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  • Jorge Vieira
  • 16/mar/2017

As ‘caixas’ de Janot: MPF classifica pelo menos quatro tipos de doação para políticos

O Globo – Procuradores da Operação Lava-Jato já identificaram pelo menos quatro tipos de doação para políticos que são considerados crimes a partir do desvio de recursos da Petrobras e de outras áreas da administração pública. Para o Ministério Público Federal (MPF), não é possível falar em simples infrações ou erros eleitorais, como querem fazer crer líderes políticos que se articulam em busca de uma anistia geral para quem movimentou recursos de forma clandestina em campanhas.

— Para nós, o limite é o artigo 350 do Código Eleitoral — afirma um dos procuradores estão à frente da Lava-Jato.

Pelo artigo, é crime “omitir, em documento público ou particular, declaração que dele devia constar, ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita, para fins eleitorais’’. Ou seja, se um candidato recebe dinheiro de origem legal sem oferecer nada em troca, mas não declara a movimentação dos recursos à Justiça Eleitoral, comete crime, mesmo que tenha aplicado toda soma na campanha. Nesse caso, procuradores entendem que se trata de um crime eleitoral, sem consequências penais.

A partir daí, qualquer outra prática relacionada à movimentação de recursos não declarados sai da esfera eleitoral e vai para a área penal. No mapa dos ilícitos vinculados a campanhas, o Ministério Público identificou, além do caixa 2 básico, mais três tipos de movimentação indevida de dinheiro relacionados a campanhas políticas.

Um é o caso em que o candidato recebe doação e declara os valores à Justiça Eleitoral — mas a doação está ligada a alguma contrapartida, ou mesmo promessa de favor em qualquer esfera da administração pública. Podem ser ações no Legislativo ou Judiciário e não apenas no Executivo. É o caixa 1 com propina em que o candidato usa a Justiça Eleitoral para lavar dinheiro.

Para procuradores, o detalhamento é importante. Nos últimos dias, políticos suspeitos de uso de caixa 2 têm alegado que não poderiam oferecer vantagens a doadores porque estavam fora do governo. Ocorre que interesses dos doadores não se limitam a decisões do Executivo. Muitas empresas têm expectativas sobre projetos de lei, medidas provisórias e decisões judiciais, entre outras, que estão fora do alcance dos governos e, por isso, tentam comprar o apoio de parlamentares com doações.

Outro tipo de caixa 2 é aquele em que o candidato recebe a doação vinculada a uma troca de favores e não declara — ou informa apenas em parte os valores recebidos. Para o MPF, é mais um clássico caso de corrupção, não importa se o dinheiro foi aplicado integralmente na campanha ou em benefício próprio.

A quarta variante do mesmo tipo penal ocorre quando o candidato recebe doação, não declara à Justiça eleitoral e usa o dinheiro para fins pessoais.

‘ANISTIA À CORRUPÇÃO’

Em todos esses casos, o MPF entende que deve abrir inquérito e investigar arrecadadores e doadores por corrupção, lavagem e falsidade ideológica, entre outros crimes. Não existe no Código Penal um crime chamado “caixa 2. Mas a movimentação de dinheiro de campanha de forma clandestina, em qualquer uma das variantes, implica prática de algum ilícito já devidamente tipificado.

— Eu não sei como é possível anistiar caixa 2 sem anistiar a corrupção — afirma um procurador.

O entendimento dos procuradores da Lava-Jato tem respaldo do Supremo Tribunal Federal. Na semana passada, a Segunda Turma da Corte abriu processo contra o senador Valdir Raup (PMDB-RO) com base em recursos declarados por ele à Justiça Eleitoral. Para os ministros são fortes os indícios de que o senador registrou uma doação de R$ 500 mil da Queiroz Galvão apenas para camuflar uma suposta propina.

A decisão do STF reforça deliberações do juiz Sérgio Moro. Desde o início da Lava-Jato, Moro tem determinado prisões e lavrado sentenças com base no entendimento de que movimentação de recursos eleitorais vinculados a qualquer tipo de favor é crime, mesmo que o dinheiro tenha origem legal. Mas, com o recrudescimento do movimento pela anistia, procuradores acreditam que a proposta, se levada adiante, pode esmagar a Lava-Jato e servir de salvo conduto a corruptos.

  • Jorge Vieira
  • 15/mar/2017

Mais uma escola digna entregue por Flávio Dino

Quem duvidou que a realidade da educação maranhense fosse mudar para melhor se enganou. Mais uma escola digna foi entregue pelo governador Flávio Dino. A substituição das escolas feitas de taipa e de palha dão, com toda a certeza, mais dignidade para alunos e professores.

