessoas físicas, limitadas a 10% da renda obtida no ano passado.

Os limites de gastos em todo o país serão menores que os da última eleição municipal, em 2012. Isso porque a minirreforma eleitoral aprovada no ano passado pelo Congresso Nacional fixou em 70% do maior gasto declarado na eleição anterior o teto para os gastos de campanha.

Antes, eram os próprios partidos que informavam qual seria o total dos custos de campanha.

Em São Paulo, por exemplo, a campanha mais cara em 2012 foi a do prefeito Fernando Haddad (PT), que declarou à Justiça Eleitoral ter gasto R$ 67 milhões.

A regulamentação publicada pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) também prevê o número máximo de pessoas contratadas para atividades de campanha que pode ser feito por cada candidato.

Novamente esse limite será maior em São Paulo, com 97 mil contratações no caso dos candidatos a prefeito. O Rio de Janeiro vem logo depois, com seus candidatos a prefeito podendo contratar até 53 mil pessoas para atividades de propaganda eleitoral.

Veja o teto de gastos para as capitais no 1º e no 2º turno, respectivamente:

São Paulo – R$ 45.470.214,12 – R$ 13.641.064,24
Belo Horizonte – R$ 26.697.376,47 – R$ 8.009.212,94
Rio de Janeiro – R$ 19.858.352,08 – R$ 5.957.505,62
Salvador – R$ 14.679.383,56 – R$ 4.403.815,07
Fortaleza – R$ 12.408.490,10 – R$ 3.722.547,03
Curitiba – R$ 9.571.089,80 – R$ 2.871.326,94
Cuiabá – R$ 9.004.367,05 – R$ 2.701.310,12
Manaus – R$ 8.977.801,98 – R$ 2.693.340,59
Palmas – R$ 7.765.256,92 – (não há 2º turno)
Campo Grande – R$ 6.679.971,85 – R$ 2.003.991,56
Recife – R$ 6.607.443,14 – R$ 1.982.232,94
Vitória – R$ 6.457.662,00 – R$ 1.937.298,60
Porto Alegre – R$ 5.849.383,99 – R$ 1.754.815,20
Goiânia – R$ 5.683.083,86 – R$ 1.704.925,16
Natal – R$ 5.490.293,93 – R$ 1.647.088,18
Maceió – R$ 4.504.729,69 – R$ 1.351.418,91
Aracaju – R$ 3.763.115,71 – R$ 1.128.934,71
Florianópolis – R$ 3.628.198,44 – R$ 1.088.459,53
São Luís – R$ 3.142.045,97 – R$ 942.613,79
Porto Velho – R$ 2.957.334,54 – R$ 887.200,36
João Pessoa – R$ 2.465.246,00 – R$ 739.573,80
Teresina – R$ 2.191.795,79 – R$ 657.538,74
Boa Vista – R$ 1.830.123,37 – R$ 549.037,01
Belém – R$ 1.414.386,25 – R$ 424.315,88
Macapá – R$ 1.182.802,88 – R$ 354.840,86
Rio Branco – R$ 222.066,85 – R$ 66.620,06

  • Jorge Vieira
  • 20/jul/2016

PRE/MA representa contra PP, PTB, PSB e PMN por propaganda partidária irregular

elições 2A Procuradoria Regional Eleitoral no Maranhão (PRE/MA) representou contra o Partido Progressista (PP), Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Partido Socialista Brasileiro (PSB) e Partido da Mobilização Nacional (PMN) junto ao Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão por prática de propaganda partidária irregular. De acordo com a ação, os partidos utilizaram o tempo destinado à propaganda partidária para promover pré-candidatos à Prefeitura Municipal de São Luís nas próximas eleições.

Em junho desse ano, os deputados estaduais Carlos Wellington de Castro Bezerra, mais conhecido como Wellington do Curso (PP), Ubirajara do Pindaré Almeida Sousa, conhecido como Bira do Pindaré (PSB), e Eduardo Salim Braide (PMN) participaram ativamente de inserções de seus respectivos partidos em emissora de televisão local com o objetivo de atender a interesses pessoais, já que são apontados como pré-candidatos a prefeito da capital maranhense. Na inserção do PP, o deputado Wellington do Curso falou abertamente estar “lançando, oficialmente, a pré-candidatura a prefeito de São Luís”.

De acordo com o procurador regional eleitoral, Thiago Ferreira de Oliveira, os três partidos “desvirtuaram a propaganda partidária, que tem como finalidade promover as ideias e programas do partido, e não ser usada como instrumento de promoção pessoal de qualquer filiado”.