  • Jorge Vieira
  • 15/mar/2017

Assembleia Legislativa do Maranhão aprova reajuste de 8% aos professores do estado

Após horas de debate, os deputados da Assembleia Legislativa do Maranhão aprovaram em 8% o reajuste do salários dos professores estaduais.

Das 18 assembleias regionais realizadas pelo estado, em 12 os professores concordaram com a MP 230.

Embora incida apenas sobre a remuneração e não nos vencimentos, o reajuste é único no país e eleva o salário para o maior do Brasil.

  • Jorge Vieira
  • 15/mar/2017

“Ajuste do ICMS foi necessário para suportar crise e manter serviços essenciais”, diz Othelino Neto

O deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) foi à tribuna rebater a oposição, na sessão desta quarta-feira (15), e disse que o ajuste do Imposto sobre as Operações de Circulação de Mercadorias e Serviços de Transportes e Comunicação (ICMS), por parte do governo do Maranhão, foi necessário para aumentar a arrecadação. Segundo ele, essa medida foi tomada para poder suportar o momento de crise e manter os serviços essenciais em dia, a exemplo do pagamento dos servidores públicos, coisa que outros estados do país não estão conseguindo nem fazer.

Antes de ir à tribuna, o deputado também se manifestou, por meio de sua conta no Twitter, onde fez duras críticas e ponderações ao grupo Sarney. Segundo ele, a mesma oposição que saqueou o Maranhão, agora se desespera ao perceber que o governo Flávio Dino (PCdoB) está de fato mudando o Estado para melhor.

“Não fosse através da melhoria na arrecadação, como o governo do Maranhão poderia conceder reajustes a servidores e manter os elevados investimentos? O Maranhão continua sendo o estado com a 7ª menor carga tributária do país. Produtores rurais, que consomem até 300 kw, permanecem isentos”, argumentou o deputado por meio da rede social.

Na tribuna, Othelino lamentou o fato da oposição insistir em querer transformar o ajuste do ICMS, que é comprovadamente necessário, em um ato hostil do governo para com o Maranhão e para com o empresariado. “É claro que neste ambiente por que passa todo o Brasil, de crise financeira agravada por problemas políticos, houve a necessidade, e claro que isso não é bom. Se imposto fosse bom, nem teria esse nome. Ninguém gosta de aumentar alíquota. Agora, claro que foi necessário fazer os ajustes para melhorar a arrecadação”, ponderou.

Estados com dificuldade de pagar até a folha

Em seu pronunciamento, Othelino Neto citou estados importantes, como o Rio de Janeiro, que estão atrasando o pagamento dos servidores, o Rio Grande do Sul que teve de parcelar salários, etc, para lembrar que deputados deveriam prestar atenção antes de se posicionar contra o aumento da arrecadação no Maranhão.

Para o deputado, a atual oposição tem pouca legitimidade para criticar o ajuste de impostos, porque ainda está fresco na memória do povo o prejuízo que o erário teve, no governo Roseana Sarney, por conta da concessão indevida de isenções de ICMS a determinados empresários.

De acordo com Othelino Neto, o secretário estadual da Fazenda, Marcellus Ribeiro, explicou, de forma didática, as razões e os impactos do ajuste das alíquotas de ICMS. Esclareceu, por exemplo, que os produtores rurais, que consomem até 300 kW, estão isentos, que metade dos consumidores de energia elétrica do Estado não foi atingida pelo reajuste, porque consome menos de 50 kW, portanto, está fora. Esses não pagam energia elétrica. “Esse ajuste do ICMS é claro que não é do desejo de nenhum de nós, mas ele se fez inevitável nesse momento de crise nacional”, frisou.

Othelino disse, na tribuna, que se o governador Flávio Dino não estivesse em momento de crise nacional, se o Estado não tivesse perdido, nos últimos dois anos, R$ 1,2 bilhão em repasses constitucionais, não precisaria fazer esse ajuste nas alíquotas de ICMS. “Mas, como manter o Estado cumprindo com os seus deveres com a despesa maior do que a receita? Como custear reajuste de servidores, tal qual aquele que foi concedido aos professores do Estado de 8%? Reajuste inclusive contra o qual a oposição investe todos os dias, não só aqui, mas também nos veículos de comunicação. Nunca vi se reclamar de reajuste. Como custear uma carteira de investimentos permanente, enquanto o Brasil vive uma retração econômica grave?”, indagou.