Já o PTB, no mesmo mês, teria promovido o atual prefeito Edivaldo de Holanda Júnior, filiado ao Partido Democrático Trabalhista (PDT). Nas inserções do partido, Edivaldo anunciou suas realizações no exercício do cargo. Segundo a ação, o “PTB submeteu-se a ser um veículo de propaganda do PDT e da futura candidatura de Edivaldo à reeleição ao cargo de Prefeito de São Luís”, o que também é vedado por lei.

De acordo com a PRE/MA, ao permitir a promoção pessoal de pretenso candidato a cargo eletivo em programa partidário e, no caso do PTB, permitir ainda a participação de pessoa não filiada, os partidos submeteram-se à aplicação de penalidade definida em lei, que prevê o desconto de tempo de programação no semestre seguinte àquele em que é praticado o ato ilícito.

Por esse motivo, a Procuradoria Regional Eleitoral no Maranhão pede que o direito de transmissão do Partido Progressista (PP), Partido Trabalhista Brasileiro (PTB), Partido Socialista Brasileiro (PSB) e Partido da Mobilização Nacional (PMN) seja reduzido em cinco vezes o tempo das inserções irregulares no primeiro semestre de 2017, já que a pena não pode ser aplicada no segundo semestre de 2016, por ser proibida a veiculação de propaganda partidária gratuita nesse período.

  • Jorge Vieira
  • 20/jul/2016

O triste legado que João Castelo entregou para Eliziane dar continuidade

Eliziane prometeu dar continuidade ao legado de João castelo

Eliziane prometeu dar continuidade ao legado do ex-prefeito João castelo

Na reta final para a realização das convenções que vão oficializar os candidatos a prefeito de São Luís, o deputado João Castelo (PSDB), ex-prefeito de capital, que perdeu o mandato ao disputar a reeleição, em 2012, afirmou que a pré-candidata Eliziane Gama (PPS) é quem possui o perfil ideal para dar continuidade ao seu legado. Para que o eleitor conheça que legado é esse, o blog resolveu contar em capítulos, a começar por infraestrutura e transporte.

INFRAESTRUTURA – João Castelo foi condenado pela juíza titular da 1ª Vara da Fazenda Pública de São Luís, Luzia Madeiro Neponuceno, à perda da função pública e dos bens, além do ressarcimento de R$ 115 milhões aos cofres públicos por “ato de improbidade administrativa”, praticados em 2009 e 2010.

A condenação foi motivada pelo decreto emergencial para dispensa de licitação que resultou na contratação da empresa “Pavetec Construções Ltda” para a realização de obras de pavimentação asfáltica, nos valores de R$ 29 milhões e R$ 85 milhões, em 2009 e 2010, respectivamente. Não houve comprovação de realização das referidas obras, não houve comprovação das ocorrências emergenciais em ruas e avenidas da cidade para legitimar a realização dos serviços contratados sem licitação.

Diante deste legado, pergunta-se: a candidata vai proceder da mesma forma? Vai contratar empresa amiga sem licitação? Como ela se dispõe a seguir o caminho do seu tutor, tudo pode acontecer.

TRANPSORTE – O ex-prefeito João Castelo foi denunciado em março de 2016 pelo Ministério Público do Maranhão (MP-MA) por fraude na licitação referente à compra do Veículo Leves Sobre Trilhos (VLT). O VLT foi uma das promessas de campanha de Castelo durante as eleições municipais de 2012. Na ação, ajuizada pelo promotor João Leonardo Leal (29ª Promotoria de Defesa do Patrimônio e da Probidade Administrativa de São Luís), o MP acusa Castelo de praticar ilegalidades também na implantação dos trilhos e construção de estações de passageiros.

Na Ação Civil Pública, consta que, durante a fase de preparação do procedimento, somente uma das empresas consultadas – a Bom Sinal Indústria e Comércio Ltda -, apresentou proposta com valor individual de R$ 7,84 milhões. O contrato para aquisição do VLT foi assinado em julho de 2012. Duas semanas após, o município celebrou o 1º termo aditivo reduzindo o valor da contratação para R$ 6,4 milhões, dos quais foram pagos 97,5%.

O MP constatou que, no processo licitatório, não foi prevista dotação orçamentária para a aquisição do veículo, o que resultou na insuficiência dos recursos para custear a despesa, levando o ex-prefeito João Castelo a emitir dois decretos de abertura de crédito no valor de R$ 6,5 milhões. Os recursos foram remanejados das secretarias Extraordinária de Projetos Especiais (Sempe), de Informação e Tecnologia (Semit) e Urbanismo e Habitação (Semurh), sem autorização prévia da Câmara de Vereadores.

Outro ponto destacado na ação é a inexistência de estudo sobre o impacto orçamentário-financeiro da implantação do sistema de VLTs aos cofres do Município. A implantação do projeto obrigaria o Município de São Luís a arcar com custos não previstos anteriormente, referentes a limpeza, combustível, lubrificação e manutenção de trilhos, uma vez que “não houve nenhum planejamento nesse sentido, colocando em risco os cofres públicos, devido à provável demanda por novas despesas”.

As irregularidades não param por ai. Paralelamente ao pregão, o município realizou concorrência prevendo “contratação de empresa especializada em serviços de engenharia para implantação de projeto executivo, do Sistema de Veículos Sobre Trilhos”. O objetivo era a construção de uma via permanente e construção de estações de passageiros no trecho Terminal de Integração da Praia Grande-Bairro de Fátima. Nesse processo, não houve detalhamento do orçamento da obra. Somente foi demonstrada de forma reduzida a composição do custo total estimado para os serviços, sem apresentação de custos unitários relativos à mão de obra, materiais, além de taxas e tributos. O  valor estimado para a obra sofreu aumento significativo, mesmo sem nenhuma justificativa no processo licitatório. O valor inicial da licitação estimado para a contratação dos serviços (R$ 14.980.365,37) foi acrescido em 27,7%, chegando a R$19.096.142,63.

O Ministério Público questiona, ainda, a emissão das quatro ordens bancárias pelo Município para pagar os serviços de engenharia executados pela empresa Serveng Civilsan S.A. As apurações demonstraram que, de acordo com o Portal de Transparência do Município, as ordens de pagamento constam como “não pagas”.

  • Jorge Vieira
  • 20/jul/2016

Partidos se mobilizam para as convenções

SOPA-DE-LETRINHAS-PARTIDOS-POLÍTICOSEstá aberta a temporada para convenções partidárias. A partir de hoje os pré-candidatos já podem ser oficializados e iniciarem suas campanhas pela Prefeitura de São Luís.

O PSTU sai na frente e já já marcou sua convenção para a próxima sexta-feira (22), quando homologará a candidatura da professora Claudia Durans.

PCdoB e PSL, duas legendas da coligação articulada pelo Palácio dos Leões, vão reunir no sábado (23) para confirmar participação na aliança que apoiará a reeleição do prefeito Edivaldo.

Dia 29 julho será a vez do PSOL aclamar Valdeny Barros e dia 30 o PDT faz a festa de aclamação do prefeito. PMN (Eduardo Braide) e PP (Wellington do Curso) reúnem dia 3 de agosto, enquanto no dia 04 PMDB (?) e PPL (Zé Luís Lago) também confirmarão seus candidatos.

O PPS da deputada Eliziane Gama vai reunir a militância em convenção da data limite, ou seja, dia 05 de agosto.

 

 

  • Jorge Vieira
  • 20/jul/2016

Flávio Dino tem 60% de aprovação, revela pesquisa do instituto Exata

Jornal Pequeno

JP20160720O governo Flávio Dino é aprovado por 60% da população maranhense. É o que mostra pesquisa realizada pelo instituto Exata, entre os dias 12 a 17 de julho, em todas as regiões do Estado. Foram realizadas 1.400 entrevistas e a margem de erro é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos com intervalo de confiança de 95%.

De acordo com o levantamento, 36% dos maranhenses desaprovam o governo, enquanto 4% não sabem ou não responderam.

Na última pesquisa do mesmo instituto, a aprovação era de 56%. “Flávio Dino consegue manter um percentual elevado apesar do clima geral de pessimismo gerado pela crise econômica do país”, aponta o relatório do Instituto.

O desempenho pessoal do governador Flávio Dino, segundo o Exata, é ainda melhor e alcança 61% dos entrevistados. Com um ano e meio de governo, Flávio Dino mantém praticamente a mesma aprovação que o levou ao Palácio dos Leões em outubro de 2014, quando foi eleito com 63,52% dos votos.

Para 67% dos maranhenses, o governo Flávio Dino está sendo melhor ou igual ao que esperavam. O governo está melhor do que esperavam para 24%, enquanto 43% disseram que Flávio Dino tem feito governo dentro da expectativa. Trinta por cento disseram que o governo está sendo pior que o esperado e 2% não souberam ou não responderam.

“Em meio a muita depreciação da atividade política por conta dos escândalos amplamente veiculados, é de se destacar que o nível de aprovação do governo e de confiança no governador Flávio Dino é muito elevado”, destacou o relatório.

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