Investimentos mesmo com crise

O deputado lembrou que o governo do Maranhão, em meio a toda essa crise que atinge os estados do país, inaugura escolas novas, reformadas, anuncia construção de IEMA’s, contratação de policiais (já foram mais de mil policiais contratados), entrega viaturas, automóveis, equipa a polícia, recupera as estradas e rodovias estaduais, realiza sonhos que antes eram promessas vãs como, por exemplo, a ponte que passa no município do Paulino Neves e liga os dois lados da cidade, permitindo a interligação da região dos Lençóis com a região de Parnaíba, etc.

“Então o que estou dizendo aqui aos senhores e ao Maranhão é que para custear esses investimentos, permitir o pagamento em dia de servidores públicos, o reajuste para o funcionalismo, é preciso que haja receita”, enfatizou.

O vice-presidente da Assembleia afirmou que o governo não só melhora a arrecadação por conta de ajustes nas alíquotas, mas também porque tornou mais eficaz a fiscalização, acabou com a concessão de isenções ilegais e inclusive mandou para a Assembleia apreciar um projeto de Lei que retira do secretário a prerrogativa de, forma isolada, conceder isenções. “Então este governo está mostrando que, com a aplicação transparente do recurso público, é possível fazer muito mais pelo Maranhão. Mas o sonho de alguns é que os tempos ruins do passado voltem. No entanto, o povo não permitirá que isso aconteça”, finalizou.

  • Jorge Vieira
  • 15/mar/2017

Audiência Pública solicitada por Pavão Filho vai discutir qualidade das feiras e abatedouros

Pavão Filho quer discutir a qualidade do abastecimento

A Câmara Municipal de São Luís aprovou requerimento do vereador Pavão Filho (PDT), no qual propõe a realização de uma Audiência Pública dia 24 de Março, às 10h, no plenário da Casa, para discutir as condições de funcionamento das feiras e abatedouros, assim como a qualidade dos produtos comercializados, produção e abastecimento do município de São Luís.

Segundo Pavão Filho, “as feiras e abatedouros da nossa capital, sempre enfrentaram problemas de falta de estrutura adequada para o funcionamento e falta de higiene na comercialização de gêneros alimentícios”.

Conforme o vereador, a estrutura predial e as instalações sanitárias desses estabelecimentos são fatores que comprometem a qualidade dos produtos consumido pela nossa população, colocando em questão a confiabilidade, a qualidade nutricional e a segurança.

Pavão observa ainda que “para tanto, é necessário a presença do Governo do Estado e Prefeitura de São Luís, para discutir as soluções sobre a qualidade das feiras e abatedouros de de São Luís, buscando encontrar soluções para os problemas que persistem há vários anos”.

 

  • Jorge Vieira
  • 15/mar/2017

Confirmado: TV Mirante será vendida

Durante reunião com o Sindicato dos Jornalistas e Sistema Mirante, os advogados representantes da empresa de Sarney confirmaram a venda da TV. A informação do  ocorrido na audiência foi divulgada pelo presidente do Sindicato, Douglas Cunha, que estava representando os grevistas da TV Mirante de Imperatriz, junto a Uziel Azoubel.

Na audiência, os advogados afirmaram ainda que o Sistema não tem condições agora de fazer a reposição das perdas salariais e negaram a retirada de direitos adquiridos. Com a venda da TV, haverá demissões de funcionários das empresas do grupo.

A audiência foi realizada no Ministério Público do Trabalho na última segunda-feira (15), mas só teve seu resultado divulgado agora. Diante do caso grave, Douglas se posicionou: “Estamos analisando o aspecto jurídico dá situação para darmos o próximo passo”.

 

  • Jorge Vieira
  • 15/mar/2017

Por que absolver apenas Roseana do processo?

É muito estranho um juiz livrar apenas a ex-governadora Roseana Sarney do processo de investigação da Saúde.

E os outros mais 15 envolvidos no escândalo de desvio do dinheiro público no governo Roseana? Será porque ela é a com mais pressa em assuntos eleitoreiros para 2018?

O fato é que a decisão não deve durar muito tempo. De acordo com o promotor de justiça Lindonjonson Gonçalves, o juiz que livrou a cara de Roseana é provisório.

O responsável por conduzir as investigações e denunciar o esquema de corrupção na Secretaria de Saúde do Maranhão disse ainda que o Ministério Público irá recorrer.

 

 

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